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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.05.19

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Abril, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 19 menções ao longo do mês. 

 

Os portais foram estes, por ordem cronológica:

Belles toujours (28 comentários)

Reformismo e revolução (38 comentários)

Uma coerência exemplar (36 comentários, segundo mais comentado do dia)

O bispado de Bolsonaro (34 comentários)

Lavourada da semana (26 comentários)

As flores de estufa (36 comentários)

Penso rápido (91) (30 comentários)

Belles toujours (26 comentários)

A Igreja Católica em crise (91 comentários)

Assombro e dor (40 comentários)

Estátuas dos nossos reis (apêndice 1) (34 comentários)

E que tal ter férias em Caracas? (34 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Votos de uma Santa Páscoa (23 comentários)

O Sri Lanka e o estado do Ocidente (50 comentários)

Lavourada da semana (22 comentários)

Estrelas de cinema (30) (38 comentários, terceiro mais comentado)

Pago jornal, levo propaganda (56 comentários, terceiro mais comentado)

Belles toujours (62 comentários, terceiro mais comentado)

O "direito" a prejudicar outros (64 comentários, terceiro mais comentado)

 

Com um total de  768 comentários  nestes postais. Da autoria do JPT, da Cristina Torrão e de mim próprio.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 05.09.18

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Agosto, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesses dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 16 menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

O bloco imutável (45 comentários)

Rapazes, lembram-se? (28 comentários)

A ralé (133 comentários)

Ao ir-me embora (67 comentários, segundo mais comentado do dia)

Marcelo no país que não tem voz (45 comentários, terceiro mais comentado do dia)

O combate aos incêndios de António Costa (19 comentários)

Dois meses e 300 e tal km depois (29 comentários)

Foi chato (40 comentários)

A minha bebida deste Verão (51 comentários, segundo mais comentado)

O idílio entre Rio e Costa (43 comentários, o mais comentado do dia)

À atenção dos eucaliptófobos (38 comentários)

Pensamento da semana (16 comentários)

Quando não existe fogo, o fumo é notícia: gera cliques na mesma (45 comentários)

Agosto em Lisboa (40 comentários)

Pouca terra e pouca vergonha (18 comentários)

Estátuas dos nossos reis (1) (28 comentários)

 

Com um total de 685 comentários nestes postais. Da autoria do JPT, do João Pedro Pimenta, do Fernando Sousa, do João Campos e de mim próprio.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Agradecimentos devidos

por Pedro Correia, em 26.02.18

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Ao Luís Novaes Tito, à Catarina Duarte, à Gabriela, à Luísa, à Joana Marques, à Cátia Samora, ao Pedro Oliveira, ao António Agostinho, ao Filipe Nunes Vicente, ao Carlos Guimarães Pinto, ao  José da Xã, ao  Octávio dos Santos, ao  David Marinho, ao João Espinho, à Manuela Matos, ao Armando Palavras e ao nosso JPT no seu blogue pessoal.

 

A estes e a outros, na blogosfera e nas redes sociais, por ajudarem a promover e a divulgar a antologia DELITO DE OPINIÃO, editada em sistema de crowdfunding - espécie de mecenato em que os futuros leitores contribuem para que a obra se torne realidade.

E vai tornar-se mesmo, como ficou garantido. Com a ajuda de tão bons amigos e de muitos dos nossos leitores. Alguns dos quais já nos acompanham há nove anos, desde o início desta longa caminhada.

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DELITO: o livro está a chegar

por Pedro Correia, em 22.02.18

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Já é oficial, posso portanto escrever aqui a boa notícia: a antologia de textos do DELITO DE OPINIÃO vai tornar-se realidade no mês que vem. Isto porque conseguimos reunir um mínimo de 160 apoiantes desta edição que já reservaram e pagaram os seus exemplares. Prova de confiança redobrada num projecto editorial que agradará seguramente aos leitores. Tanto aos que nos acompanham desde o início, há quase dez anos, como àqueles que só mais recentemente passaram a seguir este blogue, como às pessoas que virão em sentido contrário, chegando ao blogue depois de lido o livro.

