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Colheita musical de 2017 (4/4)

por Rui Herbon, em 12.01.18

 

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PZ

 

Império Auto Mano

 

Em Escuta: Olá

 

 

 

 

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Stereo MC's

 

Changes (Single)

 

Em Escuta: Changes (Jimpster Remix)

 

 

 

 

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Tenderlonious + Dennis Ayler

 

8rick Ci7y

 

Em Escuta: Butterfly

 

 

 

 

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Vários

 

Deja Vu Vol. 1 - W+L Vs. Life On Planets

 

Em Escuta: Nicolas Jaar - Mi Mujer (’17 Remastered Edit)

 

 

 

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Vários

 

Funkadelic Reworked By Detroiters

 

Em Escuta: Undisco Kidd (Gay Marvine Edit)

 

 

 

 

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Yazz Ahmed

 

La Saboteuse

 

Em Escuta: Organ Eternal

 

 

 

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Colheita musical de 2017 (3/4)

por Rui Herbon, em 10.01.18

 

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Kyoto Jazz Sextet

 

Unity

 

Em Escuta: Song For Unity

 

 

 

 

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Juana Molina

 

Halo

 

Em Escuta: In The Lassa

 

 

 

 

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Laetitia Sadier Source Ensemble

 

Find Me Finding You

 

Em Escuta: Undying Love For Humanity

 

 

 

 

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Laurel Halo

 

Dust

 

Em Escuta: Moontalk

 

 

 

 

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Lord Echo

 

Harmonies

 

Em Escuta: Just Do You

 

 

 

 

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Orelha Negra

 

Orelha Negra (2017)

 

Em Escuta: Santa Ela

 

 

 

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Colheita musical de 2017 (2/4)

por Rui Herbon, em 08.01.18

 

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Fujiya & Miyagi

 

Fujiya & Miyagi (2017)

 

Em Escuta: Impossible Objects Of Desire

 

 

 

 

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Gume

 

Pedra Papel

 

Em Escuta: Balada Montanha

 

 

 

 

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Heliocentrics

 

A World Of Masks

 

Em Escuta: The Uncertainty Principle

 

 

 

 

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Heliocentrics

 

The Sunshine Markers (O.S.T.)

 

Em Escuta: Sold Out

 

 

 

 

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Hermeto Pascoal & Grupo Vice Versa

 

Viajando Com O Som

(The Lost '76 Vice-Versa Studio Session)

 

Em Escuta: Dança Do Pajé

 

  

 

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Kamasi Washington

 

Harmony Of Difference

 

Em Escuta: Truth

 

 

 

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Colheita musical de 2017 (1/4)

por Rui Herbon, em 06.01.18

 

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Ahmad Jamal

 

Marseille

 

Em Escuta: Marseille

 

 

  

 

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Al Chem

 

Weird Fiction

 

Em Escuta: Prophet

 

 

 

 

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Alfa Mist

 

Antiphon

 

Em Escuta: Keep On

 

 

 

 

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Chip Wickham

 

La Sombra

 

Em Escuta: The Detour

 

 

 

 

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Emanative

 

Ominous Shanti (single)

 

Em Escuta: Black Enchantment

 

 

 

 

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Floating Points

 

Reflections - Mojave Desert

 

Em Escuta: Kelso Dunes

 

 

 

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Provocações (18)

por Rui Herbon, em 31.12.17

 

Resumo do ano que hoje termina:

 

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Provocações (17)

por Rui Herbon, em 21.12.17

 

Resumo da campanha à liderança do PSD:

 

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Pensamento da semana

por Rui Herbon, em 09.12.17
O tempo não é recuperável; e o espaço tão-pouco. Quando passamos por um lugar, esse sítio já não volta a ser o mesmo. Cada momento morre em si mesmo, desaparece o momento e o seu espaço. O fluir não deixa nada atrás. Só ficam fitas magnéticas acumuladas no nosso cérebro que, ao pôr-se em marcha, umas motivam que surjam as outras, bombardeando-nos com milhões de impressões. Numa fita estão gravadas as sensações, noutra as emoções, noutra os espaços, noutra os tempos… As memórias são como um rio parado, convertido em gelo, e, portanto, escorregadias.

Há uma inquietude que me acompanha desde sempre: a luta entre o que flui e o que permanece; como nos pesa o que levamos sob o braço, e sob o coração – queiramos ou não –, no nosso projecto de futuro.

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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Provocações (16)

por Rui Herbon, em 05.12.17

 

O futuro de Mário Centeno: 

 

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Provocações (15)

por Rui Herbon, em 17.10.17

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- Está lá? É do MAI?

- É sim.

- A ministra ainda está, ou já alguém lhe deu as merecidas férias?

