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Profetas da nossa terra (65)

por Pedro Correia, em 05.02.15

«Partindo de um défice de 5,8%, o Governo estima reduzir o desequilíbrio orçamental em 2 pontos percentuais, para 4%, com 4 mil milhões de austeridade. Como e porquê? Ninguém sabe. A loucura prossegue, enquanto assistimos ao espantoso exercício que é queimar dinheiro na praça pública para satisfazer os desejos sado-masoquistas dos credores.»

Pedro Adão e Silva, 18 de Outubro de 2013

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42 comentários

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De Panda Bera a 05.02.2015 às 16:42

E a gente c'a bomba atómica.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=42825
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De Tiro ao Alvo a 05.02.2015 às 18:32

Não seja mau. Não reparou que o Adão até corou com vergonha?
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De am a 05.02.2015 às 18:40

Este Pedro Adão & Silva, se não se envaidecer, vai longe....!
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De João a 05.02.2015 às 18:55

Dinheiro, dinheiro, défice, défice, contas públicas, contas públicas e as pessoas não existem? Deixam-se morrer pessoas, deixam-nas passar fome, frio, sede, dores, mas isso não interessa, não são eles, são outros, aqueles que não interessam, os desfavorecidos duma sociedade capitalista. Vergam-se à Alemanha, como a toda poderosa e esquecem-se que um dia a mesma Alemanha fez carnificina na Europa e mesmo assim, continuamos vergados aos mesmos. Somos ou não masoquistas? Somos pois, se não fossemos, já nos teríamos juntado aos outros que connosco estão no mesmo barco e enfrentado aqueles que nos fazem de cobaias.
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De José António Abreu a 05.02.2015 às 19:12

Já Jorge Sampaio dizia: "Há mais vida para além do orçamento." E houve. E está a ser excelente.
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De cristof a 05.02.2015 às 20:34

É assustador que nem com a realidade os crentes se convencem; nem que seja preciso, arranjam uma virtual.
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De Helena Sacadura Cabral a 05.02.2015 às 22:03

A dele não está mal, não senhora. Com a nossa ajuda!
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De Chiça! a 05.02.2015 às 19:51

Este camarada das 18:55 todos os dias vem com a mesma cassete.

E julga na sua cabecinha que os alemães de hoje são os mesmos que foram vítimas de um bando de loucos nazis. Enfim...
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De João a 05.02.2015 às 23:03

Os alemães de hoje continuam insensíveis, frios, egoístas, prepotentes, arrogantes, esquecendo que há vida, para lá do euro. Já marcaram um continente, da forma mais vil e cobarde que um ser humano é capaz, mas continuam no eu quero, posso e mando e para cúmulo, têm os lacaios sempre prontos a prestarem-lhes vassalagem. Que UE é esta que obedece cegamente a uma Alemanha que um dia, para se erguer, precisou do mundo e que se esqueceu do que fez e só pensa, agora somos potência e todos têm de nos obedecer.
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De Chiça Penico! a 05.02.2015 às 23:15

O pessoal da Soeiro Pereira Gomes é que continua a venerar o camarada Estaline.
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De lucklucky a 05.02.2015 às 23:05

"Dinheiro, dinheiro, défice, défice, contas públicas, contas públicas e as pessoas não existem?"

A estratégia do vendedor que desvaloriza a mercadoria que quer barata.
Durante quanto tempo ainda julga que o populismo primário ainda funciona?

Se o dinheiro é afinal coisa má fica mais fácil devolver o que pediu emprestado não é?

Construa a sua sociedade sem dinheiro.
Mas primeiro talvez convenha perguntar: Porque é que os Comunistas não fazem Comunas?
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De João a 06.02.2015 às 00:00

Quem é comuna aqui? Ora diga lá sapiência onde vai buscar dinheiro para pagar a dívida, mas não faça rodeios, seja concreto e rápido. As sociedades têm de ter dinheiro, mas não têm de ter corruptos. Imagine a sociedade sem corruptos? Era bem melhor, não acha? Pôr os corruptos no seu lugar, é fácil é preciso é querer, mas pelos vistos, são em tão grande número que não há como bani-los. Quando alguém, apela, a uma sociedade mais justa, vira comunista!.... Se assim é que o mundo vire comunista.
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De rmg a 06.02.2015 às 02:37



Continuo à espera que me responda às perguntas que lhe fiz há dias sobre se o João e os seus sempre pagaram os impostos todos a que estavam obrigados, sempre pediram facturas ao canalizador e ao electricista, nunca meteram uma cunhazita para um emprego ou uma consulta médica (passando assim à frente de outros com mais direitos).

