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Leituras

por Pedro Correia, em 25.10.20

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«Depois do discurso, alguém ouviu um jovem diplomata francês dizer a um colega, enquanto se encaminhavam para o banquete:

- Não percebo porque o aplaudiram de pé e com tanto ruído e durante tanto tempo.

- Porque - explicou o colega mais velho - detestaram tudo o que ele disse.»

Ian McEwanA Barata (2019), p. 95

Ed. Gradiva, Lisboa, 2019

Leituras

por Pedro Correia, em 23.10.20

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«Em todo o homem há o homem e o fantasma, e o fantasma é que é o nosso verdadeiro ser

Raul BrandãoEl-Rei Junot (1912), p. 29

Ed. Círculo de Leitores, 1991. Colecção Obras Completas de Raul Brandão, n.º 4

Leituras

por Pedro Correia, em 16.10.20

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«Só a verdade é inverosímil

David Mourão-Ferreira, Gaivotas em Terra (1959), p. 114

Ed. Presença, 1988 (7.ª ed). Colecção Novos Continentes, n.º 26

Leituras

por Pedro Correia, em 12.10.20

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«O implacável tempo tudo desbarata e diminui: amores, ódios, o medo, a ilusão, o desejo, a ansiedade e os desesperos, até.»

Irene Lisboa, Voltar Atrás Para Quê? (1956), p. 152

Ed. Editores Associados, 2.ª ed. Colecção Biblioteca Universal Unibolso, n. º 37

Leituras

por Pedro Correia, em 10.10.20

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«Ser homem é difícil. Tão difícil, talvez, como é fácil parecê-lo.»

Vergílio Ferreira, Apelo da Noite (1963), p. 253

Ed. Bertrand, 1978 (2.ª ed). Colecção Obras de Vergílio Ferreira

Leituras

por Pedro Correia, em 04.10.20

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«A minha terra é a que me dá pão.»

Alves Redol, Gaibéus, p. 259

Ed. Portugália, Lisboa, 1939

Leituras

por Pedro Correia, em 02.10.20

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«Os ignorantes têm um grande respeito pelo abismo...»

Judith TeixeiraSatânia (1927), p. 72

Ed. E-primatur, 2019. Colecção Livro B, n.º 58

Leituras

por Pedro Correia, em 27.09.20

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«A liberdade é assim. Só é bonita enquanto não a temos ou quando a perdemos. Como é jóia de custo e muito cobiçada, é preciso merecê-la e saber usá-la.»

Henrique Galvão, Kurika (1944), p. 60

Ed. Cotovia, 2008. Colecção Biblioteca Editores Independentes, n.º 50

Leituras

por Pedro Correia, em 25.09.20

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«A serenidade é a maior virtude da inteligência

José Rodrigues Miguéis, Páscoa Feliz, p. 26

Ed. Alfa, Lisboa, 1932 

Leituras

por Pedro Correia, em 20.09.20

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«A orfandade tanto aos trinta como aos dez anos deixa-nos sempre mais fracos e desprotegidos

Teresa Veiga, A Paz Doméstica, p. 126

Ed. Cotovia, 1999

Leituras

por Pedro Correia, em 18.09.20

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«Os amores felizes não têm história

David Mourão-Ferreira, Um Amor Feliz (1986), p. 53

Ed. Presença, 1989 (5.ª ed). Colecção Novos Continentes, n.º 15

Leituras

por Pedro Correia, em 05.09.20

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«A nação é de todos. A nação tem de ser igual para todos. Se não é igual para todos, é que os dirigentes, que se chamam Estado, se tornaram quadrilha. Se não presta ouvido ao que eu penso e não me deixa pensar como quero, se não deixa liberdade aos meus actos, desde que não prejudiquem o vizinho, tornou-se cárcere

Aquilino Ribeiro, Quando os Lobos Uivam, p. 74

Ed. Bertrand, 1958

Lido por aí

por João Sousa, em 23.08.20

"Estamos programados para isto. Desde a infância, os contos mais interessantes [e] com um fundo moral relevante fazem-nos torcer pelos mais pequenos e pelos mais fracos. E, contudo, o nosso instinto natural é o de troçar, minimizar e fazer graçolas sobre tudo o que é pequeno, seja um cão, seja um país, seja o Marques Mendes, seja... um automóvel."

Hugo Reis, Ensaio ao Fiat Cinquecento Sport, Topos & Clássicos de Maio/2020

Leituras

por Pedro Correia, em 22.08.20

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«Velar e rondar é a condição oculta do destino de certos seres, mesmo nas noites mortas, nas noites infinitamente sós

Orlando da Costa, Podem Chamar-me Eurídice... (1964), p. 61

Ed. Avante!, 2019

Leituras

por Pedro Correia, em 09.08.20

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«Qualquer coisa observada na companhia do ser amado adquire para sempre um significado especial

Rebecca West, O Regresso do Soldado (1918)p. 60

Ed. Relógio d' Água, 2009. Colecção Ficções, n.º 130. Tradução de José Miguel Silva

Leituras

por Pedro Correia, em 02.08.20

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«Viver é tomar partido

José Rodrigues Miguéis, Nikalai! Nikalai! (1971), p. 164

Ed. Estampa, 4.ª ed, 2001

Leituras

por Pedro Correia, em 01.08.20

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«A guerra é uma devoradora insaciável de homens; mata uns, estropia outros, escangalha a maior parte

Aquilino RibeiroVolfrâmio (1944), p. 70

Ed. Bertrand, 2015

Leituras

por Pedro Correia, em 27.07.20

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«Admito que as pessoas precisem às vezes de se encontrar sozinhas. E uma das formas de se encontrarem sós pode ser a de se acharem no meio de estranhos, ou de amigos

Isabel da Nóbrega, Viver com os Outros (1964), p. 51

Ed. Portugália, 2.ª ed, 1965. Colecção Contemporânea, n.º 75

Leituras

por Pedro Correia, em 25.07.20

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«Não há civilizações sem uma noção de esperança e sem uma noção de morte.»

Vasco Graça Moura, Quatro Últimas Canções (1987), p. 143

Ed. Quetzal, 2.ª ed, 2009

Leituras

por Pedro Correia, em 19.07.20

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«Custa pouco suprimir um deus, desde que se invente outro

Vergílio Ferreira, Diário Inédito 1944-1949, p. 142

Ed. Quetzal, 2.ª ed, 2010


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