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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 30.07.14

«Vladimir Putin está a cometer demasiados erros de avaliação, o que é perigoso. A tragédia do avião da Malásia mostrou os riscos da sua política ucraniana e da perda de controlo sobre os bandos "separatistas". A seguir, perdeu a oportunidade de contribuir para uma desescalada sem perder a face. Está agora confrontado com a perspectiva de sanções mais duras, que poderão constituir uma séria ameaça para a economia russa. Na sua lógica, não recuará -- isto é, calcula que não pode recuar por razões de prestígio e de poder doméstico -- e ampliará consequentemente a dimensão da crise.»

Jorge Almeida Fernandes, no Público


5 comentários

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De da Maia a 30.07.2014 às 20:57

A informação jornalística que tenho visto sobre o abate do avião na Ucrânia tem sido contraditória, para não dizer um nojo.

É claro que, colocando vaselina antes, a hipótese que entra melhor nos ouvidos é a do abate ter sido feito acidentalmente pelos separatistas.
Podia ser o avião onde ia Putin, mas não interessa, os separatistas estavam bêbados e disparavam a tudo o que mexia, mesmo que não pudessem ver um avião a 10 Km de altura. Ou então foi Putin que deu ordens, porque têm torres de controlo, sabem a posição dos aviões civis, e mesmo assim decidiu abater o avião, porque é um ditador malévolo, e gosta mesmo é de receber críticas e sanções.

Mas, tirando estes apartes, o mais engraçado era ver algumas reportagens, onde se acusava a dificuldade de acesso, o mau cuidado na preservação dos corpos - tudo isto na voz dos locutores portugueses.
Ao mesmo tempo, e quase em tom surreal, os investigadores diziam que os corpos estavam bem preservados, e que as maiores dificuldades no seu acesso ao local pelo lado governamental ucraniano.

É claro que há uma guerra de informação, e esse comentário parcial no Público acaba por se resumir a... nada de concreto.
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De Maria Dulce Fernandes a 30.07.2014 às 21:02

Já me perguntei se Putin estará realmente a cometer demasiados erros de avaliação, ou se acontece que o que ele quer é que se pense isso mesmo.
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De tric a 30.07.2014 às 22:59

"Vladimir Putin está a cometer demasiados erros de avaliação, o que é perigoso."
.
olha-se para o mediterrâneo e vê-se quem é que anda a cometer demasiados erros de avaliação...
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De William Wallace a 31.07.2014 às 01:47

Pois não sei se foram erros de avaliação ou acções deliberadas para lançar o caos na área.

Já temos o caos do Iraque, da Síria onde os revoltosos foram incentivados com a não interdição de venda de armas, da Líbia a seguir onde mais uma vez se fez um jeitinho dando apoio aéreo descarado quando o 1º objectivo e único declarado era impedir o uso da aviação por parte de Khadaffi.

Na Tunísia e Egipto as águas permanecem falsamente tranquilas.
Marrocos e a Algéria são barris de pólvora com a crescente emigração da África Sub-Sariana.

Depois veio a crise ucraniana alimentada por europeus (Alemães, Franceses e Ingleses) e americanos que ajudaram a derrubar um presidente democraticamente eleito e agora estão aí os estilhaços.

E agora a desproporcional (se é que uma agressão pode ser proporcional) agressão a civis palestinianos.

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O bluff ocidental é perigoso e Putin e os russos sentiram-se ameaçados e com razão (ao terem mais um estado pró-ocidental com baterias de mísseis instaladas como acontece na Polónia) então assegurou já o Mar Negro e quer assegurar uma importante região industrial da Ucrânia como segurança mínima.

Para compor só falta mesmo a China dizer á Coreia do Norte para fazer uns testes nucleares ou disparar uns mísseis velhos sobre o mar do Japão, no entanto como os chineses são famosos pela sua paciência estão no "camarote" a assistir a tudo, pelos menos até ver.......................
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De cristof a 31.07.2014 às 05:50

para deixar de ser "informado" do que «eles» querem precisamos de pesquisar meios dispares, já que quando o jornalista pretende que entrevistado afirme que os rebeldes não autorizaram os peritos internacionais, quando recebe a informação que as bombas caiam ali(presumiu o "jornalista" que as bombas contra eles eram atiradas pelos colegas rebeldes, só para aumentar as baixas para a estatistica!!) ficamos a perceber que tipo de informação obtemos destes pulhas jornalistas.
Temos que equacionar a China que não vai hostilizar os falcoes americanos, mas não precisa de andar a estender o capacho a ninguem. E só para que conste, fazem de tudo - sozinhos têm mais linhas de comboio tipo TGV que o resto do mundo todo junto, e população tambem anda perto. Claro que a informação que aqui recebemos tambem tem outra narrativa em relação a quem lidera hoje -mesmo que a realidade nos mostre quem é que anda a comprar tudo o que dá lucro em Portugal e no mundo.

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