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Feliz...

por João Carvalho, em 01.11.12

... aniversário, de toda a tribo para a nossa Ivone!

Um dia que só podia ser feriado, não é verdade?

Blogue da semana

por João Carvalho, em 27.10.12

 


Obrigado a regressar ao Porto, ninguém ficará surpreendido que a minha escolha sobre o blogue da semana recaia n' A Cidade Surpreendente.

É uma casa do Carlos Romão e já tem uns anitos de história.

Versa o Porto e, portanto, recomenda-se.

As ilhas que eu vejo (11)

por João Carvalho, em 30.09.12

 

São Jorge é uma ilha quase perfeita.

 

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As ilhas que eu vejo (10)

por João Carvalho, em 27.09.12

 

Lembram-se quando havia um pote de ouro na ponta do arco-íris? Bons tempos...Ver a ponta do arco-íris à frente dos olhos já é invulgar.

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Parabéns...

por João Carvalho, em 27.09.12

 

... à nossa Ana Cláudia!

(Nos Açores ainda é dia 26.)

Comentário da semana

por João Carvalho, em 24.09.12

 

«Nós já fomos assim.
Nos países islâmicos, vive-se com a mentalidade que tínhamos até há 150/200 anos. É essa a única diferença. Que acarreta consequências graves, sem dúvida.
A maior parte do povo islamita não sabe o que é a liberdade de expressão, por isso, não a entende. Os grandes culpados por esta situação são os líderes religiosos islâmicos (que tinham obrigação de estar melhor informados e acalmar a população) e os ditadores, a quem interessa manter o povo ignorante. Também isso já aconteceu connosco.
Resta-nos dar uma prova de maturidade e ter paciência com estes excessos. Claro que quando a nossa própria segurança é posta em causa, não nos podemos limitar a olhar. Mas evitar provocar era já uma melhoria.»

 

Da nossa leitora Cristina Torrão. A propósito deste texto do José Navarro de Andrade.

Economia?

por João Carvalho, em 19.09.12

     

 

Na sua edição online, o Diário Económico aparecia hoje com estas duas fotos ao alto na página de política, respectivamente identificadas assim: Loureiro dos Santos e Garcia dos Santos.

Não há qualquer motivo para que o jornalismo não seja exercido por economistas. Mas também não há razões para ficarmos à procura de motivos para a economia andar de rastos como anda.

O comentário da semana

por João Carvalho, em 16.09.12

 

«Dê graças a Deus (ou a quem preferir) por não ser economista! De repente, as pessoas começaram a achar que a economia era uma ciência exacta e quem a exerce deveria resolver e prever todos os problemas da humanidade. Temos pena, mas não é. É uma ciência social com todas as incertezas e imprevisibilidades que tal acarreta.
Vou tentar responder primeiro ao seu segundo ponto:
1) A diminuição da TSU vem responder à inexistência de um outro instrumento, a desvalorização da moeda. Uma como a outra, visam obter maior competitividade dos bens transacionáveis, produtos nacionais susceptíveis de serem comprados e vendidos, através da diminuição do seu custo. A baixa da TSU visa unicamente aumentar a competitividade diminuindo o custo do trabalho unitário.
2) A versão clássica passa pela diminuição da TSU sobre as empresas e a subida do IVA (para compensar a diminuição das contribuições). O que acontece? Primeiro os preços dos produtos nacionais descem e, em simultâneo, o preço final de todos os bens (nacionais e estrangeiros) sobem. Conclusão: os preços dos bens nacionais ficam mais baixos em relação aos bens importados. Apesar do aumento generalizado dos preços, há um efeito de substituição favorecendo os produtos nacionais. Isto no mercado interno. Nas exportações os nossos preços ficam mais competitivos. O rendimento disponível mantém-se mas, na generalidade, o consumo diminui e é substituído por bens nacionais.
3) Se a descida da TSU para as empresas, for compensada pelo aumento da mesma para os trabalhadores por conta de outrem, a competitividade das empresas aumenta na mesma, o efeito substituição por produtos nacionais também se mantém, as empresas exportadoras são igualmente beneficiadas, mas o rendimento disponível dos trabalhadores decresce.
4) Comparando o consumo:
a) Ocorre diminuição de consumo nos dois casos (no primeiro caso, em virtude do aumento generalizado dos preços e no segundo caso em virtude da diminuição do rendimento disponível); b) Contudo, a diminuição de consumo é maior com o aumento do IVA. Porquê? Porque o universo da procura interna (consumidores) é bem maior do que o consumo dos trabalhadores por conta de outrem. Inclui reformados e pensionistas, trabalhadores independentes e outros consumidores que auferem rendimento predial, capital e/ou outros. O aumento do IVA é mais gravoso na diminuição da procura interna.
5) Se for através do IRS, não saberemos muito bem para onde irão os nossos rendimentos (mas esse exercício é bem menos controlável e imprevisível)
Quanto ao seu primeiro ponto, com estes contornos, Portugal é o terceiro país do mundo a viver este tipo de realidade, pelo que não vejo mal algum em ser o primeiro com esta alteração da TSU. Isto digo eu, que não fiquei cristalizado no PREC...


