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Frases de 2018 (44)

por Pedro Correia, em 10.12.18

«A direita política portuguesa atravessa a sua pior crise desde 1978.»

Miguel Morgado, deputado do PSD, em entrevista ao Observador

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A oposição

por Pedro Correia, em 07.12.18

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Reparem em quem causou maior mossa a António Costa no último mês. Terá sido alguém da oposição? Nem por sombras. Foi o líder parlamentar do PS ao promover um levantamento de rancho da sua bancada contra a ministra da Cultura, incondicional de Costa e protegida do primeiro-ministro. Carlos César não hesitou em partir praticamente ao meio o grupo parlamentar socialista para encostar às cordas a ministra a propósito da pseudo-superioridade civilizacional dos cidadãos urbanos que detestam touradas, forçando o Executivo a baixar para a taxa mínima do IVA os ingressos em espectáculos tauromáquicos.

Isto, repito, foi a maior contrariedade sofrida pelo chefe do Governo neste último mês, marcado pela discussão parlamentar do Orçamento para 2019. A oposição, encabeçada por Rui Rio, foi dócil e branda: aliás passou o tempo a lamber as feridas, pois afogou-se em trapalhadas devido ao escândalo dos deputados que marcaram presença nas sessões parlamentares mesmo quando estavam a centenas ou milhares de quilómetros de distância, só para empocharem a espórtula diária que a lei lhes confere.

Está nisto, a oposição: totalmente inane. Já repararam no sorriso de Costa, cada vez mais rasgado?

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Delírio político.

por Luís Menezes Leitão, em 21.11.18

A actual direcção do PSD vive no delírio político absoluto. PSD e BE, a mesma luta. Camaradas e camarados, lutemos unidos, que é nossa a vitória final. Vão ver o resultado disto nas próximas eleições.

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Estão à espera de quê?

por Pedro Correia, em 20.11.18

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Vejo a mais recente sondagem publicada no Expresso, elaborada pela empresa Eurosondagem: a onze meses da próxima eleição legislativa, o PS sobe para 41,8% e o PSD cai para 26,8% nas intenções de voto. Quinze pontos percentuais separam agora os dois partidos.

Reparo na mais recente sondagem elaborada pela Aximage para as publicações do grupo Cofina, designadamente o Jornal de Negócios: o PS fica-se pelos 37,8% (mesmo assim, com mais 5,5 pontos percentuais do que os obtidos na eleição de 2011) enquanto o PSD se mostra incapaz de descolar dos 26%. Situando-se praticamente a doze pontos dos socialistas.

No PSD, já todos perceberam que se anuncia uma estrondosa derrota eleitoral em Outubro de 2019 - aliás duas, pois a eleição legislativa será antecedida do escrutínio para o Parlamento Europeu, previsto para Maio. Chegou, portanto, o momento de perguntar se não haverá ninguém neste partido capaz de se chegar à frente, rompendo mansidões e calculismos, e proclamar o óbvio: Rui Rio não faz parte da solução, faz parte do problema.

Estão à espera de quê?

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A taxa Robles do PSD.

por Luís Menezes Leitão, em 18.11.18

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Em 1984 Mondale concorreu contra Reagan que se recandidatava à presidência dos Estados Unidos. Anunciou na sua campanha um futuro aumento de impostos. Teve a maior derrota de sempre alguma vez obtida por um candidato presidencial na América, com apenas 13 votos no colégio eleitoral, contra os 525 de Reagan. O PSD actual parece que quer repetir essa estratégia, aumentando os impostos a partir da oposição, com a agravante de pretender concorrer com o Bloco de Esquerda propondo igualmente uma taxa Robles. Devem achar que isto é politicamente um tiro muito certeiro, embora eu não perceba a que segmento do seu eleitorado se estão a dirigir. Por isso o que me parece é que andam a jogar à roleta russa com uma metralhadora pesada.

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17 de Outubro de 2017

Rui Rio em campanha para a presidência do PSD: «A política precisa de um banho de ética.»

 

13 de Janeiro de 2018

Rui Rio eleito líder do PSD.

 

25 de Janeiro

Salvador Malheiro, director de campanha de Rui Rio, alvo de uma investigação do Ministério Público por suspeitas de favorecimento a uma empresa do líder da concelhia do PSD de Ovar, seu vereador na câmara municipal a que preside.

 

19 de Fevereiro

Elina Fraga, vice-presidente de Rio, investigada por supostas irregularidades na contratação de serviços jurídicos quando era bastonária da Ordem dos Advogados.

