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Socialismo de Curto Prazo

por José António Abreu, em 05.01.17

O caso da TSU do salário mínimo ilustra bem os tempos em que vivemos. Uma medida que se traduz no aumento de poder de compra a curto prazo transporta consigo incentivos perversos de contenção dos salários mais baixos a médio e longo prazo. O acordo do salário mínimo é, na prática, uma política que defende uma economia de salários baixos.

Helena Garrido, no Observador.


8 comentários

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De Vento a 05.01.2017 às 19:38

Começo pelo fim. Isto foi o que sempre defendi. Mas vamos lá:

1 - O problema não está na falta de crédito, está no custo do crédito. As empresas não têm garantias sólidas para oferecer.

2 - Não, não se regula por essa via. Se o valor da electricidade que é injectada para Espanha a custo zero entrasse nas contas da redução do preço da energia para a indústria tínhamos o problema resolvido.
Quer fazer contas? Leia isto:
http://www.revistafesta.com/index.php/noticias/pais/item/929-oferecemos-a-espanha-75-milh%C3%B5es-de-euros-de-eletricidade-s%C3%B3-nos-primeiros-tr%C3%AAs-meses-do-ano

e isto:
https://www.dinheirovivo.pt/empresas/exportamos-energia-a-custo-zero-para-espanha-que-pagamos-a-100-euros/

Uma vez que a energia é paga pelo consumidor, não há razão para não reduzir a tarifa à indústria.

Vê que sou um ser divino com um génio incrível? Se algum governante andar por aqui, fáxavor de olhar para esta sugestão.

3 - Calma aí, meu caro. Vai em velocidade elevada. Diminuição de IRC para quê? Há investimento? Há melhoramento da actividade produtiva? Há reinvestimento dos lucros? Se nada disso se observa, porquê baixar impostos? Mais, os investimentos e reinvestimentos já possuem incentivos fiscais. Para quê mais?

4 - Está para breve a eliminação do ISP, pergunta-me. Para quê eliminar algo que ajuda ao sector dos transportes nesta fase?
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De lucklucky a 06.01.2017 às 14:09

Asneiras.

O custo do crédito está historicamente baixo.

Os custos do Estado é que não param de subir. De Licenças à Justiça.

E a cultura que o Estado cria é contrária à criação de empresas.

E como eu já disse há algum tempo, os sindicatos deveriam ser os maiores proponentes do empreendedorismo. Em vez disso são os maiores proponentes do empregadedorismo.

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