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Já li o livro e vi o filme (242)

por Pedro Correia, em 19.09.18

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     A INSÍGNIA VERMELHA DA CORAGEM (1895)

Autor: Stephen Crane

Realizador: John Huston (1951)

Huston mostra-nos a guerra (neste caso, a Guerra da Secessão norte-americana) como se fosse um filme negro. Com rostos dos combatentes em grande plano - rostos onde vemos cansaço, angústia, medo. Notável adaptação cinematográfica, hoje raras vezes vista, da excelente novela homónima de Crane.

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Estátuas dos nossos reis (24)

por Pedro Correia, em 19.09.18

               4 - D. Afonso Henriques Escultura em granito Conve CR124_Rehabilitacion_Pousada_del_Monasterio_Santa_

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 D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: Incerto, presumivelmente no século XVII

Localização: Amares, na fachada do antigo Convento de Santa Maria do Bouro, actual pousada

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 19.09.18

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O Sobrevivente, de Álvaro Faria

Romance

(edição Bookbuilders, 2018)

"O autor não segue o novo Acordo Ortográfico"

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Canções do século XXI (534)

por Pedro Correia, em 19.09.18

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Estátuas dos nossos reis (23)

por Pedro Correia, em 18.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: António Mendanha

Ano da inauguração: 2018

Localização: Casa do Minho no Rio de Janeiro

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De blogue em blogue

por Pedro Correia, em 18.09.18

Vale a pena ler o que se vai escrevendo pela blogosfera que resiste em dissolver-se nessa nebulosa informe das "redes sociais".

Seguem-se alguns exemplos.

 

Eugénia de Vasconcellos: «De cada vez que uma mulher grita discriminação de género como Pedro gritava lobo sem que lobo houvesse até que lobo houve e ninguém acreditou, presta um deserviço à mulher.» (Cabeça de Cão)

Maria João Caetano: «Ainda somos tantas vezes mulheres caladas, escondidas, envergonhadas.» (A Gata Christie)

Manuel Vilarinho Pires: «São as dúvidas dos lúcidos, e não as certezas dos idiotas, que fazem avançar o mundo.» (Gremlin Literário)

Carlos Natálio: «Quem não aprecia um bom sorriso sádico, desde que no conforto de seu lar? Atire a primeira pedra, vá.» (Ordet)

João Tiago Gaspar: «A vilanagem dá trabalho. Ele há vilões profissionais – cruéis, metódicos e implacáveis – e depois há vilões amadores.» (Malomil)

Cristina Nobre Soares: «Nada tenho contra as imagens, muito pelo contrário, mas talvez tivéssemos a ganhar alguma coisa com a maior lentidão das palavras.» (Em Linha Recta)

M.ª Rosário Pedreira: «Os Fios, romance de estreia de Sandra Catarino, lindo e imperdível, combina a crueza do meio rural com um lirismo inesperado que torna esta narrativa mágica e poderosamente empática.» (Horas Extraordinárias)

F. Penim Redondo: «Se a história da humanidade fosse o equivalente de 100 anos, esta fase em que estamos corresponderia aos últimos dez segundos.» (Dote Come)

Paulo Prudêncio: «A quarta revolução industrial em curso, e a generalização do uso das tecnologias, afirma uma certeza: são as pessoas que vão fazer a diferença.» (Correntes)

João Sousa: «Descobri agora, enquanto espero que o catamarã saia de Lisboa, não ser a última pessoa em Portugal a usar um telemóvel com Windows Phone.» (Ainda Há Bilhetes)

Alexandra G.: «E tu, já foste verificar se estás, finalmente, a salvo da universidade?» (Imprecisões)

 

 

ADENDA: Aproveito este quadro de honra para três singelas linhas de elegia pela morte prematura de um dos meus blogues favoritos: o inesquecível Escrever é Triste, de que me despeço, leitor antes movido e agora comovido.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 18.09.18

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Sabe o que Anda a Comer?, de Susete Estrela

Culinária

(edição Arena, 2018)

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Canções do século XXI (533)

por Pedro Correia, em 18.09.18

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Filosofia de parede

por Pedro Correia, em 17.09.18

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Lisboa, Estrada de Benfica

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Estátuas dos nossos reis (22)

por Pedro Correia, em 17.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: António Duarte

Ano da inauguração: 1991

Localização: Caldas da Rainha, no Atelier-Museu António Duarte

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 17.09.18

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Miguel Strogoff, de Jules Verne

Tradução de Pedro Vidoeira

Romance

(reedição E-primatur, 2018)

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Frases de 2018 (35)

por Pedro Correia, em 17.09.18

«Ser de esquerda não é a mesma coisa que ser franciscano.»

