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Tiro e queda

por Pedro Correia, em 29.12.17

Transição vertiginosa do jornalismo para um cargo de confiança governamental: Nicolau Santos deixa o lugar de director-adjunto do Expresso e ruma à administração da Lusa, por nomeação do ministro da Cultura.

Resta saber se o insigne Artur Baptista da Silva irá com ele.


28 comentários

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De Robinson Kanes a 29.12.2017 às 10:51

São só almoços grátis, Pedro... Não seja assim :-)

(ironia)
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De Pedro Correia a 29.12.2017 às 17:29

Mata-bicho, como se diz num país que o agora indigitado conhece bem.
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De Rão Arques a 29.12.2017 às 11:21

Que grande carroçada.
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De Pedro Correia a 29.12.2017 às 22:24

Sem caroço. Nem espinhas.
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De Vlad, o Emborcador a 29.12.2017 às 11:31

Deveria ter ido a Helena Garrido....as suas previsões económicas têm sido de uma exactidão Teodoresca...

Mas penso que não deveria ter sido por nomeação mas sim por concurso público. ....
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De Pedro Correia a 29.12.2017 às 11:34

O próprio Baptista da Silva seria talvez o mais recomendável. Sem concurso, naturalmente.
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De Anónimo a 30.12.2017 às 07:12

Estou a ver o post do Pedro Correia na hora a que escrevo e por acaso pretendia citar essa " jornalista" mas o Vlad (e bem) antecipou-se.
Uma coluna semanal no Observador pro bono e já não é mau...
Uma saída airosa para Nicolau Santos depois de ter sido "encostado" pelo dono da Impresa e que a ser assim alia o util ao agradável visto que a chafarica "privada" está mais para dar o tilt...

WW
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De Luís Lavoura a 29.12.2017 às 12:15

As transições vertiginosas do jornalismo para cargos de confiança governamental também foram frequentes no governo de Passos Coelho, tal como o Pedro Correia sem dúvida sabe. Ademais, nesse governo os cargos de confiança governamental nem sequer tinham nada que ver com o jornalismo (como o cargo de diretor da Lusa tem) - os jornalistas iam diretamente para assessores ministeriais.
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De Pedro Correia a 29.12.2017 às 17:34

Santos não será director. Será administrador, cargo de confiança política. O director de informação não é nomeado pelo Governo: tanto quanto sei, ainda não se chegou a tanto...
Conheço poucos casos anteriores de jornalistas que transitaram da direcção de um órgão de informação (neste caso era director-adjunto, numero dois na hierarquia do Expresso) para um cargo de nomeação governamental, sem sequer um periodozinho de nojo.
São tão poucos que neste momento nem me lembro de nenhum.
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De Carlos Alberto Ilharco a 29.12.2017 às 12:30

Já se sentem com força para fazer as trapalhadas à descarada.
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De Luís Lavoura a 29.12.2017 às 17:32

Mas qual trapalhada? O governo tem o direito de nomear o diretor da Lusa. E nomeia para esse cargo, como é natural, um jornalista com bastante experiência do ofício. Não há nisto trapalhada nenhuma. (Que eu veja.)
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De Carlos Alberto Ilharco a 29.12.2017 às 23:58

Obrigado.
Eu julgava que sendo a Lusa uma agência noticiosa portuguesa independente do poder político devia ser nomeado um gestor e não um jornalista.
Mas concordo, este é um jornalista acima de qualquer suspeita.
Não engana ninguém e nunca é enganado.
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De amendes a 29.12.2017 às 12:45

Ao que consta:

Cavanilhas e João Soares irão também....
----

Não consta é verdade:

A Câmara M de Lisboa (EGEAC) adjudicou directamente à empresa da filha da justiceira Ana Gomes, 58 mil euros de cartolas para os festejos do fim de ano....

Como é lindo ver uma família unida!
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De Tiro ao Alvo a 29.12.2017 às 13:08

Tiro e queda? Não! Tiro e pulo.E eu disto sei...
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De Anónima a 29.12.2017 às 13:43

Ao Senhor Pedro Correia:
Como gosta muito de anónimos venho propor-lhe para pensamento da semana o seguinte:
"O governo vai-nos obrigar a comer menos sal e menos açúcar. Vamos viver infelizes, sem gosto nem prazeres, mas muito mais anos. Os anos extra vão custar a aguentar"
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De Luís Lavoura a 29.12.2017 às 17:30

Sal e açúcar são coisas que se encontram à venda, em grande quantidade, em montes de lojas. Pode comer à vontade. O governo não o proíbe, de forma nenhuma. Como pode o governo proibir o consumo de algo que se vende livremente e abundantemente em montes de lojas?
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De Anónimo a 29.12.2017 às 14:11

Há que tempos que ele se põe a jeito. Ainda hoje, na Antena 1, nas "Contas do Dia" espelhou bem o que afirmo.
Um "Ámen" descarado.
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De Luís Lavoura a 29.12.2017 às 14:29

Como se não fosse normalíssimo - e adequadíssimo - que o governo nomeie um jornalista para dirigir a Lusa.
É precisamente isso que o governo deve fazer - colocar um jornalista na direção da Lusa. Não colocar lá um comissário político qualquer, nem colocar um jornalista alhures.
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De Pedro Correia a 29.12.2017 às 17:30

Acha "normalíssimo" o Governo pôr alguém a "dirigir" a Lusa?
Caramba, isto anda pior do que eu pensava.
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De Tiro ao Alvo a 29.12.2017 às 17:50

O que o Lavoura quer dizer é que o governo tem todo o direito de colocar na Lusa um jornalista-comissário político; comissário político tout court, não; um gestor independente, nem pensar.
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De Pedro Correia a 29.12.2017 às 17:54

Há gente que engole tudo. Até um Baptista da Silva servia.

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