Sem me explicar isso sem rodeios e de forma concreta e rápida é que não vamos lá de maneira nenhuma, fica aqui esta dúvidazinha se V. não será igual a toda a gente, se não se aproveita de umas "boas vontades", se não pede uns "jeitozinhos", se não se usufruí aqui ou ali de uns "nacionais-porreirismos", no fundo aqueles eufemismos que se usam por cá para nos justificarmos de não sermos perfeitos...

Quanto ao resto: onde é que raio foi buscar que as sociedades comunistas algumas vez foram justas?
Não sei se reparou nesse pormenor mas já se vê aflito para encontrar um país comunista.
E se eles eram grandes e populosos, mas habitados por gente sem o seu discernimento, está bem de ver!




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De João a 06.02.2015 às 13:04

Não leu o que eu disse. Fui claro, alguém me apelidou de comuna e eu escrevi: se quando alguém apela a uma sociedade mais justa é comunista, então que todos viremos comunistas. Se não tenho nada a ver com os comunistas porque razão, o tenho de lhe dar explicações sobre o mesmo? Não, nunca fugi a nenhum imposto porque os funcionários do estado não podem fugir é que ele, o Estado, retira logo tudo que tem a tirar. Quanto aos meus, digo-lhe que nunca fugiram e talvez por serem honestos demais, já tenham batido com vigaristas N vezes. Nunca pedi nada, a ninguém porque sou contra isso e como tal, não o faço. As pessoas têm de ser aceites pelo mérito próprio e não, pela cunha, é que é por essas e por outras que os mais válidos emigram e os piores, andam por aí, a fazer asneira da grossa. Quanto a consultas médicas, foram os médicos que me disseram: se não quiser recibo paga menos, mas como eu sempre quis recibo, paguei mais. Toda esta conversa é triste porque se em vez de estarmos aqui a apontar o dedo, a pôr alcunhas, a este e aquele só porque não se concorda, apelássemos ao bom senso e lutássemos por um um mundo melhor, assim continuamos sempre no mais do mesmo. Estive em Julho na Noruega e vi por lá muito emigrante, daqueles que vêm em cima uns dos outros em lanchas. A Noruega é dos Noruegueses e não para os portugueses e os noruegueses estão habituados ao clima. Os países por onde o comunismo andou, mas que de comunismo nada tiveram, tiveram oportunistas que viveram à grande, à custa do povinho, mas estes, em pouco diferem com os países por onde anda o capitalismo. Já viu os povos felizes onde abunda o capitalismo? Eu não. Vejo os capitalistas mandarem no mundo e isso é que nos tem destruído. Tenho pena, mas sem reestruturação da dívida, lhe garanto que não conseguiremos pagar dívida alguma, pela simples razão que não temos como pagá-la. Espero tê-lo esclarecido e que fiquemos por aqui porque está visto que não estamos em sintonia de pensamentos.
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De Tiro ao Alvo a 06.02.2015 às 14:33

O João não esclareceu nada. Ou, se esclareceu foi para nos dizer que também vive à custa do OE e que não vive mal, uma vez que o ganha até lhe dá para ir passear para a Noruega.
Por outro lado, quando diz que fuma mas não inala (sempre), dá para gente perceber: o João não é comuna, por que sabe que nos países comunistas o povo é infeliz, com excepção dos "donos", ou seja, das elites dos Partidos que admira; mas que o João gostava de ser comuna, gostava, pois (e as palavras são suas) "são infelizes os povos que vivem nos países onde "abunda o capitalismo" (?) e o mal do mundo (todo) resulta, no seu entender, do facto de "ser governado pelos 'capitalistas' (...) e que isso é que nos tem destruído". Ou seja, gato escondido com rabo de fora.
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De João a 06.02.2015 às 16:51

Desculpe, mas não respondo a provocações, nem tenho que lhe responder pois não me dirigi a si. Estamos conversados por agora e para sempre. Pode provocar que não tem resposta.
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De rmg a 06.02.2015 às 16:55


Li tudo o que disse é até evirei tirar conclusões do que não disse mas deixou bem explícito no rest que disse.

