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Blogue da semana

por Joana Nave, em 08.04.18

Esta semana trago-vos mais uma das minhas inspirações: Pick Up Limes. É um blogue sobre nutrição e hábitos de vida saudáveis, dois temas que me fascinam e que quanto mais pesquiso mais me dou conta da imensidão de conhecimento que envolvem. Sempre que posso, tento aplicar esta aprendizagem na minha rotina diária e sinto-me muito bem em fazê-lo. Dêem uma espreitadela, não se vão arrepender!

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Pensamento da semana

por Joana Nave, em 11.03.18

Evoluímos dos sacos de pano para os sacos de plástico, do que é reutilizável para o que é descartável, e agora, no auge da evolução humana, em que fazemos compras sem sair de casa, voltamos aos sacos de pano, porque é ecológico e sustentável e a reutilização é afinal a melhor alternativa.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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Da saudade

por Joana Nave, em 12.02.18

Saudade, não da dor que perdurou, até que o tempo a disfarçou com dias de sol e conversas animadas, onde os risos tomaram o lugar da amargura. Saudade de um dia ter tido o que hoje não volta, de ter sentido o que hoje é apenas fragmento de uma memória eterna. É um sentimento atroz este que nos persegue por toda uma vida, que é um rasto que deixamos e que nem os muitos ventos apagam, que se faz sombra para sempre e que reside naquele cantinho secreto da memória, onde guardamos as lembranças ténues da vida singular que sonhámos ter. Tudo o que nos marca profundamente reside em nós até deixarmos este mundo, e talvez até depois continue a acompanhar a nossa alma. Saudade de ter sonhado e hoje a realidade se apresentar tão distinta, tão mais cruel. Saudade da inocência que alimenta o desejo de sermos o que sonhamos, de acreditarmos que podemos mudar o mundo, concertando o que está mal. E agora que acordo para o dia que se me apresenta, invade-me um misto de raiva e desalento, por não ter forças para mudar nada do que está terrivelmente errado.

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A vida dos outros

por Joana Nave, em 05.02.18

Quando olho pela janela imagino o que se passa do outro lado de cada vislumbre que avisto. As pessoas que passam apressadamente, os animais que vagueiam em busca de alimento, as luzes que revelam famílias reunidas em torno de uma mesa, os bancos de jardim onde alguém se senta a descansar, as esplanadas onde copos vazios se acumulam, depois de refrescarem as bocas sedentas que riem e aplaudem o sol de Inverno que os aquece. Vejo tanto coisa e prendo-me no instante que passa, no momento que capto por entre o vidro límpido, sem reflexo. São vidas comuns, singulares, com as suas pequenas vitórias, mediadas por alguns fracassos. Detenho-me um pouco mais num jovem casal, ambos com ar sisudo, parecem não ter grande prazer em estar juntos. Ela percorre o telemóvel com o dedo, ele fuma distraidamente. O empregado de mesa surpreende-os com dois cafés. Ele esboça um esgar de agradecimento, ela não tira os olhos do ecrã. Entretanto, o sinal muda para verde e o carro arranca, prosseguindo a sua marcha. Relembro aquele jovem casal... Ou são só amigos, ou estão fartos um do outro!

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A nossa vida

por Joana Nave, em 29.01.18

Passamos a maior parte do nosso tempo a fazer coisas de que não gostamos. Trabalhos que não nos completam, um trânsito infernal, tarefas domésticas, e ainda temos de conviver com o cinismo dos que nos rodeiam, porque são seres amargurados pelas suas próprias vidas medíocres, e que encontram algum consolo em tornar a nossa vida num pequeno inferno. Para sair desta roda que gira enquanto o tempo passa é preciso, em primeiro lugar, entender que não somos o reflexo que vemos diariamente, que temos uma essência mais profunda, que anseia por uma existência justa, equilibrada e feliz. Temos de ir ao âmago do nosso ser e descobrir aquilo que nos caracteriza, o que realmente nos define, e que uma vez em marcha não dá lugar aos espaços mortos que tentamos preencher diariamente com os meros desabafos de uma vida miserável. Depois, é preciso ter coragem para mudar, para dar um basta ao que temos tido e ousar ter e ser mais. É um virar a página definitivo, escalar a montanha da nossa ousadia e, ao chegar ao topo, sentir a força do vento que nos faz fechar os olhos e inspirar o sopro da verdadeira mudança, da vida única para a qual fomos talhados, e sentirmos a liberdade de sermos nós próprios e isso bastar.

