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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 16.12.19

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Tundavala, de Paula Lobato de Faria

Romance

(edição Clube do Autor, 2019)

"Por vontade expressa da autora, a presente edição não segue a grafia do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa"

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Livros que inspiram viagens (2)

por Paulo Sousa, em 15.12.19

No meu texto anterior sobre livros que inspiram viagens fiquei de contar um episódio ocorrido no Montenegro, ou Crna Gora, como os locais o identificam. Aqui vai ele.

Entrámos neste país vindos da Bósnia e logo à chegada fomos surpreendidos com uma bandeira da União Europeia afixada numa parede do posto de fronteira. Interpretamos como sendo um sinal por parte dos montenegrinos relativo a que bloco político e económico desejam pertencer, o que é especialmente significativo após a sua cisão da Sérvia em 2006, e essa sim tem memórias recentes suficientes para ser anti-NATO, e pró-russa.

Três quartos dos montenegrinos são cristãos ortodoxos. Os restantes são católicos e muçulmanos. Os católicos residem principalmente no litoral, facto que não se pode desligar da proximidade de Itália, nomeadamente da República Veneziana.

Kotor foi classificado Património Mundial pela UNESCO e é um sítio a visitar pelo menos uma vez na vida. A cidade amuralhada ao fundo da segunda baía tem uns traços da medievalidade de Óbidos mas junto à água e rodeada de montanhas. Tem todos os ingredientes para justificar a quantidade de cruzeiros que a visitam e manobram dentro da baía.

A Capela de Nª Senhora das Rochas, construída numa ilha que não é mais que uma imensidão de pedras transportadas pelos marinheiros devotos, é um local único.

 

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A ilha-hotel de Svety Stefan, ligada ao continente por um passadiço, foi visitada ao longo do sec XX, após a “negociada expulsão” dos pescadores que lá habitavam, por inúmeras estrelas de renome mundial.

Podgorica, a antiga Titograd, é a maior cidade do país. O esforço nos melhoramentos é visível. Viajámos após o anoitecer entre Podgorica e Kotor e a estrada era um estaleiro de obras ao longo de quase toda a sua extensão.

A antiga capital do reino do Montenegro é Cetinje. Tem actualmente um décimo da população da capital, mas é o seu centro histórico e religioso. Foi o refúgio seguro contra o poder otomano vindo do interior e os venezianos que dominavam o litoral. Lenda ou facto, os gradeamentos presentes por toda a cidade foram fundidos com canhões capturados aos otomanos.

De forma a fugir à inflação recorde do dinar sérvio, os montenegrinos adoptaram o marco alemão em 1999, ainda antes da secessão da Sérvia. O euro, tal como para nós, chegou naturalmente em 2002.

No censo de 2003, pouco mais de 40% da população declarou ser de etnia montenegrina. Assumiu a etnia sérvia cerca de 30%. Outros inquéritos apresentam resultados diferentes e a explicação resulta da prática religiosa uma vez que, segundo a Igreja Ortodoxa Sérvia, todos os seus membros são de etnia servia. Entretanto, a Igreja Ortodoxa Montenegrina foi restaurada e esta rejeita a associação automática dos seus fieis à identidade sérvia.

O livro que vale a pena ser lido antes desta viagem é, afinal, apenas uma parte do Reinos Desaparecidos de Norman Davies, onde constam alguns dos detalhes que aqui transcrevo mas, além deste, muitos mais sobre a história deste país que foi o único que entrou na Primeira Guerra Mundial do lado dos Aliados e que acabou por perder a sua independência.

Depois de ler vários relatos unânimes sobre a beleza natural deste país, a expectativa era grande e logo desde o início, confirmada. É de facto uma joia que vai sendo muito lentamente descoberta. A travessia do Parque Natural de Durmitor foi memorável, sem menorizar o desfiladeiro do Rio Tara, o maior da Europa, e a incrível baía de Kotor.

 

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A estória que fiquei de contar começa quando chegamos a Podgorica e começamos à procura de uma rede wi-fi onde pudéssemos procurar uma estadia para esse dia.

Ser a maior cidade do país não faz dela uma grande cidade. Conversámos entre nós que era como se Leiria de repente passasse a ser a capital de um país e tivesse de receber todos os serviços inerentes a isso. Algumas embaixadas localizam-se em blocos de apartamentos quase serôdios e as poucas avenidas encontram-se forradas com bandeiras vermelhas com a bizantina águia das duas cabeças.