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Se o incêndio estiver perto da sua casa: 

Avise os seus vizinhos. Corte o gás e desligue a corrente eléctrica. Molhe as paredes e os arbustos que rodeiam a sua casa de forma abundante. Se tiver animais solte-os porque eles saberão o que fazer para se salvarem. Esteja pronto para abandonar a sua habitação. Ligue um rádio a pilhas e esteja atento a todas as indicações difundidas. Proceda apenas à evacuação da sua casa quando as autoridades o  recomendarem ou quando a sua vida correr perigo. Obedeça sempre e rapidamente às autoridades.

 

Em caso de evacuação:
Tenha em conta que as autoridades não recomendam que abandone a sua casa se a sua vida não correr perigo. Quando estiver a proceder à evacuação da sua casa ajude os que mais precisam como as crianças, os idosos e os deficientes. Não leve consigo objectos pessoais desnecessários. Depois de abandonar a sua casa não volte atrás até ordem em contrário.

 

Se ficar cercado por um incêndio:
Tente sair na direcção contrária à do vento. Caso tenha de se refugiar, procure uma zona com acesso a água e com pouca vegetação. Enrole-se em roupas molhadas, não esquecendo de cobrir a cabeça. Fique agachado para respirar junto ao chão, evitando inalar fumo. Se possível, coloque um lenço molhado a cobrir o nariz e a boca. Se não conseguir abandonar a área onde está, aguarde o auxílio dos bombeiros.

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Remar contra a barbárie

por Rui Herbon, em 14.10.17

A própria ideia do que é o sucesso deverá ser alterada, e o espaço ocupado pelo trabalho e pelo dinheiro redimensionados, para que não permaneçamos analfabetos de dimensões humanas fundamentais. O termómetro da excelência tem de ser a vida integral e não apenas o trabalho produtivo.

 

José Tolentino Mendonça (Expresso, 14 Outubro 2017)

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A détente com os totalitarismos

por Rui Herbon, em 13.10.17

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Um dos paradoxos do movimento independentista da Catalunha é que nele convivem uma força conservadora, liderada na sombra por Artur Mas, e uma formação revolucionária e anti-sistema, a CUP, que tem imposto o seu roteiro político. Isto sendo o partido menos votado com assento parlamentar: 10 deputados e 336 mil votos. É obra. Mas a questão da independência é um mero instrumento táctico na estratégica de longo prazo de liquidar o sistema. No fundo, o seu grande objectivo é desmontar o que chamam de regime de 1978. Mas quando se invoca liquidar o regime de 1978, o que se pretende é varrer a democracia representativa e liberal, que trouxe o mais longo período de progresso, liberdade, paz social e convivência cívica da história tanto de Espanha como da Catalunha. O independentismo pilotado pelos anti-sistema da CUP não fala da economia social de mercado que foi um dos pilares do Estado de Bem-Estar. Tão-pouco menciona a União Europeia como defesa contra os nossos fantasmas passados e colectivos. E este discurso foi tolerado pelos conservadores Puigdemont e Junqueras porque necessitam dos votos da CUP para ter maioria e levar a cabo o seu processo de independência a qualquer custo.

 

Durante anos os independentistas usaram a rua, pensando que lhes pertencia, até que descobriram que outros também a podiam utilizar, como se viu no passado fim-de-semana. A rua é de todos e pode recolher o descontentamento e as alegrias de milhões de pessoas, mas, pelo menos em democracia, não é na rua que se resolvem os problemas sociais e políticos de uma sociedade, não é na rua que se arbitram os interesses contrapostos dos cidadãos; a política faz-se nas instituições. «Nada é possível sem as pessoas, mas nada pode perdurar sem as instituições», dizia Jean Monet.

 

A independência pode ser legítima se expressar um desejo maioritário, validado nas urnas em condições aceites pelas partes. O que não é tolerável é que seja um pretexto para acabar com o sistema liberal democrático, desde logo suprimindo o primado da lei ou criando leis instrumentais à medida, como tem vindo a ocorrer na Catalunha. Tal como as potências europeias levaram longe demais a détente com Hitler a pretexto da paz, creio que, a pretexto da liberdade, as democracias têm sido demasiado complacentes com as forças totalitárias que saem de baixo das pedras por essa Europa fora. Temo que os resultados possam vir a ser semelhantes.

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Provocações (14)

por Rui Herbon, em 12.10.17

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Há dias Madonna queixava-se no seu Instagram de quão difícil é encontrar casa em Lisboa. Esqueceu-se de falar nos cabeleireiros.

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Provocações (13)

por Rui Herbon, em 11.10.17

Peço encarecidamente perdão aos leitores do Delito por, nesta minha leitura dos resultados autárquicos, não ter reconhecido a rotunda e mais que evidente vitória total do PCTP/MRPP e a derrota dos demais partidos.

 

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O grande discurso de ontem

por Rui Herbon, em 11.10.17

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Provocações (12)

por Rui Herbon, em 10.10.17

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Dúvida existencial: o que dura menos, a independência da Catalunha ou a cópula dos coelhos?

