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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 11.12.18

 

Carta ao aluno que não lê "Os Maias". De Afonso Reis Cabral, na  Visão.

 

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 10.12.18

«Não houve excessos no reinado de Agostinho Neto, houve, sim, terrorismo de Estado. De Carlos Pacheco, no Público.

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 30.11.18

Sábado 29 11 2018005.jpg

 

A peça de capa da edição desta semana da revista Sábado, que nos traz uma surpreendente revelação pela pena de Maria Henrique Espada: os milhões gastos pelo Governo de Salazar para promover a imagem de Portugal nos EUA, nas décadas de 50 e 60. Vários jornais aceitaram de bom grado este bónus financeiro, começando pelo New York Times

 

A excelente entrevista do nosso Adolfo - apresentado como "carismático vice-presidente do CDS" - ao diário espanhol El Mundo. Começando pelo título: «No podemos ceder ante proyectos que mitigan la libertad». Eis outra frase que merece destaque: «Não gosto do identitarismo da esquerda populista nem do contra-identitarismo da direita populista.»

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 07.11.18

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«As fakes news  não começaram nem acabam nas redes sociais. A comunicação social tradicional dorme com elas há séculos e inventou as maiores falsidades que se contaram no século XX.»

 

«Sobre regimes instalados com fake news basta recordar como chegou ao poder a ditadura dos ayatollahs do Irão. Uma imensa e longa campanha de notícias falsas, orquestrada na comunicação social ocidental contra o autoritarismo selvagem do Xá e a favor da democracia islâmica. Bastaram uns meses, em 1979, para perceber que afinal se tratava de um regime religioso, fundamentalista, terrorista, feudal, violador dos mais básicos direitos humanos, opressor das mulheres. Khomeini nunca escondeu isso.»

 

«Em democracia, proibir fake news é apenas mais um mecanismo para criar castas superiores, que se dedicam a vigiar o cidadão comum – os guardiões dos costumes.»

 

«Não foram Trump ou Bolsonaro que criaram as fake news. Nem foram as fake news que criaram Trump ou Bolsonaro. Foi o desgaste da democracia enquanto sistema de governo que criou Trump ou Bolsonaro e as fakes news não são mais que um dos reflexos que acompanham esse desgaste.»

 

«Depois da Idade das Trevas tivemos a Idade da Razão. Agora temos a Idade da Emoção. E com ela a crise da democracia liberal.»

 

 

"Fake news" sempre houve, de Nuno Garoupa.

No novíssimo Polígrafo, com votos de longa vida.

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 11.10.18

 

O salário de Catarina. Do Ricardo Arroja, no Eco.

  

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De blogue em blogue

por Pedro Correia, em 18.09.18

Vale a pena ler o que se vai escrevendo pela blogosfera que resiste em dissolver-se nessa nebulosa informe das "redes sociais".

Seguem-se alguns exemplos.

 

Eugénia de Vasconcellos: «De cada vez que uma mulher grita discriminação de género como Pedro gritava lobo sem que lobo houvesse até que lobo houve e ninguém acreditou, presta um deserviço à mulher.» (Cabeça de Cão)

Maria João Caetano: «Ainda somos tantas vezes mulheres caladas, escondidas, envergonhadas.» (A Gata Christie)

Manuel Vilarinho Pires: «São as dúvidas dos lúcidos, e não as certezas dos idiotas, que fazem avançar o mundo.» (Gremlin Literário)

Carlos Natálio: «Quem não aprecia um bom sorriso sádico, desde que no conforto de seu lar? Atire a primeira pedra, vá.» (Ordet)

João Tiago Gaspar: «A vilanagem dá trabalho. Ele há vilões profissionais – cruéis, metódicos e implacáveis – e depois há vilões amadores.» (Malomil)

Cristina Nobre Soares: «Nada tenho contra as imagens, muito pelo contrário, mas talvez tivéssemos a ganhar alguma coisa com a maior lentidão das palavras.» (Em Linha Recta)

