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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 24.01.19

 

Tudo como dantes: no PSD é hora de serrar fileiras.

 

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Pensamento da Semana

por Alexandre Guerra, em 20.01.19

Sobre a ética na Política... Para um verdadeiro realista, inspirado em autores como Tucídides, Maquiavel, Hobbes ou Weber, "a política não existe em função da filosofia ética", mas sim em razão do poder. Para um idealista, crente nos valores intemporais do Iluminismo, tal como Woodrow Wilson os personificou, "é possível fazer corresponder a política a um padrão ético" e moral.

 

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Pensamento da Semana

por Diogo Noivo, em 13.01.19

Coisas detestáveis e nefastas que teimam em não desaparecer: a violência, as epidemias e a fruta cristalizada no Bolo Rei. 

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 06.01.19

 

 

A realidade é um sonho para quem anda na rua de olhos bem abertos.

 

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Pensamento da semana

por Teresa Ribeiro, em 30.12.18

 

À nossa escala, as árvores são um símbolo de eternidade.

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 23.12.18

 

É politicamente correcto escrever "politicamente incorreto".

 

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Pensamento da semana

por jpt, em 16.12.18

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As alas mais radicais do movimento feminista vêm somando conquistas. Talvez a maior seja esta aliança (a que preço?) com as indústrias, automóvel e informática: a disseminação dos GPS automóveis é uma insidiosa manobra global de emasculação, devastando habilidades milenares e assim minando primazias ordenadoras.

 

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Pensamento da semana

por Luís Naves, em 09.12.18

A globalização aproximou territórios distantes e povos diferentes, mas ao encurtar o mundo esta nova época parece ter tornado os colossos mais modestos, a arte mais banal, a política mais medíocre, as ideias mais pequenas.

 

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Pensamento da semana

por Teresa Ribeiro, em 02.12.18

Na política, na economia, no convívio social, nos relacionamentos amorosos, nas relações laborais e até nos media,  nunca a verdade foi tão irrelevante como hoje.

 

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Pensamento da semana

por Fernando Sousa, em 25.11.18

«Compreender o mundo é olhá-lo desligado dos nossos sentimentos.»

 

Susan Sontag, in Renascer

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 18.11.18

 

Nascer velho e morrer jovem é a utopia de alguns.

 

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Pensamento da semana

por jpt, em 11.11.18

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Como não desprezar toda esta pompa comemorativa se lendo Jacques Tardi, décadas de magistral vasculha da história sem fim da I Guerra Mundial, no mostrar da desgraça de cada poilu, milhões de Varlots, subjugados ao miserando militarismo alimentado do mais torpe e ávido dos nacionalismos, na mais ignóbil das guerras, a do estertor suicidário dos velhos impérios?

E como não resmungar diante do nosso empertigamento falsário, esquecendo aquela república logo-trôpega vendo a guerra como única forma de se sustentar, gulosa da presença no festim dos despojos? Escamoteando um país agressor, na volúpia de mais um pedaço de terra longínqua, subtraída aos que também já dela se haviam apropriado? Glorificando a pobre tropa da Europa, ali indesejada pois inútil no desequipada e impreparada que era, mera má carne para canhão? E falsificando a guerra de África, dizendo-a ainda, com impudicícia neste XXI, "campanhas de pacificação" indígena? Escamoteando a incompetência das expedições, nas quais a pobre soldadesca arregimentada, ali obrigada, tão vítima foi da inexistência de comando, conhecimento de terreno ou material adequado, este aldrabado pelas corrupções da administração militar? E de ter sido aquilo ainda uma tropa de antigo regime, de oficiais privilegiados, com rações e equipamentos superiores, deixando os meros praças morrer à míngua diante da inclemência dos elementos? E o silêncio sobre o descalabro demográfico que foi a hecatombe dos arrebanhados carregadores africanos? Como aceitar tantos meneios contextualizadores quando se refere a "guerra colonial" de 1961-74 e tantos encómios embrutecidos a esta mera guerra colonial de 1915-1918? Como compreender que surjam políticos, ignorantes ou malévolos, apenas netos herdeiros daquele malvado republicanismo, chamar a tudo isto "patriotismo"? 