Ricardo Araújo Pereira, em entrevista ao Observador

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Canções do século XXI (532)

por Pedro Correia, em 17.09.18

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Estátuas dos nossos reis (21)

por Pedro Correia, em 16.09.18

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 D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: António da Costa

Ano da inauguração: 1938

Localização: Luanda, no Museu Nacional de História Militar de Angola, instalado na antiga Fortaleza de São Miguel. Antes da independência (fotos antigas), em 1975, esteve colocada sobre um pedestal no Largo D. Afonso Henriques, actual Avenida do 1.º Congresso do MPLA

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 16.09.18

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  Big Mal & Companhia, de Gonçalo Pereira Rosa

História da época do Sporting 1981-1982

(edição Planeta, 2018)

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Canções do século (531)

por Pedro Correia, em 16.09.18

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"Ter terra" é isto

por Pedro Correia, em 15.09.18

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Volto a Castelo Branco, cinco anos depois. Está um Verão dos antigos: 32 graus neste meio de Setembro. Calha bem: venho em busca de raízes neste regresso esporádico a um dos lugares que transporto nos genes. Terra onde viveram os meus avós (e cuja casa, nas traseiras do Liceu, ficou praticamente destruída pelo tornado de 1954), onde nasceu uma das minhas tias, onde a minha mãe fez o ensino secundário. Viemos com ela em 2013, sabendo todos - ela, melhor que ninguém, com os dotes de presciência que sempre evidenciou - que era uma viagem única. Por ser a última.

Talvez por isso, absorveu-a intensamente. Levámo-la lá acima, ao castelo. Em tantos anos, nunca tinha visitado tal paragem, de onde se disfruta um panorama incomparável: «No meu tempo, nenhuma rapariga vinha aqui, nem sequer acompanhada.»

É um mundo diferente daquele onde ela ia de burro, dar aulas a garotos da aldeia, no Rosmaninhal. A cidade expandiu-se imenso, em todas as direcções. Das ameias do castelo, já mal distingo o quartel onde o meu avô foi comandante antes de rumar à última comissão em África: é um ponto quase remoto, diluído na malha urbana. 

 

O hotel na colina, onde me hospedei pela primeira vez em 2006, continua a proporcionar-nos uma visão deslumbrante das vastas planícies em redor - tendo agora a novidade de alojar turistas de diversas nacionalidades. A cidade exibe enfim um terminal rodoviário que não a envergonha, colado à estação ferroviária. Mas o centro parece-me mais despovoado: nunca consegui entender a "intervenção" do chamado Programa Polis, que o desfigurou por completo. Coincidência ou não, o Praça Velha - outrora o meu restaurante favorito aqui na terra - fechou as portas, na emblemática Praça Luís de Camões: outra excelência gastronómica que elimino da minha lista.

Mas gostei de saber que foi recuperado o Cine-Teatro Avenida, após décadas de abandono, e que o Jardim do Paço mantém o viço de sempre. Incluo-o, sem favor, entre os dez mais belos de Portugal.

Venho em visita demasiado apressada, não chego a contactar o meu ex-professor Manuel Costa Alves, que tanto me marcou nas suas aulas de Geografia, nem os filhos dum quase-irmão do meu pai, que na minha infância sempre tratei como primos.

 

À porta da Sé, gente toda aperaltada neste sábado estival: é um casamento. Miro os noivos com um sorriso largo: foi aqui mesmo que os meus pais casaram, conheço este local de dezenas de fotografias dos álbuns de família.

Reparo numa árvore ampla, de folhas largas e escuras, ignoro como se chama. Alguém me esclarece: é um abacateiro. Símbolo de novidade por estas bandas. 

Velho e novo, tudo se conjuga. Nas vilas como nas vidas. Miro a cidade cá de cima, do hotel, e logo me vêm à memória aquelas estrofes da cantiga de Arlindo de Carvalho que aprendi na infância mais remota: «E quem nasceu lá, em Castelo Branco, / não é feliz noutra terra.»

