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Um pedido

por Diogo Noivo, em 23.02.18

Parece que no período em que foi bastonária Elina Fraga montou uns cambalachos na Ordem dos Advogados, práticas que, entre outras coisas, sugerem nepotismo e gestão ‘criativa’. Isabel Meireles, nomeada por Rui Rio para a Comissão Política Nacional do PSD e, portanto, colega de Elina Fraga, esteve na reunião da Ordem que votou por unanimidade uma auditoria ao consulado da anterior bastonária, um levantamento que destapou as tais práticas pouco edificantes de gestão. Entretanto, Rui Rio marca uma reunião da Comissão Política Nacional e não convoca o líder da bancada em funções que, meio atontado, toma conhecimento da reunião pela imprensa. E por falar em líder da bancada, Fernando Negrão candidatou-se à liderança dos parlamentares do PSD e obteve o pior resultado de sempre em eleições do género, havendo até deputados que estavam na lista dele (pelo menos dois) que decidiram não apoiar o candidato no boletim de voto. Abertas as urnas saiu de lá o faroeste: acusações de falta de legitimidade, insultos, birras, arengas e um rol de enfados épicos. Antes de tudo isto acontecer, o lugar-tenente de Rui Rio, Salvador Malheiro, terá andado a transportar militantes em carrinhas, pastoreando-os até ao momento em que votavam em Rio – militantes que, certamente para combater o frio, vivem aos 17 na mesma casa.

Não faço a mais pequena ideia do que se passa no PSD. Não sou nem nunca fui militante e, por isso, não conheço os meandros do partido. Mas gostava de perceber o que está em curso. Assim, solicito humildemente aos profissionais do comentário que andaram meses a fio a dizer que Pedro Passos Coelho era a raiz de todos os males do partido e que, consequentemente, a sua saída resolveria todos os problemas, que venham por favor a terreiro – sem rir – explicar o que está a acontecer. Grato pela atenção.


45 comentários

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De Rão Arques a 23.02.2018 às 09:58

De um humildemente não profissional .............
PORNO
Difícil acreditar que venham rio abaixo sem pés nem cabeça não desmascarando o agora chefe do pantanal instalado, enquanto medra a proliferação de bicos afiados a depenar-se uns aos outros dentro do próprio galinheiro.
A não ser jogo bem medido para sustentar que deram todas as oportunidades ao habilidoso pondo assim a nu a constatação de que o dito não tem emenda, então trata-se de entrar às cambalhotas no circo dois anos atrás montado contra Passos.
Carinhosamente vão-se abstendo de recordar que no bailarico anterior o berro de Costa era estridente proclamando nada querer com o partido das setas nem com o respetivo governo.
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De jo a 23.02.2018 às 10:45

A sua pergunta não faz muito sentido. Uma má gestão não justifica outra.

É como dizer que um doente grave não pode morrer atropelado.

Talvez se o PDS não tivesse mergulhado tão fundo na intriga política ao jeito das Jotas, baseada sobretudo em facadas nas costas, não desse uma imagem tão fraca.

O problema já vem de longe e atinge todos os partidos, mas o que calha ser o maior da oposição na altura (e com mais probabilidades de recuperar o poder)sofre sempre mais que os outros.

Não se preocupe, quando finalmente forem governo ficam todos amigos.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 11:49

Tiro ao lado. A pergunta é: se a saída de PPC ia resolver tudo, o que é que se está a passar? Não se explica.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 13:18

Tenha calma! Rui Rio foi eleito há cerca de 1 mês. Sempre que existe mudança de líder há cutelaria.

"As cadelas apressadas parem os filhos cegos"

Rui Rio sofre de um problema. Os deputados não foram escolhidos por ele, mas por aquela tropa fandanga - Relvas e Companhia- que lhe vão fazer a vida negra....mas depois da gritaria teatral, irão acomodar-se. O importante é não desaparecer...eles sabem que sem a mama do Partido são nada!
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De jo a 23.02.2018 às 15:54

Tem de distinguir entre condições necessárias e condições suficientes. Para o partido recuperar PPC tinha de sair, mas isso não bastava.