De resto eu sei que não é comunista, isso eu percebi, o que não percebi é porque é que um não comunista faz afirmações do tipo panfletário sobre o comunismo.

Eu já esperava que me respondesse isso tudo e por isso insisti na pergunta.
O João é um modelo de virtudes, paga tudo e mais alguma coisa, não foge aos impostos porque não pode (note que não me disse o que estaria disposto a aceitar se não fôsse FP...), os seus bateram com vigaristas N vezes não por serem honestos mas por outra razão (uma ou duas vezes todos caímos, mas N vezez!).

Quanto aos que emigram e aos que ficam fale por si e pelos seus conhecidos.
Tenho filhos que já emigraram há 20 anos, quando ainda poucos emigravam na geração deles, depois voltaram, estão aí e têm empregos razoáveis.
Mas claro que aprenderam "lá fora" que valia a pena lutar "cá dentro".

Que você insulte os seus compatriotas dizendo que "os mais válidos emigram e os piores, andam por aí, a fazer asneira da grossa" é lá consigo.
Dado que você não emigrou deduzo que não está nos mais válidos e anda por aí a fazer asneira da grossa.

Esta conversa só é triste porque a sua "luta" é feita confortávelmente sentado numa cadeira e teclando ferozmente (vá lá que foi na hora de almoço).
Não lhe passa pela cabeça que do outro lado possam estar pessoas (várias) cuja vida tenha sido de luta efectiva e não apenas de masturbação intelectual.

Assim, e se me tem dito que de facto V. não é assim mas que sabe haver por aí pessoas assim, eu até acreditava em si.
E acreditando em si continuaria com muito prazer a conversar consigo.

E continuando a conversar consigo ter-lhe-ía dito que num país (qualquer país) onde a "cunha", o "jeito", o "empurrão", o "fechar de olhos" e muitas mais coisas na mesma linha são tranversais à sociedade e onde uma maioria confortável da população convive muito bem com isso porque lhe dá jeito (por mais que se insurja nos autocarros e nas redes sociais), nesse país existe o caldo de cultura necessário à proliferação de pequenos, médios e grandes corruptos.

Portanto há todo um trabalho de base a fazer a nível da educação e da pedagogia, que começa em casa e na escola e dura 2 ou 3 gerações (como durou na "sua" Noruega e noutros países já noutro estágio de civismo).

Isso de "berrar" nas redes sociais e depois achar que cumpriu o seu papel parece-me curto, que tal ter feito um sermão valente ao tal médico?
Teve receio que ele não gostasse?
Ou precisava mesmo do recibo para receber a compartipação e portanto não pagou quase nada que não tivesse recebido de volta (o que sem o recibo não seria possível)?
Acha mesmo que é tudo parvo?

Lá volta o João com a Noruega que não é de ninguém senão dos noruegueses, tanto que quem não fala a língua não arranja emprego (os meus conhecidos seguiram cursos intensivos antes de partir e mesmo assim não foi fácil).

Se eu já vi os povos felizes onde abunda o capitalismo?
O que é que são "povos felizes" assim em bloco, tudo ao molho e fé em Deus, os bonitos e os feios, os novos e os velhos, os pobres e os menos pobres, os doentes e os saudáveis?
Eu nunca vi "povos felizes" em sítio nenhum do mundo (e até no Japão trabalhei há 35 anos), é da natureza humana querer sempre mais do que se tem e estar sempre onde não se está.

E isso é bom porque faz as pessoas lutarem dia-a-dia por uma vida melhor, progredindo nas suas profissões e nos seus conhecimentos, foi isso que aqui por casa fizemos todos e nem sempre foi fácil.
Se essas pessoas constituírem a maioria das que compõem uma nação pois essa nação prospera.
Agora se falarmos de gente

Mas vi e vejo pessoas felizes à minha volta, basta arranjarem uma vida e meterem-se dentro dela, aconselho-o vivamente a fazê-lo.
Claro que há momentos muito maus mas assim talvez já não ande sempre às cabeçadas ás paredes.

Quanto a dívidas e reestruturações não iríamos longe, não vejo porque as vou passar para os meus filhos e netos (que os tenho) para deixar o João contente (que não me parece tenha filhos, quanto mais netos).

