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Um epitáfio

por Rui Rocha, em 08.01.17

As contradições de Soares salvaram o país da coerência de Cunhal.

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39 comentários

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De V. a 09.01.2017 às 12:15

Da perspectiva de uma caixa de previdência e das pensões, o corporativismo tal como existia no Estado Novo é uma solução superior em relação a uma assistência social onde alguém que ganha um ordenado elevado quando se reforma vai pilhar as "caixinhas" dos outros. Se o sistema de reformas e assistência médica estiver compartimentado por classes profissionais, o Mexia da Edp já pode ganhar o que quisesse porque a sua pensão só virá da caixa dos outros Mexias (que provavelmente lhe vão fazer folha e nunca o vão deixar ganhar tanta massa). Tal como está, vai esmifrar as velhinhas todas todos os meses.
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De Charrua a 09.01.2017 às 14:15

E assim dava-se cabo do Estado Social/Pacto Social. Cada um por si.
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De V. a 09.01.2017 às 14:37

Qual pacto social? O que os comunistas, esses gloriosos 5% da Pátria, exigem mas nunca assinam? Além disso, a boa maneira republicana, é imposto à força com golpadas parlamentares. Qual pacto social? O salário mínimo, por exemplo, que impede que as pessoas ganhem mais onde há mais riqueza?
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De Charrua a 09.01.2017 às 15:21

O salário mínimo impede que os patrões paguem pela jorna uma sopa de legumes.
Quanto ao pacto social, tenho como exemplo a Social-Democracia.
Quanto aos Mexias era legislar de modo a limitar todos os salários máximos- ninguém deveria ganhar mais de 1.000.000€/ano, por exemplo. Talvez daqui decorresse não haver necessidade de salários mínimos.
Também o IVA é imposto pela força, como todos os impostos.
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De V. a 10.01.2017 às 12:31

Lá está, isso é a velha cartilha de que os "patrões" são necessariamente maus e que os trabalhadores precisam de ser protegidos — quando na realidade qualquer negócio com futuro tem de ser gerido por alguém que sabe que, num mundo moderno e competitivo, se eu não tenho trabalhadores satisfeitos e motivados eles vão naturalmente procurar outras coisas e o meu negócio falha. Se eu for um mau patrão terei sempre maus empregados e não passo da cepa torta. O salário mínimo permite, não que as pessoas sejam menos mal pagas, mas que um mau negócio sobreviva indefinidamente porque não precisa de pagar aquilo que teria de pagar para ser melhor (ou permite pagar um valor fixo "legal" onde esse valor é insuficiente para uma vida decente, como acontece em Lisboa). E por isso é que temos um país de comes e bebes que são os únicos negócios que conseguem sobreviver mesmo que sejam maus.
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De Charrua a 10.01.2017 às 18:35

Percebo o que diz. Mas a minha experiência de vida não é muito abonatória para ao patrões (diferente de empresários)

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