"Ter terra" é isto. Esta necessidade de um cíclico banho lustral capaz de nos lavar por dentro, em resposta a um apelo que soa no mais fundo de nós.

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Estátuas dos nossos reis (20)

por Pedro Correia, em 15.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Jorge Pé-Curto

Ano da inauguração: 2007

Localização: Parque Luso, no Alto do Moinho, Corroios, concelho do Seixal

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 15.09.18

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 A Filha da Profecia, de Juliet Marillier

Tradução de Alice Miranda

Romance

(edição Planeta, 2018)

 

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Canções do século XXI (530)

por Pedro Correia, em 15.09.18

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Estátuas dos nossos reis (19)

por Pedro Correia, em 14.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: João de Sousa Araújo

Ano da inauguração: 1993

Localização: Torres Novas, Rua Alexandre Herculano

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 14.09.18

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 Uma Certa Forma de Vida, de Helena Sacadura Cabral

Reflexões

(edição Clube do Autor, 4.ª ed, 2018)

"Por vontade expressa da autora, a presente edição não segue a grafia do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa"

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 14.09.18

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Kate Upton

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Canções do século XXI (529)

por Pedro Correia, em 14.09.18

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Estátuas dos nossos reis (18)

por Pedro Correia, em 13.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: João Sousa Araújo

Ano da inauguração: 1998

Localização: Zamora, Espanha, no exterior do edifício-sede da Fundação Rei D. Afonso Henriques, no antigo Convento de São Francisco

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 13.09.18

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 Nunca Dancei num Coreto, de Maria Filomena Mónica

Crónicas (2011-2018)

(edição Relógio d' Água, 2018)

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Canções do século XXI (528)

por Pedro Correia, em 13.09.18

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Estátuas dos nossos reis (17)

por Pedro Correia, em 12.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: 1988

Localização: Alcanede, Santarém, no topo do pelourinho

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Os nossos convidados (balanço)

por Pedro Correia, em 12.09.18

 

Em Março do ano passado, quando me lembrei de pedir textos a colegas da blogosfera, das mais diversas tendências políticas, nunca imaginei que esta iniciativa durasse tanto e ultrapassasse em muito o plano inicial. A ideia era termos um convidado por mês, depois um convidado por semana. Mas rapidamente percebi, pelas respostas prontas aos convites, que não fazia sentido haver intervalos tão longos de publicação.

A passadeira vermelha do DELITO DE OPINIÃO passou a desenrolar-se de segunda a sexta - adoptando, na recta final, um ritmo mais pausado e espaçado. Recebemos convidados das mais diversas tendências políticas e com os mais diversos estilos literários. Cada qual abordando temas à sua livre escolha, como aliás ficou desde logo estabelecido: a única regra era não haver regras. Houve quem optasse por textos enormes. Ou por textos muito curtos.

Lembro aqui, ao correr da pena, os nossos dez primeiros convidados: Luís RobaloCarlos NatálioCristina Nobre SoaresAlexandre BorgesJosé Meireles GraçaRicardo António AlvesRui Ângelo AraújoLuís MilheiroJosé Augusto Leite e Joana Lopes. Convidados com personalidades diferentes, com blogues de características muito diferentes. Como diferente era também a atitude de cada um deles: houve quem estabelecesse intenso diálogo com os leitores nas caixas de comentários, outros limitavam-se a uma sucinta referência. A piada destas coisas é também verificar estas diferenças. Quase todos reproduziram os textos nos seus blogues, o que multiplicou de alguma forma o intercâmbio entre nós. Era também isso que se pretendia.

E assim passou mais de um ano: as respostas surgiam quase sempre com uma nota suplementar de simpatia. Devo confessar que a qualidade da esmagadora maioria das colaborações excedeu as minhas expectativas, que já eram elevadas. E a quantidade de respostas afirmativas também surpreendeu: foram raras as recusas e quase todas bem justificadas.

Não posso deixar de destacar, com natural emoção, o texto que nos foi enviado pelo Pedro Rolo Duarte e aqui publicado a 5 de Outubro de 2017, escassas seis semanas antes da sua morte prematura. Nesta mesma série em que viria a comparecer o seu filho António, a 16 de Abril de 2018. 

