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Aquilo do Irão

por jpt, em 08.01.20

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Não sei o que se passa no Irão/Iraque - e estou certo que não serei o único. Creio que dentro de alguns anos um Oliver Stone mais ou menos o demonstrará, num ritmo mais ou menos trepidante, e com uma visão mais ou menos crítica do sistema americano, e elegendo como herói protagonista e exemplo salvífico um funcionário mais ou menos desalinhado. Trata-se do molde western da (auto)crítica dominante no indústria cinematográfica, de facto seguidora do corberismo de Lampedusa, aquilo mais ou menos do tem que se mudar algo para não se mudar nada ...

Dito tudo isto, e face à iraniofilia que grassa na esquerda portuguesa, muito gostei deste cartoon. O autor é o renomado iraniano Mana Neyestani, há anos exilado em França. É evidente o que o eixo BE-PCP-Livre-PS (MES) dele diz ou diria (se o conhecesse): é um "dissidente", um "agente da Voz da América". 

Os mais novos não se lembrarão desta retórica. Os mais velhos lembram-se, decerto. Dominou durante décadas, de apoio às piores das ditaduras em nome do anti-americanismo e, de facto, da aversão à democracia. Serviu para tudo justificar, para a tantos insultar e perseguir. Continua viçosa, vê-se, pois ""não há nada de novo sob o sol" (Eclesiastes 1:9).

 

Mordillo (1932-2019)

por João Sousa, em 03.07.19

Soube hoje que Mordillo morreu este Sábado. Foi um dos grandes, muito popular pelas suas micro-histórias de humor surreal que contava em cartoons sem palavras.

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Lá está

por Bandeira, em 15.01.18

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 (José Bandeira/DN)

O drama

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.08.17

Hoje Macau (P. 22 - 20170816).jpg

 (Aqui)

Brexit by Steph

por Sérgio de Almeida Correia, em 12.06.17

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Um magnífico cartoon de Steph na edição matutina do HojeMacau. Ou de como em dois traços se pode retratar a realidade. 

Trumpeta do Apocalipse

por Bandeira, em 21.01.17

José Bandeira/DN

(José Bandeira/DN)

Fim do Mundo

por Bandeira, em 17.01.17

José Bandeira/DN

 (José Bandeira/DN)

Conversas de xadrez

por Bandeira, em 15.01.17

José Bandeira / DN
(José Bandeira/DN)

 

O bom taxista e o mau taxista

por Bandeira, em 12.10.16

José Bandeira/DN

 (José Bandeira/DN)

Mais claro era impossível

por Sérgio de Almeida Correia, em 15.07.16

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Duas frases, duas notas, duas pinceladas ou dois riscos, conforme for o caso. A simplicidade da construção, a clareza da exposição, a capacidade de captar a beleza do momento. A ironia permanente. Um génio define-se em poucas palavras e é magistral no resumo. Rios e rios de tinta e papel, horas de conversa morna nas televisões, discursos inflamados, muitos disparates à mistura e, afinal, é tudo tão claro e tão simples. Foi assim esta manhã, no Ponto Fatal. Rodrigo Matos. Who else?   

Premonição

por Bandeira, em 04.05.16

Jose Bandeira

 

(José Bandeira, Focus, 2004) 

Navegar é preciso

por Bandeira, em 01.04.16

Jose Bandeira/DN

 

(José Bandeira/DN)

Faz frio.

por Bandeira, em 11.03.16

Jose Bandeira/DN

(José Bandeira/DN)

Do Vil Metal

por Bandeira, em 17.02.15

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(José Bandeira/DN)

A Europa rendida ao medo (2)

por Pedro Correia, em 24.01.15

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O cartunista belga Philippe Geluck, talvez já farto de caricaturar Deus, apressa-se a jurar que jamais desenharia Maomé para não ferir a fé islâmica. Uma forma peculiar de homenagear os seus colegas do Charlie Hebdo, assassinados faz hoje 17 dias.

Je suis Bordalo

por Pedro Correia, em 20.01.15

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Entretanto, lá na frente

por Sérgio de Almeida Correia, em 17.01.15

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Je suis Vilhena

por Pedro Correia, em 16.01.15

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Contra o terror

por Pedro Correia, em 09.01.15

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Dave Brown, no Independent

O medo e a coragem.

por Luís Menezes Leitão, em 08.01.15

Um dos ataques mais brutais à civilização ocidental é a criação de um clima de medo que acaba por condicionar a liberdade de expressão. O exemplo desse medo é a fotografia abaixo referida que encontrei na internet. Para ilustrar o ataque é exibido o jornal atacado, mas o órgão de informação recusa-se a exibir a caricatura de Maomé que o jornal tinha publicado.

 

É por isso que me parece de especial louvor a capa do i de hoje que o Pedro reproduz abaixo. Penso que foi o único jornal que se atreveu a quebrar um interdito que o medo está a criar: a interdição nas sociedades ocidentais, por natureza laicas, de representações do profeta Maomé. Os terroristas estão neste âmbito a criar através do medo uma censura implícita que os jornais consciente ou inconscientemente aceitam. O i não aceitou esse condicionalismo e com isso prestou uma muito melhor homenagem às vítimas do que a colocação de um fundo negro no jornal. Hoje por isso tive um grande orgulho em ser colunista do i.


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