 

18 de Março

Feliciano Barreiras Duarte, primeiro secretário-geral escolhido por Rio, demite-se após várias polémicas relativas às sua carreira académica e a ajudas de custo que terá recebido como deputado.

 

3 de Novembro

É noticiado que José Silvano, segundo secretário-geral escolhido por Rio, recebeu senhas de presença (no valor de quase 70 euros cada) por alegada participação em reuniões parlamentares a que não compareceu, a 18 e 20 de Outubro.

 

7 de Novembro

Silvano assina presença numa reunião parlamentar da Comissão de Transparência a que não chegou a assistir, sem ter apresentado qualquer justificação.

 

8 de Novembro

Questionado pelos jornalistas sobre Silvano, Rui Rio responde em alemão: «Ich weiss nicht, was sie sagen.»

 

9 de Novembro

Deputada Emília Cerqueira assume ter «inadvertidamente» registado as presenças de Silvano ao aceder ao computador registado em nome dele na Assembleia da República.

 

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Ventania

por jpt, em 14.10.18

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A ventania que remodelou o governo PS é muito mau sinal. Com o PSD igual ao Sporting pós-Alcochete, Cristas encantada com o pseudo-sucesso lisboeta e o CDS incapaz de por Mesquita Nunes onde já devia estar, o BE roblesado e o PCP no respeitável mas doloroso e inimputável estado mental em que tantos dos nossos queridos mais-velhos vão ficando, o vice de Sócrates reforça-se bem. A senhora da Cultura é competente (também quem lá estava era péssimo, fácil de substituir). E Cravinho é muito bom, cumpriu bem como presidente da cooperação e foi excelente como secretário de estado. Está na óbvia rota para futuro MNE. E o Matos Fernandes, tão resguardado que nunca chamuscado nos terríveis fogos e nas coisas do petróleo, vai-se alargando. "Marquem as minhas palavras", querem alguém do Porto no poder?, esperem-pouco e olhem para ali.

Contornar estes baixios vai ser muito difícil. Mas, como em tempos se disse, navegar é preciso, viver (a vida videirinha, funcionária/avençada) não é preciso ...

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O silêncio dos deputados.

por Luís Menezes Leitão, em 11.10.18

Parece que alguns deputados do PSD se andam a queixar de ser silenciados por Fernando Negrão. Mas eles não podem simplesmente pedir a palavra como no "Mr. Smith goes to Washington"?

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A estratégia do PSD.

por Luís Menezes Leitão, em 16.09.18

Primeiro eram "fake news", depois foi alguém que deu com a língua nos dentes. Mas isso é acessório perante o principal. O principal é a Direcção achar que é normalíssimo o PSD andar de mão dada com o Bloco, avalizando uma proposta deste completamente absurda e que tinha sido arrasada por todos os outros partidos. Para logo a seguir assistir-se a ser a proposta do PSD a ser arrasada por todos os outros partidos, incluindo o próprio Bloco, que pelos vistos nem foi capaz de lhe agradecer o favor… Pode a Direcção achar que pôr o PSD a fazer um discurso ideológico de extrema esquerda contra os especuladores e o grande capital é uma jogada política genial. Eu digo que isto é jogar à roleta russa com uma metralhadora pesada. Vamos ver quem tem razão.

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Setas vingativas

por João Pedro Pimenta, em 09.08.18

O PSD é uma instituição caótica desde a sua origem, com uma capacidade inesgotável de nos espantar. Quando tudo parecia ligeiramente pacificado, eis que surge Pedro Duarte com intenções de desalojar Rui Rio da liderança do PSD numa questão de meses (ou seja, às portas de um ano com duas eleições), deixando só uma pergunta por fazer: porque é que ele não avançou no tempo devido, nas primárias de Janeiro? A juntar a isto, Santana Lopes, com a ponderação que se lhe conhece, anuncia a saída do seu partido de sempre e a intenção de criar a tão esperada nova formação, o sempre adiado partido de Santana (será mesmo o PSL?). Não me vou alongar sobre os sucessos futuros desse partido, de que o Luís já falou há dias, com uma oportuna comparação à defunta Nova Democracia de Manuel Monteiro. Mas o processo de intenções de Santana traz dois desmentidos: a ele próprio, de que a história contada por Pacheco Pereira sobre a intenção de fundar um partido diferente era mentira; e aos seus indefectíveis, que juravam que "o Pedro" estava "diferente", mais maduro e mais estável. Isso antes de ele entrar na comissão de Rio, de sair da mesma, e de sair agora do próprio partido a cuja liderança concorreu há pouco mais de seis meses. Uma enorme estabilidade, como se vê, e Santana de novo a ser ele mesmo. Não é um novo Pedro, é mesmo o Pedro de sempre.

