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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 30.01.15

«O Syriza quer permanecer no euro sem cumprir as respectivas obrigações quanto à consolidação das contas públicas e ao equilíbrio das contas externas, que dependem tanto da disciplina orçamental como do desempenho da economia. Não somente não quer continuar a cumprir o programa de ajustamento económico e financeiro, como quer voltar atrás. O problema é que não pode ter as duas coisas ao mesmo tempo.

A receita do Syriza é uma verdadeira provocação aos demais países da zona euro. Quer acabar a austeridade orçamental e gastar mais dinheiro, muito mais; só que o não tem.»

Vital Moreira, no Diário Económico


3 comentários

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De João a 30.01.2015 às 23:59

Como pode continuar a cumprir se não tem meios para o fazer? Ou estamos todos loucos ou querem-nos fazer de loucos. Já se viu que ninguém consegue pagar nada e continuamos mo mais do mesmo? Estes que afirmam coisas destas e outras, comemoram cinicamente, Auschwitz, Birkenau.......mas tudo fazem para continuarem a matança. Há muitas maneiras de matar e hoje mata-se em silêncio, submetendo aqueles que menos têm ao nada ou à escravidão, ao suicídio, ao desespero total porque afinal enquanto uns pagam as dívidas, outros aumentam os seus pecúlios. O Vital Moreira e outros que tal, deviam estar a viver com salário mínimo nacional e depois aí conversávamos, mas que conversa........
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De rmg a 31.01.2015 às 16:18


Não tem meios para o fazer porquê?
O dinheiro entrou para ser gasto em investimento reprodutivo e, como é normal e natural, com os resultados desse investimento criar postos de trabalho
e remunerar os juros que se aceitaram.
Onde é que está a dúvida?.

Portanto se não quer o lado mau de estar no euro (e é um direito que lhe assiste) vai-se embora e faz o que Yanis Varoufakis declarou ao "Le Monde" (e é outro direito que lhe assiste).
Ou Varoufakis é só "bocas"?

Não tem dinheiro para o que se propõe fazer, tout court, não está lá mais nada.
Isto é assim tão difícil de compreender por uma pessoa honesta nos seus propósitos?

Claro que há azares na vida de que ninguém está livre e depois não é possível cumprir compromissos.
Isso toda a gente percebe.

Não sei é qual foi o azar da vida neste caso, as asneiras que eu faço não são azares da vida: são mesmo asneiras minhas.

Mas como os portugueses de um modo geral acham sempre que a culpa nunca é deles quando corre mal ainda que o mérito seja sempre deles quando corre bem,estamos esclarecidos.

Mas também há os que pediram o dinheiro para um investimento sério e começaram por trocar de carro e passar férias em Cuba, as redes sociais estão cheias de gente a gabar-se disso há 10 anos atrás e que bem gostaria de o apagar agora.
Claro que isto ninguém gosta que se lembre quando está nesse grupo ou gostaria de ter estado...

O João esteve na Grécia há, digamos, uns 10 anos atrás?
Se esteve conte lá as suas impressões.
E se não esteve porque é que fala do que não sabe?

Cumprimentos

PS - Como ontem já aqui escrevi, fico sempre na dúvida se este tipo de comentários como o seu vem de pessoas genuínamente preocupadas com os outros ou apenas preocupadas consigo próprias, por se reverem na situação.
Dúvidas de quem já viu alguns "filmes" na vida.
Fica o benefício da dúvida, como sempre.
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De João a 31.01.2015 às 18:46

Sou católico e como tal agradeço a Deus a minha situação, com a qual não tenho necessitado de me preocupar, mas como humano que sou, preocupo-me com os outros. Estive na Grécia e não gostei do que vi, mas em contrapartida estive no Canadá e países nórdicos e aí digo-lhe que gostei, e de que maneira. Aí os governantes, governam para os seus cidadãos e não para para eles. Lá não têm carros de luxo, andam de utilitários e se quiserem carros topo de gama, têm de comprá-los com o dinheiro deles. Na Dinamarca, os ministros, vão até aos ministérios, de bicicleta ou de autocarro. Aqui e na Grécia é o que sabemos. No Canadá, todos têm onde dormir e todos, pobres ou ricos têm X, em dinheiro por mês. Se as pessoas iam a Cuba ou para onde queriam, é porque alguém os incentivava a isso e todos nós sabemos quem foram, a BANCA, mas os banqueiros roubaram e é como vê, andam por aí como bons samaritanos e nós pagamos os roubos. Até onde vai a impunidade dessa gente? Quem governou foram os governantes e não os cidadãos, em quem eles é nós confiámos. Que pague quem usou e abusou do poder que lhes foi dado. Tal como disse, se faz asneiras paga por elas, se os governantes as fazem que paguem e não os cidadãos.

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