Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Aliança Velha.

por Luís Menezes Leitão, em 23.02.19

52688564_1177011595794093_665895839855542272_o.jpg

Com a capacidade de análise que o caracteriza, Vasco Pulido Valente escreveu que Santana Lopes, que "presidiu ao mais desastroso governo constitucional pretende agora levar uma facção de anónimos a uma nova derrota". Essa derrota começou hoje. Ninguém consegue entender no eleitorado que alguém que saiu em ruptura com o seu partido para formar um novo partido, pretenda agora coligar-se com o seu velho partido. Pode ser uma estratégia política de alto gabarito, bem ao estilo de Santana Lopes, mas a sua compreensão não está ao alcance do comum dos mortais, que são aqueles que votam nas eleições.
 
Na verdade, Santana Lopes pretende replicar à direita o trajecto de Lopes Cardoso à esquerda. Primeiro saiu do PS, depois criou a UEDS, depois a sua UEDS fez uma coligação com o PS e finalmente voltou a aderir ao PS.
 
Se é este o objectivo do novo partido, mais vale encerrá-lo já, que se poupa tempo. Tudo isto é muito velho e muito previsível. E, sinceramente, não faz falta nenhuma ao centro-direita.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Setas vingativas

por João Pedro Pimenta, em 09.08.18

O PSD é uma instituição caótica desde a sua origem, com uma capacidade inesgotável de nos espantar. Quando tudo parecia ligeiramente pacificado, eis que surge Pedro Duarte com intenções de desalojar Rui Rio da liderança do PSD numa questão de meses (ou seja, às portas de um ano com duas eleições), deixando só uma pergunta por fazer: porque é que ele não avançou no tempo devido, nas primárias de Janeiro? A juntar a isto, Santana Lopes, com a ponderação que se lhe conhece, anuncia a saída do seu partido de sempre e a intenção de criar a tão esperada nova formação, o sempre adiado partido de Santana (será mesmo o PSL?). Não me vou alongar sobre os sucessos futuros desse partido, de que o Luís já falou há dias, com uma oportuna comparação à defunta Nova Democracia de Manuel Monteiro. Mas o processo de intenções de Santana traz dois desmentidos: a ele próprio, de que a história contada por Pacheco Pereira sobre a intenção de fundar um partido diferente era mentira; e aos seus indefectíveis, que juravam que "o Pedro" estava "diferente", mais maduro e mais estável. Isso antes de ele entrar na comissão de Rio, de sair da mesma, e de sair agora do próprio partido a cuja liderança concorreu há pouco mais de seis meses. Uma enorme estabilidade, como se vê, e Santana de novo a ser ele mesmo. Não é um novo Pedro, é mesmo o Pedro de sempre.

 

Alguém lembrou que no último Sábado, 4 de Agosto, se completaram 440 anos desde a batalha de Alcácer Quibir. O mesmo dia em que Santana anunciou a saída do PSD. Não sei se o gesto tinha algum cariz de efeméride ou de simbolismo, e se Santana quereria mostrar implicitamente que é o D. Sebastião da política portuguesa. Mas tendo em conta que o futuro lhe pode trazer sérios ferimentos políticos e o dardejamento de inúmeras "setas" (nem por acaso o símbolo do PSD) em forma de críticas e ataques, corre o risco é o de se transformar no S. Sebastião da política portuguesa

 

Resultado de imagem para santana psd

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

O novo partido.

por Luís Menezes Leitão, em 05.08.18

O partido de Santana Lopes tem tantas hipóteses de singrar como as teve o partido Nova Democracia, de Manuel Monteiro. Ambos apenas tinham para oferecer aos eleitores o desgosto de um ex-líder por já ninguém lhe ligar nenhuma no partido que liderou. Como mensagem política é muito pouco e como estratégia de poder ainda menos. Os 1,9% que uma sondagem hoje dá a esse novo partido, sob o efeito da novidade, não dão para nada e nunca tirarão qualquer maioria à esquerda. Quando Santana Lopes perceber onde se meteu, quererá voltar ao PSD, como agora quer Manuel Monteiro voltar ao CDS, mas já será tarde. Entretanto, já que nenhum dos partidos actuais lhe serve, pode fundar todos os partidos que ache adequados ao seu ego. Chapéus há muitos, e partidos também.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Por este Rio abaixo

por Pedro Correia, em 04.08.18

 

Santana Lopes sai do PSD e prepara-se para formar um novo partido liberal.

