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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 16.10.19

«Portugal é um país estranho. Explorar petróleo na costa causa indignação (não me consta que a Noruega, que o faz, tenha problemas ambientais, antes pelo contrário). Explorar lítio? Credo. Como se não existissem formas de obstruir danos ambientais. Todavia, o lítio é a fonte que alimenta alguns carros eléctricos, os telemóveis por onde se marcam tantas manifestações em defesa do ambiente, etc, etc, etc. (...) Agora o alvo é o olival intensivo. Também não é possível, gritam alguns. Ora, a oliveira é das árvores que menos consomem, se não a que menos consome. Queremos viver de quê, afinal? De um turismo que pode ser efémero (é deixar acalmar certas latitudes...). Queremos ser um país só de serviços?»

Paula Teixeira da Cruz, no Público


38 comentários

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De Pedro Nogueira a 16.10.2019 às 14:44

Não é o que somos já, um país de serviços?
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 14:47

Cada vez mais, infelizmente.
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De Robinson Kanes a 16.10.2019 às 15:11

Confirma, e se aproveitar os de qualidade, ficamos num país de poucos serviços.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 15:45

Provavelmente cada vez menos. O problema é que toda a gente passa a vida a suspirar pelo fim da indústria e da agricultura, blablá. E quando aparece algum projecto para desenvolver a agricultura ou a indústria, logo os mesmos surgem a dizer que nem pensar pois isso vai perturbar o ecossistema e sei lá mais o quê. Blablablá também, embora de sinal oposto.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 22:47

E por um lado diz-se que é urgente fixar populações no interior. Mas quando surge algum projecto com interesse económico e capacidade de criação de emprego no interior logo se erguem vozes lisboetas gritando que isso não por causa do ecossistema e tal.
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De Anónimo a 17.10.2019 às 09:26

Estimado, Pedro. Não são os Lisboetas que reclamam contra estes projectos, mas sim as populações locais. Uns dão a cara outros infelizmente não podem... Pois o poder local é muito forte.
Quando certos políticos e fazedores de opinião falam sem terem dados concretos não vale a pena responder.
Mas sendo o Pedro uma pessoa informada, deixo-lhe aqui um convite, venha visitar o Barroso, terá uma visita guiada e almoço ou jantar gratuito. Se aceitar entrarei em contacto consigo.
Voltando ao cerne da questão: já descaracterizaram as nossas paisagens com as construções de barragens, aerogeradores, pedreiras, etc infelizmente.
O que está aqui em causa tanto em Covas do Barroso como em Morgade é as populações não terem sido ouvidas e estas minas a céu aberto estarem a menos de mil metros das casas. Há uns tempos, uma explosão a 2 km (estão a fazer furos em vários locais para prospecção) ouviu-se e fez abanar algumas casas que estão no limite da freguesia. Mas para certos opinadores está tudo bem...
Agora vamos ao mais importante:
Qual foi a razão de adiar o sexta às 9 (que falava sobre o lítio) para depois das eleições?
Por que razão foi só o Rui Rio a falar sobre isto e todos os outros ficaram calados?
Vai fazer aproximadamente um mês que um canal privado veio pedir informações sobre o lítio e entrevistou várias pessoas... A notícia já saiu, não, porque será?
Falando sobre a água, temos aqui alguns dos maiores reservatórios a nível nacional e vamos contaminá-la?!
Se eu tivesse a mania da conspiração, pensaria que a maçonaria e outros grupos estão por trás, assim como sou um humilde serrano fico-me por aqui.
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De Pedro Correia a 17.10.2019 às 13:13

Agradeço o seu contributo para o debate. É sempre bem-vindo.
Terei todo o gosto em conhecer a questão 'in loco'. Tenciono, aliás, deslocar-me em breve à sua região.
Mas a minha crítica - na sequência das palavras de PTC - é de âmbito mais geral e relaciona-se com a hipocrisia de muito falso ambientalista, que só cavalga hoje essa onda por uma questão de moda. Rejeitam exploração de lítio seja onde for mas não abdicam dos instrumentos tecnológicos que recorrem a esse metal, a que alguns chamam "petróleo branco". E, claro, esquecem que Portugal é o quinto maior produtor mundial de lítio - num país tão carente de recursos próprios e de investimento produtivo, como é o nosso, este valor acrescentado é fundamental.
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De Anónimo a 17.10.2019 às 14:17

