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Uma escolha decente

por Sérgio de Almeida Correia, em 25.03.17

Rodrigo-Brum.jpg

Os acontecimentos dos últimos dias impediram-me de dizer alguma coisa mais cedo, mas faço-o agora porque no meio de tanta tristeza e desconhecendo por onde passará o futuro, é bom saber que ainda existem referenciais de segurança e confiança. O Rodrigo Brum é um deles. A sua escolha para representar Portugal no Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum Macau) é uma escolha mais do que merecida.

Com um percurso académico e profissional feito de trabalho, sem filiação partidária, empenhado e competente nos assuntos em que se envolve, leal a Portugal e aos seus valores, e não a homens ou organizações, com experiência de gestão, de análise de projectos e de gestão criteriosa de fundos, conhecedor da China, de Macau e dos Palop, sério e avesso a trafulhices, o Rodrigo foi uma escolha que honra os homens de bem, que só honra quem o escolheu.

De nada valeram as influências dos partidos, nem os emissários que foram apressadamente a Lisboa para mexerem cordelinhos junto do Governo português. Desta vez não entrou um dos paus-mandados, um dos homens de mão. A escolha do Rodrigo Brum foi uma escolha decente. A decência da escolha sobrepôs-se à habitual indecência das influências.

Bom trabalho para ele, porque os seus êxitos serão os de todos, a começar pelo Fórum.

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3 comentários

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De isa a 25.03.2017 às 11:49

A maior tristeza será que gente decente, pouco ou nada poderá fazer para mudar o Sistema porque ele está a ser manipulado desde a nascença. Mas é bom saber que há gente decente, no caso de poder haver uma brecha para destruir um Sistema que dura há muito, muito tempo mas, para isso, é preciso combater a ignorância.

Vou deixar um vídeo que fala do FED mas, hoje, é fácil de perceber que o BCE é apenas a repetição do mesmo Sistema na Europa. Tínhamos países com moedas próprias, muitos deles, como Portugal, tinham que ter o respectivo ouro para poder imprimir dinheiro mas, isso não interessava à minoria que quer controlar o Mundo.

Primeira Lição que todos têm de saber é como o dinheiro é criado e, apesar de impostos e outras taxas que podemos pagar, há outro imposto que neste Sistema passa completamente despercebido mas, ainda é maior que todos os outros, a inflação. Por exemplo, olhemos para um simples nabo, um legume interessante para explicar, aos "nabos", como depois da entrada na moeda única, ele passou de menos de 1 para 500 escudos, naturalmente que em euros, os "nabos" não notam mas, pelo menos, devem saber ver que os ordenados não aumentaram na mesma percentagem dos nabos.

https://www.youtube.com/watch?v=-AiuLMalZ40
The Biggest Scam In The History Of Mankind!

Só depois de saberem esta 1ª parte, conseguirão perceber todas as outras, incluindo o aumento da podridão como, por exemplo, políticos noruegueses passarem a ter a mesma "qualidade" dos nossos , até o Prémio Nobel foi corrompido porque, este Sistema, não muda com meia dúzia de homens sérios e avessos a trafulhices, continuará com um mal de nascença e o mesmo ADN. Só mudará quando houver um número suficiente de pessoas (nem precisa ser a maioria) que perceba como o Sistema funciona e, no mínimo, deixe de pensar que basta um "jeitinho" para que tudo passe a funcionar como deveria. A ignorância é o que nos está a "matar".

"Existe uma velha e conhecida ideia de que “Saber é Poder”. Vários pensadores, de Platão e Aristóteles a Francis Bacon ou Michel Foucault, defendem uma relação muito próxima entre as informações que constituem o saber e o poder decorrente dele. Toda a pessoa bem informada é poderosa."
Neste momento, quanto ao futuro, podemos escolher entre deixar andar, desistir de mudar seja o que for ou, pelo menos, tentar espalhar o conhecimento porque, só este, tem o poder de mudar alguma coisa porque, só assim, os Homens sérios e avessos a trafulhices podem, realmente, ter impacto nesse nosso futuro.
Como num jogo de xadrez, os meros peões como nós, podem ajudar a mudar o "Jogo". Basta dar um pouco do nosso tempo para espalhar Conhecimento e, tal como as sementes que lançamos num terreno, por muito mau que ele seja, haverá sempre as que germinam mas, se ninguém se der ao trabalho de lançar nenhuma, não espere vir a colher alguma coisa.

https://www.youtube.com/watch?v=yvYWNR9575I
Robert D. Steele Conference in FPA - Oslo

PS- Quando digo que nem é preciso ser a maioria, é exatamente da mesma maneira como um Governo, eleito apenas por um quarto da população, consegue controlar os restantes três quartos. O que serve para o Mal também serve para o Bem, portanto há esperança porque as leis da matemática são universais.
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De Helena Sacadura Cabral a 25.03.2017 às 17:21

Ora aqui está um comentário pragmático de que gostei muito!
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De Luís Lavoura a 26.03.2017 às 16:47

Há uma família Brum originária da ilha Terceira. Este Brum é dessa família?

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