(desculpe-me os erros e a má semântica: fiz o que pude em 10 mins)»

 

Do nosso leitor Paulo Abreu e Lima. A propósito deste texto do JAA.

Menezes ameaçador

por João Carvalho, em 13.09.12

 

Durante uma intervenção na SIC-N, Luís Filipe Menezes anunciou ontem à noite que vai deixar a câmara de Gaia — que se diz ser a mais endividada do País — para se candidatar à câmara do Porto. Esta ameaça de Menezes a somar ao facto de os portuenses também serem atingidos pelo agravamento da austeridade confirmam um dito histórico que está agora a preocupar os tripeiros: um mal nunca vem só.

Está de parabéns...

por João Carvalho, em 08.09.12

 

... a nossa Ana Margarida, a quem desejamos

um dia feliz para entrar num ano em grande!

Beijinhos de parabéns da tribo!

Parabéns

por João Carvalho, em 05.09.12

Por muitos e bons, Zé Bandeira!

Votos da tribo toda.

Formigas à vista!

por João Carvalho, em 01.09.12

Os Açores começaram a ser achados a partir da ilha de Santa Maria, em 1432? Pode dizer-se que sim, mas os ilhéus das Formigas foram encontrados no ano anterior.

 

 

Quando o Infante D. Henrique designou Gonçalo Velho Cabral para ir em busca das ilhas que, em 1427, o piloto Diogo de Silves encontrara no regresso de uma viagem à Madeira, seguramente não esperava o resultado que teria essa primeira tentativa.

 

História. Gonçalo Velho Cabral, cavaleiro da Ordem de Cristo e comendador do castelo de Almourol, era um experiente navegador da confiança do Infante, já então considerado um homem muito próximo deste. Em 1431, com poucos recursos, D. Henrique sabia que podia contar com a reconhecida capacidade de liderança e experiência de Gonçalo Velho, pelo que decidiu que ele partiria sem problemas apenas com um pequeno barco e uma reduzida tripulação. Tudo indica que, ao todo, a tripulação não excedia uma dezena ou uma dúzia de marinheiros.

No ano seguinte, em 1432, o Infante enviou de novo Gonçalo Velho a caminho dos Açores e ele encontrou as ilhas de Santa Maria e de São Miguel, as duas mais orientais do arquipélago. Mas porque é que, nesse ano de 1431, ele não teria encontrado mais do que os pequenos ilhéus das Formigas, um conjunto de rochedos baixos localizados a norte de Santa Maria?

Calcula-se a frustração do navegador e, no regresso, do Infante. Nem uma das ilhas já antes achadas fôra avistada. Apenas os inabitáveis rochedos.

 

Imaginação. Quando me detenho a reflectir sobre este episódio, ponho-me a imaginar as raivas frequentes e traiçoeiras do Atlântico Norte e os sustos que um punhado de homens teria recebido borda dentro numa pequena embarcação a bater-se contra qualquer tempestade e quase à deriva entre os habituais nevoeiros do oceano.

Em dado momento, abalados e já quase descrentes das suas forças, não teriam esses homens esgotado todo o álcool que levavam a bordo, como que a preparar o que parecia o caminho inevitável para o sono eterno?

É humano e compreensível que assim tivesse sido. Nessas condições, com muito álcool a correr nas veias, quem teria avistado uma ilha ou algo mais do que aqueles rochedos que mal se levantavam do mar bem à frente do barco?

 

Actualidade. Hoje em dia, a verdade é que as Formigas têm uma importância que Gonçalo Velho Cabral não conseguiria adivinhar. O grupo de ilhéus, em que se destaca o perfil invulgar do farol que serve de aviso à navegação, tem sido sucessivamente classificado e confirmado como Reserva Natural e está integrado na Rede Natura 2000.

 

A Lua e os pequenos animais

por João Carvalho, em 31.07.12

«A China quer voltar à Lua em 2013». Como é possível voltar onde nunca se esteve? «A China vai tentar no próximo ano aterrar pela primeira vez uma sonda exploratória na Lua». Curiosamente, «a terceira tentativa lunar da China será lançada no segundo semestre de 2013, informou a agência Xinhua, que indica que o objectivo da expedição é a recolha de dados sobre a superfície da Lua.» Como se os dados sobre a superfície da Lua não fossem já conhecidos há mais de quatro décadas. Se não fosse a actual liquidez financeira de Pequim, acho que os EUA já teriam manifestado estranheza.

