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Canções do século XXI (779)

por Pedro Correia, em 22.05.19

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Europeias (13)

por Pedro Correia, em 21.05.19

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LIVRE: TRÊS PROPOSTAS

 

  • Consagração do acesso universal à Internet, livre de qualquer censura, desenvolvendo novos programas de literacia digital.
  • Introdução da disciplina de História da Europa para os alunos do ensino básico e secundário em todos os programas de ensino nos Estados membros da União Europeia.
  • Devolução imediata das obras expostas em museus na Europa que resultaram do saque de antigos territórios coloniais.

 

Do programa eleitoral, Novo Pacto para a Europa

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Europeias (12)

por Pedro Correia, em 21.05.19

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DUAS CADEIRAS VAZIAS

 

Cumprindo as suas obrigações de serviço público, a RTP promoveu no dia 13 de Maio - em sinal aberto, no seu canal generalista - um debate entre os cabeças de lista dos partidos que não têm representação no Parlamento Europeu. Doze, no total.

Foi um bom modelo de debate, que só não permitiu uma verdadeira discussão de ideias devido à notória inépcia de alguns candidatos, impreparados e recorrendo a chavões inconsistentes.

Destaque, pela positiva, para a competente moderação da jornalista Maria Flor Pedroso, directora de informação do canal público.

Destaque, pela negativa, para a ausência de dois cabeças de lista. Um, por aparente amuo, recusou comparecer. Outro preferiu discutir bola, à mesma hora, noutro canal - peculiar noção de prioridade cívica por parte de quem gasta muita saliva a apregoar responsabilidade e ética.

Só ontem pude assistir a este debate. Fica uma breve resenha do que lá se disse - e do que ficou por dizer.

 

André Ventura (Basta). Preferiu palrar sobre futebol, à mesma hora, na CMTV.

 

António Marinho e Pinto (PDR). Não compareceu por discordar do «critério editorial» da RTP. Aparentemente, este eurodeputado que em 2014 foi eleito sob a sigla MPT desejaria ter participado num debate entre os partidos já representados no Parlamento Europeu. Esteve muito bem o canal público, uma vez que o PDR - partido que nem existia há cinco anos - se candidata pela primeira vez a uma eleição europeia. 

 

Fernando Loureiro (PURP). Quer aproximar os salários das pensões. Não explicou como.

Era o mais velho neste debate. E foi o único candidato que esteve sempre de esferográfica na mão.

A frase: «Setenta e cinco por cento das pessoas ligadas à política são altamente corruptas. E não devo estar a exagerar.»

 

Francisco Guerreiro (PAN). Quer assegurar uma licença de maternidade de um ano em todo o espaço europeu. Como? Com verbas do orçamento comunitário, desviando dinheiro hoje atribuído ao investimento na actividade pecuária.

Foi o único candidato a aparecer com uma argola na orelha.

A frase: «Se todos os europeus consumissem como um português, nós teríamos consumidores para dois planetas.»

 

Gonçalo Madaleno (PTP). Quer uma «bolsa de arrendamento», à escala europeia, para assegurar «habitação digna para todos». Não explicou como.

Estudante de Direito, é o candidato mais jovem. E era também o mais nervoso.

A frase: «A sociedade é composta de seres humanos.»

 

João Patrocínio (PNR). Afirmou-se defensor de «uma política de natalidade». Sem entrar em pormenores, eventualmente embaraçosos. 

Foi o candidato que elevou mais a voz.

A frase: «Esta Europa está moribunda.»

 

Luís Júdice (MRPP). Quer Portugal fora da União Europeia a partir de agora para «ganharmos soberania». Não chegou a citar a célebre frase «orgulhosamente sós», mas andou lá perto.

Foi o único a aparecer todo vestido de preto.

A frase: «Trabalharemos afincadamente para a dissolução da União Europeia e para a dissolução do euro como moeda única»

 

Paulo Morais (Nós, Cidadãos). Quer uma entidade externa - supostamente paga por dinheiros públicos - a «fiscalizar os eurodeputados», em nome da transparência. Mas quem fiscalizaria por sua vez a referida entidade?

Foi um dos dois candidatos a usar gravata (o outro foi Paulo Sande).