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Há políticas que até fazem sentido

por Joana Nave, em 22.01.18

Quem me conhece sabe que sou uma espécie de anti-política. Não me interessa, tudo o que sei abomino e acho até que é uma perda de tempo. Se sei do que falo, sei. Para ter impacto na vida social, não precisamos de fazer parte de um grupo partidário, há tantas outras formas... Hoje em dia, existem milhares de movimentos activistas que têm mais impacto que a política, mas mais importante ainda, que fazem mais com menos recursos, que não necessitam de facções e politiquices, de caciquismo, e afins. Pessoas que fazem a diferença, que influenciam os outros e que têm um impacto positivo na sociedade.

No entanto, esta semana dei por mim a pensar que o meu alheamento não me está a permitir louvar algumas boas políticas que andam por aí. Fiquei surpreendida, no verdadeiros sentido da admiração, por saber que o Governo está a influenciar a redução do consumo de açúcar e sal. É certo que a mudança de comportamentos é cultural e hábitos enraizados não se alteram de ânimo leve, mas cada pequeno gesto conta, rumo a uma vida mais saudável. Já agora, devia haver incentivos para que as pessoas fizessem mais exercício físico, que não apenas a moda das corridas e os circuitos de manutenção.

Parece-me claramente que o mundo está a evoluir em termos de expansão da consciência, estamos a tornar-nos mais atentos à forma como o nosso comportamento afecta o planeta. Ainda assim, há muita falta de civismo, muita cegueira face aos problemas ambientais, e será importante que haja políticas cada vez mais interventivas para mudar o que é necessário.

A política não me fascina, mas devo louvar o que de bom se faz.

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A importância da consistência

por Joana Nave, em 15.01.18

Sermos consistentes é das coisas mais importantes da nossa vida. A consistência dá-nos um rumo, mas também nos dá credibilidade. Se formos consistentes fidelizamos os nossos seguidores, as pessoas começam a confiar e a esperar por nós. Por outro lado, a inconsistência gera desinteresse a até esquecimento. Por isso, temos de nos focar na consistência, se queremos crescer com sustentabilidade, se queremos inspirar confiança em quem nos segue. Temos de ser persistentes, metódicos, pragmáticos, fiéis e verdadeiros. No entanto, não podemos ser cegos às adversidades, aos contratempos e às surpresas. A palavra de ordem é flexibilidade. Pessoas consistentes e flexíveis conquistam o mundo e inspiram os que as rodeiam. É por tudo isto que escrevo hoje, para me manter fiel ao que me propus para este novo ano, para que a escrita seja uma prioridade e uma constante da minha vida, e para que mesmo com sono eu não deixe que o meu objectivo perca força, deixando de publicar esta crónica no início de mais uma semana. Ainda que a flexibilidade seja uma força maior, a consistência, pelo menos hoje, venceu.

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Já não sou dona do meu tempo

por Joana Nave, em 08.01.18

O tempo, esse hiato que medeia entre o que é e não é, que foi calendarizado para que pudessemos organizá-lo, tem-me fugido por entre os dedos. De manhã acordo e já estou atrasada, já tenho pouco tempo para todas as coisas que me propus fazer. As horas sobrepõem-se umas nas outras e quando me apercebo, são 22h00 e ainda nem sequer jantei! Dizem-nos que somos donos do nosso tempo, que podemos fazer com ele o que quisermos, que é tudo uma questão de organização e gestão de prioridades, mas e quando tudo o que fazemos são prioridades?  A palavra urgente torna-se banal quando dita de forma tão constante, apenas para chamar a nossa atenção de que temos mesmo de tratar daquele assunto.