Para a saída de PPC resolver tudo era preciso que todo o aparelho que lhe é afecto saísse com ele e que o novo não fosse mais do mesmo.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 16:30

Ah, o doce aroma estalinista! Já estava a estranhar a ausência de sugestões de purgas.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 17:32

Com eleições realizadas há pouco mais de 1mês, ou nem isso, os "mencheviques"conspiram e abrilhantam Catanas. Que rica coltura democrática
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De Sarin a 23.02.2018 às 21:06

Quais Catanas! Pela rapidez, eu chamar-lhes-ia naifas de ponta-e-mola. Assim, à gang e tudo, ioo!

Mas aparentemente ambos são bons é no jogo da bisca, contrariamente ao lento xadrez que eu esperava.
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De jo a 23.02.2018 às 23:15

Vejo que é um homem de ação. Dizer que uma coisa será desejável não quer dizer que se deve atuar para que ela aconteça. Se não toda a gente matava os parentes chatos.

Não pensei em purgas, quando escrevi o comentário, mas vejo que sua cabeça já anda a pensar nelas.
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De Sarin a 23.02.2018 às 10:51

Não sendo profissional do comentário, mas lendo muitas opiniões (e até notícias !) tenho notado um extremar ideológico dentro de um dos maiores partidos nacionais - o PSD. Não é de agora, mas tornou-se mais vigoroso com Passos.
Acho que o pluralismo dentro do PSD tem sido a mitose que, mais dia menos dia, provocará a bipartição - mas, ao contrário do que ocorre na natureza, o ADN não será replicado, antes seleccionado.


Apenas o medo de fuga do eleitorado tem travado o cisma.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 11:48

Passos Coelho é responsável por Elina Fraga? Passos Coelho é responsável por Salvador Malheiro? Passos Coelho é responsável pelo enxovalho que Rui Rio deu a Hugo Soares? Não entendo.
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De Sarin a 23.02.2018 às 12:01

Passos não é responsável por nada que os outros façam, presumo; deu corpo cara voz a uma fatia de militantes que em Passos, ou em quem o criou, encontrou uma nova direcção para uma ideologia que não encaixava no partido onde nasceram.

Os militantes do PSD andam há anos a tentar encontrar o que os une, e só têm acentuado o que os divide.
Nunca confundi pessoas com partidos. Não vou começar agora.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 12:09

E muito bem. Mas houve quem centrasse tudo no anterior presidente do PSD e que, na análise profissional (e remunerada) que faz em público afirmasse que a saída de PPC tudo resolveria. Bons analistas, está visto.
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De Sarin a 23.02.2018 às 12:26

Passos nunca esteve sozinho, e é natural que entre os seus correligionários matriciais haja quem queira manter o estandarte e o rumo. O que apenas destaca ainda mais que o pluralismo do PSD já não o é.
Perdemos todos, os que acreditam que muitas forças ajudam a definir um País melhor.

E, aqui para nós, sempre lhe digo que passaríamos muito bem sem forças autocráticas pouco dadas a auto-críticas - que é aquilo em que a generalidade dos partidos se transformou por terem perdido a capacidade de diálogo supra-partidário. A partidocracia é uma treta, e Sócrates e Passos foram os seus expoentes.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 12:36

Voltei a perder o fio à meada. Então PPC, que já saiu, e que nem se quer se candidatou nas últimas eleições internas, ainda tem responsabilidade sobre o que está a acontecer? A escolha de Elina Fraga e de Savador Malheiro são da responsabilidade dos "correligionários" de Passos? Estou perdido.
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De Sarin a 23.02.2018 às 13:08

Se reler os meus anteriores comentários com frieza, recuperará o fio.
Repito:

Passos nunca esteve sozinho. Assim como nunca teve 100% dos militantes com ele.
Saindo Passos, e tendo ele materializado uma posição ideológica cara a parte dos militantes e que até ao seu advento apenas pairava, lógico é que os que abraçaram o rumo imprimido o queiram manter. Assim como é lógico que os que dele discordaram se movam para anular os primeiros.
Passos é responsável pelo rumo que imprimiu, pelo que disse, pelo que fez - pelo que faz quem o apoiou e quer continuidade ou quem dele discordou e pode agora reverter rumo apenas são responsáveis os intervenientes.
Objectivamente, e para lá das guerras de poder e até regionais (há quem veja na vitória de Rio uma negaça a Lisboa!), assistimos a uma guerra ideológica no PSD cujo precursor foi, inegavelmente, Passos ou quem o criou, mas que não se esgotou com a saída de Passos.