 

Pedro Duarte pede saída imediata de Rui Rio e diz-se preparado para liderar PSD.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

PSL.

por Luís Menezes Leitão, em 28.06.18

psl.jpg

Não tenho paciência nenhuma para as fitas de Santana Lopes. O seu governo foi um desastre para o PSD, que atirou para uma derrota história, permitindo a maioria absoluta do PS de Sócrates, que depois conduziu o país à bancarrota. Agora também teve grandes responsabilidades na derrota autárquica, fazendo o partido hesitar meses na candidatura a Lisboa, a que depois renunciou devido ao compromisso com a Santa Casa. Esse compromisso naturalmente desapareceu logo para se candidatar à liderança do PSD contra Rui Rio, onde até teve uma votação razoável, podendo ser o rosto da oposição no partido. Mas a oposição a Rui Rio também desapareceu logo no dia inaugural do Congresso, quando entraram os dois de braço dado, fazendo uma lista única. Pouco tempo depois, rompe outra vez com Rui Rio, mas no PSD já ninguém lhe ligou nenhuma. Agora anuncia um novo partido, o que também já anda a anunciar desde 1996, o célebre Partido Social Liberal, com a sigla PSL. Só o nome do partido já mostra a contradição em que Santana Lopes vive desde sempre, sendo o seu projecto político apenas o seu próprio ego. Que forme o novo partido, que rompa com ele, que forme outro ainda, e que volte a formar outro mais uma vez. A mim preocupa-me mais o combate político contra este governo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Congresso do PSD: quatro notas

por Pedro Correia, em 18.02.18

1. Rui Rio reafirmou a sua convicção de que o PSD é um partido com "matriz social-democrata", ainda que a social-democracia esteja em recuo acelerado um pouco por toda a Europa. Louvo-lhe a coragem política.

 

2. Mal iniciou funções na presidência do PSD, o novo líder já tem adversário interno assumido: Luís Montenegro chegou-se à frente e marcou o território. Vamos ouvir falar com muita insistência nele nos próximos dois anos. Não por ter feito marcação a Rio, mas por ter condicionado a margem de manobra de potenciais rivais. Que serão muitos, num futuro próximo.

 

3. Elina Fraga, sucessora de António Marinho e Pinto como bastonária da Ordem dos Advogados, regista uma progressão meteórica: ascende a uma das vice-presidências do PSD quando quase ninguém sabia que ela era sequer militante do partido. Eis um exemplo de "abertura à sociedade civil". Pena que os militantes, ignorando tal facto, lhe tenham tributado uma sonora vaia quando foi chamada ao palco.

 

4. O grande animador deste congresso foi Pedro Santana Lopes, sempre mais aplaudido do que o novo presidente. Há tradições que não mudam.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Uma pequena diferença

por Pedro Correia, em 14.01.18

Notícias do PSD: o candidato que se propôs viabilizar um Governo minoritário do PS liderado por António Costa acaba de derrotar o candidato que também admitiu viabilizar um Governo minoritário do PS mas sem António Costa.

O primeiro recebeu 22.700 votos (54,3%), o segundo reuniu 19.100 votos (45,7%). Costa, compreensivelmente, já felicitou o vencedor.

Autoria e outros dados (tags, etc)

As vitórias efémeras de Santana

por João Pedro Pimenta, em 13.01.18

 

Não sou militante do PSD, mas quero sempre que para a liderança dos partidos vençam os melhores e, sinceramente, já tarda uma oposição eficaz ao actual (esquema de) Governo, e o CDS não basta, por mais que Assunção Cristas se esforce - com algum êxito. Por vezes Catarina e Jerónimo tentam preencher a vaga, mas é raro aventurarem-se em grandes indignações.

