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Senso comum

por Pedro Correia, em 08.07.15

Vital Moreira escreve  aqui sobre o óbvio ululante da Grécia pós-plebiscito. Elementar senso comum que alguns persistem em ignorar, cegos e surdos à realidade circundante.


6 comentários

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De Vento a 08.07.2015 às 14:44

Pedro, é caso para perguntar-lhe: Por quem os sinos dobram? Pelos que estão mortos ou pelos que estando mortos anunciam a morte que os habita?
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 15:41

Perguntas a que o professor Vital Moreira, tenho a certeza, não se importará de responder.
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De Vento a 08.07.2015 às 20:13

Pedro,

vamos lá a desmontar mais uma mentira que se propaga a propósito e a despropósito:

http://economico.sapo.pt/noticias/grecia-foi-o-pais-que-mais-cortou-na-despesa-publica_223141.html

Aguardo pela resposta de Vital Moreira e pela sua a reboque disso mesmo que Vital escreveu.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 21:56

Enquanto espera, meu caro, vá lendo o que o governo italiano liderado pelo socialista Renzi pensa do desempenho do executivo Tsipras:
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/417175/crise-nao-se-deve-aos-viloes-alemaes-diz-governo-italiano
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De Vento a 08.07.2015 às 22:59

Pois, Pedro. Deve-se a todos. E querem colocar o Syriza como o outsider que na realidade impede que o KFW, Banco alemão, segundo as informações vindas a público no relatório preliminar sobre a dívida grega, e demais bancos sejam na realidade os beneficiados e resgatados com os resgastes em curso. Diz o relatório que os cidadãos não estão a gastar um tusto com a Grécia, mas com os credores colaterais, estes sim resgatados.

Compreendo que quando um grupo, segundo o dito relatório e pela forma como interpretei, que leva por nome Eurogrupo, se transforma numa espécie de mandatário, em particular os dois grandes mais expostos ao factor dívida, de um restrito grupo de interesses veja com incómodo o parceiro que se incomoda com seu povo e deseja tornar o sistema mais virtuoso.

Gostaria que viesse ao debate nas nações, e do público das nações, a realidade, ainda que preliminar, mas com certezas também, exposta pela auditora Maria Lucia Fatorelli, que também afirma existir uma espécie de nirvana subsídio-dependente de órgãos de comunicação internacional a essa banca que impede que a realidade seja exposta.

Por último, a declaração de Matteo é verdadeira, mas os gregos não cozinharam tudo isso sozinhos.

Nota: Segundo o referido relatório, as taxas, comissões e roulement da dívida com os anexos a anexos terá gerado uma expansão na dívida de cerca de 182 mil milhões. Mais, a dívida que eles têm não foi contraída em cash, mas em papel. Em cash recebe a banca. Veja algo também como aquela empresa com sede no Luxemburgo, que o relatório alude.

Por favor, como o Pedro é um homem da comunicação e informação, com base nos links que anexei a propósito deste tema, faça uma de suas habituais dissertações e reflexões para que eu reforce a visão que tenho de si como homem independente vincado pela liberdade. As pessoas que participaram na auditoria são conhecidas e ligadas a organismos credíveis e também com forte experiência nestas questões das dívidas públicas.
Não se esqueça daquele pormenor que diz não existir base legal para que se processe a movimentação das "bonds" na forma que presentemente ocorre.

Eu, como cidadão, gostaria que as condições acordadas para o resgate português fossem publicadas e auditadas.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 09:29

Quer que "as condições acordadas para o resgate português sejam publicadas e auditadas", caro Vento? A sua curiosidade chega com quatro anos de atraso. Mas tenho a certeza de que o ex-ministro Teixeira dos Santos, recém-galardoado no Dia de Portugal, não se negará a prestar todos os esclarecimentos de que ainda carece numa questão que já foi tão divulgada e dissecada.

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