Uma sequência de restaurantes e cafés pareceu-nos um sítio provável para encontrar internet. A paragem foi curta pois, recorrendo a uma popular aplicação informática, logo encontramos uma promoção dentro das muralhas de Kotor. Vinte e poucos euros para quatro adultos junto ao centro, não se pode pedir mais (ou menos!).

No regresso ao carro... Encontrámos apenas o local onde o tínhamos estacionado! Olhámos incrédulos uns para os outros e verificámos várias vezes se estávamos a procurar no sítio certo. Não havia dúvida; o carro tinha desaparecido! A viagem estava a correr bem e a sorte tinha virado.

Regressámos ao café onde tínhamos estado e contámos o sucedido. Perguntámos se era habitual roubarem carros, ao que nos responderam que naquela rua apenas a Polícia os fazia desaparecer. E eram rápidos.

Lembrámo-nos de que, quando começámos à procura de estacionamento, nos deparámos com um sinal de estacionamento proibido, mas com a indicação horária em que se aplicava. Por não dominarmos a língua servo-croata não entendemos se queria dizer algo como “das 10h às 20h” ou “excepto das 10h às 20h”. A dúvida sobre se poderíamos estacionar ou não, foi dissipada ao vermos várias dezenas de carros ali estacionados.

O nosso tinha sido escolhido no meio dos outros.

No café disseram-nos que, para o recuperarmos deveríamos ir à entrada da cidade, junto a um pavilhão desportivo, onde ficava o parque dos carros rebocados. Escreveram-nos uma nota para mostrar a um taxista e lá fomos nós.

O taxista quando viu a indicação escrita começou logo a rir-se de nós e num tosco inglês disse-nos que em Podgorica só a Polícia é que fazia desaparecer carros.

Chegámos ao parque e dirigimo-nos ao posto da polícia.

Ninguém falava inglês e um dos polícias presentes fez uma chama telefónica para alguém a quem podíamos explicar o que se passava. Relatada a situação mandaram-nos esperar. E ali ficamos por mais de vinte minutos. Para não dar um ar de acomodados, não nos sentamos. Andamos por ali em círculos a falar uns com os outros, não muito alto para não incomodarmos quem não nos entendia, mas não muito baixo para que não se esquecessem de nós.

Após esta espera, chegou finalmente alguém que falava inglês. Mais tarde reparámos que eram oito em ponto e que a sua chegada se devia à mudança de turno.

O polícia, com os seus mais de dois metros, poderia ter pertencido à selecção de basquetebol da Jugoslávia. Quando soube do que se passava começou logo a explicar que os sinais de trânsito eram para cumprir, blá blá, blá... e que em Varsóvia a polícia nunca perdoa nenhuma multa. Nós ouvimos com atenção mas... Varsóvia!!! o que é que este gajo estaria a pensar??

A multa era 50€ pelo estacionamento e 50€ pelo serviço de reboque. Dizer o que nos passa pela cabeça nestas horas só complica as coisas e enquanto olhávamos para cima, a única coisa que víamos eram 25€ a voar bolso fora de cada um de nós.

Sermão terminado, pediu-nos a identificação do proprietário. Quando olhou para o passaporte que lhe demos levantou as sobrancelhas e mandou-o contra a secretária. Abriu as mãos e perguntou:

- São portugueses?!

- Sim.

- Porque é que não disseram logo?

- ...

- Os meus colegas viram o P na matrícula e pensaram que eram polacos.

- Hãaa??

- Não me digam que são do Benfica??

- Hãaa????

Quase automaticamente um de nós abriu a mochila a que chamamos de kit de emergência e, ali mesmo dentro da esquadra, agarrou no cachecol vermelho e abriu os braços.

O gigante fardado sorriu para nós e desatou a explicar-nos que era árbitro de futsal e que tinha estado numa formação em Portugal há uns meses atrás. Antes do regresso tinha ido à Catedral da Luz assistir a um jogo. Falou logo na águia Vitória e que agora até o filho dele já era benfiquista.

Das mãos de um de nós logo apareceu um telemóvel com uma filmagem pessoal do voo da dita águia. Perguntou-nos de que jogo eram as imagens e quando soube que era do recente Benfica-Guimarães disse de imediato: 5-0. Jonas very good!.