Quanto à sua visita mantenho o convite que fiz e terei todo o prazer em apresentá-lo às associações ambientais criadas por causa deste projecto e às populações locais. Quanto ao resto do seu comentário não é por causa de certos ambientalistas da rede e oportunistas de última hora que os Barrosões deixam de ter razão e vão deixar de lutar. Neste momento, e por mim falo, não acredito nos meios de comunicação social (pois só publicam o que lhes dá interesse), na maioria dos políticos que respondem à voz do dono... Peço-lhe que me compreenda e não veja isto como um ataque pessoal, quando fala que somos o quinto maior produtor mundial de lítio, sendo verdade, vale tudo? Vivemos numa das regiões mais esquecidas do nosso Portugal e só se lembram de nós para isto! As maiores riquezas que temos são a natureza e a água, principalmente. Muitos dos nossos emigrantes que emigraram há anos querem regressar e passar aqui o final dos seus dias. Fazem questão de construir casas e trazer filhos e netos todos os verões, pois isto é um paraíso. Agora ponderam não regressar. Esta região é considerada património agrícola! Mas quando se vive numa floresta de betão e se quer enriquecer não vale tudo. Pedro, a maior riqueza que temos é a água. Se ela ficar contaminada perdem as populações, mas ganham as empresas. Vamos deixar de pensar na economia e pensar no povo. O que deixa Portugal no fundo não é o seu povo... Mas as ligações perigosas entre dirigentes políticos e certas empresas. Peço desculpa em estar abusar deste espaço e permita-me uma simples pergunta. Por que motivo o sexta às 9 só saiu depois das eleições, e se fez um silêncio sepulcral?! Grato
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De José Carlos Menezes a 17.10.2019 às 19:46

Não são populações locais. São polidores de cadeiras de café, vulgo activistas.
Sou de Braga e conheço bem a situação.
Claro que os protestos incendiaram alguns jovens da região, mas não muitos.

Tenho formação académica em geologia e posso afirmar que a questão do lítio em Montalegre e arredores tem contornos obscuros.
Em princípio, se a exploração é rentável, deve-se explorar. Tem de pagar custos capitais (o valor do minério em si), custos de extração, custos de purificação…

Ora acontece que o lítio dali não é rentável. As empresas concorrentes contam com fundos comunitários para o explorar.
Ora isso é exactamente a mesma estupidez que Hugo Chavez fez com o petróleo venezuelano, deu-o a amigos politicamente próximos como se a Venezuela fosse sua propriedade. Uma atitude perfeitamente socialista (ou nada liberal).

Isto é, os contribuintes europeus vão pagar para que uma empresa privada tenha lucro na extração do minério. Só possível numa Europa louca, cada vez mais socialista e corrupta.
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De Anónimo a 17.10.2019 às 21:29

De Braga não posso falar, pois desconheço esses grupos de que fala. Mas das gentes do Barroso posso. E não são activistas de sofá, são gente comum, como eu. O problema é a apatia que se gerou e o medo. Sim, o medo. Nestes meios não se pode dar a cara, pois os servidores destes edis estão lá a controlar quem está e não está e muitas das vezes dão-se "conselhos". Se os órgãos de comunicação social estão como estão, imagine o locais... Em que se atacam algumas destas pessoas sem dó nem piedade.
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De Anónimo a 17.10.2019 às 19:35

Não minha senhora. Somo um país de burros e de polidores de cadeiras de café, vulgo activistas.
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De Anonimus a 16.10.2019 às 14:51

Agricultura de subsistência.
Artesanato
Cozinha de fusão com ingredientes biológicos.
Indústria naval de barcos à vela ou movidos a energia solar.
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De JPT a 16.10.2019 às 15:15

Chular os contribuintes alemães.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 15:46

Os alemães continuam a precisar dos consumidores portugueses. Só para automóveis e electrodomésticos, estão bem servidos.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 22:48

Na relação económica connosco os alemães não perdem um cêntimo. Antes pelo contrário.
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De JPT a 17.10.2019 às 10:45

O PC é um brincalhão. Se Portugal não estivesse não UE, os labregos locais continuariam a comprar Mercedes, BMW e Audi, como não se compra na Alemanha - não tínhamos era autoestradas para eles acelerarem. Eu, por exemplo, tenho um Toyota, um Iphone (pequenito) e escrevo-lhe de um Lenovo, e os japoneses e os americanos nunca precisaram de mandar para cá dinheiro para subsidiar a reconversão dos nossos sectores produtivos, parados no tempo, para recuperar o nosso património que apodrecia, e, infelizmente, para forrar os bolsos do género de "tuga" que têm o despudor de dizer que nós é que estamos a fazer um grande favor à UE em lá estar e que até "lhes tremem as pernas" se não lhes pagarmos o que lhes devemos, que é, no fundo (juntamente com um braço de mar), aquilo que nos separa de Marrocos (por enquanto, noto).
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De Pedro Correia a 17.10.2019 às 13:24

Nós somos consumidores de produtos alemães em larga escala. O facto de sermos parceiros económicos no âmbito da UE facilita - e de que maneira - essa parceria muito desigual.