 

Alguém lembrou que no último Sábado, 4 de Agosto, se completaram 440 anos desde a batalha de Alcácer Quibir. O mesmo dia em que Santana anunciou a saída do PSD. Não sei se o gesto tinha algum cariz de efeméride ou de simbolismo, e se Santana quereria mostrar implicitamente que é o D. Sebastião da política portuguesa. Mas tendo em conta que o futuro lhe pode trazer sérios ferimentos políticos e o dardejamento de inúmeras "setas" (nem por acaso o símbolo do PSD) em forma de críticas e ataques, corre o risco é o de se transformar no S. Sebastião da política portuguesa

 

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Por este Rio abaixo

por Pedro Correia, em 04.08.18

 

Santana Lopes sai do PSD e prepara-se para formar um novo partido liberal.

 

Pedro Duarte pede saída imediata de Rui Rio e diz-se preparado para liderar PSD.

 

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Os novos inadiáveis.

por Luís Menezes Leitão, em 21.06.18

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Recordo-me que nos finais de 1977 havia um grupo no PSD, chamado de opções inadiáveis, que a única coisa que pretendia era transformar o PSD numa muleta do PS. Quando ganharam um congresso, Sá Carneiro foi imediatamente para casa. Quando regressou, os inadiáveis não aceitaram a derrota e o PSD sofreu uma cisão, com o abandono de 37 deputados, a que Sá Carneiro prontamente respondeu com a formação da AD e a primeira maioria absoluta do centro-direita em Portugal. Agora voltamos a ter por aí inadiáveis a querer servir de muleta ao PS. Será este o actual projecto político do PSD? Se for, não vai longe.

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O novo PSD.

por Luís Menezes Leitão, em 19.06.18

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Este novo PSD "colaborante" e "acutilante", que apresenta propostas que servem o país, mesmo no caso de perder as eleições, pode ser muito simpático, mas está condenado à derrota. Rio não segue Passos Coelho, mas imita-o na atitude do "que se lixem as eleições". Não deu bom resultado na altura e não vai dar agora.

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Quem deu a táctica ao PSD

por Pedro Correia, em 30.05.18

«Como cidadão, sem responsabilidades políticas, o que posso fazer para manifestar a minha discordância é fazer uso do meu direito ao voto contra aquelas que votarem a favor da eutanásia. Nas eleições legislativas de 2019 não votar nos partidos que apoiarem a legalização da eutanásia e procurar explicar àqueles que me são próximos para fazer a mesma coisa.»

Cavaco Silva, à Rádio Renascença (25 de Maio)

 

«Não é difícil concluir que nem a eutanásia se pode confundir com o suicídio assistido, nem a elevação deste à categoria de instrumento legal, admitido socialmente para lidar com a dor, em qualquer dos seus superlativos, pudesse ser tomado como “natural” e razoável. Vai uma distância grande entre constatar a existência do suicídio como resultado de uma escolha sempre problemática, e que nos choca, e a sua celebração legal como forma razoável de lidar com as situações difíceis da vida.»

Pedro Passos Coelho, ao Observador (26 de Maio)

 

«O não faz sentido nenhum, neste momento, aprovar mais uma medida legislativa das chamadas questões fracturantes, depois de várias outras que a Assembleia da República já decidiu nesta legislatura e com esta maioria parlamentar, sem que os eleitores tivessem sido avisados para o efeito. Não tem nexo que seja o PSD, por causa da liberdade de voto, a viabilizar o cumprimento de mais um ponto do acordo entre o PS e o Bloco de Esquerda.»

Pedro Santana Lopes, ao Expresso (26 de Maio)

 

«Lamento um pouco notar que, relativamente aos movimentos e às pessoas que defendem o não, há um excesso na pressão sobre os do sim.»

Rui Rio, aos jornalistas, citado pela Lusa (25 de Maio)

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Rio deixa marca na testa do PSD

por Pedro Correia, em 12.05.18

António Costa e Rui Rio

 

Rui Rio, suposto "líder da oposição", continua a tratar o Governo liderado pelo seu amigo António Costa com a delicadeza de um nenúfar. Acentuando, de caminho, o estendal de trapalhadas em que vem enredando o partido desde que iniciou o trajecto regular Porto-Lisboa, vai para três meses.

 

A mais recente surgiu agora, quando desautorizou Ricardo Baptista Leite, coordenador da bancada social-democrata para as questões da saúde. O deputado visou numa intervenção muito crítica o ministro Adalberto Campos Fernandes, culminando no pedido de demissão do titular da pasta da Saúde. Motivo: este responsável - confrontado com uma onda de greves no sector e o escândalo da ala de oncologia pediátrica do hospital de São João - transformou o Serviço Nacional de Saúde no "Serviço Nacional da Doença" .

