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Um epitáfio

por Rui Rocha, em 08.01.17

As contradições de Soares salvaram o país da coerência de Cunhal.

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39 comentários

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De isa a 09.01.2017 às 12:24

Mas onde é que ouviu essa do amor livre? O que eu digo é que adultos responsáveis não precisam de delegar o Poder em "grupinhos"e, mesmo numa versão soft tem o caso dos Suíços onde há Referendos para quase tudo e onde os políticos não poderem "abusar" do Poder que têm e, deve ser por "acaso", não terem uma percentagem de dívida referente ao PIB, como os outros "inteligentes" todos, de 134,18%, 143,22, 103,32 e até bem menor do que a da Alemanha cujo PIB nem se lhe compara e, já vão com 78,06% mas, 15,84% ou outros que só por não terem o euro, conseguem uma percentagem bem menor. Raposas a guardar galinheiros, só para quem goste de enfiar barretes ou comer nas mesmas gamelas.
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De Charrua a 09.01.2017 às 14:12

A Isa é uma anarca. Acredita na boa natureza humana. Segue Rosseau. Eu sigo o Hobbes e acredito que somos animais, por natureza, cruéis. Acredito na democracia parlamentar, e não na popular. Quanto aos suíços não os admiro em nada, todos uma cambada de calvinistas cruéis.

"O referendo da Suíça, em 2014, teve um resultado que não é só embaraçoso para a União Europeia. É uma vergonha para os suíços. Ou melhor para os 50,3% dos suíços que foram na cantiga da extrema-direita contra os imigrantes"

E depois perde tempo com as cantilenas do Bundaberg e nem olha para quem lhe serve de exemplo. Muita parra e pouco Osho.

Quanto a gamelas, se fossemos seguir os seus exemplos/ideologia era de onde, decerto, passaríamos a comer.

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De isa a 09.01.2017 às 17:58

Não gosto da palavra anarquismo porque já a sujaram, suficientemente, para enganar os "rebanhos" e, até, terem medo dela. Sou Voluntarista porque não acredito nos resultados de tudo o que seja feito, obrigado pela força, seja ela de que natureza for, até a legislativa.

Se você segue alguém, eu apenas ouço todas as opiniões, depois, racionalmente, sem misturar emoções, chego à minha própria conclusão e, não sigo ninguém especificamente, apenas sigo a minha consciência que sabe, perfeitamente, a diferença entre o Mal e o Bem. Não sou perfeita mas, pelo menos tento e é um trabalho para uma vida inteira.

Curiosamente, todos nascemos com uma Consciência, se a ouvem ou não, é um problema pessoal e, imagine que até nascemos com livre-arbítrio (nem pela força, seguirei uma Ordem que faça mal ou possa prejudicar outro Ser Humano portanto, nem podia ser polícia e, muito menos, militar, correndo o risco de me ordenarem, matar pessoas, muitas delas que só querem viver a sua vida, exactamente, como nós) e, se pensa que os Seres Humanos só conseguem viver debaixo de coação, está completamente enganado, apenas precisam de ter bons exemplos na sociedade onde nascem e vivem. A sua própria consciência os fará viver conscientemente, não com, cada vez mais leis, quase impossíveis de as saber todas e, é assim que temos o mundo que temos onde uma grande maioria só espera continuar a fazer o Mal mas, conseguir fazê-lo, à socapa.

Posso dar-lhe um exemplo de como a sociedade onde se cresce faz a diferença:
Há muitos anos, conheci uma família de portugueses que emigrou para a Holanda e, quando chegou à parte de entregar o equivalente ao IRS, não os preencheu da mesma maneira que os holandeses, coisa que mais tarde vim a confirmar, numa conversa, com uma holandesa de que, eram incapazes de mentir nos dados desse IRS e, considerava, não mentir no papel dos impostos, a coisa mais natural do Mundo.

Imagina o que fizeram os portugueses, quando descobriram que não tinham de comprovar nada?
Inventaram um pai que não existia, pobre e inválido, para terem direito a maior dedução?
Pior do que isso, passaram não só a ter dedução mas, direito a um reembolso extra, a que nunca teriam direito (uma espécie de subsídio).
O mais chocante foi ver a chacota e, sentirem-se muito importantes com a sua chico-espertice.
Ora, numa sociedade onde o Exemplo e a Consciência são a única "Lei", se tivessem nascido e sido criados naquele tipo de sociedade, sentiriam-se da mesma maneira que um holandês, seria uma vergonha e sabiam que estariam a prejudicar outros holandeses, nem pensar ou imaginar, em sonhos, mentir nos impressos. (holandeses daquela época porque, desta, não conheço nenhum e, com tanta moléstia vinda de fora, o Mal mais depressa prolifera do que o Bem)

Extrema direita contra os refugiados? Mas você só se "alimenta" da "palha" que lhe dão a comer? Nisto, não lhe posso fazer a papinha, já deve ser "crescidinho" para poder procurar outras fontes informativas e, se não souber inglês, aprenda porque estamos sempre a tempo de aprender coisas novas
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De isa a 09.01.2017 às 19:03

Esqueci-me de explicar que era um pai, pobre e inválido... a viver em Portugal, em qualquer altura, até podiam pedir mais um extra, para o funeral desse pai imaginário.
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De Charrua a 09.01.2017 às 20:14

Na Holanda também existe fraude, ou é só em Portugal?

“Eu quero fechar as fronteiras holandesas. Os meus constituintes não querem mais refugiados. Eu não tenho vergonha de representar estes eleitores. Eu orgulho-me disso”, refere na entrevista à publicação alemã.

Geert Wilders, o líder de extrema-direita holandesa e anti-Islão, reagiu ao atentado de Berlim com um tweet chocante, que traduziu em imagem a acusação que os radicais anti-imigração europeus faziam à chanceler alemã, por causa da política de portas abertas aos refugiados: Angela Merkel tem as mãos sujas de sangue.

Geert Wilders, o líder do Partido para a Liberdade Holandês
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De Charrua a 09.01.2017 às 19:26

https://www.publico.pt/2015/10/18/mundo/noticia/direita-antiimigracao-vence-eleicoes-na-suica-1711596

http://www.swissinfo.ch/por/elei%C3%A7%C3%B5es-2015_-su%C3%AD%C3%A7os-caem-nos-bra%C3%A7os-da-direita-/41727764

O SVP adere ao conservadorismo nacional, visando a preservação da soberania política da Suiça. Além disso, o partido promove o princípio da responsabilidade individual e é cético em relação a qualquer expansão dos serviços governamentais. Essa postura é mais evidente na rejeição da adesão da Suíça à União Europeia, a rejeição da participação militar no exterior, e pela rejeição dos aumentos nos gastos do governo com a previdência social e educação.
O discurso partidário concentra-se em questões de política externa, imigração e política de segurança interna, política fiscal e previdência social. Entre os opositores políticos, o SVP ganhou uma reputação como um partido que mantém uma postura linha-dura sendo constantemente, classificado como um partido de extrema-direita.

Perdão, pelo arroto

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