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Ligação directa

por Pedro Correia, em 07.04.20

 

Ao Nenhures.

 

Canções do século XXI (1100)

por Pedro Correia, em 07.04.20

Para ouvir ao serão

por Pedro Correia, em 06.04.20

Criminosos

por Pedro Correia, em 06.04.20

O coronavírus afecta já 200 países e territórios em todo o mundo. Não há praticamente uma parcela do planeta imune ao Covid-19.

A pandemia causa 2.700 mortes por dia nos cinco continentes - vitimando uma pessoa de dois em dois minutos. A cada dois segundos, regista-se um novo caso de infecção.

Apesar disto, três países persistem em manter os respectivos campeonatos de futebol: BielorrússiaBurundi e Nicarágua

Um procedimento criminoso, que devia encher de vergonha os dirigentes máximos destes países - respectivamente Aleksandr Lukashenko, Pierre Nkurunziza e Daniel Ortega.

Nenhum deles recomendável em matéria de respeito pelos direitos humanos. Não há coincidências.

 

Publicado originalmente (28/3) aqui

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 06.04.20

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Terra Delas, de Charlotte Perkins Gilman

Tradução e prefácio de Clara Pinto Correia

Romance

(edição Sibila, 2019)

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Eu hoje acordei assim

por Pedro Correia, em 06.04.20

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Após quase um mês de reclusão, sinto-me como o faroleiro da Berlenga.

DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 06.04.20

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Ana Margarida Craveiro: «Na Inglaterra rural, encontramos casas normais dos séculos XIV ou XV. São habitadas, ainda hoje, e em perfeitas condições. Para os proprietários poderem fazer obras, requerem licença a três entidades diferentes, que visam manter o património arquitectónico do país. Em França, existe um regime muito semelhante, e é por isso que encontramos, por exemplo no Poitou-Charentes, aldeias belíssimas, transplantadas de outro tempo mas com todos os confortos modernos. Dir-se-á que este cuidado com a habitação requer dinheiro. Sim, é verdade. Mas, e sobretudo, requer duas coisas muito diferentes: uma sensibilidade estética, manifestamente ausente no engenheiro técnico Pinto de Sousa, e uma luta acérrima à corrupção, que permite estes licenciamentos de terror.»

 

João Campos: «Regressado enfim do "fim-de-semana pascal" por terras alentejanas (e ainda sem o folar de Olhão - mas agradeço as dicas deixadas nos comentários), vejo que o país nem morreu, nem ressuscitou, mas continua mais ou menos na mesma: continua-se a malhar na Igreja, desenterra-se mais um escândalo de Sócrates (sublinhe-se: mais um), e o que já estava mau - o país, para resumir - continua a deslizar lentamente ladeira abaixo.»

 

João Carvalho: «Sócrates é o autor daquelas casitas na Guarda ou não? Pela resposta só ficamos a saber que são da sua responsabilidade. É a resposta típica do primeiro-ministro que temos. Sabia ele do negócio PT/TVI? Não teve conhecimento oficial. Mas, afinal, sim ou não? Nim. Para um primeiro-ministro que passa o tempo a apregoar uma receita de "excelência" e "rigor" como se fosse a sua especialidade, o problema está no acabamento que lhe estraga ciclicamente o esforço: o Cerejo em cima do bolo.»

 

José Gomes André: «Mais curioso do que os factos relatados propriamente ditos, é observar a atitude de Sócrates perante a notícia do Público sobre as alegadas falcatruas na Guarda. O primeiro-ministro pouco interesse tem em esclarecer, explicar ou até mesmo negar as notícias, concentrando-se, pelo contrário, na crítica ao simples facto de as mesmas terem sido transmitidas. É um truque com barbas: quando a mensagem é incómoda, bate-se no mensageiro.»

 

Sérgio de Almeida Correia: «Este país começa a ser, todo ele, não um arremedo de país, mas um programa humorístico. E ainda Passos Coelho não entrou em cena.»

