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Delito de Opinião

Já li o livro e vi o filme (286)

Pedro Correia, 21.07.21

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     ÍNDICE MÉDIO DE FELICIDADE (2013)

Autor: David Machado

Realizador: Joaquim Leitão (2017)

Um romance que parece ter sido escrito a pensar na transposição para o cinema. O que certamente facilitou a vida a Joaquim Leitão, cineasta que filma para o público e não para os amigos ou para satisfazer pedantes júris de festivais. O filme entretém tanto como o livro: eis um elogio que faço a um e outro.

Já li o livro e vi o filme (285)

Pedro Correia, 30.06.21

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     VESTIDA PARA MATAR (1980)

Autores: Brian de Palma e Campbell Black

Realizador: Brian de Palma (1980)

Aqui o que interessa é a película - que à época escandalizou muitas almas conservadoras e hoje é rotulada de misógina e transfóbica. Na estreia não faltou quem, com manifesto exagero, a enaltecesse como «o primeiro grande filme americano dos anos 80». A novela decorre do guião, aproveitando o êxito de bilheteira. É para ver, não para ler.

Já li o livro e vi o filme (283)

Pedro Correia, 28.04.21

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A FIRMA (1991)

Autor: John Grisham

Realizador: Sydney Pollack (1993)

É um daqueles livros que não conseguimos abandonar mal iniciamos a leitura. E que nos acompanha por algum tempo. Adaptado com muita competência ao cinema: Tom Cruise foi o actor ideal para o papel do jovem advogado que quer enriquecer depressa. Até perceber que todas as aparências iludem.

Já li o livro e vi o filme (282)

Pedro Correia, 07.04.21

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 O JARDIM DOS FINZI-CONTINI (1962)

Autor: Giorgio Bassani

Realizador: Vittorio de Sica (1970)

Obra-prima da ficção melodramática que nos conduz a 1938, quando os judeus começaram a ser perseguidos na Itália de Mussolini. O filme, protagonizado pela bela Dominique Sanda, presta homenagem ao romance homónimo. Hollywood atribuiu-lhe o Óscar para melhor longa-metragem não falada em inglês.

Já li o livro e vi o filme (281)

Pedro Correia, 17.03.21

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 HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL (1997)

Autora: J. K. Rowling

Realizador: Chris Columbus (2001)

Um trepidante mundo de fantasia que resistiu incólume - e até se viu reforçado - na passagem de livro para filme, conquistando milhões de miúdos e muitos graúdos. Confirmando, à entrada do milénio, que a magia do cinema permanecia incólume um século depois.

Já li o livro e vi o filme (280)

Pedro Correia, 24.02.21

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 A LARANJA MECÂNICA (1962)

Autor: Anthony Burgess

Realizador: Stanley Kubrick (1971)

Confesso que o filme está muito longe de ser um dos meus preferidos de Kubrick. Fico-me pela obra literária que o inspirou: uma ficção futurista situada em local e tempo indeterminados, com dezenas de palavras que Burgess criou de propósito para dar mais consistência ao enredo e maior credibilidade às personagens.

Já li o livro e vi o filme (279)

Pedro Correia, 03.02.21

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 O TIO VÂNIA (1898)

Autor: Anton Tchekhov

Realizador: Andrei Konchalovsky (1970)

Bela transposição para cinema da magistral peça teatral de Tchekhov, povoada de tensões familiares e personagens que jamais serão felizes. Do cineasta que no Ocidente, já longe da URSS, rodaria obras-primas como Os Amantes de MariaComboio em Fuga

Já li o livro e vi o filme (278)

Pedro Correia, 06.01.21

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     A CIOCIARA (1957)

Autor: Alberto Moravia

Realizador: Vittorio de Sica (1961)

O mais célebre papel de Sophia Loren no cinema - que lhe proporcionou o Óscar, primeiro entregue por Hollywood a uma actriz de fala não-inglesa - surgiu neste filme, intitulado Duas Mulheres. Impressiva e fidedigna adaptação do arrebatador romance sobre mãe e filha devassadas na Itália fascista ainda em guerra.

Já li o livro e vi o filme (275)

Pedro Correia, 21.10.20

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     O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS (1984)

Autor: José Saramago

Realizador: João Botelho (2020)

Um dos melhores romances do único Nobel da língua portuguesa foi adaptado ao cinema com sabedoria e competência por João Botelho num preto-e-branco rétro que torna ainda mais luminosas as presenças de Victoria Guerra e Catarina Wallenstein. Mas sem conseguir superar o livro.

Já li o livro e vi o filme (273)

Pedro Correia, 09.09.20

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     QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF? (1962)

Autor: Edward Albee

Realizador: Mike Nichols (1966)

Uma das mais intensas peças de teatro do século XX, representada em dezenas de países nos mais diversos idiomas, tornou-se obra-prima também no cinema. Com inesquecíveis desempenhos de Elizabeth Taylor e Richard Burton - casal na tela e na vida real. Vale sempre a pena ver a peça, ler o livro e revisitar o filme.

Já li o livro e vi o filme (271)

Pedro Correia, 06.08.20

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     MARLEY E EU (2005)

Autor: John Grogan

Realizador: David Frankel (2008)

Todas as gerações têm os seus livros e filmes favoritos sobre cães. Este relato de um labrador que acompanhou a família de acolhimento durante 14 anos consegue ser divertido e comovente em partes quase iguais. O filme é valorizado pelo excelente desempenho de Jennifer Aniston como dona do Marley.

Já li o livro e vi o filme (270)

Pedro Correia, 15.07.20

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     A ESTRADA DO TABACO (1932)

Autor: Erskine Caldwell

Realizador: John Ford (1941)

Um clássico do realismo social norte-americano, desenrolado na Geórgia rural durante a Grande Depressão: marcou uma época e influenciou escritores em todo o mundo. Ford capta bem o espírito do romance, na linha do que fizera no ano anterior com As Vinhas da Ira, de Steinbeck - obra-prima da mesma escola literária.

Já li o livro e vi o filme (269)

Pedro Correia, 24.06.20

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     A DAMA DAS CAMÉLIAS (1848)

Autor: Alexandre Dumas Filho

Realizador: George Cukor (1936)

Uma das mais célebres novelas do século XIX, produzida no auge do romantismo, inspirou peças e filmes e óperas, mantendo um público fiel. E originou uma obra-prima da Sétima Arte, intitulada Camille (Margarida Gauthier na versão portuguesa). Com a incomparável fotogenia de Greta Garbo a fazer a diferença.

Já li o livro e vi o filme (268)

Pedro Correia, 03.06.20

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     AS DEZ FIGURAS NEGRAS (1939)

Autora: Agatha Christie

Realizador: René Clair (1945)

Um dos melhores romances da Rainha do Crime mereceu impecável transição para cinema, a cargo do mestre francês, então radicado em Hollywood. Entre nós o filme teve um título muito adequado ao enredo: Convite Para a Morte, que partilhou com a primeira tradução portuguesa, na célebre Colecção Vampiro.