Só mais uma coisa.
Se há coisa que interessa é conversar com as pessoas que não estão em sintonia de pensamentos connosco, as que estão pode ser confortável mas pouco se aprende.

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De João a 06.02.2015 às 17:57

Eu também gosto do debate de ideias, o problema é que o rmg não aceita o que eu digo e põe sempre tudo em dúvida e eu tenho de aceitar tudo o que diz. Quanto à restruturação da dívida diga-me como paga, se já vendemos tudo a preço de saldo e já não temos mais nada a não ser pessoas. Somos nós que temos de pagar todas as asneiras de governantes, de banqueiros e eles andam por aí, como se de gente séria fossem? Eu isto não aceito. Se esbanjaram dinheiro, roubaram que prestem contas, do que fizeram e entreguem tudo aquilo de que se apropriaram indevidamente. É por isto que devemos lutar e não sermos nós, a pagar a dívida. Com quê?
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De rmg a 06.02.2015 às 19:29


Agradeço a sua resposta.

Deixe-se de conversas de menino mimado, o João não tem que aceitar nada do que eu digo e a prova é que não aceitou.

Eu não o ponho em dúvida nas suas intenções, eu só o ponho em dúvida porque diz coisas que acha bonitas mas não faz a mínima ideia de como as concretizar de forma jurídica e constitucionalmente correcta, é prender toda a gente, é banir todos os corruptos, é levar tudo a eito porque são todos uns malandros e uns bandidos (excepto o João e, muito eventualmente, eu próprio).

Isto é uma democracia, tem regras, as pessoas votam, não diga coisas que dêem razão aos que lhe põem alcunhas, como diz.

Nada como falar 5 minutos com um eleitor médio para duvidar da democracia, já lá dizía o Churchill mais ou menos isto.

Já vendemos tudo o quê?
Empresas geridas pelo Estado, Estado esse que nunca sabe gerir empresas em nenhum país do mundo e só serviam de sorvedouros de dinheiros públicos?
Eu sei que para muita gente o dinheiro "aparece sempre" mas não é essa a minha experiência de vida nem me parece uma solução inteligente.

É que as empresas privadas que se adaptaram (o mundo mudou muito desde 2008, talvez não tenha reparado) estão aí a contribuír decisivamente para nos manter com algum emprego e um mínimo de qualidade de vida (e a si também!).

Portanto temos as pessoas, que foi o que sempre tivemos.
Ou acha que alguma vez tivemos muito mais do que as pessoas aqui neste cantinho (o estudo da História ajuda)?

Portanto e como não pretendo convencê-lo fica o conselho.
Emigre e vá pagar a dívida do país para onde fôr, que na Europa é o que há mais e no resto do mundo não há outra coisa.

Cumprimentos
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De Tiro ao Alvo a 06.02.2015 às 18:21

Rmg, gostei da resposta que deu ao João - civilizada e convincente. Então aquela referência ao recibo médico que ele pediu (porque nisso tinha elevado interesse), foi na mouche.
Eu, que não gosto de gente assim, é que não consegui conter-me, até porque estou convencido que podemos estar na presença de um daqueles servidores do Estado que não vale o que julga e que, ainda por cima, anda pela net nas horas de serviço e militantemente, a denegrir tudo e todos, utilizando, indevidamente, os meios que o Estado põe à sua disposição, ou seja às nossas custas. Repare-se que a hora a que ele respondeu ao meu comentário (16H51) não destrói este meu "suponhamos"...
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De rmg a 06.02.2015 às 21:26


Tiro ao Alvo

Agradeço o comentário que faz ao meu.

Procuro ser sempre civilizado mas nem sempre o consigo, deixo-me arrastar por vezes pelo entusiasmo, faço por vezes leituras apressadas, acabo a pedir desculpa quando acho que possa ter sido injusto como acabo a cortar a direito se acho que foram injustos comigo.

Estou convencido que aqui o "nosso" João é um rapaz novo, cheio de idealismos, solteiro e sem filhos, provávelmente ainda muito "agarrado" à família.
Posso estar enganado mas não muito e aqui na blogosfera tem pouca importância que eu esteja certo.

Se ainda por cima tem um emprego decerto respeitável mas de risco reduzido para os tempos de incerteza laboral que correm, é natural que a sua visão da vida seja muito influenciada por essa ideia de que "o dinheiro há-de aparecer" e, se não aparecer, os ricos que paguem a crise (quando os ricos nunca na História da Humanidade pagaram crise nenhuma, quanto muito alguns foram arrastados no descalabro geral).