 

Vivi bastantes anos sob os mandatos de Rui Rio e pude ver os seus sucessos e os seus fracassos. É um homem rigoroso, minucioso com as contas, pouco influenciado por grupos de pressão e ameaças (lembram-se da manif dos Super Dragões?) e teimoso, para o bem e para o mal. Como pontos negativos é autoritário, tem uma visão limitada e demasiado genérica sobre diversos assuntos, como a justiça, e uma péssima relação com a comunicação social. Não parece ser a escolha ideal para líder da oposição e para primeiro-ministro, embora pudesse fazer um papel competente como ministro das finanças ou da administração interna. Ainda assim, prefiro alguém com as suas limitações mas com rigor e organização do que um viciado nas disputas políticas como Santana Lopes, que por onde passou deixou as finanças em pantanas, e que nem quando já tinha atingido finalmente uma aura de credibilidade "senatorial" resiste a vir disputar pela enésima vez a liderança do partido - que já teve, com o êxito que se viu - com uma leviandade que já se pensava ser coisa do passado.

 

E neste combate pela presidência do PSD, nestas tricas, acusações várias e respectivos desmentidos, tenho ouvido por mais do que uma vez que Santana é um "vencedor". Os únicos triunfos que lhe conheço são os das vitórias autárquicas na Figueira e em Lisboa. É sobretudo esta que os seus apoiantes recordam, com razão, porque vencer uma coligação entre o PS e o PCP com um presidente no cargo cujo mandato não tinha desagradado à população, e apenas com o PSD (e simbolicamente o PPM), era uma tarefa hercúlea. Mas as vitórias de Santana acabaram aí. E vale a pena lembrar que já depois de ter oferecido a maioria absoluta a Sócrates seria de novo candidato em 2009 à câmara de Lisboa, desta vez à frente de uma coligação que juntava PSD e CDS, e perdeu com o PS de António Costa apoiado pelo grupo de Helena Roseta.

É este o pormenor que merece ser apontado: caso ganhe a presidência do PSD, Santana terá pela frente não João Soares mas António Costa, o que significa que a conquista de 2001 perdeu a validade. Já agora, é bom lembrar que Rui Rio cometeu uma proeza semelhante, ao conquistar o Porto nessas mesmas eleições (que ditaram a demissão de Guterres) a um PS de Fernando Gomes considerado absolutamente imbatível. Rio manteve-se na câmara por três mandatos, crescendo sempre nas sucessivas eleições que disputou, sempre com uma coligação PSD/CDS. Fica a nota para quem se apoia demasiado em actos eleitorais que já lá vão. Até porque os votos não são dos candidatos, são dos eleitores, e eles podem mudar o seu sentido sempre que tiverem oportunidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Análise do debate.

por Luís Menezes Leitão, em 11.01.18

Não sei se o debate de ontem foi um nulo ou se teve algum vencedor. Depende muito dos conhecimentos que o público tenha em relação aos assuntos que estão em discussão. Lembro-me que um colega me dizia, em relação aos comentários de Marcelo Rebelo de Sousa, que estava sempre de acordo com ele, excepto quando estava dentro dos assuntos. Para mim ouvir Santana Lopes a debater questões económicas é como ouvir um concerto para violino de Chopin.

Autoria e outros dados (tags, etc)

O embate deu empate (nulo)

por Pedro Correia, em 11.01.18

À hora do debate entre os dois candidatos à liderança do PSD optei por assistir ao jogo Cova da Piedade-Sporting. Só perto da meia-noite vi em gravação o segundo confronto televisivo entre Rui Rio e Santana Lopes, desta vez na TVI e só parcialmente em sinal aberto.

Nem queria acreditar: os últimos cinco minutos deste embate decorreram com ambos os candidatos a perorar sobre cenários de derrota eleitoral do PSD em futuras legislativas. Um admitia viabilizar um governo minoritário do PS com Costa, outro admitia viabilizar um governo minoritário do PS sem Costa.

A moderadora, Judite Sousa, introduziu o tema e ambos caíram na armadilha, como principiantes da política. Discutindo a melhor forma de entregar o poder de bandeja aos socialistas.