 

Teresa Ribeiro: «Alguém disse que a primeira visita a uma casa-de-banho pública condiciona, de forma irreversível, a opinião dos turistas acerca dos países que visitam. No meu caso confirma-se e o Japão não é excepção. Quanto da sua peculiar cultura se revela também neste detalhe: a par de sanitas high-tech com tampos giratórios aquecidos e repuxo, no império do sol nascente proliferam os wc japonese style, que não são mais que umas fossas abertas no chão (ugh!). Na estação, nas ruas, por todo o lado onde circulo nem um papel no chão, nenhum escarro ou presente de canídeo. E vem-me à memória uma frase batida: "Por que é que os portugueses são tão porcos?"»

Canções do século XXI (1099)

por Pedro Correia, em 06.04.20

We'll meet again

por Pedro Correia, em 05.04.20

 

«We will succeed - and that success will belong to every one of us.»

«Better days will return. We will be with our friends again. We will be with our families again. We will meet again.»

 

Da mensagem dirigida esta noite aos britânicos pela Rainha Isabel II, que em 1940 sofreu com a família os bombardeamentos nazis em Londres - e não fugiu.

O comentário da semana

por Pedro Correia, em 05.04.20

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«Ai os animais em casa: os gatos.

Foi ela quem o trouxe para casa, numa saída a dois para o campo (que tudo o indiciava) prometedora; quando ouviu, mais do que um miado, um débil gemido vindo lá de um buraco.

Um recém-nascido - vá-se lá saber porquê, abandonado pela mãe - que um monte de pulgas deixava ver de gatinho.

Cresceu e fez-se um gatarrão de oito quilos e meio. Nunca respeitou ninguém, nem a mim que tratava dele, mas respeitava a dona que nunca lhe mudou a areia. Essa sim! Para ela tudo, para mim e filhas, soberano desprezo e arranhões.

Nunca mais saiu dos pés dela quando ela se confinou ao leito, quase um ano. E quando ela saiu para não mais voltar, nunca se afastou da porta que se abrira para ela sair.

Morreu dois meses depois enrolado numa saia dela, a pesar menos de quilo e meio.

Ainda hoje, doze anos passados, rezo e choro por ambos.

Estou firmemente convencido que os animais também vão para o Céu. Porque se não, como compreender os sentimentos de amor e dedicação?»

 

Do nosso leitor O Cunhado do Acutilante. A propósito deste meu texto.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 05.04.20

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Aproximadamente do Tamanho do Universo, de Jón Kalman Stefánsson

Romance

(edição Cavalo de Ferro, 2020)

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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 05.04.20

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João Carvalho: «À medida que o tempo passa, Seguro afirma-se e mostra-se cada vez mais solto em relação à maioria dos seus pares socialistas com peso na vida pública. Sem pressa, vai trilhando um percurso próprio do qual sobressaem valores e critérios de justiça social que revelam um padrão que tem andado muito arredado. Seguramente, ainda tem muito para dar.»

 

Luís M. Jorge: «O deputado João Galamba divulgou no Jugular um colorido discurso da brasileira Cidinha Campos contra aqueles que mamam. Felizmente, cá em Portugal não temos necessidade de tais vociferações. Ricardo Rodrigues, o homem a quem o PS encarregou em debates parlamentares de liderar uma dura batalha contra a corrupção, já esteve envolvido num gang internacional. O João Galamba deve reconhecer que os privilégios da experiência, assinalável entre alguns colegas de bancada, permitirão ao partido que o acolheu debelar este flagelo com outra serenidade.»

 

Sérgio de Almeida Correia: «Ao primeiro-ministro, com mais ou menos Público, mais ou menos Cerejo, impõe-se e exige-se que governe e que no tempo e na hora adequados tire as suas conclusões. Enquanto os submarinos sobem e descem e se limpa o pó aos arquivos da Guarda há muita coisa a fazer. E quanto ao PS espero que seja capaz de rever o caminho trilhado nos últimos anos e que corrija o que necessita de ser corrigido. Se é que entende que alguma coisa tem de ser corrigida. Eu, humildemente, começaria por rever as políticas de combate à corrupção, a democraticidade interna e os mecanismos de escolha dos dirigentes.»

