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Tão boas praias aqui tão perto

por Pedro Correia, em 30.08.20

Algumas das mais belas praias do País encontram-se também entre as mais desconhecidas dos portugueses. Situam-se no Barlavento algarvio, entre Lagos e Sagres, e (salvo honrosas excepções) quase nunca ouvimos falar delas.

Basta reparar nos telediários: cada vez que algum alude ao Algarve, em geral e abstracto, só nos mostra imagens de Quarteira, Vilamoura ou Albufeira. É preciso ser muito ignorante para presumir que a nossa região mais meridional pode sentir-se representada por aquelas povoações.

 

Confesso-me cada vez mais rendido aos encantos desta zona costeira, que tenho percorrido com atenção e vagar nesta segunda quinzena de Agosto.

Aproveito para partilhar convosco alguns postais (fotos minhas) destas praias que merecem ser visitadas. Cada qual com o seu charme, cada qual com o seu encanto.

Se ainda não as conhecem, visitem-nas assim que puderem. Espero que gostem.

 

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Praia Dona Ana (Lagos)

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Praia de Porto de Mós (Lagos)

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Praia de Burgau (Vila do Bispo)

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Praia de Cabanas Velhas (Vila do Bispo)

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Praia da Salema (Vila do Bispo)

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Praia do Zavial (Vila do Bispo)

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Praia da Ingrina (Vila do Bispo)

Lisboa: há coisas que não mudam

por Pedro Correia, em 30.12.19

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Jardim do Campo Grande, 28 de Dezembro de 2019

Postais de Évora

por Pedro Correia, em 27.12.19

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«As arcarias abrem um túnel de silêncio, as fachadas descem em obliquidade de vertigem.»

(Vergílio Ferreira, Aparição)

 

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Praça do Giraldo, vista da Igreja de Santo Antão

 

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Fragmento do Aqueduto da Água de Prata

 

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Medronheiro com muralha em fundo

 

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Pombas e pedras confundidas

Postais de Lisboa (16)

por Pedro Correia, em 23.08.19

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No interior da sede do Bloco de Esquerda, na Rua da Palma 

(foto minha, ontem à tarde)

Postais de Coimbra

por Pedro Correia, em 15.08.19

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Aqueduto de São Sebastião

 

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Jardim Botânico

 

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Sé Velha

 

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Jardim da Sereia

 

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Igreja de S. Tiago

 

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Chanfana no Cantinho dos Reis

 

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Leitão à Bairrada (meia dose) no Joaquim dos Leitões

 

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Vista geral da cidade, a partir do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova

 

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Vista da Alta coimbrã

 

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Mondego azul (sem um barco em pleno Agosto...)

Postais de Lisboa (15)

por Pedro Correia, em 08.08.19

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Varanda da sede do Partido Socialista, no Largo do Rato

(foto minha, tirada esta tarde)

Postal de Natal II

por Teresa Ribeiro, em 20.12.18

No supermercado, secção de chocolates:

- Ajuda-me lá a escolher.

- Olha, estes são óptimos.

- Ah, nem pensar! São muito caros. 

- E estes?

- Está melhor, mas mesmo assim não quero gastar tanto.

- Ehehe! Forreta!

- Ouve, afinal qual é a relação que eu tenho com os filhos do Jaime? Nenhuma! Os miúdos não querem saber de mim para nada. Vejo-os só no Natal! Para que hei-de então gastar dinheiro com eles? Levo um chocolate para cada um, só porque parece mal não lhes dar nada! 

Postais de Lisboa (14)

por Pedro Correia, em 19.09.17

 

Ainda há zonas sem esgotos mas já têm parquímetros.

 

Postais de Lisboa (13)

por Pedro Correia, em 18.09.17

 

Adeus, restaurante panorâmico. Olá, "Open House".

 

 

Postais de Lisboa (12)

por Pedro Correia, em 14.09.17

Provedor de Justiça considera inconstitucional a taxa municipal de protecção civil lançada pela Câmara de Lisboa.

Postais de Lisboa (11)

por Pedro Correia, em 24.08.17

 

Tráfico de droga no centro de Lisboa.