Três pontos da notícia prenderam a minha atenção de modo especial, o primeiro dos quais é que, em 2001, a China mandou para o espaço a nave Shenzhou-2 «com pequenos animais a bordo». Alguém se lembra se foram baratas, grilos, formigas ou outros ainda mais pequenos?

O segundo ponto é que o recente lançamento da Shenzhou-9 «ganhou destaque por incluir a primeira mulher astronauta». O eixo da Terra oscilou quando os chineses tremeram ao saber do caso. Como se sabe, os chineses dão um enorme valor ao papel das mulheres.

Finalmente, Pequim considera que o projecto para 2013 «evidenciará a importância crescente do país como potência, a sua capacidade tecnológica e o sucesso do Partido Comunista na transformação de uma nação pobre num país próspero». Ora aqui está o que pode ser muito pedagógico para os partidos comunistas. E não só: Portugal também poderá passar com facilidade da pobreza à prosperidade: basta mandar uma nave para o espaço. Se for com pequenos animais a bordo, falem comigo que eu tenho algumas ideias.

Figuras

por João Carvalho, em 25.07.12

«José Rodrigues dos Santos é n.º 1 de vendas em França»: «La formule de Dieu, a edição francesa de A Fórmula de Deus, de José Rodrigues dos Santos, chegou esta semana ao primeiro lugar do Top FNAC de vendas em França.»

Já me disseram que os franceses em férias só vêem as figuras.

Mais uma acha para a fogueira

por João Carvalho, em 25.07.12

No seu velho e popularíssimo blogue, Eduardo Pitta escreveu isto:

«Os bombeiros chegaram a estar parados a cerca de 400 metros do fogo, com as chamas a ameaçar casas, a aguardar por “ordens superiores” [...]» Os incêndios começaram no dia 18, mas Vítor Vaz Pinto, o responsável máximo pelas operações de combate aos incêndios, só chegou ao Algarve no dia 21 à noite. Comentários para quê?

Se a gente confiasse mais nas investigações, sobre fogo posto como quaisquer outras, valia a pena recomendar que dessem mais atenção aos perigosos autores incendiários.

Alguém sabe?

por João Carvalho, em 24.07.12

 

Garantiram-me que se trata de uma imagem do projecto dos ex-ministros Lino/Mendonça para o TGV Lisboa–Ponta Delgada, mas custa-me a crer. Alguém sabe o que poderia ser?

EDP de Verão

por João Carvalho, em 23.07.12

EDP Cool Jazz, Festival EDP Paredes de Coura, EDP Festival de Música daqui e dali, EDP festivais de música de norte a sul, etc., etc., etc., não é? Pois é. É, mas não vem nas facturas. Afinal, qual é a percentagem de tanta música de Verão que andamos a pagar nas facturas da luz? Alguém sabe?

Mexia é um mãos largas. E nós — que remédio — também somos. Como se não houvesse muito mais gente a precisar de ajuda.

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Pontos nos is (18)

por João Carvalho, em 17.07.12

TROMBONE

«O ministro-adjunto do primeiro-ministro decidiu processar a antiga bastonária da Ordem dos Arquitectos, Helena Roseta, na sequência das declarações da ex-bastonária à SIC, a 23 de Junho, segundo as quais Relvas teria sugerido a contratação da empresa onde então trabalhava Passos Coelho para desenvolver um conjunto de acções de formação para a área autárquica, que Relvas tutelava, enquanto secretário de Estado da Administração Local do governo de Durão Barroso.»

I

Não sei se Miguel Relvas irá mesmo processar Helena Roseta. É até possível que o tempo decorrido torne inviável a abertura de um processo-crime, se calhar já prescrito. No entanto, se o ministro se considera ofendido e decidir queixar-se, não está apenas no seu direito como está em tempo útil, porque foi agora que Helena Roseta (bem ou mal, é o que falta saber) o atingiu.

Esperemos para ver. Não importa o timing: só se é ofendido depois de uma ofensa.

II

Já no que respeita a Helena Roseta, o tempo útil parece interessar pouco. Segundo ela, Miguel Relvas teria assumido uma atitude inaceitável em 2003. Vai daí, conta a sua história publicamente em 2012. A noção de timing da ex-bastonária da Ordem dos Arquitectos é, no mínimo, estranha. Mas não é só a noção de timing: o que ela diz ser inaceitável não foi o bastante para a fazer abrir a boca na altura certa; mas agora, nove anos depois do suposto episódio, quando o caso só serve para denegrir o adversário, já Helena Roseta acha bem vir a público pôr a boca no trombone.

Convenhamos que o critério de Helena Roseta é, pelo menos, pouco razoável. Pouco ou nada, porque não é critério: é falta dele.