A frase: «Os cidadãos europeus, e os portugueses em particular, têm todo o direito de saber para onde vai o dinheiro dos seus impostos.»

 

Paulo Sande (Aliança). Quer «aproximar a Europa dos portugueses». Como? A Assembleia da República deve «ter muito mais a dizer sobre políticas europeias». Na «coesão», por exemplo. Provavelmente, nem todos os telespectadores terão entendido.

Foi um dos dois candidatos a usar gravata (o outro foi Paulo Morais).

A frase: «Os extremos à esquerda e os extremos à direita tocam-se em quase tudo. A moderação é hoje quase um novo radical.»

 

Ricardo Arroja (IL). Quer «menos burocracia, menos impostos, mais liberdade.» Como? Aumentando a concorrência. «Há que questionar se as leis da concorrência têm vindo a ser aplicadas em Portugal.»

Foi o que falou em tom mais cordato.

A frase: «Temos de reconhecer, no espaço da UE, todas as categorias profissionais.»

 

Rui Tavares (Livre). Quer «uma esquerda verde e europeísta» que possa implantar uma «rapidíssima transição energética» na «maior democracia transnacional do mundo». Não ficou bem claro como pretende criar «milhões de empregos» na «economia verde», cor que parece ter substituído o vermelho no imaginário de certa esquerda contemporânea.

Foi o candidato que usou mais palavras por minuto.

A frase: «O novo Pacto Verde é um Plano Marshall da nossa geração.»

 

Vasco Santos (MAS). Quer criar um «salário mínimo europeu» de 900 euros, tendo como referência o que existe em Espanha. Sem esclarecer como.

É o candidato mais magrinho. Ou elegante, para usar um eufemismo em voga.

A frase: «Se continuarmos desta maneira, a espécie humana não tem futuro possível.»

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 21.05.19

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A Rapariga Sem Pele, de Mads Peder Nordbo

Tradução de Jorge Pereirinha Pires

Romance

(edição Planeta, 2019)

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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 21.05.19

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Adolfo Mesquita Nunes: «E lá se arranjou forma de afastar Lopes da Mota sem afastar, o que dá bem conta de como as coisas se passam no caso Freeport, em que se investiga sem investigar e suspeita sem suspeita. É como o Sol de Inverno: brilha mas não tem calor.»

 

Ana Vidal: «Em tempos de crise generalizada - inclusivamente de valores - e de um desalento que vai avançando, imparável, minando todas as vontades e iniciativas, é bom saber que a consciência social ainda existe nos espíritos de quem pode, realmente, ser parte da solução dos problemas.»

 

Cristina Ferreira de Almeida: «O Montepio quer comprar o BPN, mas sem o passivo: acho lindamente. Não calha nada nos objectivos comprar um banco com 1,8 mil milhões de euros de passivo. Depois avisem-me quando a compra estiver concluída para eu dar um saltinho ao balcão do BPN. Queria comprar o duplex do meu prédio, mas não me convinha aumentar a dívida do crédito à habitação e preciso de um banco que me compreenda.»

 

João Carvalho: «Lembrei-me do antigo presidente do banco [BPP]: João Rendeiro garantiu que ia fazer pagar caro aos que se atreveram a apontar o dedo à sua gestão. Entretanto, passou-se a falar claramente das fortes suspeitas de grandes irregularidades em operações da sua lavra. E o que é que tem acontecido? Rendeiro rendeu-se ao silêncio. Acho que faz bem.»

 

Jorge Assunção: «Sou absolutamente contra qualquer tipo de quota.»

 

Eu: «Vital Moreira é um entusiasta declarado do Tratado de Lisboa, Paulo Rangel também. Vital Moreira acha normalíssimo que o PS tenha violado a promessa eleitoral de referendar o Tratado Constitucional (de que o de Lisboa é um óbvio sucedâneo), Paulo Rangel faz como ele. O PS aplaude a entrada da Turquia na União Europeia, embora sem explicar aos portugueses quanto nos custaria essa adesão, e o PSD também aplaude.»