O ministro não gostou, claro. Embora já deva estar habituado a isto, na medida em que a sua demissão tem vindo a ser sugerida por vários profissionais da saúde. E logo Rio saiu em defesa de Campos Fernandes, lembrando que compete ao chefe do Governo ponderar sobre o destino dos ministros. "Não é o meu estilo", acrescentou, demarcando-se da intervenção do seu deputado.

 

Especializando-se na oposição à oposição, o sucessor de Passos Coelho na presidência do PSD vai deixando assim uma marca inconfundível na testa do partido a que aspírava liderar há pelo menos uma década. Eis o resultado: na semana em que o PS, desgastado pelos casos Sócrates e Pinho, cai na sondagem do Expressoo PSD cai na mesma proporção em vez de subir.

Até nisto Costa e Rio andam irmanados. Unidos na doença e na saúde: só a sorte pode separá-los.

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Fazem oposição... a si próprios

por Pedro Correia, em 19.04.18

Fernando Negrão e Rui Rio com posições divergentes sobre o anunciado fim aos cortes salariais de 5% nos gabinetes dos políticos.

O presidente do PSD concorda, o líder parlamentar do PSD discorda. Com tanto "pacto" com o Governo, devem andar sem tempo para conversar.

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De mãos dadas, cantando e rindo

por Pedro Correia, em 12.04.18

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«Um partido da oposição e um líder da oposição está disponível para colocar em primeiro lugar o interesse de Portugal e só depois colocar o interesse partidário. E colocar o interesse de Portugal à frente é estar disponível para fazer com os outros aquilo que só com os outros consegue ser feito.»

Frase de António Costa, num remoque à cada vez mais cordata oposição ao Executivo socialista? Não. A declaração é do próprio "líder da oposição", o social-democrata Rui Rio. Que a cada intervenção que faz procura mostrar ao primeiro-ministro que é muito mais bem comportado do que os parceiros da geringonça parlamentar. Como bem demonstrou na sua recente deslocação a Bruxelas: "Temos de estar unidos ao próprio Governo português."

 

Perante este caso digno de um país do terceiro mundo que dominou o dia mediático de ontem, e levou o ministro das Finanças a sacudir a água do capote como um recém-chegado e não estivesse há dois anos e meio em funções, o que disse o presidente do PSD? Nem uma palavrinha sobre os estrangulamentos no sector da saúde que pudesse perturbar o sossego governamental: limitou-se a mandar dizer que na próxima semana irá "visitar hospitais".

Entretanto, reafirmava pela enésima vez a sua disponibilidade para celebrar "acordos de regime" em áreas tão diversas como o sistema político, o sistema judicial, a segurança social, o desenvolvimento do interior, as políticas de natalidade e a educação.

Quase tudo. E a lista não é exaustiva, como os tempos mais próximos demonstrarão.

 

Admiro este espírito visionário de Rio. E a todo o momento espero dele um passo ainda mais à frente. Lançando a mais ousada de todas as propostas: a fusão definitiva entre governo e oposição que permitirá enfim a celebração sem mácula nem dissidência de mil pactos de regime.

Uma verdadeira união nacional. Todos irmanados em roda, de mãos dadas, cantando e rindo. A bem da nação.

 

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Só esteve um mês em funções

por Pedro Correia, em 18.03.18

 

Secretário-geral do PSD, escolhido por Rui Rio, acaba de apresentar a demissão.

 

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O título do ano.

por Luís Menezes Leitão, em 17.03.18

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"Banho de ética" ameaça dilúvio

por Pedro Correia, em 15.03.18

 

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«Se há coisa de que Portugal hoje precisa é de um banho de ética»

Rui Rio, enquanto candidato à liderança do PSD, a 11 de Outubro

 

 

25 de Janeiro: Ministério Público investiga negócios da Câmara de Ovar, presidida por Salvador Malheiro, director da campanha de Rio entretanto designado vice-presidente do PSD.

 

19 de Fevereiro: DIAP de Lisboa investiga gestão de Elina Fraga enquanto bastonária da Ordem dos Advogados, na sequência de uma auditoria. Actual vice-presidente do PSD é suspeita de eventuais incumprimentos do Código da Contratação Pública e de violação dos estatutos da ordem.

 

13 de Março: Procuradoria-Geral da República manda abrir um inquérito ao caso da informação falsa no currículo de Feliciano Barreiras Duarte, novo secretário-geral do PSD.

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