E se os analistas remunerados e não remunerados mas com simpatias ou cartão não assumem isto é talvez porque também eles têm medo da fuga do eleitorado. E terão medo da perda da própria relevância, mas isso...
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De Luís Lavoura a 23.02.2018 às 14:20

Rui Rio (RR) não deu nenhum enxovalho a Hugo Soares (HS). RR explicou claramente o que fez: como HS estava demissionário da direção do grupo parlamentar, só estava nessa função em gestão e portanto não fazia sentido convocá-lo para uma reunião em que iriam ser discutidas as orientações estratégicas do PSD para os próximos meses. A explicação de RR faz todo o sentido.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 11:04

-Sobre a Goldman Sachs. O que disse Passos?

Em Setembro de 2010, dizia que Portugal teria de ser resgatado; em Janeiro de 2011, defendia que a melhor solução para o País era mesmo pedir ajuda; e em Maio de 2012 aconselhava os clientes a ficarem "longe" da dívida portuguesa. Se isso acontecesse nessa altura, o banco ganhava dinheiro. Em Março, a exposição negativa à dívida pública nacional era de 75 milhões de euros, e em Junho subiu para 160 milhões - mais do dobro. Significa isto que o Goldman Sachs estava a investir mais em produtos financeiros que lucravam com as dificuldades de financiamento do País.

Moreira Rato , ex-presidente do IGCP e ex- funcionário da Goldman Sachs ( a tal que lucrou com a especulação da dívida soberana ) e António Borges ex- conselheiro especial do Governo para as privatizações e ex-funcionário da Goldman Sachs.

IGCP:
Entidade pública a quem compete, nos termos do Decreto-Lei n.º 200/2012 de 27 de agosto, gerir, de forma integrada, a tesouraria, o financiamento e a dívida pública direta do Estado, a dívida das entidades do setor público empresarial cujo financiamento seja assegurado através do Orçamento do Estado e ainda coordenar o financiamento dos fundos e serviços dotados de autonomia administrativa e financeira.

O que disse Passos?

A nomeação de Eduardo Catroga para presidente do Conselho de Supervisão da EDP representa um conflito ético, já que esteve envolvido nas negociações com a troika, em NOME DO GOVERNO de Portugal, que resultaram na privatização da EDP.

Catroga "vendeu" a EDP aos tipos que mais tarde lhe dão trabalho. Fino!

O relatório do Tribunal de Contas à privatização da EDP e da REN “veio afirmar que a energia foi vendida ao desbarato, sem garantias para o interesse público, com o BESI a trabalhar no Estado para avaliar e depois a assessorar os contratos financeiros dos privados, sem que tenha sido acautelado o mais básico do interesse público e sem que se tenha garantido a mínima transparência.

- Governo de Passos bate recorde nas alterações aos orçamentos do Estado.

- E depois o "sair da Zona de Conforto", dito por tipos que nunca fizeram nada fora dos PARTIDO / Empresas de Fachada, como o próprio Passos Coelho:

A 31 de Outubro de 2011, o secretário de Estado do Desporto e da Juventude, Alexandre Mestre, dizendo que: "se estamos no desemprego, temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras".

Ouçamos Passos:
"Nós portugueses não podemos viver acima das nossas possibilidades."

Ou o ataque de deputados do PSD, perante o silêncio de Passos, aos velhos pensionistas, apodados carinhosamente de Bacilos grisalhos (como faziam os nazis aos judeus)

E agora...
- Culpa da crise e do resgate da Troika não foi das famílias portuguesas e do facto de viverem acima das suas possibilidades. A conclusão é de um novo estudo que culpa antes o Estado e as empresas, considerando que estes é que não pouparam devidamente e gastaram demasiado.

