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Um epitáfio

por Rui Rocha, em 08.01.17

As contradições de Soares salvaram o país da coerência de Cunhal.

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2 comentários

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De isa a 08.01.2017 às 22:02

Tenho resistido à tentação de comentar este assunto porque, propositadamente, nem sequer tenho visto a informação "tradicional" e, como tenho boa memória e pouco "detergente", esta tendência de amnésia e de apostar nos "floreados", quando alguém "passa para o outro lado", na realidade, não faz parte da minha natureza.
No entanto, um epitáfio adequado seria recordando as palavras de quem o conhecia melhor do que ninguém, a própria Maria Barroso que o descreveu como "um menino a quem a vida satisfez todos os caprichos" que, em conjunto com outras coisas, podem reler aqui:

http://www.cmjornal.pt/mais-cm/domingo/detalhe/mimado-mulherengo-e-socialista

O problema deste País tem sido, precisamente, os "meninos" que nunca se transformam em adultos responsáveis ou, no mínimo, responsabilizados por aquilo que fazem. Como o exemplo tem, sempre, de vir de cima, hoje até temos cidadãos que sofrem do mesmo mal, imaginando que, com birras e, apenas, concentrados nos seus desejos imediatos, para eles, nunca chegará o dia de enfrentar as verdadeiras dificuldades ou as consequências das suas escolhas porque, em último caso e, como de costume, culparão "os papás meninos" passados ou presentes.

No entanto, tenho pena que ele tenha falecido, agora que estamos prestes a "saborear", em pleno, a nossa entrada na U.E., sem Referendo nem Debates.
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De Anónimo a 09.01.2017 às 12:31

Aos poucos, tenho vindo a concluir que, no essencial, partilhamos as mesmas convicções políticas.
E não somos assim tantos.
Acresce ainda que Você documenta profusamente os seus comentários, já de si bastante longos.
Admiro a sua clarividência no meio de tão grande tempestade de areia, que é a comunicação que nos chega, e a sua dedicação à causa.
Mário Soares, que os instalados do regime consideram paladino da liberdade, mais que ninguém, instaurou e desenvolveu uma ditadura de partidos, em todo o seu esplendor.
Como é bom ver alguém verdadeiramente livre de partidos, de paternalismos, de corporativismos, de cultos de personalidade, de espírito de rebanho...
Viva a cidadania plena!
Saudações amigas e um bom 2017!
João de Brito

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