Há quem diga que as mulheres têm a vantagem do multitasking, mas hoje em dia esta prática é reconhecida como uma forma de distracção e ineficiência, porque somos mais produtivos se nos concentrarmos numa tarefa de cada vez. O verdadeiro desafio consiste em preencher as 24 horas de um dia completo com descanso, trabalho, tarefas domésticas, pausas para comer, lazer, exercício físico, amigos e família. Não importa a ordem, importa dedicar um pouco do nosso tempo a cada uma destas áreas.

A minha sugestão passa por parar e pensar em como estamos a gastar o nosso tempo, se há alguma área que esteja a ser negligenciada, se podemos sobrepor algumas para tornarmos o nosso tempo mais proveitoso. No fim do dia, antes do merecido descanso, importa analisar se foi um dia bem passado e se estamos alinhados com os nossos objectivos. Contudo, quando dou por mim é quase meia noite, não fiz metade do que queria e, de olhos cansados e desilusão no rosto, reconheço que já não sou dona do meu tempo...

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Pensamento da semana

por Joana Nave, em 19.08.17

Na antecipação do que há-de vir, na angústia da memória que nos precede, esquecemo-nos frequentemente de viver. O presente é a única certeza que temos e também o único momento que podemos controlar. Aceitemos esta dádiva de vida plena!

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

 

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Blogue da semana

por Joana Nave, em 29.01.17

A minha escolha desta semana vai para um blogue que considero muito inspirador: Becoming Minimalist. Mais que uma tendência, considero o estilo minimalista uma escolha para simplificar a complexidade com que somos confrontados diariamente nas nossas vidas demasiado preenchidas. Menos pode ser mais, se nos focarmos no que é essencial e no que traz verdadeiro valor acrescentado, no que nos completa e permite saborear o momento presente, sem estarmos presos ao caos com que enchemos os espaços que nos rodeiam e, principalmente, a nossa mente.

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Do princípio ao fim (23)

por Joana Nave, em 15.10.16

"UMA VEZ, tinha eu seis anos, vi uma imagem magnífica num livro sobre a Floresta Virgem chamado "Histórias Vividas". Era uma jibóia a engolir uma fera. Copiei o desenho para vocês poderem ver como era."

principezinho.jpg

 

Logo no primeiro parágrafo somos impelidos a entrar no mundo da imaginação...

O meu exemplar deste livro é de 1987, a par das marcas do tempo, tem também as do manuseamento.

Foi-me oferecido pela minha Mãe, como todos os livros que li durante a minha infância e juventude.

Não me recordo do número de vezes que o reli, mas sei que foram muitas.

É um daqueles livros intemporais e que se recomenda em qualquer idade. É didáctico, interessante e mágico.

O Universo do Principezinho mostra-nos tesouros escondidos em cada um de nós. Sempre que o lemos descobrimos uma nova forma de entender o Eu e o Outro.

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Blogue da semana

por Joana Nave, em 21.08.16

Ultimamente, tenho seguido mais blogues estrangeiros do que nacionais. Não é algo que caracterize como bom ou mau, pois há bons blogues em todas as línguas, ou pelo menos em português e inglês. A descoberta dos blogues é como a história das cerejas, escolho um e vem outro por arrasto, e por aí adiante. Ao fim de algum tempo, há uns que deixam de me interessar e outros, que de início nem me prenderam muito a atenção, mas que aqui e ali começam a despertar o meu interesse, ao ponto de os seguir semanalmente e por vezes até diariamente. É um desses blogues que tenho para vos sugerir: Jenny Mustard. Os Mustard são um tanto ou quanto excêntricos e têm um estilo de vida minimalista, que a meu ver se revela um pouco utópico, mas que me inspira a simplificar a minha vida. Espreitem e digam-me o que acham!

