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Pensamento da semana

por Teresa Ribeiro, em 22.07.19

Idealmente as quotas de género deveriam servir para obrigar os decisores a escolher, também mulheres, entre os melhores. Mas a verdade é que as quotas podem, igualmente, dar oportunidade aos decisores de escolher, também mulheres, entre os medíocres, os sabujos e arrivistas. Introduzir o tema da meritocracia nesta discussão não faz sentido, porque o objectivo das quotas não é promover os melhores, mas acabar com os clubes do bolinha na esfera do poder, o que me parece bastante salutar.

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 21.07.19

 

«Ser livre é depender do que se gosta.»

 

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Pensamento da semana

por Maria Dulce Fernandes, em 14.07.19

Depois de perder a minha mãe e verificar que já estou na linha da frente, não há dia sem que as mais estranhas ideias de quando e como me revirem o juízo. Pudesse eu escolher, comprar um bilhete e partir? Não me parece que a teoria tão em voga de poder sair de acordo com as condições de cada um prevalecesse no final.

 

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Pensamento da semana

por Cristina Torrão, em 07.07.19

Corajoso não é aquele que ignora as suas fraquezas, escondendo-as sob uma capa de agressividade ou arrogância. Corajoso é aquele que não se envergonha das suas fraquezas e aprende a viver com elas.

 

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Pensamento da semana

por jpt, em 30.06.19

le-complot-protocole-sages-sion-critique-will-eisn, um dito adequado a um ambiente em que se aplaude quem chama "fascista" ou "pidesco" a alguém que consulta um documento público em que é referido.

(Imagem de Will Eisner, The Plot: The Secret History of the Protocols of the Elders of Zion)

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 23.06.19

Ninguém de extrema-direita se confessa de extrema-direita, ninguém de extrema-esquerda se confessa de extrema-esquerda. Os extremos tocam-se.

 

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Pensamento da semana

por Teresa Ribeiro, em 16.06.19

A causa animal alimenta-se, em boa parte, do desapontamento face à raça humana.

 

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Pensamento da Semana

por Ana Cláudia Vicente, em 09.06.19

"Nas primeiras aulas de Cultura Medieval que tive de dar na Faculdade de Letras, percebi que a linguagem simbólica utiliza comparações, metáforas, alegorias, porque lhe permite (ao contrário do caminho lógico e racional, que trabalha por meio de silogismos e cuja verdade já está contida nas premissas), formas de expressão inesperadas, que não se ficam na superfície das coisas. As coisas têm sempre qualquer coisa que está à primeira vista oculto e que, se nós procuramos, nos revela um aspecto diferente da realidade. Eu tinha de explicar estas coisas aos meus alunos. Mas isto correspondia, ao mesmo tempo, ao que eu queria aprofundar para mim mesmo. A face oculta das coisas."

Escolho para pensamento da semana esta resposta de José Mattoso a Anabela Mota Ribeiro (entrevista para o Público de 25-10-2010), por ocasião da recente atribuição do Prémio Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes, 2019 (SNPC).

 

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Pensamento da Semana

por Diogo Noivo, em 02.06.19

“Os alimentos que se recomendam actualmente são tão apetecíveis como uma dieta constante de papel secante. (...) Ontem à noite ingeri o típico jantar livre de colesterol: abóbora fervida, leite desnatado e gelatina. Tenho a certeza que isto não me fará viver mais tempo, mas creio que a existência me parecerá mais longa.”

Groucho Marx, Memoirs of a Mangy Lover, Da Capo Press, 1997

 

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Pensamento da semana

por João Sousa, em 26.05.19

Olhemos bem para Vénus: tem uma atmosfera composta por 96% de dióxido de carbono e tão densa que, à superfície, a pressão é 92 vezes maior do que na Terra; está completamente oculto por um espesso manto de nuvens de ácido sulfúrico; o seu efeito de estufa é tão intenso que a temperatura média à superfície ronda os 460º C.

Dificilmente se conseguiria imaginar local mais hostil. Parece-me, por isso, uma estranha premonição que os Antigos, sem saberem tais factos, tenham dado a este planeta capaz de nos asfixiar, esmagar, corroer e queimar - o nome da deusa do amor.

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 19.05.19

 

O sofá foi uma das maiores invenções da civilização moderna.

 

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Pensamento da Semana

por Maria Dulce Fernandes, em 12.05.19

 

Negar o óbvio é tão fácil. Difícil é perceber o óbvio para o poder negar.