M.ª Rosário Pedreira: «Os Fios, romance de estreia de Sandra Catarino, lindo e imperdível, combina a crueza do meio rural com um lirismo inesperado que torna esta narrativa mágica e poderosamente empática.» (Horas Extraordinárias)

F. Penim Redondo: «Se a história da humanidade fosse o equivalente de 100 anos, esta fase em que estamos corresponderia aos últimos dez segundos.» (Dote Come)

Paulo Prudêncio: «A quarta revolução industrial em curso, e a generalização do uso das tecnologias, afirma uma certeza: são as pessoas que vão fazer a diferença.» (Correntes)

João Sousa: «Descobri agora, enquanto espero que o catamarã saia de Lisboa, não ser a última pessoa em Portugal a usar um telemóvel com Windows Phone.» (Ainda Há Bilhetes)

Alexandra G.: «E tu, já foste verificar se estás, finalmente, a salvo da universidade?» (Imprecisões)

 

 

ADENDA: Aproveito este quadro de honra para três singelas linhas de elegia pela morte prematura de um dos meus blogues favoritos: o inesquecível Escrever é Triste, de que me despeço, leitor antes movido e agora comovido.

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A ler, com urgência

por Pedro Correia, em 08.08.18

 

Monchique, eucaliptos e espantalhos. Do Henrique Pereira dos Santos, imprescindível como sempre. No Corta-Fitas.

 

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 08.05.18

 

A história completa de como Sócrates dominou o PS. De Rita Dinis e Rita Tavares, no Observador.

 

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Vale a pena ler

por Pedro Correia, em 04.05.18

 

Este artigo de Vital Moreira no seu blogue, Causa Nossa.

 

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 26.04.18

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Isto não é não jornalismo. Do Ricardo Costa, na SIC:

 

«Perante a divulgação da acusação mais grave da nossa democracia, que cruza a maior falência bancária do pós-25 de Abril e o colapso da jóia da coroa da bolsa portuguesa, o que devem os jornalistas fazer?

(...)

Os jornalistas não são juízes nem políticos. Não se devem confundir com eles. Mas não podem usar as limitações ou as hesitações daqueles como argumentos para a sua confortável inacção, que, no limite, redunda numa profunda incompetência ou inutilidade.

Mas não fazer nada de jeito, nada de relevante, nada de fundo sobre a Operação Marquês é mesmo uma opção jornalística? Deve mesmo tratar-se este caso como todos os outros ou como as questões do momento que vão e voltam? Ou, neste caso, é uma profunda e determinada opção de não jornalismo?

É mesmo uma opção editorial dedicar mais recursos e tempo a falar dos dramas do consumo do abacate ou do futuro da mobilidade urbana do que da Operação Marquês?

(...)

Não dar aos leitores, espectadores ou ouvintes trabalhos de fundo sobre a Operação Marquês é anular o papel dos jornalistas numa democracia. É decretar um intervalo de uma década até que o caso transite em julgado. Nessa altura levantam o cordão sanitário e fazem um ar de espanto com o que esteve sempre à frente dos seus olhos.

(...)

A mim, a Operação Marquês fez-me corar quando li, quando ouvi e quando vi. Corei de vergonha da nossa democracia, da política que finge que não se passa nada e do jornalismo ao retardador ou que não faz o seu trabalho para não atrapalhar a justiça.»

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Leituras para o 25 de Abril

por Pedro Correia, em 25.04.18

 

Adiós a los Castro. De Yoanis Sánchez, no El País.

Vésperas de Abril. De Francisco Seixas da Costa, no Duas ou Três Coisas.

 

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Ler

por Pedro Correia, em 24.03.18

 

A vueltas con la vida íntima. De Elvira Lindo, no El País.

 

Nem Orwell conseguiu ir tão longe. Do João Cândido da Silva, no Observador.