E finalmente : PSD dramatiza situação económica: “Vem aí o diabo”

Mas...
Crescimento "impressionante" de Portugal pode ser superior a 2,5%.

https://www.google.pt/amp/s/www.jn.pt/economia/interior/amp/progresso-de-portugal-e-impressionante-e-crescimento-podera-ficar-acima-de-25-este-ano---moscovici-8645211.html

Já para não falar no candidato a Loures, André Ventura, com o seu discurso populista e xenófobo, apoiado por Passos Coelho....e a trapalhada da Teresa Leal Coelho, como candidata à CML. ...

Foi a falta de empatia , um desejo inconfesso de castigar, que desligou o PSD do seu eleitorado e dos portugueses. Passos Coelho como um bom filho de Escola de Chicago aproveitou o choque e pavor da crise para realizar uma obra de Engenharia Social, típica dos movimentos revolucionários. RIP.

Diogo se não viu isto chegar dever ser do cisco! !


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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 11:46

Certo. E o que é que isto tem a ver com o post?
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De Tiro ao Alvo a 23.02.2018 às 14:20

Desculpe, mas parece-me que a sua lista está incompleta, Vlad. Faltou-lhe listar muitos outros desastres, alguns que produziram, e continuam a produzir, demasiados estragos, como seja a promiscuidade entre o Grupo GES e o governo do Sócrates (integrado por gente que está no governo actual), a oferta, a custo zero, do BANIF ao Santander, etc., etc., separando o que resultou da assinatura do memorando com a tróica ( "negociado" pelo governo do Sócrates) das outras tais medidas, que também as houve. E falta elaborar uma lista do que foi bem feito, para se poder fazer uma estimativa, ainda que por aproximação, dos respectivos custos e benefícios.
Parece-me que também valeria a pena explicar a subida vertiginosa da dívida pública portuguesa, procurando apurar quem a provocou e comparar os valores da dívida de então, com os valores da nossa actual e enormíssima divida pública.
Em suma, parece-me que se ganharia em fazer um esforço para se elaborarem listas o mais imparciais possível, ajudando os outros a formarem um juízo mais perfeito do que aconteceu e poderem, assim, julgar os nossos governantes com mais rectidão.
Digo isto por que sei que, quando os namorados se gostam, ficam com a vista reduzida: não vêm traves e muito menos ciscos, e até as verrugas lhe parecem “sinais” bonitos.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 15:53

Tiro, a minha acusação não é uma defesa encapotada do Sr. Pinto de Sousa.

O que digo, o que sei, é que muitos militantes base do PSD não se reviam na cambalhota ideológica do partido, liderado por Passos Coelho, nem no seu argumentário acusatório para com os portugueses, aquando da resgate/crise.

Assim também aconteceu no tempo do PS de Sócrates, com a sua ideia de Terceira-via.
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De Tiro ao Alvo a 23.02.2018 às 17:45

Vlad, desculpe não me rever no que escreveu acerca dos militantes de base do PSD, quando referiu que muitos deles “não se reviam na cambalhota ideológica” dada pelo PSD e promovida pelo PCoelho.
Digo isto por me parecer que, por um lado, no PSD a ideologia pesa pouco e, por outro, que o bom cumprimento do estabelecido no memorando da tróica, não deixava margem de manobra, qualquer que fosse o governo, para se fazerem grandes reformas, como de facto aconteceu.
O que vi, não foram as bases do PSD a manifestarem-se, mas, sim, as suas elites ressabiadas que, amiúde, davam “pontapés” na “criança”, como aconteceu várias vezes pela boca e pela pena da Ferreira Leite, assim como do Capucho e de outros. E também vi uma comunicação social que, frequentemente, tomou partido a favor do PS, esquecendo ou desvalorizando quase tudo o que, de errado, tinha acontecido no governo do Pinto de Sousa.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 23:49

Veja os comentários dos editores de economia da TVI (António Costa) e RTP(Paulo Ferreira). Levavam o governo de Passos ao colo.