Na próxima semana darei mais novidades. Para já fica o registo de termos ultrapassado o próprio número inicial de adesões que estava programado ainda antes de concluído o prazo estabelecido, que era o fim de Fevereiro.

A todos quantos, na blogosfera e nas redes sociais, têm ajudado a promover e divulgar este livro, deixo um caloroso e grato abraço de reconhecimento.

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Sempre a somar

por Pedro Correia, em 28.01.18

Nos últimos cinco dias, registámos 24.020 visualizações aqui no DELITO DE OPINIÃO. Média: 4.804 visualizações diárias.

Prova inequívoca - mais uma - da atenção que os leitores nos manifestam. E da responsabilidade acrescida que isso nos traz.

Queremos continuar a retribuir-lhes, como merecem, ao longo de 2018 - o décimo ano de existência deste blogue. Que não é só de quem aqui escreve: é também de quem nos lê.

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Relato de um jantar imperialista em modo autista

por João Villalobos, em 26.01.18

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Fui injustamente nomeado relator do jantar do Delito, que ainda decorre no Café Império, nesta altura em que escrevo do meu leito, qual Mark Twain. A minha saída logo após a sobremesa deveu-se ao facto de estar afónico, por um lado, e ao Alexandre Guerra ter pronunciado a frase "Houve uma coisa que há alguns anos ouvi o Pacheco Pereira dizer e tinha razão...", por outro. Nessa altura a mão tremeu-me, a mim que juro pela saúde do meu gato Beltrão que só bebi água o jantar inteiro. Falava-se de cultura, embora sem uma única menção à Supernanny. Temi ter dado um passo errado na carreira blogosférica ao imiscuir-me neste grupo de convivas.

Estavam onze homens e quatro mulheres, numa perigosa ameaça à paridade nos tempos que correm e entre as quatro constava a Ana Vidal, que levou um exemplar do seu mais recente livro, o qual se encontra à venda nas melhores livrarias (comprem-no!). Também se falou muito do livro do próprio Delito, que ainda não está à venda em livraria alguma (mas irá estar, depois de o comprarem também em modo crowdfunding). Consegui, a custo, perceber que terá um prefaciador e um pósfaciador e pouco mais, uma vez que o Luís Naves ao meu lado não parava de gritar que ele é que era o chefe da oposição neste blogue e iria tomar e assumir o poder, numa deriva alucinada em que incorporava o General Alcazar do Tintim em 'O Ídolo Roubado', enquanto o Alexandre Guerra e o José Navarro discutiam os limites da crítica literária nos jornais que nem um par de perigosos intelectuais bolcheviques.

Nessa altura, o Luís Menezes Leitão já tinha bazado para apanhar o seu avião até à Índia, mas não sem antes discutirmos o inevitável tema do alojamento local, contando com a participação bem informada do Adolfo que tentava debalde convencer-nos de que não escreve mais aqui porque não tem tempo.

Do outro lado da mesa, passaram-se igualmente diversas coisas dignas de menção e apreço mas que ignoro de todo, dado que, além de afónico, como nunca fui picado por uma aranha radioactiva não ouvi pevide.

O bife do lombo à Império estava tão macio quanto as minhas cordas vocais enervadas. As batatas deviam ser melhores. Os anónimos comentadores deste blogue idem. Bem feita não terem ido ao jantar, é para aprenderem. Se comprarem o livro do Delito...quem sabe, um dia...coiso e tal. 

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1 milhão e 200 mil visualizações

por Pedro Correia, em 01.09.17

No início de um novo mês, é tempo de fazer um breve balanço. Neste último ano, entre 31 de Agosto de 2016 e 31 de Agosto de 2017, o DELITO DE OPINIÃO registou quase um milhão e duzentas mil visualizações. Em média, cerca de três mil por dia.

