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Shameless

por Rui Rocha, em 12.06.15

Um velhote putanheiro que na adolescência matou o irmão com um tiro acidental de caçadeira, uma nora anoréctica, um herdeiro que dá tiros nos pés, uma infanta tonta e outra destronada enquanto o marido é julgado por trafulhice. Não é uma série de ficção sobre o quotidiano de uma família inglesa de subúrbio. É a família real espanhola.

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19 comentários

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De Anónimo a 12.06.2015 às 15:58

Olé !!

E o Rajoy?
Com aquelas contas todas "maradas" até parecem as contas do "nosso" BES...
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De José Mexia a 12.06.2015 às 16:23

A ofensa deve ser usada com parcimónia, mas há alturas em que é a única forma de comunicar:
És um imbecil.
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De Victor S. Carvalho a 12.06.2015 às 16:36

Aquela de chamar à colação o acidente do irmão (mais novo) de D. Juan Carlos I não é bem de imbecil. O termo mais adequado seria, talvez, canalha.
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De Defenestrador a 12.06.2015 às 22:46

Faz falta o feriado de 1 de Dezembro.
A ciganada dos traidores filipinos sabiam melhor que o seu lugar era junto à janela.
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De gty a 12.06.2015 às 16:34

É sabido: os espanhóis - e o mundo em geral - invejam-nos o cavaco e a cavaca. Não é de admirar: gastam mais que a Família Real de Espanha toda junta, mas a despesa é justificada dada a distinção de Aníbal "Cidadões" Silva, da Maria e do algibebe condecorado com a Ordem do Infante.

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De FF a 12.06.2015 às 16:53

Eu estava a tentar ser sério no que estava a escrever mas face a tanta desonestidade intelectual e ao insulto grosseiro só me ocorre dizer que Afonso Costa não escreveria melhor.
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De xico a 12.06.2015 às 18:12

Afonso Costa era, sobretudo, um homem de coragem. Não insultava. Desafiava para duelos.
Se nos puséssemos a contar sobre a história de uma família presidencial com tiques monárquicos, que em vez de caçadas a elefantes, tem transportes de dentes e faxes orientais, seria o quê?: A família Bellamy?
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De FF a 12.06.2015 às 21:19

"Um homem de coragem"? Qual é a coisa qual é ela que entra pela porta e salta pela janela? Conhece? Sabe a quem se aplicou? Sabe porquê?
Agora tome nota:

Afonso Costa participou em negociatas e estranhos casos de favorecimento. Desapareceram processos durante o seu ministério na Justiça e não poucas vezes viu o Parlamento envolvê-lo na “roubalheira” de que fala Raul Brandão e na qual políticos e militares participavam. Em França um banqueiro virou-se para António Cabral, ex-ministro da Monarquia perguntando-lhe: - “Conhece um tal de Afonso Costa, em Portugal”. António Cabral disse que sim, que o conhecia bem… ao que o capitalista respondeu – “Pois deve ser um dos homens mais ricos do seu país, dada a quantia que possui na conta que por cá abriu…” Nada o detia. Para além de manipular a legislação a seu favor (algo que facilmente podia fazer dado que controlava, a partir da proeminência do seu Partido Democrático, veja-se o Caso das Binubas, de que hoje ninguém fala…) executava malabarismos financeiros, como o que envolveu a sua mulher para quem fez desviar, sob a desculpa da caridade, meio milhão de francos, destinados à Comissão de Hospitalização da Cruzada das Mulheres Portuguezas, de que a D. Alzira Costa era presidente.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 13.06.2015 às 02:04

Afonso Costa foi um dos grandes exemplos do que podemos chamar "ética republicana"; tal como o seu herdeiro politico Mário Soares. Actualmente a ética republicana tem o seu expoente máximo no EPE de Évora, onde também é conhecido por 44.
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De xico a 13.06.2015 às 12:05

Longe de mim defender Afonso Costa. Está nos antípodas do que penso. O que quis dizer é que Afonso Costa podia ser um trafulha, mas tinha coragem. Só isso. Batia-se em duelo, não insultava por escrito. Não foi uma crítica ao que escreveu, mas um sublinhado ao insulto grosseiro do post.
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De Francisco Sousa a 12.06.2015 às 17:10

Peço desculpa, mas não sei o que a palavra anoréxica (quando devia ser anorética) faz aqui. A anorexia é uma doença não um capricho, nem uma moda e deve ser tratada como tal. Se a nora fosse cancerosa com certeza não estaria referido neste post de forma jocosa. Obrigado
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De Rui Rocha a 12.06.2015 às 17:14

Tem razão: anorética. Corrigido no texto. Obrigado.
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De Nuno a 12.06.2015 às 19:31

Já que se preocupa com os problemas factuais na sua diatribe, o acidente foi com um revolver e não uma caçadeira.
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De alexandra g. a 12.06.2015 às 21:18

Eu até gosto de um bom lapso, ou erro, de ortografia, é humano, logo, simpático, principalmente numa pessoa que escreve as pérolas que lhe vamos conhecendo, assim como alguns diamantes, mas não é isso que aqui me traz, antes a limpidez do texto, tão original quanto a natureza humana. Sem coroas de qualquer espécie.

Um agradecimento, Rui Rocha :)
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De Bic Laranja a 13.06.2015 às 01:42

Corrija outra vez pois é anoréctica.
Cumpts.
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De Rui Rocha a 13.06.2015 às 08:25

Porra... Já vai. Cumpts.
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De Vale! a 13.06.2015 às 14:26

Vivian felices y comian perdices.
Boca de verdades, cien enemistades.
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De JPT a 13.06.2015 às 21:00

Olé!
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De Nem tudo é a 13.06.2015 às 16:26

Não me parece que neste post a palavra anorética seja usada para designar a grave doença que caracteriza os nossos dias, apesar de existirem casos conhecidos em tempos passados.
A palavra é usada aqui, para criticar o comportamento pouco inteligente, além de um mau exemplo para milhares de jovens, de quem vive na obsessão da magreza excessiva, por ser moda, chic e sinónimo de elegância 'principesca'.
Lembremos o antes e depois, para muito pior, de Letizia Ortiz.
Já a imperatriz Sissi, amada pelo povo pela sua beleza, sofria afinal, sabe-se hoje, de anorexia, e vivia centrada nas suas dietas loucas, como, por exemplo, só comer laranjas. Sissi tinha 45kg para 1,73m, e os seus cabelos até aos pés, levavam 3h diárias a ser penteados, etc. Toda a sua imperial vidinha girava à volta da sua beleza.
A anorexia não era conhecida na época, mas a saúde de Sissi era tão debilitada pelos distúrbios alimentares que infligia a si mesma, que chegou a ser diagnosticada como desnutrida e sofrendo de problemas pulmonares.
Nem tudo o que luz é ouro.

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