Ainda pensámos em abrir uma casa do Benfica em Podgorica, mas como tínhamos um voo de regresso a casa para apanhar em Belgrado daí a poucos dias, a ideia acabou por não vingar.

A conversa ainda durou mais um bocado até o quinto benfiquista do grupo nos informar que só podia retirar uma das duas multas, e assim, poder relatar este belo contratempo passou a custar a cada um de nós 12,50€. Nem foi muito. Tenho histórias bem piores que esta e que foram bastante mais caras.

Antes da tirada nocturna pela estrada em obras até Kotor, ainda fomos jantar ao restaurante muçulmano Pod Volat, que é excelente e que encerrou com chave de ouro a nossa passagem pela capital deste belo país.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 15.12.19

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Imagens Imaginadas, de Pedro Mexia

Prefácio de Rui Chafes

Crónicas

(edição Tinta da China, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 14.12.19

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Os Imortalistas, de Chloe Benjamin

Tradução de Mário Dias Correia

Romance

(edição Planeta, 2019)

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Avª. da Liberdade, 1

por Leonor Barros, em 13.12.19

O Luís é um reaccionário incorrigível, detesta a Greta Thunberg ao ponto de não retorno, é sempre do contra, porque ser do contra é a sua natureza indomável feita de mares e marés, luas e cartas de navegar vidas e mulheres e cidades. Paradoxalmente ou não, é dono de uma escrita única, tão simples e tão complexa, como a sua natureza revelada sem pudores entre letras. Para quem se habituou a ler blogues, o Don Vivo é um caso sério de persistência, resiliência e longevidade. Para quem gosta do toque, do cheiro, da sensualidade do papel, pode agora lê-lo em livro. É o que vou fazer e sei que não me arrependerei. 

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Pré-lançamento hoje na Ler por aí... 

 

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 13.12.19

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À Escuta dos Amantes, de Júlio Machado Vaz

Memórias e reflexões

(edição Contraponto, 2019)

"Por vontade do autor, esta edição não segue a grafia do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa"

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 12.12.19

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A Inconstante, de Marie de Régnier

Tradução e prefácio de Nuno Júdice

Romance

(edição Sibila, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 11.12.19

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Todas as Almas, de Javier Marías

Tradução de Miguel Filipe Mochila

Romance

(edição Alfaguara 2019)

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Livros que inspiram viagens (1)

por Paulo Sousa, em 10.12.19

No ano de 2017 juntamente com o meu irmão e dois outros amigos adquirimos um carro com várias décadas de existência para fazer uma viagem da qual dificilmente regressaria. A elevada cilindrada movida a gasolina era uma combinação que o tornava desinteressante do uso diário mas perfeito para ser usado durante pouco mais de uma semana por ano.
A ideia inicial era visitar os países da ex-Jugoslávia, deixa-lo estacionado num local a definir, regressar a casa e, no ano seguinte continuar a viagem para leste. Sem destino final estabelecido.
Olhando para a ideia que conseguiu agregar as vontades suficientes, como se fosse difícil aliciar as pessoas em causa para mais uma viagem, fazia sentido começar o projecto na extremidade ocidental da Eurasia.
Assim, umas semanas antes do dia em que seguimos definitivamente para leste, fomos experimentar a máquina e visitar o Cabo da Roca. O primeiro almoço foi na Ericeira, na Tasca da Boa Viagem, que nos pareceu adequada à situação.
Faltava apenas um nome para o projecto e esse foi inspirado no JR da matricula. Podia ter sido a viagem do Júnior, mas acabou por ser a viagem do Jairzinho – e aqui importa sublinhar que neste tempo a presidenta ainda não tinha sido impichada, pelo que não se ponham a interpretar afinidades com o actual presidente do país irmão.
O grande dia chegou e seguimos sem paragens nem dormidas até entrar na Eslovénia. Aqui rumamos para sul tentando passar pelos clássicos de cada um destes países, grutas de Škocjan, Ljubliana, Plitvice já na Croácia, Krka (menos conhecido mas mais espectacular e muito menos lotado que Plitvice), Mostar e Sarajevo, já na Bósnia.
Pouco a pouco confirmava-se a espessura histórica e cultural destas paragens. Num jantar bem regado com vinho da Dalmácia e com acabamento de várias demãos de rakia – uma irreverente aguardente balcânica – concluímos que estávamos numa região que tinha história a mais e vogais a menos. Bastava tentar ler o nome da federação Srpska da Bósnia para concordar com esta tirada.
A paragem seguinte foi especial, Visegrado. A ponte desta cidade inspirou o nobel jugoslavo Ivo Andić no seu livro “A ponte sobre o Drina”. Foi após este livro ter circulado pelas mãos dos quatro companheiros de aventuras que a ideia da viagem surgiu. O livro desencadeou a viagem assim como o post do Pedro de há dias desencadeou este texto.

