Quem se mete com o PS(D) leva...
jpt, 15.01.26

Em Abril de 2025 houve um festival de cinema em Lisboa. Dias antes surgiu uma carta anónima na imprensa denunciando as malevolências machistas de um realizador português, que ali apresentaria a sua obra. A organização de imediato retirou ("cancelou") a apresentação. A "denúncia" era volátil. Mas foi suficiente. Era anónima - mas gentes do ofício identificaram-na, em diversas versões. O realizador clamou inocência. De nada lhe serviu - nestes tempos d'agora uma "denúncia" de mulher, ou assim parecendo, em especial se em momento profissionalmente cirúrgico, é considerada suficiente por si mesma.
A apresentação fílmica foi cancelada. A mácula no acusado terá ficado. Busquei agora, nove meses depois, não houve qualquer seguimento do "caso". O contextual assassinato de carácter estava consumado.
Ensinamento a retirar da história para entender a actualidade? Quem se mete com o PS(D) leva...

