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Surpreendente mundo este!

por Helena Sacadura Cabral, em 05.12.16
A política na Europa tornou-se imprevisível. Espanha, Áustria, Inglaterra, Itália e em breve a  França deram cabo de todas as sondagens feitas para eventos políticos eleitorais. O que mostra uma de duas: ou as agências não percebem nada do que fazem, ou a realidade ultrapassa, em muito, as bases em que aquelas assentam. De facto, o desacerto tem sido excessivo.

Parando um pouco para olhar o mundo, vemos que a América não vai melhor e o Oriente é um potencial foco de infecção. Isto para não falar já das complicações de Moçambique, do anúncio  da retirada de José Eduardo dos Santos em Angola, do Brasil ou de Cuba.

Levámos oito dias a acompanhar a subida aos céus de Fidel de Castro, com votos de louvor na Assembleia da Republica, cujos deputados, dada a sua tenra idade, não devem perceber bem que Fidel teria todo o direito a estas homenagens se tem morrido em 1959. Mas como faleceu em 2016, nem sei como as classificar... É este o surpreendente mundo novo em que vivemos!


2 comentários

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De Vento a 05.12.2016 às 22:39

Concordo consigo. E até afirmo que este mundo novo começou a nascer nos anos 70 com a crise do petróleo, atingindo sua maior expansão com Reagan/Tatcher.
O que mais me surpreende, à direita, à esquerda e ao centro, é que se aposte numa restauração de modelos e não numa renovação dos mesmos, ainda que possam ser introduzidos alguns parâmetros que anteriormente se provaram adequados.

Comentava ali abaixo, no post da Teresa, que quem deita as mãos ao arado e olha para trás não é digno da liberdade anunciada. Como o vinho a martelo tem sido bebido e enaltecido em todas as gerações é natural que o vinho novo provoque estragos a "odres velhos".

Se Fidel tivesse morrido em 1959 não seria notícia em 2016. O interessante é ele ter sido notícia até 2016. Nenhum conseguiu tal feito durante tanto tempo.
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De Conde de Tomar a 06.12.2016 às 10:05

Aconteceu com Fidel, o mesmo que com François Mitterrand.

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