A Europa tem um mercado de 500 milhões de consumidores. Ideal para a tecnologia alemã, a agricultura francesa, as pescas espanholas e os serviços financeiros britânicos.

Nós ficámos com uma fatia do turismo - aliás relevante, à nossa escala. Mas só. Foi a parcela de especialização que nos coube no quadro económico europeu. Abdicámos da indústria extractiva, do sector mineiro, de grande parte da agricultura e da quase totalidade das pescas. A troco de fundos comunitários para a reconversão da nossa economia, que nunca chegou a concretizar-se em larga escala.

Houve sectores que se reconverteram (calçado, vinha, olival), mas continuamos a ser profundamente dependentes dos nossos parceiros comerciais. E da generosidade do investimento estrangeiro em unidades industriais cá sediadas. Aí estão a Autoeuropa, a Siemens e a Bosch - todas de capital alemão - para o comprovar.
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De JPT a 17.10.2019 às 15:27

Não percebo como se pode comparar o impacto de Portugal na economia alemã, com o dos fundos europeus na economia portuguesa. Portugal, em 1986, era uma economia do 3.º mundo, após uma década de recuo sobre um cenário que já não era famoso, inflação galopante, e duas intervenções do FMI. A nossa agricultura era de subsistência, não dando para alimentar os 2 milhões de Portugueses ligados ao sector, a pesca e a indústria extractiva estavam totalmente obsoletas (ainda vi os barcos a chegar à praia, e redes recolhidas à mão), tal como a maioria das indústrias, que produziam mau e caro. As únicas coisas que evitavam o colapso da nossa economia eram a miséria, a emigração e as barreiras alfandegárias (e o incipiente turismo). Ou seja, o mesmo que aguentava a Albânia (que era o país ideal para uma série de pessoas que ainda infestam o nosso parlamento). De facto, face ao investimento colossal que recebemos e à nossa abertura ao exterior, Portugal não mudou tanto como devia - salvo as infraestruturas, a distribuição e o turismo. A Irlanda, em 1986, era praticamente igual a Portugal, agora é um país rico e desenvolvido (mas com menos auto-estradas, polidesportivos e rotundas, curiosamente). Países da Europa Central ou do Báltico que entraram na UE muito depois de Portugal, estão à nossa frente em todos os indicadores relevantes. As exportações alemãs para Portugal representam 0,6% do seu total. Ou seja, uma cidade média alemã consome mais produtos alemães do que Portugal. Já as exportações Portuguesas para a Alemanha ultrapassam sempre os 10% do nosso total, muito graças à ausência de barreiras alfandegárias e ao investimento alemão em Portugal (que um dia destes vai para a Eslováquia). Comparar ambas essas grandezas com o total de fundos recebidos da UE, que, desde 1986, ultrapassam os 130 mil milhões de euros (ou seja, um Alan Ruiz por dia, todos os dias, desde 1986), é pura demagogia.
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De Pedro Correia a 17.10.2019 às 17:02

1. A Irlanda não é um país "rico e desenvolvido". Só quem nunca lá esteve pode escrever uma frase destas. E beneficia imenso da língua inglesa, da proximidade do Reino Unido e das remessas dos emigrantes irlandeses nos EUA somadas aos lóbis que mantém em Washington. Não esqueça, além disso, que a Irlanda entrou na UE (antes CEE) treze anos antes de nós.

2. Não pense que a Alemanha se safa, como locomotiva económica da Europa, com recurso ao mercado interno.
Isso só mesmo no argumentário da AfD.

3. As exportações alemãs para Portugal são de altíssimo valor acrescentado, ao contrário daquilo que exportamos para lá. Essa estatística que aqui nos traz indicia muito pouco.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 15:47

Deve ser isso que os tais querem: o regresso à agricultura de subsistência, à pesca estritamente artesanal e à plantação de umas "espécies autóctones" sem valor comercial nas florestas portuguesas para eles poderem contemplar quando vão "ao campo", duas ou três vezes por ano.
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De JPT a 17.10.2019 às 15:31

Mas isso não era o mesmo que queria aquele senhor de Santa Comba?
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De Pedro Correia a 17.10.2019 às 17:03

Se calhar. É perguntar-lhes a eles.
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De Anonimus a 17.10.2019 às 17:05

Esse concorreu por que partido?
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De Anónimo a 16.10.2019 às 15:49

Como não podia deixar de ser, tudo se resume a um grande conflito de interesses:
- a energia de origem fóssil, por um lado;
- as energias renováveis, por outro.
Tudo o resto são exageros.