 

Postais de Lisboa (10)

por Pedro Correia, em 04.08.17

«Depois de quase dois anos de arenga política, a Assembleia Municipal de Lisboa foi incapaz de aprovar um regulamento do arvoredo da cidade. Hilariante. Não deixa de ser absurdo que o executivo que gasta milhões em novos espaços verdes seja incapaz de criar um regulamento definitivo. Ou seja, para fazer novos jardins (e eu acho bem), tudo às mil maravilhas, para gerir os espaços verdes que fazem parte da cidade há decadas, ah, isso entrega-se às juntas de freguesia e cada uma faça o que entender. (...) A verdade é que desde que as juntas passaram a tutelar estas matérias os lisboetas assistem ao abate, à poda selvagem e ao abandono de árvores.»

Edgardo Pacheco, hoje, no Correio da Manhã

Postais de Lisboa (9)

por Pedro Correia, em 05.07.17

«O metro de Lisboa tornou-se nos últimos seis anos uma catástrofe absoluta. Com a diminuição do número de carruagens, com o despedimento de motoristas, o que aconteceu neste período foi muito grave. Temos um problema de transportes a que a Câmara tem dificuldade em responder.»

Francisco Louçã, na SIC Notícias (30 de Junho)

Postais de Lisboa (8)

por Pedro Correia, em 04.07.17

 

Preço das casas em Lisboa já é o dobro da média nacional.

 

Postais de Lisboa (7)

por Pedro Correia, em 27.06.17

«É proibido levar os cães para as praias concessionadas. E no entanto é vê-los a andar pelo areal, fazendo o que os animais fazem quando têm vontade, sem que a polícia faça cumprir a lei. Acontece o mesmo nas ruas de Lisboa, porcaria por toda a parte, um nojo inacreditável, passeios de sujidade medieval.»

André Macedo, no Jornal de Negócios (26 de Junho)

Postais de Lisboa (6)

por Pedro Correia, em 16.06.17

Nem a Madonna quer nada com Lisboa, apesar da ridícula deslocação do presidente da Câmara ao hotel Ritz para com ela travar um "encontro de cortesia" - seja lá o que isso for. Na hora das compras, a Material Girl proclamou Papa don't preach e optou por adquirir uma "quinta de luxo" no concelho de Sintra. Como eu a percebo: qualquer deslocação no caótico trânsito da capital, seja a que horas for, tornou-se numa penitência só recomendável aos fiéis devotos de Fernando Medina, que lhe entoam hossanas like a prayer. E a hipótese de aqui viver, aos preços actualmente praticados, é cada vez mais uma miragem. Live to tell.

Postais de Lisboa (5)

por Pedro Correia, em 13.06.17

 

«Há uma overdose de turistas e Lisboa parece Bombaim.»

 

A mercearia reabriu

por Teresa Ribeiro, em 30.05.17

Mercearia.jpg

 

Depois de uns dias fechada, com uma cruz na porta, a pequena mercearia reabriu, com os mesmos caixotes de fruta no passeio. Tudo igual, excepto a roupa da velhota, antes indistinta, agora uma mancha negra a assombrar pêssegos e limões. Ela e o marido, em guerrilha permanente, eram tema de piadas no bairro. As quezílias diárias deixavam-lhe o olhar velado, carregado de azedume e a ele uma expressão de enfado impossível de disfarçar. Para o cenário trivial de uma mercearia de bairro era drama em excesso, daí ter tanta graça aquele desconcerto a dois. 

O azedume dos olhos dela, por estes dias, desfez-se em tristeza. Todos comentam que de repente ficou uma sombra da mulher que foi. Amar um traste pode ter-lhe envenenado a vida, mas amar um desertor está a matá-la de vez.

Postais de Lisboa (4)

por Pedro Correia, em 08.04.17

«O homem expropriado de dois prédios na Mouraria para a edificação de uma nova mesquita está doente, falido e desesperado com a Câmara Municipal de Lisboa. Em Maio de 2016, a autarquia tomou posse administrativa dos dois prédios que António Barroso tinha comprado dez anos antes naquela que é uma das artérias mais multiculturais de Lisboa. Apesar de já não ser oficialmente o dono dos prédios, continua a ter de pagar mensalmente quase dois mil euros de prestações pelos empréstimos que contraiu para comprar os imóveis.»

Postais de Lisboa (3)

por Pedro Correia, em 06.04.17

«A Piscina da Penha de França, em Lisboa, devia ter aberto em Outubro do ano passado. Até se fizeram visitas guiadas a jornalistas. Tudo parecia correr bem para que a piscina, que esteve fechada cinco anos, voltasse a abrir. Passados quase seis meses, não foi isso que aconteceu. Já com muitos inscritos, as portas continuam fechadas.»

 


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