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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 30.01.15

«O Syriza quer permanecer no euro sem cumprir as respectivas obrigações quanto à consolidação das contas públicas e ao equilíbrio das contas externas, que dependem tanto da disciplina orçamental como do desempenho da economia. Não somente não quer continuar a cumprir o programa de ajustamento económico e financeiro, como quer voltar atrás. O problema é que não pode ter as duas coisas ao mesmo tempo.

A receita do Syriza é uma verdadeira provocação aos demais países da zona euro. Quer acabar a austeridade orçamental e gastar mais dinheiro, muito mais; só que o não tem.»

Vital Moreira, no Diário Económico


14 comentários

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De João a 01.02.2015 às 00:13

Não é a dívida das pessoas que incomoda o país, mas os desvarios que foram feitos, dos que nos governam, governaram e a banca... Vá à Noruega e veja os emigrantes que por lá andam, sobretudo aqueles que vêm nos barcos a abarrotar. Devemos copiar os bons exemplos e não os maus e se os nórdicos são bons porque não fazer como eles? As pessoas não são estúpidas, se lhes davam hipóteses de irem mais além, fizeram-no e se foram felizes, óptimo.
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De rmg a 01.02.2015 às 02:26


Já fui à Noruega, vou à Noruega desde 1970 (leu bem, 1970, o ano em que me licenciei e me casei).
Sou bué de cota, como diz uma neta minha bué de pespineta.

Para além disso tenho lá amigos, alguns desde 1976, outros desde há pouco tempo.
Estão lá uns e outros por opção financeira porque aquilo não é sitio onde se viva muito tempo habituados aqui ao solzito.
Dois voltaram o mês passado.

Uma coisa que sempre fez os nórdicos bons foi que "o Estado sou eu" para eles, isto é, preocupam-se com as contas públicas mas preocupam-se acima de tudo
em pagar impostos, não viver de esquemas e não deixar que os outros vivam pois é o dinheiro de cada um que está em jogo.

Ora para os povos do sul "o Estado são eles".
Quem são estes eles é que é difuso mas normalmente são os gajos que não podem fugir aos impostos, os que não podem fugir à factura, isto é, os tansos de um modo geral.

Isto tudo para além dessa instituição que é a "cunha", com que se lixa alegremente o desgraçado que estava à frente para o emprego ou para a cirurgia, isto a todos os níveis da sociedade e em todos os sectores de actividade.

O João ou familiares seus nunca beneficiaram de uma "cunha"?
Pagaram os impostozitos todos e exigiram factura ao canalizador?
Pois se me responder sim é mais provável que viva num país nórdico, apesar de tudo. Ou na lua.

Este país vive de esquemas desde a fundação em 1139, as Descobertas não passaram do Euromilhões da época que era o dinheiro rápido sem nenhum trabalho, foi tudo espatifado nas moradias e nos topos de gama da época,
anda tudo a discutir o sexo dos anjos desde 1820 para cá e o João quer que nos tornemos trabalhadores, cumpridores e organizados só porque era bonito que assim fôsse.

Deram-lhes hipóteses de írem mais longe, óptimo?
Comprar uma moradia quando só se ganha para um T2 e um topo de gama quando só se ganha para um familiar de 2ª é ír mais longe?

Para um católico parece-me muito materialista...

Cumprimentos e uma boa noite para si

PS- Desculpe a pergunta: a vida não lhe custa a ganhar, pois não?
É que se custasse percebia que é preciso ser pouco esperto para ficar entalado ao primeiro mau momento da vida.


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