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Leituras

por Pedro Correia, em 09.08.20

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«Qualquer coisa observada na companhia do ser amado adquire para sempre um significado especial

Rebecca West, O Regresso do Soldado (1918)p. 60

Ed. Relógio d' Água, 2009. Colecção Ficções, n.º 130. Tradução de José Miguel Silva

Leituras

por Pedro Correia, em 02.08.20

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«Viver é tomar partido

José Rodrigues Miguéis, Nikalai! Nikalai! (1971), p. 164

Ed. Estampa, 4.ª ed, 2001

Leituras

por Pedro Correia, em 01.08.20

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«A guerra é uma devoradora insaciável de homens; mata uns, estropia outros, escangalha a maior parte

Aquilino RibeiroVolfrâmio (1944), p. 70

Ed. Bertrand, 2015

Leituras

por Pedro Correia, em 27.07.20

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«Admito que as pessoas precisem às vezes de se encontrar sozinhas. E uma das formas de se encontrarem sós pode ser a de se acharem no meio de estranhos, ou de amigos

Isabel da Nóbrega, Viver com os Outros (1964), p. 51

Ed. Portugália, 2.ª ed, 1965. Colecção Contemporânea, n.º 75

Leituras

por Pedro Correia, em 25.07.20

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«Não há civilizações sem uma noção de esperança e sem uma noção de morte.»

Vasco Graça Moura, Quatro Últimas Canções (1987), p. 143

Ed. Quetzal, 2.ª ed, 2009

Leituras

por Pedro Correia, em 19.07.20

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«Custa pouco suprimir um deus, desde que se invente outro

Vergílio Ferreira, Diário Inédito 1944-1949, p. 142

Ed. Quetzal, 2.ª ed, 2010

Leituras

por Pedro Correia, em 18.07.20

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«Às vezes a gente diz o que não deve. Palavras que saem do coração. Mais valia que saíssem da cabeça

J. Rentes de Carvalho, Montedor (1968)p. 107

Ed. Quetzal, 2014

Leituras

por Pedro Correia, em 12.07.20

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«Talvez o amor mais não seja do que a natural aspiração de duas epidermes com frio, mas o homem que não lhe chame um cristal tem-se em muito pouca conta

Américo Guerreiro de Sousa, Os Cornos de Cronosp. 34

Ed. Bertrand, 1981

Leituras

por Pedro Correia, em 11.07.20

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«O convívio com a morte fortifica os que não enlouquecem para sempre, não se deixam matar ou não desertam

Eduarda Dionísio, Retrato dum Amigo Enquanto Falo (1979)p. 30

Ed. Quimera, 1988

Leituras

por Pedro Correia, em 05.07.20

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«O Andes transpunha a barra com o seu carregamento de carne humana, exausta, quase morta, que a América devolvia à Europa - homens que dir-se-ia estarem a mais no Mundo e se arrastavam pelos dois hemisférios como se fossem o refugo de outros homens.»

Ferreira de Castro, Emigrantes (1928)p. 221

Ed. Cavalo de Ferro, 2.ª ed, 2018

Leituras

por Pedro Correia, em 03.07.20

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«Em todos os quiosques se vendem livros ensinando a fazer amor com todas as técnicas possíveis, nunca as pessoas foram tão felizes e tão livres e nunca como agora levaram para a sepultura um tão magnífico saldo de orgasmos.»

Teolinda Gersão, O Silêncio (1981)p. 31

Ed. Sextante, 6.ª ed, 2013

Leituras

por Pedro Correia, em 27.06.20

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«O homem é um animal tão estranho. Mas se não fosse estranho, não valia a pena ser homem, bastava ser animal.»

Vergílio Ferreira, Estrela Polar (1962)p. 262

Ed. Bertrand, 3.ª ed, 1978

Leituras

por Pedro Correia, em 21.06.20

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«Existe um intervalo entre o acto e o ser, um espaço indomável que ninguém alcança e que transforma cada homem na matéria humana.»

Lídia Jorge, O Vale da Paixãop. 79

Ed. Círculo de Leitores, 1999

Leituras

por Pedro Correia, em 20.06.20

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«Derrubada a monarquia, o sonho de liberdade e ampliação dos direitos rapidamente se dissipou. Em poucos anos, o país estava mergulhado na ditadura (...). No sertão da Bahia, o sacrifício épico da vila de Canudos resultou na morte de outras 25 ml pessoas e numa história de humilhação para o Exército brasileiro, derrotado em três expedições consecutivas por um bando de jagunços e sertanejos pobre e mal-armados, sob a liderança messiânica de António Conselheiro, ao qual se atribuía, erroneamente, a ameaça de restauração da monarquia. Somadas as 35 mil vítimas, a república pagou em sangue um preço infinitamente maior do que a Guerra da Independência, cujo número de mortos terá ficado entre 2 mil e 3 mil combatentes brasileiros e portugueses.»

Laurentino Gomes, 1889p. 17

Porto Editora, 2015

A ler

por Sérgio de Almeida Correia, em 19.06.20

"Macau has done everything “just right” and been lauded by Beijing paternalistically as “the good student.” All politically sensitive protests have been banned. A law criminalising the disrespect to the PRC National Anthem, flag and symbols has been approved. And so was a National Security Law. Self-censorship is effective among most of the media and the people.

What did Macau get in return? A directly elected Chief Executive and Legislative Assembly? More liberties and rule of law? No. The more freedoms you give up to please Beijing, the more Beijing demands of you. And it pays in cash." (Jorge Menezes, Hong Kong Free Press, 18/06/2020

Leituras

por Pedro Correia, em 14.06.20

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«O homem é um ser tão extraordinário. O que ele inventa para ver se é eterno.»

Vergílio Ferreira, Para Semprep. 79

Ed. Bertrand, 1983

Leituras

por Pedro Correia, em 07.06.20

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«Tudo o deixava indiferente.»

Peter Handke, A Angústia do Guarda-Redes Antes do Penalty (1970)p. 84

Ed. Relógio d' Água, 1987. Tradução de Maria Adélia Silva Melo

Leituras

por Pedro Correia, em 06.06.20

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«Uma multidão é uma criatura lenta e estúpida, muito menos inteligente do que qualquer dos seus membros.»

Ian McEwan, Cães Pretos (1992)p. 77

Ed. Gradiva, 1993. Colecção Gradiva, n.º 29. Tradução de Fernanda Pinto Rodrigues

Leituras

por Pedro Correia, em 31.05.20

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«Costumava julgar os rostos consoante a sua capacidade de reterem a luz. Era a falta de luminosidade num rosto - até mesmo a ausência de uma promessa de luz - que lhe lembrava, tristemente, a desumanidade do homem para com o homem.»

John Cheever, Parece Mesmo o Paraíso (1982)pp. 90-91

Ed. Relógio d'Água, 2009. Tradução de Maria Carlota Pracana. Colecção Ficções

Leituras

por Pedro Correia, em 16.05.20

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«A tragédia da morte está no facto de ela transformar a vida em destino.»

André Malraux, A Esperança (1937)p. 240

Ed. Livros do Brasil. Tradução de Judith Cortesão


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