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Senso comum

por Pedro Correia, em 08.07.15

Vital Moreira escreve  aqui sobre o óbvio ululante da Grécia pós-plebiscito. Elementar senso comum que alguns persistem em ignorar, cegos e surdos à realidade circundante.


62 comentários

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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 21:57

Você só quer referendo na Grécia? Os outros povos europeus também devem pronunciar-se nas urnas sobre o terceiro pacote financeiro de emergência ao país da UE que até hoje recebeu maior auxílio externo.
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De Anónimo a 09.07.2015 às 00:01

O povo grego não tem culpa da estupidez dos seus governos, tal como nós, não temos culpa dos nossos. Se alguém tem de ser punido são esses senhores que estafaram tudo e todos. A senhora Lagarde já começou a raciocinar e já disse hoje que a dívida da Grécia tem de ser reestruturada. Afinal já começam a mudar de opinião...
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:06

A Grécia recebeu desde 1981, todos os anos, fundos comunitários correspondentes a 3,5% do seu PIB. Utilizou essa fortuna milionária para engordar o Estado com obras farónicas e clientelas políticas. Hoje tem uma economia que não funciona, um Estado gigantesco e totalmente ineficiente. E os gregos adquiriram o péssimo hábito de não pagar impostos: são o povo europeu com maior índice de evasão fiscal.
Daí eu não entender esse fado choradinho dos que aludem à Grécia (que tem um PIB 'per capita' equivalente ao português) como se fosse o Burquina Fasso ou a República Centro-Africana.
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De jo a 09.07.2015 às 10:11

Quem impede, ou impediu, os assuntos da UE de serem referendados?

Não me lembro de ter votado nos tratados mais importantes da UE.

Este invocar dos eleitores por parte de quem sempre fugiu de eleições, e fez sempre pressão para as evitar (a estabilidade, menino, a estabilidade para não assustar os "mercados"), lembra-me a imagem do rufia que grita "delarguem-me que eu vou-me a eles".
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 11:00

Ignorar os eleitores dos países da UE, excepto os gregos, não faz qualquer sentido. 85% dos alemães, segundo a mais recente sondagem, recusa contribuir para um novo fundo de resgate à Grécia. Tal como os habitantes da Eslováquia, da Eslovénia, da Estónia, da Letónia e da Lituânia (vários destes países, aliás, com PIB 'per capita' inferior à Grécia).
E sabe quem é neste momento o político mais popular na Alemanha? Esse mesmo: o ministro das Finanças. Com 70% de opiniões favoráveis.

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