Uma enorme falta de Xá
Depois da captura de Maduro e do afastamento da Venezuela do eixo anti-Ocidente, as atenções poderiam virar-se para o que se passa no Irão. Os noticiários não lhe estão a dar muita cobertura, mas isso não é o que acontece nas mal-amadas redes sociais.
Os aiatolas estão mais fracos do que nunca. Depois das tremendas derrotas dos seus vários braços armados, que designavam por Eixo da Resistência, onde se incluía o regime sírio, o Hezbolah no sul do Líbano, o Hamas em Gaza, a já referida Venezuela, a que se pode juntar o isolamento logístico com a Rússia (depois do imprevisível acordo entre a Arménia e o Azerbaijão), tudo se encaminha para que a elite iraniana já esteja a tirar bilhetes de avião para Moscovo, outra capital que dia após dia vai ficando mais isolada.
As mulheres iranianas, amputadas há muito dos seus legítimos direitos, não merecem a simpatia das ditas feministas que, por cá, tentam erradicar a palavra MULHER do léxico comum, para a substituírem por "pessoas com útero" e outras irracionais irracionalidades.
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O herdeiro do Xá deposto pela Revolução Islâmica em 1979 é o rosto do poder que se segue na Pérsia. A bandeira do Leão e o Sol, Shir-o Khorshid, voltou a ser agitada nos céus iranianos e o seu regresso como símbolo oficial parece ser apenas uma questão de tempo.
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O impulso pela liberdade continua a ser forte o suficiente para motivar o ser humano a arriscar a vida contra os tiranos. Apesar dos prognósticos pessimistas, o ano 2026 pode vir a ser um ano histórico para a liberdade no mundo.
PS: Para os bandidos de Cuba, o ano de 2026 também não está a correr nada bem. Esperemos que a ruptura também aí se concretize. Parece mesmo que estamos a viver um ano memorável.