Por isso eu lhe tinha perguntado a ele há dias e noutro local se a vida lhe dava muito trabalho a ganhar.

Cumprimentos

PS- Pois essa hora já é aquilo a que os brasileiros chamam a de "coçar o saco" à espera da saída do emprego...


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De João a 06.02.2015 às 20:27

Mais uma informação que me escapou. Também tenho filhos, bem crescidinhos, só ainda não tenho netos. Por aqui pode ver que em questão de idade andaremos próximos. Para um povo ter alguma felicidade, tem de ter acesso ao essencial, é neste contexto que falo porque a felicidade é momentânea, pode durar mais ou menos. O que me indigna, é que neste país não se pode ser sério, se somos, é o que se vê.........
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De rmg a 07.02.2015 às 01:51


João

Não me parece que tenha filhos assim tão crescidinhos.
Os meus têm entre os 40 e o 45, já vê...
E os netos já namoram.

Portanto leia o que os outros escrevem: eu já tinha filhos emigrados há 20 anos (VINTE ANOS) e se calhar os seus (se os tem) ainda andavam de cueiros, se é que já tinham nascido.
Mas a idade não é um posto, só a experiência de vida o pode talvez ser.

Aqui somos todos bestiais, por isso eu me tenho esforçado por me dar a conhecer pessoalmente a outras pessoas que andam na blogosfera, a tentar que identifiquem quem escreve com quem conhecem.

Você continua a dar-lhe com o "povo" e eu não sei o que isso é, a invocação de entidades abstractas só serve para que os outros percebam que nós não conhecemos nada em concreto, dizemos assim umas coisas no ar e pronto.

Eu sei o que são as "pessoas" que compõem esse povo e essas podem ser felizes ou infelizes, umas muito, outras pouco, por razões várias, saúde, amor, dinheiro, tudo o que queira.

Mas está enganado, a felicidade não é momentânea e por isso V. não pode ter nada parecido com a minha idade.
Porque na minha idade já se perderam muitas pessoas que nos fazem muita falta e já se esteve a um passo de perder outras pessoas (eu estive) que nos fazem também muita falta e damos o verdadeiro valor ao que é a felicidade.

Só quem não passou por nada disso fala assim da felicidade,como algo que vai e vem ao sabor de uns euros na carteira, ainda por cima da do "povo", essa entidade abstracta constituída por uma multifacetada e enorme quantidade de gente que inclui pessoas extraordinárias e cretinos de bradar aos céus.

Resolva os problemas concretos de pessoas em dificuldade que possa ajudar, em vez de andar aqui a falar do "povo", vai ver que fez mais assim por esse "povo" de que tanto fala e tão mal parece conhecer.

Quanto ao "...é que neste país não se pode ser sério, se somos, é o que se vê..." acho eu que um pouco de decôro não lhe ficava mal, que diabo, o João continua a achar-se um exemplo para a sociedade.
Ora isso está por provar.

Para quem se diz tão preocupado com os outros essa conjugação permanente de virtudes na 1ª pessoa do singular é, no mínimo, disparatada.

E lembre-se do Sérgio Godinho que canta que "só neste país é que se diz só neste país": pelos vistos o João não conhece mais nenhum.

Ora durma bem

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De lucklucky a 06.02.2015 às 18:18

É claro que você é Comuna , você está-se nas tintas para a Justiça.
Para si Justiça não existe, usa a palavra mas quer dizer Igualdade.
Truque já conhecido.

Usa o discurso da sacristão esquerdista para desvalorizar o dinheiro, dizendo ao mesmo tempo que quer ficar com ele.

Depois temos o desvio do assunto para corrupção, a não ser que defenda que o Estado Social e o Regime saído do 25 de Abril por ser Populista na sua génese -prometer o que não pode cumprir - é inerentemente corrupto porque diz a x que vote para poder tirar a y o que é que tem que ver?

Pagar a Dívida? basta Défice Zero e não tem problemas em pagar.