As reformas, necessárias, resumiram-se a vender património do Estado ao desbarato. Lembra-se da Reforma prometida por Paulo Portas?

Não conheço todos os militantes, mas com aqueles que falo, o mínimo denominador comum é a moderação ideológica - Centro. Passos quebrou essa tradição encostando o partido muito à Direita. Inédito no PSD.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 23:53

https://acervo.publico.pt/economia/memorando-da-troika-anotado
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De Pedro Correia a 23.02.2018 às 11:06

Eu aguardo com particular atenção as doutas prédicas da doutora Ferreira Leite e os argutos juízos do senhor Capucho, além das lapidares sentenças do professor Pacheco.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 11:46

Isso. E de mais uns quantos calvos de ideias, mas grávidos de certezas, que andaram meses a dizer que a saída de PPC era a solução definitiva para todos os males do partido. Afinal, parece que não é bem assim.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 14:26

Não sei se a saída de Passos será a salvação do Partido. Mas a sua permanência teria significado a destruição do PSD....o estado actual do partido é culpa dele e dos seus correligionários - Hugo Soares, Luís Albuquerque, Abreu Amorim , Hugo Soares.....Relvas.....

Mas concedo que as escolhas de Rio não foram felizes.
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De Vlad, o Emborcador a 23.02.2018 às 11:48

Mas já transitou sentença em julgado sobre Elina Fraga?

Sobre os compagnon de route, de Santana, este, na minha opinião, merece destaque:

Em declarações aos jornalistas, no Parlamento, Carlos Abreu Amorim classificou como “exemplar” a atuação de Carlos Costa (2015).

Carlos Amorim que pertenceu ao CDS, Nova Democracia e Exército de Libertação de Portugal . Agora anda no PSD...
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 11:51

E o que é que isto tem a ver com a pergunta/pedido feita no post? Vlad, o meu caro hoje não está a ajudar.
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De Luís Lavoura a 23.02.2018 às 12:00

Diogo, veja em
http://duas-ou-tres.blogspot.pt/2018/02/legitimidades.html
uma perspetiva que talvez o ajude a entender as coisas.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 15:40

Interessante. Francisco Seixas da Costa nunca terá dito que PPC era a causa de todos os problemas do PSD.
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De Luís Lavoura a 23.02.2018 às 14:27

Parece que no período em que foi bastonária Elina Fraga montou uns cambalachos na Ordem dos Advogados

O Diogo não deve emprenhar pelos ouvidos. Deve ter em conta que umas suspeitas, ou umas investigações do Ministério Público, não configuram uma acusação, muito menos uma culpabilidade.

Deve ter em conta que Elina Fraga e Marinho Pinto tiveram muitos inimigos na Ordem dos Advogados. Esses inimigos querem vingar-se dela e dele.

Aquilo que ouvi dizer foi que a administração Fraga gastou mais dinheiro do que aquilo que estava orçamentado - uma coisa que qualquer administração de condomínio ocasionalmente faz. E que Fraga encomendou serviços a somente cinco escritórios de advogados - o que compara muito favoravelmente com o governo da República Portuguesa, que habitualmente só contrata duas ou três dessas sociedades.

Em suma, as acusações contra Fraga são tão ridículas como as acusações que recentemente foram feitas a Mário Centeno.
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De Diogo Noivo a 23.02.2018 às 15:42

Luís Lavoura a afirmar que não podemos emprenhar pelos ouvidos. Proponho para este comentário um lugar de destaque numa próxima antologia do DO.
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De Pedro Correia a 23.02.2018 às 18:25

OK, Diogo. Tomei boa nota da tua sugestão. Já inseri na nossa pasta de arquivo especial.
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De JS a 23.02.2018 às 15:21

Eleições com curiosas análises, e legítimas consequências, naquela Assembleia da República. Senão vejamos:

Um partido que obteve 18% dos votos no universo eleitoral -inscritos 9.682.553 / 1.747.685 votos no PS- pode formar, e é, o governo da Nação, todinha. Legítimo, sancionado pelo PR em exercício ao tempo.
Um deputado que obteve 39% dos votos no seu universo eleitoral -88 inscritos/ 35 votos no candidato- será o legítimo titular?. Discutível representatividade?.