Numa confirmação de que existem elos a ligar-nos, mais fortes do que as pequenas contingências do quotidiano. Enquanto muitas modas passam, enquanto muitas tendências chegam e partem sob o signo do efémero, há rastos que perduram. Este nosso blogue - vosso também - é prova disso.

 

Agora, que terminou, deixo aqui - por ordem alfabética - os nomes dos 131 convidados que desfilaram na passadeira do DELITO entre 29 de Março de 2017 e 31 de Julho de 2018. Agradecendo a todos, uma vez mais, a colaboração que nos prestaram.

 

A

Alexandra GAlexandra MachadoAlexandre BorgesAlexandre LuzAlice AlfazemaAnaAna CabeteAna C. BorgesAnamarAndré Abrantes AmaralAndré Azevedo AlvesAntónio AgostinhoAntónio CabralAntónio de AlmeidaAntónio Pinho CardãoAntónio Rolo DuarteArmando PalavrasArnaldo GonçalvesAugusto Moita de Deus.

 

B

Beatriz AlcobiaBruno Santos.

 

C

Carla Maia de AlmeidaCarla RomualdoCarlos FariaCarlos Guimarães PintoCarlos NatálioCarolina GuimarãesCatarina DuarteCátia MadeiraCátia SamoraCristina Nobre SoaresCristina Torrão.

 

D

Daniela MajorDavid MarinhoDiogo Ourique.

 

E

Eduardo LouroEduardo SaraivaEufrázio FilipeEugénia de Vasconcellos.

 

F

Fátima MouraFernando LopesFernando Penim RedondoFilipe MouraFilipe Nunes VicenteFrancisco Carita MataFrancisco FreimaFrancisco José ViegasFrancisco Miguel ValadaFrancisco Seixas da Costa.

 

G

GabrielaGraça Canto MonizGraça Sampaio.

 

H

Helena Ferro de GouveiaHenrique Pereira dos Santos.

 

I

Inês LopesIsabel A. FerreiraIsabel Pires.

 

J

JASGJ. J. AmaranteJoana LopesJoana MarquesJoana RitaJoão Afonso MachadoJoão BrancoJoão EspinhoJoão Ferreira DiasJoão Freitas FarinhaJoão LisboaJoão MarchanteJoão Paulo CraveiroJoão TávoraJoaquim Alexandre RodriguesJosé Augusto LeiteJosé Carlos PereiraJosé CatarinoJosé da XãJosé Manuel FariaJosé Maria MontenegroJosé Meireles GraçaJosé MilhazesJosé Pimentel TeixeiraJosé Ricardo Costa.

 

L

Laura Avelar FerreiraLeonel VicenteLuís Miguel RosaLuís MilheiroLuís MoreiraLuís Novaes TitoLuís RobaloLuísa Correia.

 

M

Magda L. PaisManuel S. FonsecaMarcelo Correia RibeiroMargarida Corrêa de AguiarMargarida MourãoMaria AraújoMaria Dulce FernandesMaria GraceMaria MadeiraMaurício BarraMiss X.

 

N

Nelson Reprezas.

 

O

Octávio dos SantosOlavo Rodrigues.

 

P

Paulo FerreroPaulo GuinotePaulo SousaPedro AzevedoPedro OliveiraPedro Rolo DuartePsicogata.

 

R

Raquel Santos SilvaRicardo António AlvesRicardo Campelo de MagalhãesRita MatildeRita I CarreiraRita PiresRobinson KanesRodrigo Moita de DeusRui AlbuquerqueRui Ângelo AraújoRui Monteiro.

 

S

Samuel de Paiva PiresSara BarrosSofia Gonçalves.

 

T

Tiago CabralTiago Nené.

 

V

Vânia CustódioVera GomesVítor Cunha.

 

Z

Zélia Parreira.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 12.09.18

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 A Noite Inteira, de Frederico Pedreira

Poesia

(edição Relógio d' Água, 2017)

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Canções do século XXI (527)

por Pedro Correia, em 12.09.18

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Estátuas dos nossos reis (16)

por Pedro Correia, em 11.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: Desconhecido, no século XVIII

Localização: Guimarães, na fachada norte do Palácio Vila Flor

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Ser de esquerda ou de direita

por Pedro Correia, em 11.09.18

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Não passa um dia sem que leia alegados analistas políticos usando e abusando de rótulos identitários sem um menor esboço de rigor. Incluo nestes rótulos a estafada dicotomia "esquerda/direita". Que tenho cada vez mais dificuldade em aceitar como forma de interpretar o mundo contemporâneo, caracterizado por fracturas de outro género.