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De João a 06.02.2015 às 19:47

Estou-me nas tintas, para o que senhor pensa ou não. Aliás, o que sabe fazer é ofender tudo e todos que não lhe interessam. Mensagem de sacristão: perdoai-lhe pai que não sabe o que diz. Está a ver já fiz o meu trabalhinho de sacristão. Mais uma: que Deus o abençoe e o ajude a pagar a dívida e que diga ao mundo como vai fazer. Em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, Amém.
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De José António Abreu a 05.02.2015 às 19:26

E, segundo creio - embora eu raramente o ouça ou leia -, "a loucura prossegue".
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De Vortex a 05.02.2015 às 19:51

mais um anão a fazer de bobo da corte

o sr prof dr politólogo sabe tudo de tudo

arrium porrium
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De da Maia a 05.02.2015 às 23:00

Adão e Silva será um dos meninos de ouro que o PS guarda na gaveta, e um dos muitos comentadeiros seleccionados para qualquer coisa, e que pouco mais servem do que porta-vozes de agendas.

Dito isto, se este governo reduziu o défice, devemos não esquecer que também Sócrates foi grande combatente desse "mostrengo", sendo então campeão dos 3%. Depois essas contas acabam por ser refeitas, e percebe-se que a dívida aumentou, que há dívidas passadas para o futuro, etc... e isto sem falar na embrulhada do BES, que iremos ver.

Para o que interessa, a dívida pública disparou desde 2011, e face a 2013 ainda aumentou o crescimento da dívida.
Por isso, diminuir o défice com dívida, já Sócrates sabia.

Fala-se muito de défice, amanhado em contas selectivas, e fala-se pouco da dívida... no fundo, já se sabe o que é que lá vem.

Brincar às contas como crianças, até o Syriza sabe fazer.
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De lucklucky a 05.02.2015 às 23:21

Que confusão vai nessa cabeça da Maia.

Défice do ano é a nova Dívida de cada ano.

Que acrescenta à Dívida existente. Tens Défice Y no ano X tens mais Y no Total de Dívida. É assim excepto quando existem pagamentos de dívida e ou mudanças na contabilidade(ver adiante)


"e face a 2013 ainda aumentou o crescimento da dívida."
Onde raio foste buscar esta pérola, o défice foi mais baixo que o record de 11-12%(e fora o que ficou escondido) do ultimo ano do consulado Sócrates - um valor de 1/4 dos gastos do Estado pedido emprestado.

Existiu um grande crescimento de dívida sem relação com o défice quando cá chegou a Troika, porque as dívidas das Empresas Publicas passaram a contar para a Dívida Publica - não acontecia no passado - e as provisões para os fundo dos bancos. Mas não foi de 2013 para cá.
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De da Maia a 06.02.2015 às 00:44

"É assim excepto quando existem pagamentos de dívida e ou mudanças na contabilidade(ver adiante)"

Santa paciência... de contas para crianças. Não, ninguém está a pagar dívidas, nem há sempre mudanças de contabilidade todos os anos.

Olha vê, por exemplo estes números (não oficiais):

2014 - 217 mil milhões (+ 13 mil milhões face a 2013)
2013 - 204 mil milhões (+ 10 mil milhões face a 2012)
2012 - 194 mil milhões

http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/2015/01/divida-publica-portuguesa-dez2014.html
http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/2014/01/divida-publica-portuguesa-dez2013.html
http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/2013/02/divida-total-fim-de-2012.html

Já sei... escusas de dizer, o autor daquele site é estalinista, e não percebe nada de contas.
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De Tiro ao Alvo a 06.02.2015 às 15:55

O da Maia ainda não entendeu que em havendo défice a dívida aumenta sempre?E que se o governo anterior deixou o país com défices estruturais, a dívida pública só deixará de subir quando as contas estiverem equilibradas? Não me parece que lhe seja difícil entender isto, se quiser fazer um pequeno esforço - se, num dado ano, as despesas forem superiores à receita, a dívida aumentará obrigatoriamente.
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De da Maia a 06.02.2015 às 20:00

Tiro ao alvo:
claro que sim, mas o aumento da dívida não está todo reflectido no défice.
O défice baixou de 2013 para 2014, no entanto a dívida aumentou mais em 2014 do que tinha aumentado em 2013.
Percebeu agora?
Que está sempre a aumentar, já a gente sabe...
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De Tiro ao Alvo a 07.02.2015 às 14:04

Da Maia, pelo que diz ainda não percebeu.
É verdade que o défice diminuiu de 2013 para 2014, mas não deixou de haver défice. O défice foi menor, mas foi défice, ou seja, o Estado ~em 2014 gastou mais do que arrecadou, logo a dívida pública aumentou.
Passe bem.
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De da Maia a 07.02.2015 às 18:51

De 2012 para 2013 a dívida aumentou 5%.
O défice em 2013 foi 4.9%.
De 2013 para 2014 a dívida aumentou 6%.
O défice em 2014 foi 4.6% (estimativa actual).