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Blogue da semana

por Joana Nave, em 29.02.16

Não tenho tido muito tempo para leituras, nem para a escrita, mas tenho visto uns vídeos no youtube, naqueles 15 minutos a caminhar para as 8 da manhã em que, com olhos ensonados, como as minhas papas de aveia e tento abstrair-me do longo dia que tenho pela frente. Os vídeos não me obrigam a um grande esforço de concentração, vejo-os quase sem ter de ligar o cérebro, o que naquela hora matinal é fundamental para começar o dia com relativa tranquilidade. Claro que por trás dos vídeos estão blogues, blogues que me inspiram e que me distraem dos compromissos e obrigações, blogues que ganham prémios na sua área de especialização e que me enchem de orgulho por serem bons blogues, escritos em Português.

Assim, deixo-vos a minha sugestão para blogue da semana: Made by Choices.

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Blogue da semana

por Joana Nave, em 04.10.15

Gosto de cozinhar e gosto de comer bem, mas entendo que para o fazer tenho de escolher os melhores ingredientes e os mais nutritivos. Comer não deve ser nem um prazer, nem tão pouco uma obrigação. Devemos encarar a comida como um ritual em que beneficiamos dos nutrientes necessários para o nosso bem estar.

 

A escolha por uma alimentação saudável, aliada a exercício físico diário, é apenas um complemento para a nossa saúde física, pois o mais importante é a nossa saúde mental e emocional. Para tal, devemos procurar estar presentes em tudo o que fazemos e sentir como o nosso corpo reaje aos diversos estímulos externos.

 

Sou viciada em nutrição o mais natural possível e em exercício físico, por isso tenho dedicado muito tempo ao fantástico blogue que hoje vos apresento: Deliciously Ella.

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 13.08.15

A música transporta-nos para um mundo só nosso, onde os sentimentos são mais profundos e as emoções que lhes dão vida são mais reais. A música faz-nos rir ou chorar, quer nos enleve em alegria ou tristeza. Há uma música que se adapta a cada ocasião e que compõe a nossa banda sonora pessoal. E depois há aquela música só nossa, que gostamos de partilhar com alguém especial...

 

Ouça música.

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 12.08.15

As cores têm uma influência energética muito grande no nosso bem estar e na nossa disposição. Cores suaves transmitem tranquilidade, cores fortes transmitem força e alegria e as cores escuras são ideais para os momentos de introspecção, em que nos fechamos sobre nós próprios. Claro que há quem escolha as cores de acordo com o seu gosto pessoal e com o que vai bem ao tom da pele, do cabelo, dos olhos. Porém, devemos estar mais atentos à cor que usamos em cada ocasião e como ela influencia o nosso humor.

 

Procure cores harmoniosas para o seu lar, uma vez que é o refúgio privilegiado onde reside a sua maior fonte de energia.

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 11.08.15

A água é fundamental para a vida. Hidrata-nos, refresca-nos, alimenta-nos. Devíamos beber um bom copo de água logo pela manhã, em jejum, pois a água purifica o organismo e prepara-o para receber os alimentos. Um bom sinal de desidratação é o estado do cabelo, da pele e das unhas.

 

Beba água.

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 10.08.15

As segundas-feiras são terríveis para a maioria das pessoas. Quebrar a rotina do fim-de-semana sem horários e voltar a acordar cedo é suficiente para nos deixar mal humorados. Está nas nossas mãos inverter este sentimento e sorrir perante a nova semana que hoje começa. Uma semana onde podemos realizar os nossos sonhos, onde podemos dar início a novos hábitos, uma folha em branco por preencher.

 

Abrace esta semana com um sorriso e torne-a produtiva.

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 07.08.15

A poupança é um hábito extremamente importante. Permite-nos ter noção do real custo do que consumimos, planear de forma sustentada o futuro a médio e longo prazo, e assume-se como um meio seguro de prevenir eventuais danos.

 

Controle os seus gastos e faça uma poupança.

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 06.08.15

Há dias em que não nos apetece falar com ninguém. O melhor mesmo é ficar sossegado num canto, deixar que este sentimento de solidão passe e que a nossa mente se torne disponível para o cruzamento de ideias com outros seres humanos.

 

Se hoje se sentir introspectivo, tire uns momentos para estar apenas consigo.

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