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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 18.08.15

«É tempo de Portugal ter uma mulher na Presidência da República.»

Manuel Alegre, no Diário de Notícias

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22 comentários

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De forçado a 18.08.2015 às 18:28

Mulheres à força em presidência à força não me parece lá muito bem.
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De lucklucky a 18.08.2015 às 20:17

Sexista.
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De xico a 18.08.2015 às 20:51

Portugal teve mulheres de grande fibra na chefia do Estado. Umas vezes como regentes, duas como rainhas. É triste que a República, para ter uma mulher na chefia do estado tenha de escolher alguém cujo grande feito foi passar de ministra da saúde para ministra da igualdade.
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De José Francisco a 18.08.2015 às 23:39

É o que se pode arranjar.

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De AntónioF a 19.08.2015 às 12:07

E para a monarquia, o facto de Portugal ter tido «mulheres de grande fibra na chefia do Estado. Umas vezes como regentes, duas como rainhas», a grande virtude destas foi, umas, terem dormido com o rei, outras, serem filhas do pai! Esse foi o verdadeiro motivo que lhes deu fibra!
Qual foi, destas, a mulher de fibra da sua preferência?
A Aleivosa? (uma vez que se comemorou em data muito recente a Batalha de Aljubarrota. Presumo que conhece os motivos que a originaram)

Sim, o facto de uma mulher ter desempenhado, na República, esses dois cargos ministeriais, poderiam ser outros, desempenhados, igulamente - não não é trocadilho - por outras mulheres, deste e de outros partidos, em meu entender, é motivo de alegria (não! igualmente não é trocadilho)!
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De xico a 19.08.2015 às 20:06

Se chamei à colacção a fibra das regentes de Portugal, foi para sublinhar que não é preciso correr a eleger uma mulher para Belém só para compor o ramalhete da igualdade. Se o mérito delas passava pelo leito dos maridos ou por serem filhas do pai, já a República enxameia de filhos da "mãe".
A aleivosa teve a fibra suficiente para contrariar convenções sociais e seduzir o rei para trepar ao poder. Depois soube, com as armas que tinha, levar a água ao seu moinho. Já quanto a Luísa de Gusmão, talvez fosse bom a República não esquecer que é a ela que devemos a independência de Portugal. Ambas lutaram pelo lugar que ocuparam e souberam merecê-lo independentemente da cama. Não lhes caiu no regaço.
Haverá mulheres na República com grande fibra, mas se entende que foi por causa da fibra que houve a "promoção" da saúde para a igualdade, contente-se com o que há. Triste república esta em que o critério seja só o atingir igualdade de género para a cadeira de Belém, independentemente do valor e da "fibra". Assim como assim preferia a ministra Lola. É que o penteado assenta-lhe melhor!
De resto Maria de Belém está ao nível dos restantes candidatos assumidos e presuntivos, com excepção de Neto, pelo que a república nada ganha.
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De AntónioF a 20.08.2015 às 10:29

Caro «Xico» só uma pequena rectificação ao seu texto:
Se é de facto verdade que Portugal deve estar agradecido ao papel de D. Luísa de Gusmão teve na Restauração da sua independência (diga-se em abono da verdade que este papel se deve mais a um egoísmo da própria, do que a defesa dos interesses do país «Antes rainha por um dia, do que Duquesa toda a vida» - terá dito ao marido, num momento de indecisão deste), a perda da nossa independência, para Filipe II de Espanha, deve-se ao facto deste ser filho da mãe, na interpretação literal da expressão, foi pelo facto de ele ser verdadeiramente filho da mãe que se deve o facto de ter sido rei de Portugal!
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De xico a 20.08.2015 às 14:02

Luísa de Gusmão teve um papel essencial e brilhante durante a regência como viúva, na guerra da restauração. Mandar uma filha para um país saído de uma revolução sangrenta, onde o pai do rei tinha sido morto, para arranjar dinheiro para a guerra com a Espanha, se não é dedicação à causa pátria, não sei o que seja. Filipe II (I) foi um excelente rei que gostava de Portugal e com quem não perdemos a independência, ao contrário do que se diz. Fica a rectificação. E depois a mãe de Filipe II (I) era lindíssima e conquistou o coração de Carlos V que tinha as mulheres que queria vindas de qualquer parte da Terra (se bem que também não tivesse um fecho éclair o que explica muita coisa). E a uma mulher bonita perdoa-se tudo!
Portanto, no seu pensar, é a dedicação absoluta à pátria desprovida de egoísmos pessoais que faz mover os candidatos que temos à presidência?! Por mim dispenso a generosidade de todos eles! Venha um (a) mais egoísta (ou mais bonita (o) como a mãe de Filipe II) porque lá diz o povo: de boas intenções está o Inferno cheio!
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De marquês barão a 18.08.2015 às 22:30