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Canções do século XXI (778)

por Pedro Correia, em 21.05.19

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Europeias (11)

por Pedro Correia, em 20.05.19

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INICIATIVA LIBERAL: TRÊS PROPOSTAS

 

  • Incentivo à mobilidade laboral: cada europeu deve aceder ao mercado de trabalho fora do seu país de origem, sem burocracias.
  • Adopção de um sistema de equivalência total entre níveis de escolaridade nos Estados membros, facilitando o intercâmbio estudantil.
  • Defesa intransigente da retirada do Estado de todas as actividades que possam ser desenvolvidas com vantagem por um mercado concorrencial.

 

Do programa eleitoral, Liberdade, Tolerância e Prosperidade

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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 20.05.19

«Terra ou terra?
A terra tem coisas boas. O meu irmão comia terra. Falta de ferro – opinou o pediatra que também era meu tio.
Eu preferi bosta de vaca, quentinha, acabada de fazer. Saí largado para casa e trouxe uma colher. Sentei-me no chão, bosta entre as pernas abertas e comi à colherada até que a Luzia, cozinheira da casa, me pegou ao colo horrorizada.
Há gostos para tudo. Talvez a comida aquecida fosse da minha preferência e, sobretudo, não arranhava os dentes.
Sabemos que a dieta tem consequências futuras. Tenho 1,80 m e o meu irmão ficou-se pelos 1,65. Prova que merda de vaca é melhor que terra crua.

E mesmo quanto à Terra, sou geólogo porque sempre me fascinaram os minerais e os cristais. E depois as falhas, as dobras e até o cavalgamento que o Canadá resolveu fazer à Península Ibérica. Fascinante!
Arrastou consigo os sedimentos que estavam no fundo do mar. Foram mesmo buldeziriados, dobrados, esticados e acamados numa série com centenas de metros de histórias para contar.
Esta é a Grande História de Portugal. Os sedimentos, assim esmagados e comprimidos transformaram-se em xisto. E nesse xisto, que consegue reter água mesmo em períodos de seca grave, se produziu o milagre do Vinho do Porto.

Quanto ao meu irmão, ficou-se pelo curso de História. Do Vinho do Porto apenas sabe uma coisinhas do Marquês de Pombal e da chegada dos ingleses para o comercializar.
Fica para sempre o civismo e simpatia dos portuenses, mesmo com palavrões à mistura. Talvez tenham sido os ingleses a tornar única esta cidade que não é nem parece mediterrânica. É atlântica. Adoro-a e não sou de lá.»

 

Do nosso leitor José Carlos Menezes. A propósito deste meu texto.

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Europeias (10)

por Pedro Correia, em 20.05.19

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TEMPOS DE ANTENA: ALGUMAS FRASES

 

«Queremos dizer "não" a todas as visões nacionalistas, xenófobas, racistas, sexistas, especistas, homofóbicas e transfóbicas.»

André Silva, deputado do PAN

 

«Chega desta miséria humana política em que nos encontramos.»

André Ventura, cabeça de lista da coligação Basta

 

«Vamos derrotar a política do ódio.»

António Capelo, actor e mandatário nacional do BE, em voz off 

 

«Sois vós, jovens de Portugal, que tereis de denunciar e derrubar os novos bezerros de ouro com que praticamente todos os governos e todos os partidos políticos parlamentares têm enganado as gerações actuais.»

António Marinho e Pinto, cabeça de lista do Partido Democrático Republicano

 

«A dignidade do ser humano é inviolável e deve ser respeitada e protegida.»

Dario Fonseca, candidato do Partido Unido dos Reformados e Pensionistas

 

«Alguns dirão que sou demasiado jovem. Todavia, considero que a idade me proporciona uma outra visão e sentido prático de contribuir para a resolução dos problemas.»

Gonçalo Madaleno, cabeça de lista do Partido Trabalhista Português

 

«Procurem descobrir as diferenças entre PS, PSD e CDS.»

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

 

«Para nós, não há géneros. Há meninos e meninas. E há sexos.»

João Patrocínio, candidato do PNR

 

«Estamos presos a um euro que nos empobrece ano após ano.»

José Preto, advogado e candidato independente na lista do MRPP

 

«O CDS é a única escolha possível para quem é de direita em Portugal.»

