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Vamos lá ver. O que está em investigação no Processo Marquês é uma situação gravíssima de corrupção e tráfico de influências. A Fernanda Câncio pode afirmar que não sabia de nada, que não participou em nada. Sim ou não, já veremos ou eventualmente nunca saberemos. Sobre tudo isso, podemos formar um juízo mais ou menos informado, mais ou menos parcial. Agora, há uma coisa sobre a qual não podem existir dúvidas. Num caso destes, a responsabilidade de um cidadão é colaborar com a Justiça. Dizer o que se sabe, responder com seriedade. O papel a que Fernanda Câncio se prestou nos interrogatórios, sonsa sempre, tonta quando lhe conveio, rufia quando lhe faltou melhor, é impróprio de alguém que faz da vida um sermão permanente sobre a sua superioridade moral. Se a toda a hora Fernanda Câncio se proclama séria, nos interrogatórios perdeu uma boa oportunidade de parecê-lo.


10 comentários

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De Vlad a 22.04.2018 às 18:43

Rui, se um dia acontecer, onde gostava de ser julgado?
No Tribunal, ou na Kitchenette?

Câncio é acusada de quê?

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De Anónimo a 22.04.2018 às 20:44

Na retrete dirá o Rui
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De Rita Santos Gomes a 22.04.2018 às 22:34

Não estava a ser interrogada como acusada mas como testemunha. O seu dever é colaborar com a justiça. Porque não o fez? Porque é que resolveu pôr-se com gracinhas e desconversas? Porquê criar obstáculos à justiça, em vez de lhe facilitar o trabalho? Escusa de responder, eu sei.
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De Vlad, o Emborcador a 22.04.2018 às 23:29

"O seu dever é colaborar com a justiça"

Concerteza. Incluindo os meios de comunicação social que sistematicamente fazem notícias com violações grosseiras ao sistema de justiça
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De Tiro ao Alvo a 23.04.2018 às 08:45

Pelo que me dizem, o processo do Sócrates já não está em segredo, encontrando-se acessível a todos os arguidos e seus advogados.
Atirar as culpas para os agentes da justiça, ignorando toda a outra gente que, livremente, consulta o processo, não me parece correcto.
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De Justiniano a 23.04.2018 às 16:00

De ser sonsa, no mínimo, caríssimo Vlad!! Uma escriba sonsa que arrota virtude às postas, e sem dúvida alguma distingue, à distancia e só pelo cheiro, o goraz do pargo!
A palavra certa para o papel da menina será, como diz aqui, e bem, o caro Rui Rocha, seriedade. No caso, falta dela!! A menina é desabrida e valente quando trota a pena, mas assim que a desmontam dá-se a trejeitos de solene ao crisma!!
E note, caríssimo, que só subscrevo o arremesso de sonsa para cima aqui enunciado pelo caro Rui Rocha. Nem mais, nem menos!
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De Vlad a 23.04.2018 às 16:32

Ok
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De Anónimo a 22.04.2018 às 22:34

Se a câncio não se auto-proclama "séria" quem é que, seriamente , o iria fazer?
Creio que é a isso que se chama (pro)clamar no deserto...
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De Rita Santos Gomes a 24.04.2018 às 10:05

É esse o grande problema da Imelda Pinto de Sousa. Passou anos a defender o namorado e a atacar todos os que se lhe opunham. Agora não quer pagar pelas escolhas que fez. No grupo Global Media, administrado pelo advogado do namorado, e cujos jornais são dirigidos por amigos e fãs do namorado, ainda vai tendo emprego. Vamos ver até quando.
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De Anónimo a 23.04.2018 às 11:55

Não tenho visto (nem tenciono ver) as transmissões da SIC. Portanto, também não vi o interrogatório da Câncio.
Mas recordo um debate a que assisti em que a Câncio estava na mesa conjuntamente com outras pessoas. A Câncio passou grande parte do debate a brincar com o seu telemóvel, com evidente falta de respeito (em minha opinião) pelas restantes pessoas que com ela estavam na mesa. Concluí que ela não se sabe comportar com seriedade.
Não fico pois muito admirado que ela tenha feito figura inapropriada no tribunal.
Também valha a verdade que não é só ela. Há muitas outras pessoas em Portugal que também não sabem ou não querem fazer figura apropriada.

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