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Porque não há-de ser assim?

por Helena Sacadura Cabral, em 29.08.17

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Às vezes gosto de me expressar através das palavras dos outros. Acontece quando, pela sua simplicidade, vão directas ao meu coração e não à minha razão, embora esta as não descure.
As questões levantadas pelo quadro que reproduzo acima sintetizam tanto e tão bem o que penso sobre aquilo que vivemos que decidi partilhá-las convosco. 
É uma pagela que tenho à minha frente, na mesa onde trabalho. De vez em quando sabe-me bem olhar para ela! 

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é isto

por Patrícia Reis, em 12.11.15

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Condição humana

por Helena Sacadura Cabral, em 31.10.15

“E quando os homens são de tal condição, que cada um quer tudo para si, com aquilo com que se pudera contentar a quatro, é força que fiquem descontentes três. O mesmo nos sucede. Nunca tantas mercês se fizeram em Portugal, como neste tempo; e são mais os queixosos, que os contentes. Porquê? Porque cada um quer tudo. Nos outros reinos com uma mercê ganha-se um homem; em Portugal com uma mercê, perdem-se muitos.

... Porque como cada um presume que se lhe deve tudo, qualquer cousa que se dá aos outros, cuida que se lhe rouba.”

 

                                                       Padre António Vieira, in 'Sermões' 

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Heróis de um mundo que já não há

por Pedro Correia, em 27.10.13

 

 

Não sei porquê, este diálogo vem-me com frequência à memória. É do filme A Última Fronteira (The Westerner, 1940), de William Wyler, e parece espantosamente simples e destituído de qualquer artificio. Mas tem vários níveis de leitura, além de revelar, só por si, um dos grandes atributos dos heróis do western – indivíduos de carácter, que preferiam ser donos do silêncio em vez de escravos das palavras. É, além disso, uma espécie de homenagem a Gary Cooper, uma das figuras míticas do cinema, que interpreta na perfeição o forasteiro deste filme – homem que alia o amor à terra a um indomável espírito de aventura, alguém de poucas falas e vistas largas, sempre em demanda de novos horizontes. Precisamente ao inverso dos políticos dos nossos dias.

A cena passa-se entre um juiz e Gary Cooper:

Juiz – De onde vens, forasteiro?

Gary Cooper – De nenhum sítio em particular.

Juiz – E para onde vais?

Gary Cooper – A nenhum sítio em particular.

Eram assim os heróis do Oeste. Sem raízes que os prendessem e prontos a lançar raízes em qualquer lugar. Aventureiros, na melhor expressão que podemos dar a esta palavra. Protagonistas de um tempo de pioneiros de que cada vez somos mais nostálgicos por termos a certeza de pertencerem a um mundo que já não há.

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Amor próprio

por Helena Sacadura Cabral, em 06.06.13
"Com o tempo você vai percebendo que, para ser feliz com outras pessoas, tem de começar por não precisar delas.
Aprende então a gostar de si, a cuidar de si e principalmente a gostar de quem gosta de si.
O segredo não é correr atrás das borboletas, mas sim cuidar do jardim para que elas venham ter consigo.
E, ao fim e ao cabo, vai encontrar não quem você estava a procurar mas quem estava a procurá-lo a si".
                                                    Mário Quintana

 

Tenho estado a ler um livro que irei apresentar em breve e que se ocupa do envelhecimento activo, tema para o qual só recentemente se começou a olhar com verdadeiro interesse e atenção.

A dada altura, deparei com a frase que cito acima, a qual constitui, há já alguns anos, um dos meus cavalos de batalha e que é, aliás, objecto deste meu último livro. De facto, nunca é demais sublinhar, que só quem sabe gostar de si próprio é capaz de saber gostar dos outros.

Durante muito tempo na minha vida, nomeadamente depois de passar por um divórcio, tive dificuldade em perceber isto. Na verdade, a fractura duma separação leva-nos, muitas vezes, a duvidarmos de nós próprios e do nosso valor, só porque atribuimos ao outro mais importância do que ele possivelmente merece. Eu recusei-me a aceitar isso, porque me não sentia nem inferior nem pior. E foi assim que percebi a importância de gostar de mim e de encontrar, afinal, não quem eu procurava, mas sim quem estava a procurar-me.

Mario Quintana tem, mesmo, toda a razão!

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A ciência da persuasão

por Rui Rocha, em 09.12.12

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Não há em mim um pingo de revolucionário, mas...

por José Gomes André, em 08.09.12

... ultimamente tenho lido com renovado interesse um texto antigo: "A prudência recomenda que não se mudem os governos instituídos há muito tempo por motivos leves e passageiros; e, assim sendo, toda experiência tem mostrado que os homens estão mais dispostos a sofrer, enquanto os males são suportáveis, do que a se desagravar, abolindo as formas a que se acostumaram. Mas quando uma longa série de abusos e usurpações, perseguindo invariavelmente o mesmo objecto, indica o desígnio de reduzi-los ao despotismo absoluto, assistem-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos Guardiães para sua futura segurança." (Thomas Jefferson, Declaração de Independência dos EUA, 1776).

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Podia ser

por Patrícia Reis, em 20.03.12

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a amizade

por Patrícia Reis, em 27.02.12

A vencedora dos óscares, Meryl Streep, disse que a amizade é o mais importante.

Eduardo Lourenço, nas correntes d'escrita, disse que a amizade é o mais importante.

Rubem Fonseca, hoje homenageado pela Câmara de Lisboa, disse que o mais importante é a amizade.

Quando era pequena, o meu tio-avô disse-me: se tiveres amigos tens uma casa e, assim, nunca estarás sozinha e desprotegida.

Bom conselho.

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Isto é o outro lado de se ser piegas?

por Patrícia Reis, em 09.02.12

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E está tudo dito... ou não?

por Patrícia Reis, em 31.01.12

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Ora nem mais

por Patrícia Reis, em 25.01.12

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