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Senso comum

por Pedro Correia, em 08.07.15

Vital Moreira escreve  aqui sobre o óbvio ululante da Grécia pós-plebiscito. Elementar senso comum que alguns persistem em ignorar, cegos e surdos à realidade circundante.


62 comentários

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De Vento a 08.07.2015 às 14:44

Pedro, é caso para perguntar-lhe: Por quem os sinos dobram? Pelos que estão mortos ou pelos que estando mortos anunciam a morte que os habita?
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 15:41

Perguntas a que o professor Vital Moreira, tenho a certeza, não se importará de responder.
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De Anónimo a 08.07.2015 às 16:58

Com mil desculpas, o Senhor Vital Moreira é do género cata vento. Ora diz A ora diz B. Não tem credibilidade infelizmente. Dê exemplos outros exemplos este não.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 17:07

Deixe lá o mensageiro e concentre-se na mensagem. Isso é que interessa.
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De da Maia a 08.07.2015 às 17:26

Vital Moreira é muito chamado aqui ao blog, mas talvez um dia haja aqui espaço para citar elementos do PSD, que ainda se lembram de palavras estranhas, como "traição nacional" e "soberania":

http://abrupto.blogspot.pt/2015/07/blog-post.html
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 17:29

Aí está um mensageiro que já foi mil vezes cravejado de injúrias por quem hoje tanto o elogia.
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De William Wallace a 09.07.2015 às 00:19

Lamento informá-lo mas esse PSD e também os DEMOCRATAS CRISTÃOS já não existem, não existe representação para pessoas assim.

Desde há anos a politica e a verdade são incompatíveis, sendo que a VERDADE e outros nobres conceitos foram transformados por muitos e muitas em expedientes que se usam consoante o momento, nada é perene, tudo é sacrificável em favor de interesses mundanos e mesquinhos.

Cordial Abraço


P.S. - Até me admira o facto de o Pedro Correia não citar aqui mais vezes por ex. o Sr. Deputado Francisco Assis.

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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:09

Já citei muitas vezes Francisco Assis, futuro líder do PS.
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De Anónimo a 08.07.2015 às 17:39

Se o mensageiro não é credível a mensagem não passa. Tão simples, quanto isto.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 17:59

O melhor então é seguir o seu exemplo. Fica o mensageiro anónimo e assim já ninguém pode aferir se é ou não credível.
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De Anónimo a 08.07.2015 às 21:56

Pense o que quiser, é livre de o fazer. Entre o anónimo e o troca tintas, de rajada, oxalá, mal visto, bem visto, sei lá o quê, é o mesmo. São todos credíveis ou não, depende de quem os lê e se revê na mensagem ou não.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:01

O anónimo é o troca-tintas por excelência: diz a todo o momento tudo e o seu contrário. Privilégio do anonimato.
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De Anónimo a 09.07.2015 às 13:13

Há sítios onde se tem de ser anónimo, para deixar de ser apelidado de analfabeto, saloio, parvo alegre, não sabe o que diz... Aqui neste blog, passa-se isso e por isso mesmo, muitos optem pelo anonimato, para não serem enxovalhados a torto e a direito. Se ler bem, o que parece que não faz, os anónimos que por aqui passam e que quem lê, vê que não fogem ao seu pensamento e são sempre coerentes consigo mesmos.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 13:18

Boa tentativa de humor, embora falhada.
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De Vento a 08.07.2015 às 20:13

Pedro,

vamos lá a desmontar mais uma mentira que se propaga a propósito e a despropósito:

http://economico.sapo.pt/noticias/grecia-foi-o-pais-que-mais-cortou-na-despesa-publica_223141.html

Aguardo pela resposta de Vital Moreira e pela sua a reboque disso mesmo que Vital escreveu.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 21:56

Enquanto espera, meu caro, vá lendo o que o governo italiano liderado pelo socialista Renzi pensa do desempenho do executivo Tsipras:
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/417175/crise-nao-se-deve-aos-viloes-alemaes-diz-governo-italiano
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De Vento a 08.07.2015 às 22:59

Pois, Pedro. Deve-se a todos. E querem colocar o Syriza como o outsider que na realidade impede que o KFW, Banco alemão, segundo as informações vindas a público no relatório preliminar sobre a dívida grega, e demais bancos sejam na realidade os beneficiados e resgatados com os resgastes em curso. Diz o relatório que os cidadãos não estão a gastar um tusto com a Grécia, mas com os credores colaterais, estes sim resgatados.

Compreendo que quando um grupo, segundo o dito relatório e pela forma como interpretei, que leva por nome Eurogrupo, se transforma numa espécie de mandatário, em particular os dois grandes mais expostos ao factor dívida, de um restrito grupo de interesses veja com incómodo o parceiro que se incomoda com seu povo e deseja tornar o sistema mais virtuoso.