E diante deste cerimonial patético, alarido de sociedade disfucional, como esquecer Pemba, a antiga Porto Amélia, lá no Cabo Delgado, onde Von Lettow-Vorbeck se cumulou de glória face aos britânicos, diante da total irrelevância inepta do corpo expedicionário português, devastado pelas doenças, palmilhando a selva incapaz até de combater? Como esquecer, ainda para mais vendo as encenações lisboetas d'agora, aquele cemitério militar? 

 

pemba 1.jpeg

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Ali a irritar-me até envergonhado, no verdadeiro patriotismo, não este de pacotilha, vigente no "Terreiro do Paço", de Belém a São Bento ... A descer destes talhões militares até à baixa da cidade, ao comerciante português residente, "arranja lá uns homens, deixo-te aqui 100 dólares, eles que vão lá capinar aquilo, que é uma vergonha", ainda para mais separado por um mero murete, tão mero que se cruza no alçar da perna, do talhão da Commonwealth, esse arranjado todos os meses, impecável, túmulos à antiga, que os britânicos andaram a recolher os corpos do mato e ali os sepultaram: uma ala de europeus, uma outra de indianos, uma outra de africanos. Todos com uma lápide, um nome, posto, regimento de pertença e datas. Sim, era um império, diferenciavam raças e religiões, hierarquizavam-nas. Mas, pelo menos na morte, cada um era um. Com nome, túmulo e respeito. Até hoje. E os nossos? Anónimos e desgraçados na vida, anónimos e desengraçados na morte.

E depois em Maputo ao adido de defesa, "ó comandante, vá lá ver aquilo, sff, que é uma vergonha". E ele, mar-e-guerra como deve ser, a tomar-se de brios, a visitar, a informar. E, meses depois, "ó doutor, Lisboa diz que não pode ser, em trabalho de arquivo para identificar mortos e arranjo de túmulos seriam para aí mil contos (5 mil euros agora) e não há dinheiro". Mil contos?, "mas isso não são 2 ou 3 bilhetes de executiva para essas missões que cá vêm fazer nada?" avanço eu, no sarcasmo desiludido de quem vai a sul do Equador (ou será do Tejo?). E o comandante, sábio, "ó Zé Teixeira, o que é que quer que eu lhes faça?" e a gente a saber que nada se pode, doutor de gabinete posto é doutor. E uma década depois, numa visita do PR Cavaco Silva, eu a aprumar-me comendador e a avançar para o homem da casa militar, e a explicar ao "nosso" tenente-coronel disto tudo e ele, simpático, que "sim, já estamos informados", até porque este nem é caso único. Pois não, sei bem.

Patriotismo, dizem estes, agora, em festividades encenadas. E lembro, a la Tardi, aquela pobre geração, camponeses arrancados às courelas, operários e serviçais conscritos em nome de uma madrasta, a sorte que lhes coube, "putain". Para serem húmus de capim. E da vaidade de gerações.

Pensamento da semana? Estes d'agora cantam mal e não me encantam.

  

Adenda: escrevi este postal sem saber do conteúdo do discurso de ontem do PR, para o qual um comentário logo me chama a atenção (excerto aqui. Ainda não está colocado no sítio presidencial mas decerto que em breve o estará). Não vale a pena alimentar grandes debates sobre isso, pois as coisas são simples: o que o PR disse é absolutamente crível sobre a II Guerra Mundial. Recaindo sobre a I Guerra Mundial é pura ignorância. Ou, pior, é falsificar a história. 

 

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Pensamento da Semana

por José Navarro de Andrade, em 04.11.18

"E agora, José?"

 

Dá esta pergunta título a duas obras da Atlântica lingua de todos nós que valeria a pena reler, ou ler, caso ainda não se tenha feito.

A primeira é o magnífico poema de Carlos Drummond de Andrade, 68 versos de curtíssima métrica, tamanho e extensão mais do que suficiente para nos trazer à boca um amargo de fim de festa.

A outra é a colecção de ensaios de José Cardoso Pires, editada em 1977, que reúne textos de antes e durante o 25 Abril, entendendo-se aqui "durante" o tempo que durou uma esperança do autor em qualquer coisa que afinal não foi o que ele esperava.

