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Motivação nas organizações

por Rui Rocha, em 31.07.14

Há, seguramente, milhões de estudos, teorias, propostas e abordagens ao tema. No fundo, trata-se de descobrir o mecanismo que faz com que um trabalhador tenha uma súbita vontade de esforçar-se (ainda) um pouco mais. De fazer (dizem os consultores) an extra mile. O clique que faz com que, diríamos nós em bom português que por alguma coisa não somos consultores, um trabalhador tenha um desejo genuíno, altruísta e indomável de correr pela sua empresa. Pois bem. Após anos e anos de trabalho de campo, estou em condições de revelar ao mundo (e a si, leitor do DELITO DE OPINIÃO, em estreia absoluta), o único método verdadeiramente infalível  e com validade universal (aplicável a todos os níveis hierárquicos), testado em milhares de situações, para pôr um trabalhador de uma organização a correr. Na verdade, é muito simples. Basta seguir rigorosamente os seguintes passos.

 

  1. Escolha um corredor ou passagem da empresa com mais de 5 metros de comprimento
  2. Coloque-se estrategicamente junto de uma porta do corredor ou passagem
  3. Aguarde pacientemente que um trabalhador da empresa surja no horizonte
  4. Quando a pessoa em causa estiver ainda razoavelmente distante da sua posição (não menos de 3 metros), segure a porta, fazendo-a perceber, através de linguagem corporal contida mas explícita, que aguardará todo o tempo necessário pela respectiva passagem e só depois retomará o seu caminho.

 

Estou certo que conseguirá pôr  a pessoa a deslocar-se em passo muito mais rápido ou até a correr, ainda que se trate do CEO da empresa. Nos milhares de casos em que testei o método, apenas não consegui resultados satisfatórios com o Lopes que tinha sido operado à coluna. Aqui fica pois esta partilha desinteressada. Apenas peço em troca que aplique o método e que nos traga, a benefício da ciência da motivação, notícia dos resultados alcançados.

Sociologia das organizações

por Rui Rocha, em 02.07.14

Os trabalhadores jogam futebol. Os directores jogam ténis. O CEO joga golf. Podemos portanto concluir que quanto mais alto é o lugar na organização mais pequenas são as bolas.


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