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Palavras para recordar (57)

por Pedro Correia, em 22.10.19

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ANTÓNIO MARINHO E PINTO

Diário Económico, 14 de Agosto de 2014

«Candidato-me ao lugar de primeiro-ministro, sem dúvida.»

Capazes disso e de muito mais

por Pedro Correia, em 06.07.17

Por uma vez, estou de acordo com Marinho e Pinto. É chocante o absentismo crónico dos eurodeputados, principescamente remunerados pelos contribuintes dos seus países. Nem 5% marcaram presença no plenário que fazia a avaliação da anterior presidência europeia - ainda por cima sabendo-se que compete ao Parlamento Europeu fiscalizar o desempenho do Conselho Europeu, o que aumentava a responsabilidade de quem não se dignou comparecer no hemiciclo de Estrasburgo, onde havia mais de 700 lugares vazios.

Só a folha que assinala o registo de presenças não estava vazia: constavam lá 703 assinaturas de eurodeputados, que se limitaram a pôr o gatafunho no papel antes de darem de frosques. Não se admirem se algumas destas sumidades aparecerem um dia destes na televisão a debitar lições de ética de política aos compatriotas que lhes pagam os salários.

São capazes disso e de muito mais.

Será ele o Tsipras português?

por Pedro Correia, em 27.01.15

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Frases de 2014 (24)

por Pedro Correia, em 17.09.14

«Salário de 4.800 euros não permite padrões de vida muito elevados em Lisboa.»

António Marinho Pinto

Marinho e Pinto, pós «barriga de aluguer»

por José António Abreu, em 12.09.14

Não é inesperada mas não deixa de ser irónica, a forma como os mais estridentes críticos das 'jogadas' na política são os seus mais perfeitos executantes.

Quatro notas rápidas

por Sérgio de Almeida Correia, em 12.09.14

1. Espero que os portugueses continuem a seguir com atenção o trajecto político de Marinho e Pinto. Admito que não seja fácil, tal a rapidez com que troca de fato e aparece num novo facto. Se há coisa que um cata-vento político mantenha é a coerência. Sempre a girar, nem dá tempo para avisar.

 

2. O Sol titula na primeira página de hoje que "Seguro prepara surpresa" e acrescenta que o secretário-geral do PS tem na manga uma "avalancha de entradas nos últimos dias". Aguardo confirmação da cartada. Oxalá que nenhum dos novos esteja já morto e que essa avalancha de entradas não seja mais um acto de homenagem dos sobrevivos. Pensava que a decisão de um indivíduo se inscrever como simpatizante ou militante de um partido era um acto solitário, uma decisão individual, eminentemente livre e racional, tomada no último reduto da solidão, no fundo da sua consciência. Tretas.

 

3. Carlos Moedas diz que lhe entregaram uma pasta "chave para o crescimento da Europa", depois do novo presidente da Comissão ter dito que as pastas chave foram entregues a mulheres. Não discuto pastas em função do sexo, matéria em que quer Junker quer Moedas estarão mais à-vontade. Penso, sim, que Moedas tem uma boa oportunidade para demonstrar que é bem melhor do que aquilo que aparentou ser no Governo de Passos Coelho. O interesse nacional obriga a que lhe seja dado o benefício da dúvida.  

 

4. O trabalho efectuado tem sido registado. A disponibilidade e vontade de melhorar idem. E pessoalmente só tenho a dizer bem de quem lá trabalha e ali me tem atendido. De qualquer modo, não deixa de ser irónico que seja o antigo chefe de gabinete de Miguel Relvas a dar conta da situação a que se chegou no Consulado Geral de Portugal em Macau e Hong Kong: menos "treze funcionários nos últimos dois anos (incluindo uma chefia)" e dificuldades "materiais – com estações de tratamento de dados biométricos continua e reiteradamente avariadas – a acrescer à questão de 2014 ser justamente o primeiro ano coincidente com a renovação obrigatória dos documentos de identificação". Fica mais claro porque renovar um cartão de cidadão ou tirar um passaporte leva vários meses. A redução de funcionários não constitui novidade. A recorrência nas avarias da estação de tratamento de dados biométricos sim. Está visto que o secretário de Estado José Cesário, apesar das constantes viagens que faz a Macau, não é o homem indicado para efectuar as reparações nos consulados. Sabe-se que o MNE vive noutro mundo, mas Passos Coelho podia já ter compreendido isso. Perceber de canos não é o mesmo que saber de circuitos de alta tecnologia. A Cesário não se lhe pode exigir mais.

Frases de 2014 (20)

por Pedro Correia, em 20.08.14

«O Parlamento Europeu é um faz de conta, não manda nada.»

António Marinho Pinto, dois meses depois de se estrear como eurodeputado

Tudo a correr pelo melhor

por Rui Rocha, em 25.05.14

Parecia impossível mas conseguimos mesmo exportar o Marinho e Pinto.