Gostaria que viesse ao debate nas nações, e do público das nações, a realidade, ainda que preliminar, mas com certezas também, exposta pela auditora Maria Lucia Fatorelli, que também afirma existir uma espécie de nirvana subsídio-dependente de órgãos de comunicação internacional a essa banca que impede que a realidade seja exposta.

Por último, a declaração de Matteo é verdadeira, mas os gregos não cozinharam tudo isso sozinhos.

Nota: Segundo o referido relatório, as taxas, comissões e roulement da dívida com os anexos a anexos terá gerado uma expansão na dívida de cerca de 182 mil milhões. Mais, a dívida que eles têm não foi contraída em cash, mas em papel. Em cash recebe a banca. Veja algo também como aquela empresa com sede no Luxemburgo, que o relatório alude.

Por favor, como o Pedro é um homem da comunicação e informação, com base nos links que anexei a propósito deste tema, faça uma de suas habituais dissertações e reflexões para que eu reforce a visão que tenho de si como homem independente vincado pela liberdade. As pessoas que participaram na auditoria são conhecidas e ligadas a organismos credíveis e também com forte experiência nestas questões das dívidas públicas.
Não se esqueça daquele pormenor que diz não existir base legal para que se processe a movimentação das "bonds" na forma que presentemente ocorre.

Eu, como cidadão, gostaria que as condições acordadas para o resgate português fossem publicadas e auditadas.
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De William Wallace a 09.07.2015 às 00:11

Oh Vento você sabe que "ninguém" quer saber disso para nada !

Não se dê ao trabalho, use as mesma tácticas de argumentação e citações baixas, você deve saber melhor que eu que a história é escrita pelos vencedores e não pelos vencidos e a VERDADE é um conceito com geometria variável para a claque de serviço neste e noutros sitios.

Se tudo correr de acordo com o plano "deles" daqui a 1 ano já ninguém se lembra de nada, é tipo as Weapons of Mass Destruction e as suas consequências.

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De Vento a 09.07.2015 às 01:21

É sempre bom revê-lo, William.

Se apoquente não. Alguém tirará algo de útil do que fica escrito. E nada será como eles afirmam. Fique atento.

Viu como o Não ganhou?
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:09

Leia esta lúcida entrevista do escritor grego Petros Markaris, Vento. Far-lhe-á bem:
http://www.elmundo.es/economia/2015/07/08/559c20d546163f1e728b459a.html
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De Vento a 09.07.2015 às 01:17

Meu caro, se você me quer dizer que a culpa desta crise é nossa, dos portugueses, eu digo-lhe que me exclua. Não porque seja um puro, mas na realidade nada dela é o meu rosto.

Se o meu caro quer encontrar um culpado para a crise grega no povo grego, assuma-se como culpado dela sendo culpado desta que Portugal vive.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 09:35

A "culpa da crise grega" é dos gregos, claro. Não pode ser dos países que prestaram solidariedade à Grécia. Primeiro em fundos estruturais, correspondentes a 3,5% do PIB grego, ano após ano desde 1981, e depois no auxílio de emergência, totalizando 240 mil milhões de euros em 2010 e 2012. Participámos nesse esforço - deu mais de 250 euros a cada contribuinte português.
Entretanto a Grécia continuou a ser o recordista europeu de fuga aos impostos. Nós pagamos, eles não. Se as palavras e as promessas pagassem dívidas, os gregos tinham as contas saldadas.
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De Vento a 09.07.2015 às 11:33

Então concorda com as políticas propostas por Tsipras/Varoufakis.

https://www.youtube.com/watch?v=Ih-OGXesJqg

E também concorda com Lagarde em reestruturar a dívida grega.

E também concorda comigo com o que respondi ali aciam.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 12:03

Lagarde é como certos anónimos: diz tudo e o seu contrário. E já defendeu medidas que podem ser citadas por qualquer espectro de opinião.
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De Vento a 09.07.2015 às 12:35

Pois, ela é como Passos e o Pedro. Andam às voltas para constatarem que a realidade de quem sabe é a que produzirá efeitos.

Por favor, esqueça os anónimos. Você fala comigo, o Vento.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 09:29

Quer que "as condições acordadas para o resgate português sejam publicadas e auditadas", caro Vento? A sua curiosidade chega com quatro anos de atraso. Mas tenho a certeza de que o ex-ministro Teixeira dos Santos, recém-galardoado no Dia de Portugal, não se negará a prestar todos os esclarecimentos de que ainda carece numa questão que já foi tão divulgada e dissecada.
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De Vento a 09.07.2015 às 11:29

E Catroga e todos quantos assinaram o tal de memorando.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 12:00

Esse já era. Preocupe-se agora com o terceiro memorando grego. Vem mais um cheque de 50 mil milhões a caminho.
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De Vento a 09.07.2015 às 12:31

Meu caro, afinal concorda com Lagarde. Esse cheque é o que propunha Lagarde e estava em cima da mesa nas propostas de Tsipra/Varoufakis.

