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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 01.10.17

«Si ustedes se fijan, nadie en Cataluña, y muy pocos en el resto de España, insultan a los independentistas. Se trata de una opción legítima y desde luego legal, siempre que no se intente imponerla a los demás mediante la intimidación, la exclusión, el chantaje, la represalia o la amenaza directa: la que han sufrido ya muchos alcaldes reacios a ceder sua ayuntamientos para la pantomima. Porque es pantomima, si es que no pucherazo, um referéndum com ocultaciones, con un censo fantasma, una transparencia inexistente, un control llevado a cabo por los partidarios del "Si", sin cabinas, sin plazo cuerdo, sin uma participación mínima para considerarlo válido y sin más requisito para dar por cierto su resultado que un solo voto más para la opción ganadora, que además ya está decidida y cantada: si sólo acuden a votar los que votan "Si", me dirán ustedes dónde está el misterio. Este referéndum es tan sólo un mal adorno. La Generalitat lleva tiempo obrando como si se hubiera celebrado ya, con el resultado propugnado por ella, casi impuesto (su "neutralidad" es un chiste).»

 

Javier Marías, no El País

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1 comentário

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De Anónimo a 01.10.2017 às 19:12

Não admira que os situacionistas sejam avessos à mudança. São-no por definição e natureza.
Que usem sistemática e global manipulação dos meios de comunicação é que não é, pelo menos, nada ético.
Por ser sistemática e global, tal manipulação vira verdade, perante uma opinião pública pouco dada à reflexão e à desconstrução de argumentos falaciosos.
Resumir e reduzir a questão catalã à ilegalidade do referendo e à irregularidade do seu processo é como condenar alguém que feriu ou matou outro alguém em manifesta e flagrante legítima defesa.
Os castelhanos boicotam e sabotam , pela força, em nome de uma legalidade, remotamente gerecida de um movimento de reconquista (cristã), a ansiada expressão política de todo um povo, um país, uma nação. Depois, dizem que o referendo foi uma farsa...
Por amor de deus, não insultem a nossa inteligência!
João de Brito

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