 

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Pensamento da semana

por Cristina Torrão, em 05.05.19

Pedir desculpa a alguém implica ter consideração por essa pessoa. Mas só quando o pedido é sincero. Só quando há arrependimento, ou vontade de reconciliação, o pedido de desculpa constrói espaço para o perdão. Tudo o resto é estéril, indigno.

 

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 28.04.19

 

Todas as pessoas são dignas de respeito, mas o mesmo não se aplica a todas as opiniões que emitem.

 

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Pensamento da semana

por João Campos, em 21.04.19

A  morte é o último refúgio dos deuses.

Os avanços da ciência todos os dias privam o divino dos seus poderes de criação do Universo - teorizámos o Big Bang e a Relatividade, pisámos o solo lunar, enviámos sondas aos vários planetas do Sistema Solar (duas delas encontram-se nas nossas fronteiras estelares), e ainda há dias tivemos a oportunidade de contemplar com assombro, pela primeira vez na História, o ambiente que envolve um buraco negro a 55 milhões de anos-luz de distância no tempo e no espaço. Um feito científico e tecnológico notável, para nos mostrar algo que reside a uma distância incompreensível. Também a criação humana escapou ao domínio dos deuses, por Darwin e por todos os que se lhe seguiram - não fomos criados pelo sopro divino mas pela evolução dos primeiros organismos a residir no lodo primordial, que aos tropeções pelas eras nos permitiram chegar aqui, milhares de milhões de anos volvidos. A vida será um milagre, talvez, mas menos pelas suas múltiplas interpretações divinas do que pela sua fascinante improbabilidade.

Resta a morte, absoluta na sua inverosimilhança e no seu mistério. É nela, e não no espaço, que reside a fronteira final. O derradeiro abismo. Como o horizonte de eventos do buraco negro M87* - nem a luz lhe escapa, e tudo o que ultrapassa as suas fronteiras cósmicas esvai-se para lá do nosso conhecimento. Sabemos da existência da morte e da sua inevitabilidade; tentamos não pensar nela no nosso dia-a-dia, e tentamos preparar-nos para ela sempre que se nos impõe. É um exercício fútil: não há doença incurável, acidente irreparável ou velhice prolongada que nos permita antecipar o fatidico momento em que o coração de alguém que nos é querido pára de bater e a sua pessoa, única e irrepetível, desaparece para lá do nosso alcance. Resta o vazio que essa pessoa deixa, as memórias que nos acompanharão até ao fim, e o desejo improvável de a voltarmos a encontrar. É aqui que as respostas da ciência se revelam insuficientes, incapazes que oferecer consolo ou de alimentar uma esperança que escapa à lógica e a razão. E é neste vazio tão vasto e diminuto, e nesta esperança impossível, que sobrevivem os deuses.

 

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Pensamento da semana.

por Luís Menezes Leitão, em 14.04.19

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"Se vogliamo che tutto rimanga come è, bisogna che tutto cambi" ("Se queremos que tudo continue como está, é necessário que tudo mude"), Giuseppe Tomasi di Lampedusa, Il Gattopardo.

 

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Pensamento da semana

por Alexandre Guerra, em 07.04.19

Na política e no amor, quem se rege unicamente pela razão tem garantida a previsibilidade da monotonia dos seus actos, mas quem que se deixa guiar pelos instintos e paixões está destinado a grandes feitos e emoções.

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 31.03.19

 

O homem é o maior amigo do cão.

 

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Pensamento da semana

por Bandeira, em 24.03.19

A decadência dos povos auriculares

Venho reparando em como cada vez mais pessoas usam os altifalantes dos telemóveis em locais públicos. Alguns falam para o microfone mantendo o sistema em alta-voz. Outros, diga-se que de todas as idades, assistem a excertos de vídeo, com o som bem alto, em mesas de café. Outros ainda usam o aparelho em modo videoconferência, e sem reservas de maior: ainda há dias vi como um homem nos seus trintas apresentava à namorada distante, acompanhado de um amigo que ria muito, a casa de banho masculina - e movimentada - de um grande centro comercial.
Não sei bem o que isto significa, mas estou certo de que é importante.

 

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Pensamento da semana

por Diogo Noivo, em 17.03.19

Cívicos ou étnico-culturais, os nacionalismos têm o mérito de reforçar os laços de solidariedade e de lealdade entre os membros da nação. O problema é que esse reforço só é possível mediante a exclusão (mais ou menos declarada) do Outro.

 

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