O Pedro baralha-se e sem querer acaba por me dar razão em tudo. A reestruturação da dívida também está aí. Os gregos foram roubados. Afinal você e Passos Coelho parece que querem agora transformar a vitória das propostas gregas numa derrota.
Fáxavor, Pedro. Fáxavor, Pedro.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 12:58

Essa ansiedade com a Grécia não lhe anda a fazer bem, caro Vento. Inspire-se no exemplo de Varoufakis: quando os problemas verdadeiros começaram a surgir, o putativo génio financeiro helénico optou pela auto-aposentação antecipada. O mundo viu-se impedido de conhecer os dotes de sabedoria que ele ocultou com pertinácia entre Janeiro e Julho. Mas Varoufakis ganhou seguramente dias, semanas, meses e anos de bom descanso.
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De Vento a 09.07.2015 às 13:01

Ó amigo, a minha ansiedade em torno da Grécia está na exacta proporção da sua. É o meu caro que posta as reflexões para que sejam comentadas. É a sua ansiedade que me arrasta.

Mas não ando só ansioso. O Pedro fixou-se em Varoufakis e não sai daí.

Mas ando ansioso, quero contrapor à mentira a verdade. Isto não é ideológico, é um princípio.
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De Vento a 09.07.2015 às 13:03

Ó amigo, a minha ansiedade em torno da Grécia está na exacta proporção da sua. É o meu caro que posta as reflexões para que sejam comentadas. É a sua ansiedade que me arrasta.

Mas não ando só ansioso. O Pedro fixou-se em Varoufakis e não sai daí.

Mas ando ansioso, quero contrapor à mentira a verdade. Isto não é ideológico, é um princípio.

Nota: Por favor, leia-se não ANDA.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 13:17

Está a ver como anda ansioso? Esse lapso confirma.
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De Vento a 09.07.2015 às 13:25

Ando ando, contra a mentira.
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De Pedro Correia a 11.07.2015 às 00:53

Faz bem. Solte essa raiva contra as mentiras de Tsipras ao povo grego. Ganhou as eleições de 25 de Janeiro com um programa eleitoral que defraudou por completo as expectativas de quem nele votou. E agora é apoiado não pela totalidade do Syriza mas pela Nova Democracia e pelo Pasok. Ironias do destino.
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De Vento a 09.07.2015 às 12:32

Catroga representava Passos, não se esqueça.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 13:16

Mais um pouco e ainda me diz que era ele o primeiro-ministro.
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De Vento a 09.07.2015 às 13:22

https://www.youtube.com/watch?v=V4UaXkJV0IY
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De Vento a 09.07.2015 às 13:28

Mais outra:
https://www.youtube.com/watch?v=7DvcAA2Q8ME
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De lucklucky a 08.07.2015 às 15:35

A frase que o novo ministro das finanças escreveu no rascunho - não apresentar triunfalismo - mostra mesmo que não tem noção alguma do lugar onde está.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 15:40

É o que dá trabalhar em cima do joelho.
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:11

Ele garatujou aquilo no papel timbrado do hotel. Mas podia ter sido na toalha de papel de um restaurante. Para ser mais 'fashion'.
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De Luís Lavoura a 08.07.2015 às 15:40

Pois, mas esses são argumentos puramente políticos. É preciso também ver o lado económico do problema.
Se do ponto de vista político pode fazer sentido encolher os ombros e não fazer nada, do ponto de vista económico essa pode não ser a melhor opção.
Até porque a Grécia deve muito dinheiro ao restante da Zona Euro. Se encolhermos os ombros, esse dinheiro será todo perdido.
Quando há um devedor e um credor, então as histórias deles estão ligadas. O credor pode não querer emprestar mais dinheiro ao devedor, mas nem por isso se pode abstrair do problema dele.
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De José António Abreu a 08.07.2015 às 16:35

O lado económico depende de uma análise de risco: tentar perceber se o dinheiro que está em risco neste momento representa menos ou mais do que representarão todas as exigências futuras decorrentes da cedência(*), bem como do efeito no euro causado por crises sucessivas.

(*) E aí é imperativo avaliar não apenas a situação económico-financeira de países como a Grécia, Portugal, Itália, Espanha e França mas também o tal "risco moral" em cada um deles.
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De da Maia a 08.07.2015 às 17:13

Como habitual, com a mesma profundidade de um 19-1=18. É só génios.
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De da Maia a 08.07.2015 às 17:41

A táctica está clara como água desde o princípio:
- "saca-lotos" e não "paga-lotos".