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Por mais cortes que tivéssemos de fazer na viagem para a ajustar ao calendário e às vicissitudes que surgissem, teríamos de atravessar esta ponte a pé e de nos sentar na sua esplanada. A ponte mandada construir pelo Grão-Vizir Mehmed-Paxá foi, ao longo dos seus mais de quatro séculos de existência, palco de inúmeros episódios históricos e de figuras soberbamente descritas por Andrić.
Este livro, que recomendo, cujo relato termina antes da constituição da Jugoslávia, mostra quão elaborada e turbulenta foi a história por estas paragens. Quantos impérios por aqui passaram, quantas etnias subjugaram e foram subjugadas e também coexistiram, mas também quantas religiões, alfabetos e ideologias aqui deixaram a sua marca. Para nós foi graças a este livro que a percepção desta realidade se revelou. Mostar e Sarajevo, não só mas também pela sua história recente, são testemunhas disso.

Uns quilómetros mais adiante foi na Macedónia que encontramos a maior mistura de identidades, religiões e alfabetos. Não foi por casualidade que os chefs franceses escolheram o nome deste país para dar o nome à salada que mais ingredientes tem misturados. Ali encontramos outdoors publicitários em alfabeto cirílico, grego e até em latino, assim como templos muçulmanos, ortodoxos de obediência grega, russa, sérvia e até católicos. Tudo isto numa capital, Skopje, em que parece haver mais estátuas que habitantes. Se há um sítio, agora país, que se pode dizer parecer ter saído da máquina de lavar da história, esse país é a Macedónia.

Mas antes disso, ainda no Montenegro, vivemos um episódio que merece outro post que um destes dias escreverei.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 10.12.19

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Monstros Fabulosos, de Alberto Manguel

Tradução de Rita Almeida Simões

Ensaios literários

(edição Tinta da China, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 09.12.19

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Os Meus Dias da Independência, de Onofre dos Santos

Memórias

(edição Guerra & Paz, 2019)

"A presente edição não segue a grafia do novo acordo ortográfico"

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 08.12.19

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Obra Poética (1948-1995), de David Mourão-Ferreira

Organização de Luís Miguel Gaspar

(edição Assírio & Alvim, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 07.12.19

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Frentes de Fogo, de A. M. Pires Cabral

Poesia

(edição Tinta da China, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 06.12.19

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Se o Disseres na Montanha, de James Baldwin

Tradução de Isabel Lucas

Romance

(edição Alfaguara, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 05.12.19

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Nadja, de André Breton

Tradução de Ernesto Sampaio

Romance

(reedição Antígona, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 04.12.19

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O Gangue da Chave-Inglesa, de Edward Abbey

Prefácio de Júlio Henriques

Tradução de José Miguel Silva

Romance

(edição Antígona, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 03.12.19

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Sou Só Eu Que..., de Pedro Vieira

Crónicas

(edição Objectiva, 2019)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 02.12.19

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A Desordem Natural das Coisas, de Margarida Rebelo Pinto

Romance

(edição Clube do Autor, 2019)

"Por vontade expressa da autora, a presente edição não segue as regras do Acordo Ortográfico de 1990"

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 01.12.19

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Coisas Muito Giras que Acabam por Suceder, de Tiago Dores

Prefácio de José Manuel Fernandes

Crónicas

(edição Ego, 2019)

"Por vontade expressa do autor, o livro está redigido de acordo com a grafia anterior ao AO90, o Novo Acordo Ortográfico"

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 30.11.19

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Águas Silenciosas, de Timothy Hagelstein

Tradução de Ana Paula Filipe

Poesia

(edição Guerra & Paz, 2019)

"A presente edição não segue a grafia do novo acordo ortográfico"

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O nosso livro






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