Muito a-propósito um "e agora, José?" no dia em que o Brasil não mais será o que tem sido. 

 

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Pensamento da semana

por José António Abreu, em 28.10.18

Consideremo-nos felizes ou infelizes, bonitos ou feios, inteligentes ou estúpidos, ou, como é mais habitual, tudo isto em momentos diferentes, a nossa vida parece quase sempre ter menos significado e ser mais incongruente do que a dos outros, em particular se não existir uma qualquer crença (na maioria das vezes religiosa) que simultaneamente a relativize e lhe dê sentido. Seja como for, o principal objectivo da vida de qualquer pessoa é torná-la real; conferir-lhe significado. Quase toda a gente o atinge apenas durante momentos dispersos - entre os quais o que precede a própria morte.

 

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Pensamento da semana

por Luís Menezes Leitão, em 21.10.18

"O velho mundo está a morrer. O novo tarda a aparecer. E neste lusco-fusco nascem os monstros." (António Gramsci).

 

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Pensamento da Semana

por Diogo Noivo, em 14.10.18

 

Em regra, a soberba é a expressão de um conjunto de misérias íntimas.  

 

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Pensamento da Semana

por Ana Cláudia Vicente, em 07.10.18

A impaciência e o seu contrário têm-me (a)parecido por estes dias como que em alto relevo, mas imagino que sempre tenham estado por aí à vista. À minha vista estão agora mais, pode ser apenas isso. A capacidade de alguns trabalhadores/as de atendimento ao público aguentarem a pressa, ou o vagar, a conflitualidade ou a sem-noção de tantos clientes é um clamoroso exemplo diário de paciência. Outro bem rotineiro é a capacidade que a generalidade dos condutores mantêm de tolerar no trânsito os que se estão a borrifar para a alternância de passagem em hora de ponta - uma das mais bonitas invenções da civilidade urbana - e aí vão eles. 

Mas e a falta de paciência? Para onde foi o dom de aceitarmos o que não controlamos, previmos ou desejámos? Que é esta agitação que há agora à flor de quase tudo? Dá-se por ela ou sente-se ao fim de poucos minutos numa fila, em qualquer ajuntamento inopinado de pessoas, ante mudanças de planos, frente a um sítio em obras, nos lugares com má receção de rede, na saída do estacionamento, em eventos de celebração ritual. Nos mais simples momentos de silêncio. 

Que é que se passa connosco?

 

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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 30.09.18

 

Em política, não há bons e maus extremismos. São todos maus.

 

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Pensamento da semana

por Bandeira, em 23.09.18

“Save the plane”, leio na t-shirt da empregada de balcão. Um ligeiro movimento das pregas converte a frase num menos ofegante “Save the planet”. Se perguntar “Que avião?” ainda há pouco me parecia pertinente, perguntar agora “Que planeta?” será talvez tolice—um bocadinho como perguntar “Que avião?” a partir do lugar à janela, sobre a asa, que é onde mais gosto de voar.

 

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Pensamento da semana

por Alexandre Guerra, em 16.09.18

Na ressaca de um dos períodos mais esquizofrénicos da nossa imprensa e da história do clubismo em Portugal, lembrei-me do que me disse alguém que em tempos já foi presidente de um dos "três grandes". À luz daquilo que é mentalidade (ou falta dela) instalada na generalidade dos adeptos portugueses de futebol, por melhor gestor que um líder desportivo seja, por melhores resultados financeiros que obtenha ou por melhor estratégia que implemente ao nível da formação e das ditas modalidades amadoras, se a bola teimar em não entrar na baliza do adversário, mais cedo ou mais tarde, a massa associativa perde a paciência e vai colocar em causa o seu trabalho. Daí, a clássica promessa fácil dos títulos imediatos para alimentar as hostes, mesmo que isso em nada contribua para a estabilidade e sustentabilidade a longo prazo de um projecto. Infelizmente, em várias áreas da nossa sociedade portuguesa costuma ser assim, privilegia-se o amanhã e descura-se o médio e longo prazo. 

 

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