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Subscrevo

por Sérgio de Almeida Correia, em 21.03.15

"Alguém me pode explicar por que razão é que o “não” dos responsáveis governamentais valia mais do que o testemunho de centenas de pessoas e das afirmações claramente sólidas do Sindicato? Mas o “não” de Passos e Núncio valia mais do que a denúncia de um facto e a palavra do Sindicato? Pois é, valia mas não valia. Só a subserviência ao poder explica que tão facilmente se aceite a palavra dos governantes. E Passos Coelho, que conhecia a notícia da Visão, não tem um assessor que lhe diga “seja prudente enquanto não se esclarecer esta história da acção de formação”, porque era isso que tinha que ser esclarecido? Não. O poder vive da hierarquia e uma mentira navega muito bem pela hierarquia acima quando é conveniente.

Homens sem qualidades não assumem responsabilidades." - José Pacheco Pereira, aqui, com todas as letras.


8 comentários

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De Alexandre Carvalho da Silveira a 21.03.2015 às 18:12

O Pacheco Pereira quando escreveu a "pérola" que cita, devia estar a ver-se ao espelho.
"Afirmações claramente sólidas do sindicato"? então ele acha que o Ralha tem credibilidade? Tem tanta como o Pacheco Pereira, intelectual da treta e convertido do PCP-ML ao cavaquismo.
PP e Manuela Ferreira Leite não fazem oposição e critica politica ao governo; entraram num mundo de alucinação só possivel para quem ficou cego com tanto ódio.
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De Marquês Barão a 22.03.2015 às 09:57

Notável o rebusco cirúrgico de PML confessado no eixo ruidoso. Achou um um anel de noiva num campo de cereais que se apressou a ostentar. Não se desvia um milímetro do ressabiado guião.
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De Macieira a 21.03.2015 às 19:06

Ah, Pereira, esse clarividente militante do Syriza-ML.
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De Apalpadela a 21.03.2015 às 19:59

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, Paulo Ralha, afirmou esta quinta-feira no Parlamento que não tem “nenhuma prova palpável e concreta” do envolvimento do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, na criação de uma lista VIP de contribuintes.
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De Marquês Barão a 22.03.2015 às 01:29

Fico baralhado. Quando temos apenas versões de partes envolvidas já se tiram conclusões? Não seria mais prudente aguardar pelos resultados dos inquéritos tanto do parlamento com da inspecção de finanças, e ainda da provável investigação criminal? Não seria melhor que homens que apontam falta de qualidade aos outros não se precipitassem com a colocação da carroça á frente dos bois? Ainda não valeu nada Dr. Pacheco Pereira.
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De Anónimo a 22.03.2015 às 02:22

Com todas as letras e com toda a razão. Os homens do governo mentem sucessivamente e com tanta facilidade que se disserem uma verdade dificilmente se acredita. Este governo é uma autentica vergonha, mas ainda há quem lhe dê a mão. Se assim não fosse já tinham sumido há muito.
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De Marquês Barão a 22.03.2015 às 09:38

Há sempre uma mão que espera por si. A livre escolha é nossa, que até vale para Manuela, Pacheco, como para o tal Pedro do eixo mal ensebado. Ai tanta dor.
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De Carlos Cunha a 22.03.2015 às 13:10

o secretário de estado ouviu por aí que algo de ilegal se poderia estar a passar nos serviços que estão sob a sua excelentíssima tutela. chamou o seu impedido e perguntou lá do alto da sua secretária de secretário de estado excelentíssimo:
- diga lá, o que dizem por aí que está a acontecer nos serviços, está a acontecer ? porque os excelentíssimos cá de cima querem saber se isso está a acontecer ou aconteceu.
o impedido, cá de baixo, disse ao excelentíssimo:
- tanto quanto sei, não, isso não se passa, ó excelência excelentíssima.
então, o excelente secretário informou as suas excelências que tinha a informação que nada do que era dito que se passava, não passava de dito.
o secretário excelente adormeceu sossegado, como sempre, porque a sua excelência zelava pelos portugueses, certamente também tranquilamente adormecidos.
no dia seguinte chegou a confirmação que afinal aquilo que diziam que de ilegal de passava, afinal de ilegal se passava mesmo nos serviços que o excelente secretário tutelava.
mas o secretário excelente lavou as mãos e voltou a adormecer tranquilo, porque ele tinha feito o que devia ter sidofeito, perguntou a quem tinha que perguntar, soube o que tinha de saber por quem tinha de saber e da forma que deveria ter sido seguida para o fazer, e os adormecidos portugueses podiam continuar tranquilamente adormecidos, porque por eles zelava a sua excelência de secretário.


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