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Um homem invulgar

por Sérgio de Almeida Correia, em 28.02.15

Em especial nos esquecimentos.

Para quem não tem, nunca teve, um tostão de dívida à sua Caixa de Previdência ou à sua Ordem, mesmo nos meses mais difíceis, não deixa de ser estranho que gente com estes telhados e uma esteira tão obscura - pelos vistos a todos os níveis -  se dedique a gerir a coisa pública e se atreva a falar de ética e de rigor.

Ainda se fosse por receber o salário mínimo nacional ou rendimentos exíguos...

 

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7 comentários

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De Teresa Ribeiro a 28.02.2015 às 12:20

Pois, quem decide ter um discurso fortemente moral deve primeiro ver bem se pode.
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De Sérgio de Almeida Correia a 28.02.2015 às 15:15

Na altura não pensou nisso, Teresa. Era mais importante chegar ao poder, garantir o emprego, a reforma, enganar os que já estavam fartos de ser enganados.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 28.02.2015 às 15:56

Este caso gravìssimo também vem na lista do Suiss Leaks?
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De Vento a 28.02.2015 às 18:04

No Swiss Leaks não vem, Alexandre. Mas no Portugal Leaks sabemos quem faz leis para transformar leaks em coisas normais e pagar 5% de juros (dever ser o custo dos consultores).
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De William Wallace a 28.02.2015 às 19:17

Só os que estão na actual crista da onda podem fazer demagogia com este FACTO e tentar relativiza-lo com comparações e extrapolações de dúbio significado.

É mais que óbvio que quando os exemplos que vêem de cima são péssimos, tendem a ser usados como formas de protecção dos demais que vão fazendo o mesmo.

É mais que óbvio que quem não tem Autoridade Moral e Inteligência jamais se pode destacar e impor perante os seus concidadãos a não ser através de manigâncias e uso do PODER do ESTADO (ou outro qualquer que tenha sob controlo) para com essa autoridade se proteger e atacar os seus adversários, entenda-se adversários como alguém que faz LUZ sobre os ESQUEMAS (a palavra táctica pressupõe inteligência) de esperteza para se ir alimentando dos ossos de um País em progressiva destruição não só física como Moral e esta (a Moral) é a destruição mais perniciosa pois impede qualquer rectificação futura pois a cabeça se funcionar o corpo poderá começar a responder mas com a cabeça (Moral) destruída nada será possível de reparar.

Passos Coelho foi o escolhido por um certo conjunto de interesses para tomar o Poder no PSD e a partir daí tomar o Poder de Portugal, nem o próprio jamais sonharia chegar tão longe e tem descoberto desde que ganhou as eleições o enorme poder de que desfruta permitindo-se até enxovalhar o próprio povo que o elegeu assim como deixar cair muitos dos que o elevaram ao cargo que tem.

Com a chinesice de Costa ficámos a saber (para quem ainda tivesse dúvidas) o que nos espera seja qual for o resultado das eleições deste ano (se as houver).

A maioria silenciosa que não vota porque não se vê representada por nenhum partido continuará a ser refém de uma minoria de bloco central (PS + PSD + CDS) que instalada no aparelho de estado e nas empresas privadas que dele dependem continuará a obrigar a maioria a pagar impostos (TRIBUTOS) para manter o seu status e lhe dará em troca migalhas e muito circo, que a alguns aplacará porque são manifestamente pouco inteligentes e confundem RESPEITO com subserviência , os restantes (cada vez mais felizmente) emigrarão se puderem, ou tentarão sobreviver como possam até porque não dispõem de formas de se defenderem.

A verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima por mais que a tentem camuflar ou esconder.



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De Vento a 28.02.2015 às 20:41

O William fez uma excelente reflexão. E também a propósito desta reflexão eu entendo que qualquer pessoa tem o direito a prevaricar em matéria de impostos. Mas quem tem mais este direito é precisamente aquele ou aqueles, e aquelas - para que elas não se sintam esquecidas -, que continuamente são vilipendiados, roubados e assaltados também na dignidade.

Defendo o direito à prevaricação tributária e à fornicação do trabalho de quem pretende passar por esperto e bom aluno à conta da miséria que vai gerando. E qualquer chico-esperto é bem capaz de sortear um qualquer automóvel, que é o padrão de status de quem o sorteia e da classe que o segue, para confirmar o estatuto. Mas defendo tudo isto dentro da lei. Para mim, quer a prevaricação quer a fornicação do trabalho e dos sacrifícios deve ter enquadramento legal. Já lá vou.

Dizem os espertos e/ou experts que cobraram em impostos mais 2 mil milhões. Ora bem, deduzindo o valor das receitas geradas pelo aumento do turismo (estamos a falar de mais de 10 mil milhões extra, onde se inclui o aumento do consumo interno gerado pela decisão do TC), cujos operadores externos também canalizaram, gostaria de saber o que sobra (?).

Não obstante, tendo em conta a receita que dizem ter sido gerada, onde se encontra esse dinheiro e onde está aplicado?

Por tudo isto, volto a referir o direito à prevaricação tributária. E peço aos deputados da maioria e/ou aos ministros desta nação que arranjem uma forma de legalizar este direito à semelhança do que foi feito com aquele dinheiro que entrou para pagamento de juros a 5% ou 7,5% e que terá voltado a sair. Se houver dificuldades na fórmula, por favor, arranjem maneira de deixar prescrever o pagamento do tributo.

Obrigado pela atenção disponibilizada

Em nome do Melhor Povo do Mundo e no bem da Nação,

Vento

P.S. Por favor, façam o que vos peço. Porque se não o fizerem as pessoas poderão incorrer em crimes de prisão. E isto ninguém quer que aconteça, certamente.
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De Intendente a 28.02.2015 às 18:05

Como nós dizemos em Portugal, os amigos são para as ocasiões. E numa ocasião difícil para o País, em que muitos não acreditaram que o país tinha condições para enfrentar e vencer a crise, a verdade é que os chineses, os investidores disseram presente, vieram e deram um grande contributo para que Portugal pudesse estar hoje na situação em que está, bastante diferente daquela que estava há quatro anos atrás. E queria agradecer à China todo o apoio que nos deu e que certamente não esqueceremos e que é um sinal do muito que ainda temos para desenvolver nas relações entre todos nós.

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