Tsipras já pagou alguma coisa?
O que pagaria se houvesse Grexit, é o mesmo que pagará não havendo.

http://www.ksl.com/?nid=157&sid=35389462

E sim, quando em confronto estão 18 meninos de coro contra 1 rebelde, o rebelde deve lutar seguindo as regras dos mânfios do coro.
Noção de equilíbrio espantosa!
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 18:04

E o "rebelde" Tsipras conseguiu tal proeza já depois de o génio Varoufakis ter dado à sola, o que torna o seu feito ainda mais digno de vénia.
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De TáVisto a 08.07.2015 às 18:21

Desconfio que a madama Ana Gomes ignora...
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 18:37

Imagino-a na Acrópole.
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De jo a 08.07.2015 às 18:25

São argumentos de peso. No fundo diz-se que 18 países contam mais que um. Está certo.

Há outros argumentos que eu gostaria de ouvir.

Explicar porque razão a Grécia tem de seguir um plano de ajustamento que falhou, por ex.
Dizer porque milagre as imposições da troika fazem sentido, mesmo tendo tudo falhado.

É que se reparamos bem a responsabilidade pelo estado de colapso da economia grega (e respetivos planos de resgate falhados) cabe muito mais aos restantes governos do Eurogrupo do que ao atual governo grego.

Mas isso são conversas que não interessa ter. Como não interessa analisar se os objetivos dos restantes resgates foram alcançados.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 18:37

Há quem defenda - invocando sempre as regras da democracia - que a "razão" de um só país deve sobrepor-se às dos outros 18.
A democracia só serve numas ocasiões. Noutras, pelo visto, não servem para nada.
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De jo a 08.07.2015 às 20:46

Está a citar o seu caso.

Porque a maioria está sempre certa. Menos se se tratarem de eleições gregas. Então também votam os outros povos da Europa, para equilibrar o lote.

Mas parece que o único argumento que têm é este.
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De Pedro Correia a 08.07.2015 às 21:57

Você só quer referendo na Grécia? Os outros povos europeus também devem pronunciar-se nas urnas sobre o terceiro pacote financeiro de emergência ao país da UE que até hoje recebeu maior auxílio externo.
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De Anónimo a 09.07.2015 às 00:01

O povo grego não tem culpa da estupidez dos seus governos, tal como nós, não temos culpa dos nossos. Se alguém tem de ser punido são esses senhores que estafaram tudo e todos. A senhora Lagarde já começou a raciocinar e já disse hoje que a dívida da Grécia tem de ser reestruturada. Afinal já começam a mudar de opinião...
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:06

A Grécia recebeu desde 1981, todos os anos, fundos comunitários correspondentes a 3,5% do seu PIB. Utilizou essa fortuna milionária para engordar o Estado com obras farónicas e clientelas políticas. Hoje tem uma economia que não funciona, um Estado gigantesco e totalmente ineficiente. E os gregos adquiriram o péssimo hábito de não pagar impostos: são o povo europeu com maior índice de evasão fiscal.
Daí eu não entender esse fado choradinho dos que aludem à Grécia (que tem um PIB 'per capita' equivalente ao português) como se fosse o Burquina Fasso ou a República Centro-Africana.
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De jo a 09.07.2015 às 10:11

Quem impede, ou impediu, os assuntos da UE de serem referendados?

Não me lembro de ter votado nos tratados mais importantes da UE.

Este invocar dos eleitores por parte de quem sempre fugiu de eleições, e fez sempre pressão para as evitar (a estabilidade, menino, a estabilidade para não assustar os "mercados"), lembra-me a imagem do rufia que grita "delarguem-me que eu vou-me a eles".
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 11:00

Ignorar os eleitores dos países da UE, excepto os gregos, não faz qualquer sentido. 85% dos alemães, segundo a mais recente sondagem, recusa contribuir para um novo fundo de resgate à Grécia. Tal como os habitantes da Eslováquia, da Eslovénia, da Estónia, da Letónia e da Lituânia (vários destes países, aliás, com PIB 'per capita' inferior à Grécia).
E sabe quem é neste momento o político mais popular na Alemanha? Esse mesmo: o ministro das Finanças. Com 70% de opiniões favoráveis.
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De William Wallace a 09.07.2015 às 00:03

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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 01:06

Vejo que concorda com Vital Moreira. Muito bem.
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De William Wallace a 09.07.2015 às 10:47

Não, claro que não, odeio xuxas , não são carne nem peixe, não de definem, navegam á vista para tentarem apanhar sempre o melhor peixe. Obviamente que existem sempre umas excepções como por ex. o Sr. Embaixador Francisco Seixas da Costa.

O meu up " é para o comentário do Jo .
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De Pedro Correia a 09.07.2015 às 10:55

Ainda bem que "odeia xuxas", WW. Na sua idade, é um bom sinal.

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