João de Brito
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 18:09

Exageros é o que mais há.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 22:48

Alguns são manifestos.
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De João Pedro Pimenta a 16.10.2019 às 16:35

Não estou muito a par da exploração petrolífera marítima, que talvez tenha os seus riscos dado que a zona prevista seja de forte actividade sísmica.
Mas discordo das outras. O olival superintensivo porque além de ultrapassar normas de quantidade de árvores por m2 vai acabar dar cabo da terra, como qualquer monocultura, como aliás ficou comprovado com a Campanha do Trigo. O lítio porque tem apesar de tudo alternativas, e deixar crateras e lençóis freáticos contaminados não seria um bom negócio. Talvez seja porque é na região de Montalegre, que já perdeu boa parte do território por causa das barragens, e que voltaria a ser cobaia da exploração energética que em nada a beneficia. Duvido que a questão do lítio fosse sequer aflorada se se tratasse de uma região menos periférica.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 18:13

São questões que justificam debate. Mas, como de costume, quase nada se debate neste país.
Alguém proclama umas "evidências" que ninguém questiona e logo tais "verdades absolutas" são papagueadas por toda a gente, de modo acéfalo e acrítico. E quem ousar levantar alguma objecção é logo brindado com piropos de todo o género - desde bronco a fascista.
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De Anonimus a 16.10.2019 às 18:49

Para alguns assuntos é preciso "debate" sem "tabus".
Já outros, não, não e não, sem discussão.
Gostaria de ver toda a abertura da esquerda liberal para falar, por exemplo, da prisão perpétua.
Ou não.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 20:53

Que se debata tudo, sem tabus. A minha posição sempre foi esta.
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 22:49

Não por acaso, este blogue chama--se Delito de Opinião.
Para sublinhar que aqui se pratica esse "delito".
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De Anónimo a 17.10.2019 às 12:34

"Não estou muito a par da exploração petrolífera marítima, que talvez tenha os seus riscos dado que a zona prevista seja de forte actividade sísmica. "

Claro que tem riscos, não se faz nada ao nível industrial e de prospecção mineira sem riscos. Com ou sem a sismicidade ao barulho.

Mas são questões que não se fazem, porque a narrativa já está inquinada à partida, aqueles que deveriam ser o moderadores são os que ajudaram a construir a lógica da linguagem ambientalista anti-civilização.
A civilização implica industria, implica prospecção mineira onde árvores são derrubadas, terras são escavadas, usa-se químicos tóxicos e muitas outras coisas "más".



lucklucky
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De Pedro Correia a 17.10.2019 às 13:25

Tudo tem riscos. Até ficar de braços cruzados, sem fazer nada, envolve riscos também.
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De Anónimo a 17.10.2019 às 16:21

Atendendo ao ar do tempo o melhor é mesmo ficar quieto, se alguém se mexer para criar qualquer coisa começa logo nas infinitas regulações e impostos.

---Portugal ---
est.1143

Aberto só para Festas e Casamentos.
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De Anónimo a 16.10.2019 às 19:53

De serviços, não sei - agora de serviçais... de Sampaio a Barroso, do capacho Guterres ao inquilino de Belém...
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 20:52

Mais um herói do sofá. Pronto a insultar na cobardia do anonimato.
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De Isabel maria a 16.10.2019 às 23:11

Deixaram de ser ouvidos economistas como, por exemplo, Vitor Bento que tão bem explicava, em livros, em artigos e em entrevistas na tv, os problemas introduzidos na economia portuguesa pelo abandono dos investimentos em bens transaccionaveis.
O programa do José Gomes Ferreira da sicnoticias que frequentemente discute com especialistas esses problemas, foi de há um ano para cá substituído na maior parte dos casos por futebol. À hora a que estou a escrever este post, parece-me também ter ouvido anunciar que, mais uma vez, esse programa nao vai ser transmitido, hoje.
E aí está a confirmação: mais uma vez vão repetir-se imagens e notícias do dia ( vá lá, não é futebol ), entre as quais se anuncia uma actividade a que se dedicam muitos dos jornalistas e comentadores da tv que é à adivinhação das intenções do cabeçudo da Coreia do Norte que se lembrou de divulgar uma fotografia em que está montado num cavalo. Esta é que é a grande função da grande CS nacional!
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De Pedro Correia a 16.10.2019 às 23:14

Lembra bem. Sou um admirador confesso de Vítor Bento. Da sua cultura que ultrapassa largamente o plano económico e da sua enorme capacidade de comunicação.

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