 

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A morte das livrarias

por Pedro Correia, em 03.03.18

«O problema não é substituir os livros por um ecrã de um telefone inteligente ou de um tablet — o problema é o mito perigoso de que a “leitura”, mesmo numa forma diferente, está a emigrar de um meio para outro, porque não está. O que se está é a ler diferente, pior e menos, como se está a “saber” demasiado lixo — meia dúzia de performances rudimentares com as novas tecnologias — e pouco saber.»

José Pacheco Pereira, hoje, no Público

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 23.01.18

 

Marcelo já tem quarto em Belém, mas não gosta muito. De Eunice Lourenço, na Rádio Renascença.

 

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 26.12.17

 

O Natal dos partidos políticos (é à grande). De Alexandre Homem Cristo, no Observador.

 

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Ler

por Pedro Correia, em 22.11.17

 

A agência europeia do medicamento. Do Bruno Santos, no Aventar.

Caixa de Pandora. De Vital Moreira, na Causa Nossa.

'Perdoa-me': regressa que estás perdoado! De André Lamas Leite, n' A Destreza das Dúvidas.

Por detrás de uma foto famosa. De José Barreto, no Malomil.

Houriaa Bouteldja: Sionistas para o Gulag e outras curiosidades. Do Francisco José Viegas, n' A Origem das Espécies.

Um retrato sobre nós. Do Henrique Pereira dos Santos, no Corta-Fitas.

Do verbo cuidar. Da Eduarda, nos Dias (Im)Perfeitos.

Trivialidades. Da Cristina Nobre Soares, no Em Linha Recta.

Agradecer basta. Do Rui Bebiano, n' A Terceira Noite.

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 16.11.17

 

Mortos pelo Estado, mortos por nós. Da Helena Garrido, no Observador.

 

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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 04.11.17

«El señor Iglesias confunde a España con Venezuela, pero dice de nuestro país lo que nunca dijo del régimen de Maduro: «Me avergüenza que en mi país se encarcele a opositores». Dan ganas de preguntarle: ¿hay alguien que haga más oposición que usted, señor Iglesias, alguien que cada día se dedique más a destruir al Gobierno, al régimen y al jefe del Estado? ¿Y algún fiscal se ha querellado contra usted? ¿Alguien le ha pedido siquiera que deje de acosar o insultar?»

 

Fernando Ónega, Cuando Iglesias confunde a España con Venezuela, em La Voz de Galicia

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Ler

por Pedro Correia, em 21.10.17

O que fazer quando tudo arde? Da Sónia Morais Santos, no Cocó na Fralda.

Sobre mim, a propósito de outros. Do Henrique Pereira dos Santos, no Corta-Fitas.

Quem foi, quem foi... De Ricardo Campelo de Magalhães, n' O Insurgente.

Temos noção de que vai voltar a acontecer. Do Luís Novaes Tito, n' A Barbearia do Senhor Luís.

Incompetência política e incompetência técnica. De José Guinote, no Vias de Facto.

Magistratura presidencial. De Vital Moreira, na Causa Nossa.

A ministra que saiu depois das primeiras chuvas. De J. Manuel Cordeiro, no Aventar.

O governo inútil. Do Alexandre Borges, no 31 da Armada.

Uma questão de prioridades. De Graça Canto Moniz, n' O Insurgente.

Incêndios: Espanha nas ruas, Portugal no sofá. Do Robinson Keane, no Não é Que Não Houvesse...

À sua procura. De Carla Romualdo, no Aventar.

Sodona Madonna. Do João Lisboa, no Provas de Contacto.

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Remar contra a barbárie

por Rui Herbon, em 14.10.17

A própria ideia do que é o sucesso deverá ser alterada, e o espaço ocupado pelo trabalho e pelo dinheiro redimensionados, para que não permaneçamos analfabetos de dimensões humanas fundamentais. O termómetro da excelência tem de ser a vida integral e não apenas o trabalho produtivo.

 

José Tolentino Mendonça (Expresso, 14 Outubro 2017)

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