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Provocações (11)

por Rui Herbon, em 10.10.17

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Como é que uns gajos, que nem capazes são de acabar uma igreja, querem ser independentes?

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Sem lei nem roque

por Rui Herbon, em 08.10.17

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Uma das dificuldades para visualizar o que pode ocorrer nas próximas semanas ou meses na Catalunha é a incerteza de uma sociedade em que a lei deixou de ser o árbitro final das decisões públicas. Quando perguntaram a Cícero em que consistia a ordem, respondeu: no facto de o povo obedecer aos governantes e destes obedecerem às leis. O que ocorre neste momento na Catalunha é que se instalou uma legislação paralela num tema tão importante como a lei fundamental do país. O governo rompeu unilateralmente com Espanha por uma via ilegal sem qualquer esperança de vir a ser reconhecido internacionalmente, desde logo pelos vizinhos e principais parceiros comerciais e financeiros, e sem dispor das infra-estruturas básicas que suportam um Estado, como reconhece o próprio Artur Mas. Puigdemont tem sido abundante em improvisação e astúcia, e escasso em inteligência política. 

 

Actuando à margem da lei, o presidente da Generalitat propõe-se proclamar a independência unilateral sem uma maioria social (mesmo acreditando nos resultados anunciados, tão fiáveis quanto os das eleições durante o Estado Novo, 38% do universo dos eleitores num escrutínio manipulado é um fraco começo para um aprendiz de caudilho, isto apesar do recurso dos seus apoiantes a métodos dignos das hostes de Trump) e sem um debate amplo e aberto sobre uma questão tão relevante. Por outro lado, Rajoy tem imposto a legalidade com excesso de zelo, como se o problema não fosse também político e a lei resolvesse tudo. A Europa pôs-se do seu lado, mas indicou-lhe que tem de buscar uma saída negociada.

 

Aqueles que confundem os seus desejos com a realidade já vaticinam a queda da monarquia espanhola e do governo de Rajoy, mas neste processo os perdedores certos serão Puigdemont e os catalães, com ou sem declaração de independência. O simples facto dessa possibilidade ter estado perto de ocorrer afastará nos tempos mais próximos investimentos e provocará uma fuga de capitais e de empresas: ninguém quer ficar num estado pária fora da União Europeia e da Zona Euro. Um dos argumentos dos independentistas é que a Catalunha paga para o resto da Espanha, mas em economias dominadas pelos serviços e a finança, a riqueza é muito volátil e, portanto, ilusória: quanto representam em termos de PIB e receitas fiscais os dois principais bancos da Catalunha que transferiram as respectivas sedes? Note-se que Artur Mas, o outro pateta da equação, dizia em 2015 que ninguém acreditasse nos que vaticinavam, face a uma potencial independência, a saída dos grandes bancos da Catalunha.

 

O presidente da Generalitat, com uma mão fraca, apostou tudo no bluff, mas Rajoy, já se viu, paga para ver. A questão agora é se Puigdemont pára a tempo, assinando a sua morte política, até porque o entusiasmo independentista está em queda livre (já houve um princípio de corrida aos bancos e aos supermercados), ou se vai arrastar a Catalunha para uma situação extremamente negativa para a população, tanto do ponto de vista económico como abrindo uma fractura social talvez irreparável, e provocando também um período de instabilidade na economia espanhola e, por arrasto, na nossa, que depende daquela em grau não despiciendo (grosso modo, 20% das exportações de bens e 15% das exportações de serviços).

 

Mas dúvidas houvesse quanto ao lado justo da barricada, basta ver de que lado se unem a extrema direita e a extrema esquerda, de que lado estão aqueles que querem, sem qualquer preocupação com os interesses dos catalães, minar a construção europeia, de que lado enchem a boca com Democracia usando metodologias totalitárias, de que lado se adjectiva qualquer cidadão que exprima qualquer dúvida de fascista mas se evita olhar para o espelho, de que lado se valoriza mais a minoria que sai à rua para se manifestar e votar num referendo de vão de escada do que a maioria que não quer tomar parte num processo anti-democrático. Esse nunca será o meu lado.   

 

A ler: Lembro-me tão bem dos JO de Madrid, de Ferreira Fernandes no DN. 

 

A ver e ouvir: Discurso de Guy Verhofstadt (um político em que votaria com convicção) no Parlamento Europeu, que subscrevo na íntegra.

 

 

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Provocações (10)

por Rui Herbon, em 06.10.17

Depois disto, já estou a ver a campanha de combate aos fogos florestais de 2018:

 

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Provocações (9)

por Rui Herbon, em 06.10.17

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Tendo em conta que o alvo da campanha para sensibilização da população para a vacinação contra a gripe são sobretudo os idosos, e entre estes, provavelmente, os com menos instrução serão os que mais carecerão ser sensibilizados, quem se lembrou de ir buscar a Guerra dos Tronos e um texto em inglês? Melhor: quem foi a besta que autorizou esta campanha? 

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