Números que confirmam a popularidade deste blogue no seu nono ano de existência. Com a matriz de sempre, alicerçado nos três eixos que nos servem de carta de apresentação: "Política, cultura, quotidiano". E também como testemunho vivo da passagem do tempo, documentado no nosso vasto arquivo, sempre à disposição de quem nos visita. Ao contrário de outros, nós não apagamos textos. Podemos orgulhar-nos disso também.

Sempre em função dos nossos leitores, sem os quais não valeria a pena estarmos cá.

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Voltar

por Ana Vidal, em 10.07.15

Dizem que não se deve voltar aos lugares onde se foi feliz, mas é mentira. Voltar é bom. No meu caso nem é bem um regresso, é só o retomar de um ritmo interrompido.

 

 

(com um presentinho especial para o Pedro Correia) :-)

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XX?

por José António Abreu, em 29.01.15

Um comentador perguntou pelas «meninas» do Delito. Eu também gostava de saber. A Teresa Ribeiro continua activa regularmente  (passe uma formulação que parece remeter para o campo médico-sexual), a Patrícia Reis e a Helena Sacadura Cabral aparecem de vez em quando mas as restantes quase nem se lobrigam (sim, trata-se de uma palavra estranha e pouco elegante mas, como julgo nunca a ter usado antes, fica). É provável que o excesso de textos sobre política, já apontado pela Helena, esteja relacionado com o assunto mas às vezes pergunto-me se elas não começaram a desistir pouco tempo após eu entrar no blogue (tive discussões valentes com duas ou três). Depois digo-me que não, que foi mais tarde. Talvez por alturas da entrada do Navarro. Ou, mais provavelmente, do Luís Naves. Sim, para além da política, deve ter sido a barba dele a assustá-las.

Seja qual for a razão, podemos sempre argumentar que o Delito se adiantou aos novos tempos da correcção política, nos quais todos aqueles e aquelas que até agora exigiam paridade de género estão disponíveis para aplaudir sem reservas grupos formados apenas por gajos, desde que sejam gajos sensíveis, ligeiramente rebeldes e sem gravata. Ora se é verdade que subsistem algumas gravatas entre os membros (no pun intended) do Delito (não as minhas: pendurei-as há anos, após meia dúzia de campeonatos na equipa B), ninguém terá dúvidas acerca da nossa rebeldia, tão marcada que alguns rebelam-se precisamente contra as posições dos outros, nem da incomensurável sensibilidade que flui da ponta dos nossos dedos para os teclados e irradia de dois mil e tal ecrãs por dia.

De qualquer forma, ainda que possa ser mais progressista assim, tenho saudades dos tempos em que havia mais textos de mulheres. Até porque a barba do Luís Naves - por muito que as barbas estejam na moda - também me deixa desconfortável.

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Delitception

por Marta Spínola, em 12.01.14

Hoje lembrei-me de uma vez ter vindo ao Delito comentar um post da Rita Ferro, convidada na altura. Fui procurar e encontrei-nos, esta Marta era eu. Achei graça e reitero tudo. 

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Delitos

por Pedro Correia, em 09.04.11

«Este é um partido onde não existe DELITO DE OPINIÃO.»

Manuel Alegre, falando no congresso do PS

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Outros delitos

por Pedro Correia, em 18.01.11

«Eu hoje não sou deputado à Assembleia da República por DELITO DE OPINIÃO.»

Miguel Relvas, secretário-geral do PSD, há pouco, na SIC N

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Olh'ó buraco!

por João Carvalho, em 27.01.09

A quantidade de buracos tira quaisquer dúvidas. O BPN era muito mais do que um banco. Era um autêntico campo de golfe!

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Sob o signo de Capricórnio

por Pedro Correia, em 05.01.09

 

 

O Capricórnio, diz quem entende disto, é um signo do elemento Terra. Tem densidade e peso. Gosta da substância e da solidez. Este blogue nasce sob o signo de Capricórnio. Deve querer dizer alguma coisa.

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O nosso livro






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