Veredicto: empate nulo. Como o zero-a-zero que se registava ao intervalo do Cova da Piedade-Sporting. Costa só pode sorrir: tem motivos para isso.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Rectificação à entrevista.

por Luís Menezes Leitão, em 06.01.18

Recordo-me de há muitos anos, quando Mário Soares era líder da oposição ao governo Balsemão, ter querido posicionar o PS mais ao centro, pelo que deu uma entrevista a acusar a União Soviética de ter um plano secreto para desestabilizar a Península Ibérica. A Embaixada Soviética apareceu então com um comunicado a dizer que Mário Soares estava "mentalmente doente e necessitava de um prolongado tratamento". A indignação foi tanta, até porque foi interpretada como uma referência ao "tratamento" dado aos opositores na União Soviética, que a Embaixada sentiu necessidade de corrigir a resposta e explicou ter havido erros de tradução. Onde se lia "mentalmente doente" deveria ler-se "com uma imaginação doentia" e o "prolongado tratamento" referia-se antes às declarações e não à pessoa de Mário Soares.

 

Foi deste episódio que me recordei quando vi este comunicado da candidatura de Santana Lopes a desmentir as afirmações deste sobre Rui Rio na entrevista que deu ao Expresso. Afinal para Santana Lopes Rui Rio não é "limitado e paroquial". Tem apenas "uma visão limitada" e uma "visão muito paroquial". Felizmente que a candidatura estava atenta e corrigiu as falsidades do Expresso.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Santana: vitória clara no debate

por Pedro Correia, em 05.01.18

Só hoje vi o debate Pedro Santana Lopes-Rui Rio de ontem à noite. Felicito a RTP por tê-lo organizado em canal aberto, no cumprimento da indispensável missão de serviço público. Felicito o Vítor Gonçalves pela moderação serena, fiel à sua imagem de marca.

Quanto ao vencedor, nem uma hesitação: não liguem aos comentadores politicamente correctos que se apressaram a sugerir um "empate técnico". Nada disso: ganhou Santana. Não aos pontos, mas por KO.

Rio, arrasado, foi às cordas. Vê-se bem que lhe falta muita rodagem no exercício do contraditório. Nem parece que anda há mais de trinta anos na política, desde o tempo em que foi jotinha lá nos idos de oitenta.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Revisitando o governo de Santana Lopes.

por Luís Menezes Leitão, em 05.01.18

Santana Lopes tem razão quando se queixa de que ninguém no partido lhe chamou a atenção para as trapalhadas do seu governo, quando estas saltavam aos olhos de toda a opinião pública. O mal dos partidos políticos portugueses sempre foi o excessivo seguidismo que têm pelos seus líderes. Em 2004, quando Santana Lopes fez todas aquelas trapalhadas no seu efémero governo, deveria ter sido o PSD a promover internamente a sua rápida substituição no cargo de Primeiro-Ministro, o que teria evitado a dissolução de Jorge Sampaio, e a entrega do país a Sócrates. Margaret Thatcher tinha sido uma excelente Primeira-Ministra e foi destituída pelo Partido Conservador quando se tornou evidente que o seu governo estava esgotado, o que permitiu que os conservadores voltassem a ganhar com John Major. Os partidos não são meras estruturas de apoio ao líder. É antes o líder que deve colocar-se ao serviço do partido.

Autoria e outros dados (tags, etc)

A Santa Casa e o Montepio.

por Luís Menezes Leitão, em 21.12.17

Parece que anda por aí uma enorme polémica entre Santana Lopes e António Costa sobre quem teve a iniciativa de fazer a Santa Casa entrar no capital do Montepio. Mas a mim não me interessa nada de quem foi a iniciativa. A entrada da Santa Casa no Montepio é um perfeito disparate e costuma dizer o povo que, se tolo é quem pede, mais tolo é quem lho dá. Se eu fosse provedor da Santa Casa, fugia de propostas destas como o diabo da cruz. Não foi isso, porém, o que fez Santana Lopes, que até assinou um memorando de entendimento sobre o negócio. Não me parece, por isso, correcto que queira descartar as suas responsabilidades neste assunto.