O que é ser "de direita"? Quais os requisitos necessários para meter alguém na gaveta da "esquerda"? E quem está habilitado a emitir certidões deste tipo?

 

Estes dísticos têm, desde logo, o defeito de nunca valerem por si: necessitam sempre de uma bengala. Neste caso, uma bengala geográfica. Porque quem se diz de esquerda ou de direita situa-se invariavelmente em função de terceiros: ninguém está à esquerda ou à direita de si próprio.

O que nos conduz ao aparente paradoxo de qualquer de nós poder ser, em simultâneo "de esquerda" e "de direita". A menos que se trate de alguém tão colado a um extremo do espectro político que tenha a leste ou a oeste, conforme o caso, apenas um muro.

Falo por mim: sou de esquerda e de direita. Porque me situo muito mais à esquerda do que o PNR e muito mais à direita do que o MRPP. Seguramente 99% dos meus compatriotas estarão como eu.

 

Os cenários podem multiplicar-se, estreitando as margens da equação mas conduzindo ao mesmo resultado: não faz sentido alguém assumir-se politicamente em função de coordenadas geográficas que dependem sempre do contexto e das circunstâncias.

Tomemos alguns exemplos: Ramalho Eanes, eleito em 1976 como hipotético "candidato da direita" à Presidência da República, seria reeleito quatro anos depois como suposto "candidato da esquerda" - sem nunca ter deixado de ser a mesma pessoa nem abdicado do essencial do seu pensamento político. E o Mário Soares que combateu Álvaro Cunhal em 1975, perante a fúria da "esquerda", não seria estruturalmente o mesmo que colidiu com Cavaco Silva no seu segundo mandato em Belém, escandalizando parte da "direita"?

 

Um ser humano é muito mais do que a soma ou a subtracção de pontos cardeais. Gostaria que os comentadores e os jornalistas que reduzem a vida partidária aos gestos mecânicos de um polícia-sinaleiro se lembrassem mais vezes disto, rejeitando rótulos que podem ser úteis para os amantes da taxidermia mas empobrecem o debate político, reduzindo-o a tosca caricatura. Cada ser humano é demasiado complexo para caber por inteiro numa etiqueta.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 11.09.18

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 Aos Pés do Mestre, de António Barahona

Poesia

(edição Averno, 2018)

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Canções do século XXI (526)

por Pedro Correia, em 11.09.18

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Estátuas dos nossos reis (15)

por Pedro Correia, em 10.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: 1726, presumivelmente

Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista

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Deve haver algo errado

por Pedro Correia, em 10.09.18

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À minha volta, escuto e leio proclamações de regozijo pelo atentado quase fatal ao candidato presidencial brasileiro Jair Bolsonaro. Indago os motivos de tanto júbilo. Dizem-me que o indivíduo em causa terá feito a apologia da violência e da barbárie. Deve haver algo errado nisto. Mas ainda não percebi bem o quê.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 10.09.18

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 Todos os Poemas São de Amor, de Manuel Alegre

Poesia

(edição D. Quixote, 2018)

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Canções do século XXI (525)

por Pedro Correia, em 10.09.18

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Porreiro, pá

por Pedro Correia, em 09.09.18

Rui Rio foi hoje à "Universidade de Verão" do PSD. Num discurso em que preferiu virar baterias contra o Ministério Público, logo contra a Procuradora-Geral da República. E que mais? Desancar nos jornalistas. Arrasar os comentadores. Disparar contra os críticos internos. Alertar o Banco de Portugal contra o endividamento das famílias. 

Ao fim de meia hora desta alocução que teve 53 minutos, esquecera-se de fazer uma só crítica ao Governo. Lá corrigiu o tiro, com duas ou três farpas, mas poupando sempre o amigo António Costa, não fosse ele melindrar-se. Porreiro, pá - como dizia o outro.