Nuno Melo, cabeça de lista do CDS

 

«Vamos pugnar por uma Europa e um Portugal mais transparentes.»

Paulo de Morais, cabeça de lista do Nós, Cidadãos

 

«Queremos melhor Europa e mais Portugal.»

Paulo Rangel, cabeça de lista do PSD

 

«Propomos uma eleição nacional feita por voto electrónico.»

Paulo Sande, cabeça de lista da Aliança

 

«É incrível. Se nós conseguirmos que estes filhos do nosso país regressem [a Portugal], já ganhámos.»

Pedro Marques, cabeça de lista do PS

 

«A Europa precisa de um 25 de Abril.»

Rui Tavares, cabeça de lista do Livre

 

«Nós fizemos uma revolução neste país para acabar com o fascismo. Eles querem ressurgir a tortura, a prisão, o DELITO DE OPINIÃO.»

Vasco Santos, assistente operacional no Hospital de Barcelos e cabeça de lista do Movimento Alternativa Socialista

 

«É hora de liberalizar. Olha que vais gostar.»

Voz off, cantando, no tempo de antena da Iniciativa Liberal

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 20.05.19

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As Pessoas Felizes, de Agustina Bessa-Luís

Prefácio de António Barreto

Romance

(reedição Relógio d' Água, 3.ª ed, 2019)

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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 20.05.19

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Ana Margarida Craveiro: «Li nos jornais que, com a crise, houve um aumento na "procura" de emprego nas Forças Armadas. Por muita confusão que isso me faça, o exército é hoje um emprego vulgaríssimo, das 9 às 5. E isso tem vantagens, nos tempos que correm.»

 

Cristina Ferreira de Almeida: «A professora de Espinho merece um castigo severo. A descrição que faz de um bacanal romano é inaceitável; do que li, não é verdade que só comessem e vomitassem: iria jurar que também havia sexo envolvido. Nos meus tempos do Liceu Pedro Nunes, os professores com esta falta de rigor levavam logo com bolinhas de papel na cabeça quando se viravam para o quadro.»

 

João Carvalho: «Os alunos voltaram a dizer que foi tudo fácil. Podemos, pois, estar tranquilos: é natural que continuemos a subir nas respectivas estatísticas. Só falta começarmos a saber mais qualquer coisinha de Língua Portuguesa e de Matemática e a exigir programas de ensino decentes. Não é grave. É apenas urgente.»

 

José Gomes André: «Na enumeração dos êxitos deste Governo, Vital Moreira fala da"reabilitação da escola pública", uma referência que só podemos entender como um verdadeiro momento de humor. Qual reabilitação? Uma escola onde os valores da aprendizagem e do esforço são desconsiderados, onde os professores são vilipendiados e desautorizados?»

 

Paulo Gorjão: «Paulo Rangel não se lembra se chegou a ser militante do CDS-PP. A memória prega-nos destas partidas. José Pacheco Pereira, no Abrupto e em declarações ao Expresso, irá seguramente tecer considerações sobre o carácter de Paulo Rangel.»

 

Teresa Ribeiro: «Ao possibilitarem o acesso directo às fontes, os telemóveis introduziram pequenas variantes neste nosso peculiar mundo laboral. A falta de rede é apenas uma das várias desculpas que substituem palavras tão definitvas como um maravilhoso e rotundo "NÃO".»

 

Eu: «Li com atenção a entrevista de Paulo Rangel à edição de ontem do novo diário i, muito bem conduzida por Ana Sá Lopes. Procurei nestas duas páginas de jornal propostas diferentes do PS em matéria europeia: não encontrei nada.»

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Canções do século XXI (777)

por Pedro Correia, em 20.05.19

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Europeias (9)

por Pedro Correia, em 19.05.19

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COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA: TRÊS PROPOSTAS

 

  • Dissolução da União Económica e Monetária e fim do Pacto de Estabilidade, substituído por um pacto para o emprego e o desenvolvimento.
  • Combate à deriva neoliberal de uma União Europeia dominada pelos mais fortes, onde coesão e solidariedade são apenas palavras vãs.
  • Combate decidido às forças de extrema-direita, nacionalistas e xenófobas, incluindo grupos fascistas e até nazis, que alastram pela Europa.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 19.05.19

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A Linha do Horizonte Está a Arder, de João Cunha Borges

Poesia

(edição Exclamação, 2018)

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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 19.05.19

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Ana Margarida Craveiro: «Enquanto as mulheres portuguesas tiverem não um, mas pelo menos três empregos (o das oito horas, o da família e o da casa), não há quotas que as emancipem. A verdadeira igualdade começará a ser construída no dia em que os anúncios de detergentes não forem imensos bailados de donas-de-casa.»