Um dos vencedores da noite

por Pedro Correia, em 25.05.14

 

António Marinho Pinto -- sem dinheiro, sem estrutura de apoio, sem máquina de campanha, quase sem cobertura jornalística, com uma sigla partidária ignorada até há dias por quase todos os portugueses -- ultrapassa o Bloco de Esquerda, que dispôs de amplos holofotes mediáticos. É eleito eurodeputado, como aqui previ a 26 de Janeiro, e pode até ver o MPT eleger um segundo representante para o Parlamento Europeu.

Mais que nunca, este resultado comprova que o quadro político português está pronto a ser reorganizado. Só precisa mesmo de alguém com talento oratório e comprovada capacidade de mostrar alguma diferença para mobilizar um importante fragmento da legião de descontentes, fartos de promessas traídas e das palavras já gastas pelo uso.

Dir-se-á que isso é negativo por representar o triunfo do populismo. Muito mais negativo é haver quase dois terços de eleitores que não reconhecem mérito suficiente a 16 forças eleitorais para confiarem o voto a qualquer delas.

Pergunta para queijo:

por João Campos, em 24.02.14

Que qualificações ou pensamentos habilitam alguém como Marinho Pinto a falar na televisão sobre redes sociais?

 

 

(certo: é o "Prós e Contras"; já se sabe que o nível dos convidados não costuma, passe o eufemismo, ser elevado. Mas ainda assim)

O candidato.

por Luís Menezes Leitão, em 22.01.14

 

Da mesma forma que sucedeu na Grécia e na Itália, a actual crise europeia é um terreno propício para a emergência eleitoral de movimentos populistas centrados em figuras mediáticas. Em Portugal isso acaba de ser ensaiado com a entrada de Marinho e Pinto na corrida para as eleições europeias na lista do MPT-Partido da Terra. Estou convencido de que Marinho e Pinto pode ter um grande resultado eleitoral. O seu discurso é altamente heterogéneo, fazendo apelo simultaneamente a valores de esquerda radical, como o combate aos privilégios, e a valores da direita mais conservadora, como no combate à adopção gay. Precisamente por esse motivo teve a inteligência de escolher para se apresentar a votos um partido considerado neutro em termos ideológicos, que apresenta como bandeiras coisas vagas como o humanismo ou a protecção da natureza, de que ninguém discordará. Por outro lado, o seu perfil de homem de convicções, que diz sempre o que pensa, fará a diferença perante candidatos políticos cata-vento habituados a tomar posições em sentido contrário ao que pensam pessoalmente, como se viu na votação recente da proposta de referendo. Se, por exemplo, o candidato do PSD for Paulo Rangel poderemos assistir a debates como este que se vê aqui

 

Será um erro o PSD e o CDS não perceberem os riscos que correm. O seu discurso recente tem sido o de que a crise está a ficar para trás e os sacrifícios valeram a pena. Só que quem viu este mês o seu salário ou pensão brutalmente cortados não quer saber para nada se os juros da dívida caem ou não, receando é o que lhe possa acontecer amanhã. Quanto ao PS, não foi capaz de construir nenhuma alternativa, o PCP é o que sempre foi e a esquerda radical entretém-se a multiplicar partidos e movimentos. Estamos no terreno ideal para que um candidato como Marinho e Pinto prospere. Os partidos tradicionais que se cuidem.

Coisas

por Ana Margarida Craveiro, em 05.12.12

 

Há uma série de piadas sobre o inferno como destino inevitável dos advogados. Quando vejo que elegem este animal selvagem como Bastonário, tendo a lembrar-me delas. E sim, estou a ser eufemística.

As eleições são uma coisa tramada

por Ana Margarida Craveiro, em 02.02.12

Como se não bastasse termos um Presidente da República com dúvidas sobre o seu poder (deve ter flashbacks com 1991), temos também um Bastonário de uma Ordem com a mania que é político. Eu explico devagarinho: para se chegar ao poder executivo, é preciso ser eleito para o Parlamento. Boa? Custa assim tanto entender?

Júbilo por Marinho Pinto!

por André Couto, em 28.11.10

 

O actual Bastonário da Ordem dos Advogados, agora reeleito por mais três anos, é como Saldanha Sanches era: um dos bons, um dos corajosos, um dos poucos sem medo de dizer o que tem de ser dito, quando tem de ser dito! É senhor de uma postura ímpar que faz cada vez mais falta nos dias que correm.

Sou ainda da opinião que o Bastonário dos Advogados tem de ser mais do que um mero executivo da política da Ordem, tem o dever de ser uma figura chave na sociedade, como legítimo representante de uma das suas mais relevantes classes, e Marinho Pinto sabe sê-lo com coragem e mestria, combatendo com a honestidade e galhardia que quero que seja reconhecida aos advogados.

Espero que agora os Velhos do Restelo se remetam ao silêncio. O tira-teimas não deixou margem para dúvidas.

Parabéns e força para António Marinho Pinto!


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