Pontos nos is (17)

por João Carvalho, em 16.07.12

DÉJÀ VU

Nada me incomodam os grupos de pressão que pretendem defender interesses comuns, por muito discutíveis que esses interesses possam ser. Porém, incomodam-me os lobbies escondidos ou disfarçados que tantas vezes se movem neste país pequeno em tantos jogos de sombras.

I

Cheiro à légua o jogo de bastidores que anda a desenrolar-se no caso da licenciatura de Miguel Relvas. Na verdade, estou farto de ouvir defender que o ministro devia afastar-se para não criar maior desconforto ao Governo, mas ainda não consegui descortinar qualquer ilícito que ele pudesse ter cometido. A licenciatura levanta muitas dúvidas? Pois é capaz de levantar, mas ainda não ouvi dizer que a Universidade Lusófona é que pode ter-se colocado numa situação desconfortável.

 

 

Não se tratando de uma auto-licenciatura, que seria impossível, e estando o curso assegurado e confirmado pela universidade visada, cada vez que olho para o ministro ganha relevo esta impressão de déjà vu.

II

Onde é que eu já vi isto? Já sei: na primeira linha estão os mesmos jornais do caso recente que envolveu o Público e, portanto, estão representados os mesmíssimos grupos de comunicação interessados em travar um processo que os deixa em pânico e que está a ser conduzido por Miguel Relvas: a privatização da RTP.

Tal como escrevi no princípio, não me incomoda que haja quem se oponha à privatização da RTP, embora me incomode muito andar a pagar há tanto tempo a má gestão sucessiva do sorvedouro escandaloso que ela tem sido. Oponham-se, os que pensarem de outro modo, mas organizem-se e façam-no às claras.

Quando eu vir que o lobby não se esconde e que combate de forma visível com armas lícitas, então talvez eu encontre paciência bastante para tentar concluir se o ministro deve ceder o lugar, se a universidade é que não honra o lugar que ocupa ou qualquer outra coisa.

Até lá, mantenho que já vi isto e que isto não me parece sério. Mais: palpita-me que outros episódios hão-de seguir-se. Sempre obscuros, como é próprio dos medrosos.

A sereia da Praia

por João Carvalho, em 15.07.12

Deambulando por este espaço virtual, encontrei por mero acaso uma lenda açoriana um tanto inesperada. Ingenuamente centrada num tema tão infantil como a própria lenda, tem o dom de consagrar a beleza secular do amplo areal branco no nordeste da Terceira, a mais extensa praia em redor de toda a costa, onde foi fundada a cidade da Praia e onde se encontra o porto que serve a ilha. Passemos ao essencial da lenda.

 

 

Noite de Lua cheia. Boiando sobre as sossegadas ondas que docemente vinham acabar-se na areia branca, uma mulher de longos cabelos de ouro parecia ondular ao sabor da água.

O tronco nu era de uma perfeição rara e o rosto tão suavemente belo que um pescador, deslumbrado com a visão, não sentiu qualquer tentação cuja libido pudesse perturbar aquele encanto.

Ela aproximou-se. Quando já estava muito perto, o homem percebeu, cheio de temor, que o seu pescoço estava desfigurado pelo que parecia serem guelras. Mais: o seu corpo, da cintura para baixo, também parecia igual ao de um peixe.

Na aflição de quem julgava ter o diabo ao pé de si, o pescador esconjurou a aparição. Nesse mesmo instante, a mulher, que um qualquer poder maléfico e vingativo devia ter transformado em sereia, voltou à forma humana e perfeita que a sua figura inicialmente sugerira.

Esta lenda não nos conta se os dois se casaram e viveram felizes para sempre, mas podemos imaginar-lhes esse destino ditoso.

Já essa praia merece que a felicidade a contemple. Tão bela ela é que, num mapa dos Açores datado de 1584 – feito pelo cosmógrafo Luís Teixeira no período filipino – o seu nome surge como Plaia Hermosa. Como o mapa foi feito para D. Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal), todas as legendas do mapa aparecem no mesmo castelhano arcaico.

Que a praia é formosa, percebe-se logo à primeira vista. Por isso, dispensa o adjectivo, que nunca foi usado pelos naturais da ilha (a Ilha Terceira), mas houve seguramente boas razões para que o topónimo não se ficasse pelo simples nome de Praia. De resto, eram bem conhecidas todas as praias dos Açores, sem dúvida, pois na legenda que explica o mapa está escrito em latim: «Estas ilhas foram percorridas com a maior diligência, e com todo o cuidado as descreveu o português Luís Teixeira, cosmógrafo da Majestade Real. Ano de Cristo de 1584.»

Trata-se do mesmo autor no mesmo ano desse mapa da Praia, essa que viria um dia a merecer chamar-se Praia da Vitória. Um topónimo bem mais afirmativo do que Praia Formosa. Sem deixar de ser praia e de ser formosa.


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