 

João Carvalho: «Cada vez se fala melhor a nossa língua e a ministra não só pacificou o ensino como ignorou as estatísticas europeias e concluiu uma reforma educativa de se lhe tirar o chapéu. Ah! Já me esquecia: os habitantes da Lua andam a dizer que a Terra é que gira à volta deles.»

 

Jorge Assunção: «Foi Alexis de Tocqueville quem afirmou que "a República Americana vai durar até o dia em que o Congresso descubra que pode subornar o público com o dinheiro público", uma frase que pode e deve ser repensada para esta República Portuguesa, versão século XXI.»

 

Eu: «Que política de imigração deve adoptar a União Europeia? Faz sentido reequacionar os critérios que levaram à adopção do Espaço Schengen?»

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 19.05.19

 

O sofá foi uma das maiores invenções da civilização moderna.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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Canções do século XXI (776)

por Pedro Correia, em 19.05.19

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Europeias (8)

por Pedro Correia, em 18.05.19

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CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL: TRÊS PROPOSTAS

 

  • Reforço dos recursos e do investimento em medidas de cibersegurança no âmbito da luta contra o terrorismo à escala europeia.
  • Captação de verbas para o incentivo à economia azul, relacionada com o mar, que constitui prioridade estratégica para Portugal.
  • Apoio à criação de um mecanismo europeu de protecção civil para auxiliar países afectados por inundações, incêndios, sismos ou epidemias.

 

Do manifesto eleitoral, Mais Europa, Menos Bruxelas

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Delito à mesa (16)

por Pedro Correia, em 18.05.19

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Num restaurante, o cenário conta muito. No Gilão, contribui imenso para cativar os clientes, encostado ao rio que lhe empresta o nome. Mesmo no centro de Tavira, no recuperado Mercado da Ribeira, dotado de uma ampla esplanada onde é preferível escolher mesa. Porque os olhos também comem.

 

Mas as virtudes desta casa comandada por duas mulheres – Ângelo Botelho, a proprietária, e Cecília Paixão, a chefe da cozinha - estão longe de esgotar-se no panorama.

Aqui é perfeito o cruzamento da tradicional comida algarvia com uma culinária criativa, aberta a novos paladares. Desde logo nas entradas: imperdíveis, as chamuças de cavala em molho de caril e gengibre. Superlativa, a tempura de polvo e mel picante. Mas há mais: camarão em molho de mostarda e laranjas; ceviche de atum e lima em emulsão de manga; empada de pato com redução de Porto e salada de rúcula e laranja.

 

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Tempura de polvo e mel picante

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Lombo de atum com migas de broa e azeitonas

 

Como prato principal, recomenda-se lombo de atum com migas de broa e azeitonas, polvo na frigideira com batata doce ou peito de frango e camarão em molho de caril com arroz de coco. Tudo provado, tudo aprovado. E bem regado, a combater a canícula, com um simpático rosado algarvio, o Barranco Longo.

Também se servem cataplanas (robalo com camarão, por exemplo) e pratos vegetarianos. Nas sobremesas, recomenda-se o cheesecake e a tarte de alfarroba.

Com qualidade garantida tanto nos petiscos que chegam à mesa como no atendimento atento e profissional, este Gilão é um excelente cartaz gastronómico de Tavira. Onde apetece sempre voltar.

 

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Restaurante Gilão

Rua do Cais, Mercado da Ribeira, Loja 2A, Tavira

Telefone 281 322 050

Não encerra

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 18.05.19

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Ensaios Escolhidos, de T. S. Eliot

Selecção, tradução e notas de Maria Adelaide Ramos

(edição Relógio d' Água, 2019)

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O nosso livro






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