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Estátuas dos nossos reis (14)

por Pedro Correia, em 09.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: 1716

Localização: Fachada norte do Mosteiro de Alcobaça

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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 09.09.18

«Optimismo e pessimismo são os updates laico-millenials da redenção e culpa (ou fé e desesperança) que a religião nos legou, temperados (e algoritmisados) por um certo determinismo mágico (ai! a "sorte"..) pós-jacobino de moda.
A falha nestas dicotomias é a simplificação que parece fazer de estados de alma a única força motriz, como se fazer e sequenciar escolhas (mesmo que limitadas) fosse negligenciável nesta gestão daquilo que os zens referem como busca de "paz interior".

Ao perder isto de vista, arrisca-se não só a dissonância cognitiva - como aquela exemplarmente narrada por Rubem Fonseca referindo uma mulher que confessa perante o senhor padre ter cometido adultério, ao que o padre lhe pergunta (recordo de memória) "Minha filha, foi contra seu livre-arbítrio?"; "Não, foi contra o muro" - como se vai perdendo a capacidade de vislumbrar possibilidades e virtualidades ao longa das jornadas.

Antes como Corto Maltese que, confrontado com a leitura das suas mãos que indicava uma quase ausência da 'linha da sorte', i.e. a premonição que o destino lhe seria pouco grato, pegou numa lâmina e na sua mão sulcou uma 'linha da sorte" apropriadamente dimensionada.»

 

Do nosso leitor Jorg. A propósito deste texto da Teresa Ribeiro.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 09.09.18

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Quarenta Dias Sem Sombra, de Olivier Truc

Tradução de Mário Dias Correia

Romance policial

(edição Planeta, 2018)

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Presidente Varandas

por Pedro Correia, em 09.09.18

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Contados os votos num dia histórico no Sporting, confirma-se a vitória daquele que sempre me pareceu o candidato mais preparado. Aquele que conhece bem o desporto-rei, que serviu o clube como competente director clínico durante sete anos, que trabalhou no departamento de futebol leonino e foi ali o primeiro a avançar corajosamente contra o desvario carvalhista, rompendo sem ambiguidades com uma gestão caótica e danosa enquanto outros, cá fora, se resguardavam. Aquele que, com inegável desassombro, soube erguer a voz no momento certo proferindo a palavra "não".

Ganha por margem confortável, com cerca de 42,3% dos votos - superando em 5,5% o seu principal oponente nesta campanha, João Benedito, que se apressou a felicitá-lo com elegância e galhardia. Margem que lhe permitirá gerir este grande clube, concentrando todas as energias e todo o seu talento ao serviço da centenária instituição de utilidade pública que tanto amamos.

 

O mais difícil começa agora. Terá momentos muito complicados no percurso que vai seguir-se. Atravessará horas de extrema solidão. Conhecerá invejas e ingratidões, próprias da natureza humana. Com firmeza e tacto, deverá recompor os cacos a que o presidente destituído em 23 de Junho reduziu o Sporting.

Frederico Varandas conduzirá esta empreitada com sucesso, acredito. Para bem desta incomparável massa adepta que não desiste nem deserta mesmo com prolongados jejuns de títulos. Unir o Sporting - seu lema de campanha - é prioridade máxima do novo presidente. Do meu presidente.

Do presidente de nós todos.

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 09.09.18

 

À Miss X and the City.

 

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Canções do século XXI (524)

por Pedro Correia, em 09.09.18

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Leituras

por Pedro Correia, em 08.09.18

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«Pode ser que as fadas existam, pode ser que os duendes existam, mas Deus ajuda aqueles que se ajudam a si próprios

Stephen King, Misery (1987) p. 121

Ed. 11x17, 2017. Tradução de Magda Viana. Colecção Biblioteca Stephen King, n.º 3

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Estátuas dos nossos reis (13)

por Pedro Correia, em 08.09.18

sala dos reis mosteiro de alcobaça.jpg

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: data desconhecida, no século XVIII

Localização: Sala dos Reis, no Mosteiro de Alcobaça

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 08.09.18

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 Obra Perfeitamente Incompleta, de José Sesinando

Organização de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes

Antologia de textos humorísticos

(edição Tinta da China, 2018)

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Canções do século XXI (523)

por Pedro Correia, em 08.09.18

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