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Sobre a "peça", suspensórios e a História

por João Villalobos, em 23.03.18

É óbvio que Adolfo Mesquita Nunes só poderia responder com a ironia e o savoir-faire que se lhe conhece à inanidade proferida por Fernando Rosas. Rosas é um cromo perigoso. À medida em que outros melhores do que ele foram falecendo, tornou-se - através de um caminho das pedras mediático - porta-voz de uma pseudo-realidade passada que nunca aconteceu. O PC despreza-o. Perdeu inúmeros compagnons de route pelo caminho que o abandonaram, em particular entre os anos 70 e 80, e tornou-se um divulgador de fake news sobre o que passou quando era novo e já poucos se recordam. Agora, decidiu falar de modernidade e criticar um político que assumiu a sua opção sexual. Ele - Fernando - lá saberá o que faz, porque o faz e etc. Quanto a mim, o Adolfo tem toda a razão. Não fazendo subir o senhor Rosas até ao palanque do debate inteligente, foquemo-nos nos suspensórios. E, já agora, também no título que acompanha este cartaz; "As peças que acompanham a História". A peça já é conhecida. Se ele a acompanha, à História? Tenho sérias dúvidas. Quanto a que contributos deu, dará ou tira a essa "História", isso, um dia, ainda será objecto de tese. 

 

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Fez a diferença mas tenho pena

por Sérgio de Almeida Correia, em 26.12.15

"Aos 38 anos, presidiu ao maior aumento do turismo em Portugal. Só que não gostou da política. Não se candidatou a uma carreira de ócio como deputado e, quando o Governo caiu, voltou alegremente à sua profissão." - Vasco Pulido Valente, Público, 26/12/2015

 

Não discuto os méritos do "maior aumento do turismo em Portugal", mas tenho a noção de que foi um dos poucos que sobressaíram e foi capaz de fazer diferente, sem golpadas nem aldrabices, fazendo alguma coisa de jeito em prol do País. Tinha uma carreira e uma vida fora do partido, não dependia da política e podia entrar e sair sem se tornar dependente. Tinha tudo para poder prosseguir e continuar a fazer a diferença num parlamento cinzentão, oligárquico e aparelhístico. Optou por desistir da política activa e abdicou de uma carreira parlamentar. Compreendo perfeitamente a sua opção, pois provavelmente teria feito a mesmíssima coisa. Mas por não haver gente com o seu desprendimento na política, gente que escolhe os seus próprios suspensórios e aventais, é que o país está como está e tem tido os políticos que conhecemos. Ele e José Ribeiro e Castro são duas baixas de vulto no CDS/PP e no paupérrimo panorama da vida política nacional. Boa sorte, Adolfo. E volta quando puderes.

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Um abraço colectivo ao Adolfo

por André Couto, em 31.01.13

Sou politicamente insuspeito no elogio ao nosso Adolfo Mesquita Nunes, a quem hoje foi entregue a Secretaria de Estado do Turismo. Estou certo que todos neste espaço, autores e leitores, lhe damos a maior força, certos de que estará à altura de tão nobre desafio.
A aposta no Turismo por parte do Governo tem sido curta e, diga-se, por parte da oposição as críticas têm sido estilo calças pelos tornozelos. Não é preciso, no entanto, ser visionário, para perceber que este pode ser um sector chave na recuperação económica do País, através da geração de emprego e captação de investimento. Até a aparente sazonalidade deste sector pode ser contornada, Portugal não é só um País de praias, havendo todo um outro País a divulgar...
O Adolfo Mesquita Nunes sabe isto melhor que nós. Este é um dia feliz, porque alguém indubitavelmente competente foi designado para o Governo.

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