Quarenta anos
Maria Dulce Fernandes, 15.02.22
1982 é hoje, quarenta anos depois.
Em quarenta anos viveu-se tanto e aprendeu-se tão pouco. Nada.
Nada mesmo.
E os arrepelos e os encontrões dos que ditam aos desditados continuam, escalando de tom e intenção.
E o mundo observa impávido, mastigando mecanicamente as notícias num sofá perto de si.