Curiosos critérios nas análises dos resultados de eleições e "legítimas" consequências.
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De Rão Arques a 23.02.2018 às 17:36

Gostei. Pena não existirem profissionais que aprendam com o JS.
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De Sarin a 23.02.2018 às 18:18

Interessante análise, essa.
Desde quando o abstencionismo (nome errado, mas é o que temos) entra para as contas?

Enfim, mas não vamos por aí porque daqui a pouco alguém vem dizer que o PSD foi o partido mais votado e eu terei que relembrar que a última vez que o PSD foi a votos teve apoio de 22,4% dos eleitores e foi em 2011, e isso de nada adiantará à conversa.

Curioso, mesmo, é querer comparar as eleições numa bancada com as legislativas, e ainda achar que a representatividade ou o alinhamento devem ter a mesma leitura...

Quem está na na mesma bancada parlamentar está (supõe-se) a defender as mesmas estratégias, as mesmas políticas - se o líder não reunir apoio da maioria do seu grupo, estará a liderar o quê, exactamente?
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De Rão Arques a 24.02.2018 às 06:59

Para liderar a disciplina partidária basta um cordel esticado.
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De Sarin a 24.02.2018 às 16:05

Tanto não basta que o cordel partiu.


Agora que me diga que a "função" é mero título honorífico destinado a destacar precedências e hierarquizar importâncias, aí concedo...
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De JS a 24.02.2018 às 11:16

O que está mal, e ocasiona esta deturpação do que deve ser uma AR, é os deputados serem nomeados, para a AR, pelo chefe do partido ao tempo, e não o serem eleitos Deputados, porque vencedores no seu círculo eleitoral.
A função de um Deputado, o representante do seu círculo eleitoral, é negociar com os restante deputados na AR, os interesses do seu círculo eleitoral. Não os interesses de um eventual chefe de partido.

Assiste-se apenas a uma caricata luta fraticida provocada pela mudança de chefe de partido.

A sobrevivência de um deputado como tal, nesta AR, depende da sua aliança a um ou a futuros chefes do partido, e não à qualidade do trabalho realizado no exercício do cargo de deputado, representado o seu círculo eleitoral.

Vantajosa "estabilidade" (será estabilidade este espetáculo?) dizem os beneficiados. Realidade governativa com 40 anos e resultados a condizer, vêm outros.
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De Rão Arques a 24.02.2018 às 15:05

Uma vez mais o meu apoio. Os profissionais do engodo simplesmente ou são parvos ou fazem-se.
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De Sarin a 24.02.2018 às 16:16

"Círculo eleitoral" é uma Nárnia, um mundo cheio de mundos que cabe afinal num guarda-fatos.

A que corresponde um círculo eleitoral numas legislativas, se a região a que supostamente se refere está afinal integrada em diversas regiões administrativas?
Quais os interesses regionais a defender perante a pleiâde de organismos delegações-nacionais e supra-municipais que se entrecruzam num mapa gerido afinal por ninguém?
Quem representa quem, neste fandango entrechocado em que um distrito é trocado por um concelho e aqui-d'el rei o interesse do meu círculo?

Círculo é o que se vive na política. E da pescadinha de rabo na boca em que nos deixámos fritar, para nós sobram as espinhas.
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De Anónimo a 23.02.2018 às 18:53

Rui Rio tem que dar uma vassourada na tralha passista-abortista-eutanasia no parlamento!!! coitadinhos agora fazem-se de vitimas...o que aconteceu no mês que antecedeu o congresso deu para ver bem a natureza destes passistas+abortistas+eutanasia parlamentares...tem a natureza dos bloquistas!!! grande Pedro Santana Lopes que se demarcou bem deste gangue...
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De Sarin a 24.02.2018 às 01:05

Bloquistas de consciência? Bloquistas de argumentos?
Bloquistas de escolas de samba?

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