Autoria e outros dados (tags, etc)

As eleições no PSD.

por Luís Menezes Leitão, em 15.12.17

Esta história dos debates demonstra bem a instabilidade crónica que caracteriza Santana Lopes. Primeiro exige dezenas de debates. Depois faz um acordo com Rui Rio para realizar apenas dois. Depois de o acordo estar firmado, aparece a pedir ainda um terceiro. Quando não lhe dão o terceiro, amua e afinal cancela o debate que tinha marcado. Se alguém quer convencer os eleitores de que Santana Lopes evoluiu desde os tempos que foi primeiro-ministro, que se desengane. Isto é a sua marca de água de sempre. E por isso é que António Costa adoraria ter Santana Lopes na liderança do PSD, que derrotaria em qualquer eleição com a mesma facilidade com que o derrotou nas eleições para a Câmara. Imaginem este tipo de campanha, com exigências e desmarcações de debates, no quadro de uma eleição nacional.

Autoria e outros dados (tags, etc)

O estado do PSD.

por Luís Menezes Leitão, em 09.10.17

Se há demonstração eloquente do estado miserável em que Passos Coelho deixou o PSD é precisamente o de Santana Lopes, apesar do desastre que foi o seu governo para o partido e para o país, achar que pode voltar a ser o "menino guerreiro" e apresentar-se a votos. Mas é curioso que tenha andado a pedir autorização a António Costa e a Vieira da Silva. Se ele ganhar as eleições, o PSD terá assim um líder autorizado por António Costa. Que bela maneira de ser um partido de oposição.

Autoria e outros dados (tags, etc)

O regresso do Conde de Monte Cristo.

por Luís Menezes Leitão, em 04.10.17

Leio aqui com perplexidade que Santana Lopes está a "ponderar" o regresso à liderança do PSD. E diz com ênfase que "mesmo que cada um comece a apresentar-se em nome de barões ou baronetes quem vota são os militantes". Se bem me lembro é o mesmo Santana Lopes que há poucos dias queria abolir o voto dos militantes na escolha do líder e voltar a fazê-lo eleger num congresso organizado pelos barões e baronetes, mas adiante. No nosso país, em vez de dizerem de uma vez ao que vêm, os políticos adoram "ponderar" as candidaturas, deixando toda a gente em suspense por uns dias, quando não deixam mesmo por meses, acabando por isso por levar o partido à derrota.  Mas neste caso a "ponderação" não se justifica, pois é evidente para todos que, até pelo seu brilhante contributo para o resultado de Lisboa, Santana Lopes é manifestamente o sangue novo de que o PSD precisa. Foi líder do partido entre 2004 e 2005, andou por aí, e agora regressa em grande, quase catorze anos depois. Já li um romance que contava precisamente esta história. Chama-se O conde de Monte Cristo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

O comentário da semana

por Pedro Correia, em 24.04.16

«Santana Lopes foi um bom primeiro-ministro. Só esteve três meses no lugar mas, nesse curto espeço de tempo, preparou duas importantes reformas: a introdução de portagens nas SCUTs e uma reforma a sério da lei do arrendamento urbano.
Comparado com os primeiros-ministros anterior e posterior, ele foi muito mais activo.»

Do nosso leitor Luís Lavoura. A propósito deste texto do José António Abreu.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Frases de 2015 (35)

por Pedro Correia, em 04.09.15

«Eu só avançaria [para Belém] se tivesse sérias probabilidades de vencer.»

Pedro Santana Lopes, 28 de Agosto

Autoria e outros dados (tags, etc)

Cenas da vida quotidiana

por Helena Sacadura Cabral, em 29.08.15

Na maioria dos países, a notícia está no anúncio de que vai ocorrer ou ocorreu alguma coisa. Em Portugal é diferente. Noticia-se algo que não ocorreu.

É assim que Pedro Santana Lopes anunciou hoje que não se candidatava a um lugar para o qual nunca se havia candidatado.

Tínhamos já uma série de candidatos a Presidentes da Republica. Inauguramos, agora, uma lista de não candidatos. Na qual a maioria dos portugueses se pode rever. É isto que eu gosto na política nacional!

Autoria e outros dados (tags, etc)


O nosso livro






Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2018
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2017
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2016
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2015
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2014
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2013
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2012
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2011
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2010
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2009
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D