 

Teresa Ribeiro: «O Monte Fuji, o mais alto do Japão, não cabe na fotografia. Subimos até onde as camionetas conseguem chegar, já em zona de neve. Para os japoneses este vulcão ainda em actividade é sagrado e diz o povo que pelo menos uma vez na vida se deve subi-lo a pé, apesar dos seus quase 3 800 metros, ou exactamente por isso. Na volta, já perto do sopé, macacos selvagens espiavam-nos dependurados das árvores que orlam a estrada. Que pena não termos disto em Sintra, ou no Gerês.»

 

Eu«Ter um longo currículo como ministro ou secretário de Estado não é garantia antecipada de que se possa transitar com mais facilidade para o posto máximo no Governo. Se o critério decisivo fosse esse, Soares, Cavaco e Sá Carneiro nunca teriam sido primeiros-ministros.»

Ligação directa

por Pedro Correia, em 05.04.20

 

À Arca de Darwin.

 

Canções do século XXI (1098)

por Pedro Correia, em 05.04.20

Frases de 2020 (13)

por Pedro Correia, em 04.04.20

 

«Uso máscara. Isso é uma ideia que me veio até um bocadinho do que os meus netos me contaram que foi a lição da China.»

Marcelo Rebelo de Sousa, hoje, em declarações aos jornalistas

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 04.04.20

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Um Cemitério para Lunáticos, de Ray Bradbury

Romance

(edição Cavalo de Ferro, 2020)

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Os dez mais infectados

por Pedro Correia, em 04.04.20

Este é o quadro detalhado da evolução do novo coronavírus por todos os países e territórios do planeta, com base em mais de duas dezenas de fontes consultadas e confrontadas - desde logo, a Organização Mundial de Saúde. Detalhado e tão fiável quanto possível, na medida em que as estatísticas oficiais oriundas de grande parte destes locais do globo são rudimentares ou marteladas por governos autoritários, que interditam testes ou proíbem a difusão dos verdadeiros números.

Chamo especial atenção para a proporção entre o número de infectados e cada milhão de habitantes dos países que constam deste quadro (a Coreia do Norte, por exemplo, está ausente).

Um registo que nos leva a ordenar hoje os países com registo oficial de Covid-19 da seguinte maneira, excluindo microestados e países com menos de um milhão de habitantes:

Espanha: 2.549 casos por milhão de habitantes

Suíça: 2.276

Itália: 1.982

Bélgica: 1.447

Áustria: 1.282

França: 1.259

Alemanha: 1.088

Noruega: 991

Portugal: 970

Holanda: 918

 

Destaco igualmente o registo da relação entre o número de óbitos confirmados e a população de cada país, por milhão de habitantes:

Itália: 243

Espanha: 240

França: 100

Bélgica: 99

Holanda: 87

Suíça: 70

Reino Unido: 53

Irão: 39

Suécia: 35

Portugal, Irlanda e Dinamarca: 24

DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 04.04.20

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Teresa Ribeiro: «Consegui dormir durante a noite. Adeus jet lag, olá... chuva?! O programa de hoje inclui uma visita a Nikko, terra de samurais, que fica na montanha, a cerca de hora e meia de Tóquio. Chove torrencialmente. Nova irritação matinal. O guia mudou. Simpático, é bem o exemplo do profissional diligente oriental. Fala para que todos o oiçam, mas o sotaque, dio mio, é terrível. Já percebi que japoneses a falar inglês são pior do que o polícia do Alô Alô. Desisto de o perceber.»

 

Eu: «Os heróis de milhares de jovens telespectadores de outra época estão a desaparecer com uma rapidez impressionante – o que nos deixa atónitos a todos nós, que os vimos em crianças: nessa altura nunca nos passaria pela cabeça que não fossem imortais. (...) Jim Phelps, o mais duro e discreto dos agentes ao serviço do bem, e Daniel Boone, o aventureiro que desafiava todos os perigos da floresta, deixaram-nos inconsoláveis com este súbito adeus à vida. O mundo da nossa infância está a desmoronar-se.»

Ligação directa

por Pedro Correia, em 04.04.20

 

Ao Na Minha Tela.

 

Canções do século XXI (1097)

por Pedro Correia, em 04.04.20


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