Se é só por ser mulher está excluída. O meu presidente por esta ordem: Jardim, Neto, Rio, Maria sem Belém, Marcelo Susa , Sampaio Nada.
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De E pagava a Merkel? a 19.08.2015 às 00:29

O Jardim, só na Madeira deixou um buraco de 6 mil milhões, apenas com 250 mil habitantes, quanto iria deixar no Contenente?
E pagava a Merkel?
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De José Francisco a 19.08.2015 às 02:46

Com o Jardim ela é q nos pagava a nós por isso vota Jardim.
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De marquês barão a 19.08.2015 às 09:11

Nunca se constou que tenha metido a mão na massa em proveito próprio. Acredito que pela experiência acumulada e dada a capacidade de partir loiça e dar murros na mesa, na função de presidente de todos nós seria capaz de por a casa em ordem metendo na linha um verdadeiro exército de especialistas em semear buracos neste regime caduco. E seria muito capaz de ter suficiente influência para induzir moralização e transparência no sistema politico. Só para dar um exemplo temos um modelo eleitoral de tal modo fraudulento que contempla a suprema barbaridade de serem os comandos partidários a escolher a régua e esquadro quem são os nossos deputados.
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De Vá à Madeira e abra os olhos a 19.08.2015 às 10:42

O Jaime Ramos, n.º 2 de Jardim, em 1974, tinha uma drogaria com o pai onde vendiam sanitas, hoje é multimilionário. E os outros? Quantos. Por ele ter gerido tão bem a Madeira aos murros na mesa contra os cubanos do Contenente é que teve agora a paga do povo Madeirense, que elegeu o seu principal rival.
A 1.ª medida do governo foi desjardinar a administração.
A 1.ª obra faraónica a desmantelar foi uma marina inacabada e inútil, onde foram enterrados 100 milhões. Vá à Madeira e abra os olhos.
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De marquês barão a 19.08.2015 às 18:25

Os negócios de mercearia de bairro não se confundem com questões de estado. Coitado do Jardim, ao pé das trafulhices praticadas no continente não passa de um vaso de esplanada mal regado.
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De Anónimo a 19.08.2015 às 22:40

Quando não tem argumentos deturpa.
O negócio da drogaria era antes do Jardim.
Depois passou a ser de milhões, até meteu cimenteira para as obras faraónicas.
Na devida proporção do território e da população, o desperdício em obras dos cubanos do Contenente, comparado com o da Madeira é uma brincadeira e crianças (Madeira, 742 km2 e 262 mil hab. + Porto Santo 42 km2 e 5400 hab.)
Mas como se trata dos seus amigos de partide já está tudo bem.
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De marquês barão a 20.08.2015 às 00:17

Quando não tem argumentos inventa. Os meus amigos escolho eu e não é você que mos oferece pelo que deve limitar-se a escolher os seus. Fico a saber que a dimensão de um território ou o tamanho de um bolso podem atenuar ou mesmo aceitar tanto a actuação de uma rede de finos larápios como o golpe de tesoura de um modesto carteirista.
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De am a 19.08.2015 às 10:47

Uma mulher à presidência, Já...

Estou totalmente de acordo.
Sugiro a Sara Sampaio---Daria uma excelente "Presidenta"...de certeza que endireitava "isto"! Claro, não associando o nome ao "outro", lagarto, lagarto, cruzes canhoto!!!!

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De Anónimo a 19.08.2015 às 12:57

Não sendo a Joana Nave não interessa o sexo.
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De Luís Casal a 19.08.2015 às 14:37

Isto é que é poesia...
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De João António Saraiva Dias de Melo a 19.08.2015 às 14:59

reflexão e Manuel alegre na mesma frase ..não combina..
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De xico a 20.08.2015 às 00:30

Se Manuel Alegre quer ver uma mulher na presidência, devia apoiar uma candidatura de Leonor Beleza ou Manuela Ferreira Leite. É extraordinária que a direita tenha mais mulheres com poder do que a esquerda portuguesa. Esta nunca deu verdadeiramente grande poder às mulheres. Está bem representada nas tiradas de Mário Soares em relação a Nicole Fontaine e a Merkel.
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De A mim não me engana e a 20.08.2015 às 16:39

Parece-me que, a gosto do amador de Purdeys, essa mulher seria antes uma arquiteta de bicicleta...

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