Agora, se não percebe de contas, não comente sobre contas.
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De Tiro ao Alvo a 07.02.2015 às 23:23

E o da Maia a dar-lhe e a burra a fugir e o da Maia confundir o valor do défice como o aumento da dívida, ou seja a comparar alhos com bugalhos.
Não gosto de fazer isso, mas vou dar-lhe um conselho: consulte a Wikipédia e talvez entenda a coisa rapidamente.
O valor do défice é a diferença entre os proveitos (receitas) e as despesas, que tanto pode expresso em valor absoluto como em percentagem; o aumento do dívida, que também tanto pode ser apresentado em valor absoluto como em percentagem, compara, forçosamente, com o total da dívida no início do período. E embora estas coisas estejam ligadas, os valores do défice e do aumento da dívida, quando definidos em percentagem, não são comparáveis.
Concluindo, se ainda não entendeu, o erro é meu que não sei explicar melhor, valendo-me a desculpa de que este não é o melhor lugar para ensinar estas coisas.
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De da Maia a 08.02.2015 às 01:52

Até que enfim.
Foi ver à Wikipedia e já percebeu?
Não há problema em não saber fazer contas, muita gente se engana.

Não há é muita gente a armar-se aos cucos, e quando percebe que não tem razão, quer mesmo assim sair por cima, e sai-se com uma cantilena triste ao estilo da Loja do Mestre André.

A sua insistência no ÓBVIO "o défice aumenta a dívida!" continua a ser infantil, porque ninguém disse o contrário.
Se quis perceber isso, ou não sabe ler, ou foi uma provocação de criança.

Nunca tendo nada a contrapor aos factos, podia ter feito o favor a si mesmo de ficar calado.
O resto da sua prosa de cocó armado em galo, como é óbvio, ignoro, e nem levo a mal, é apenas triste.

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De lucklucky a 06.02.2015 às 18:33

"Santa paciência... de contas para crianças."

Sim para criança: "Por isso, diminuir o défice com dívida, já Sócrates sabia."

Explica lá esta pérola?


Dados oficiais. Dezembros de 2014:204, 2013:194, 2012:174, 2011: 151, 2010: 132

http://www.igcp.pt/gca/?id=107

De 2013 a 2014 aumento 10 mil milhões como é que isso é um crescimento superior aos 20 mil milhões 2012- 2013 , 23 mil milhões de 2012-2011, 19 mil milhões de 2011-2010?

"e face a 2013 ainda aumentou o crescimento da dívida."


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De da Maia a 06.02.2015 às 19:51

Lucky, escuta lá... achas que eu consigo ensinar cocós a voar?

Santa paciência. Olha melhor...
Vou engolir um comprimido de paciência.

Os números são os mesmos do IGCP... com um ano de diferença - erro teu!

Falta-te o 217 mil milhões em 31 Dez 2014.
O 204 mil milhões que tu leste, porque és como és, foi o número referente a 31 Dez 2013.
Porquê? Porque te enganaste na coluna... não é a primeira, é a última.
Eu até tenho que perceber onde erras, e porque é que erras...

O que é que queres que eu faça, que continue a explicar porque é que tens um défice menor, apesar da dívida ter aumentado?

Porque as contas não são as mesmas.
Tens um aumento da dívida e uma diminuição do défice.
O défice não se reflecte logo no aumento da dívida, é - entre receitas e despesas - e nem tudo liga à dívida pública, depende da contabilidade.

Tu achas que sim, e pronto!
Olha, já sei - Os números ficaram marxistas e estalinistas.
Está bem assim?
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De lucklucky a 07.02.2015 às 22:05

Tens razão nos valores. Mea culpa.

"O que é que queres que eu faça, que continue a explicar porque é que tens um défice menor, apesar da dívida ter aumentado?"

Continuas a cometer o mesmo erro. Se tens Défice a Dívida aumenta.
Eu escrevi acima precisamente isso que a Dívida aumentou. O que contestei porque me enganei dos números/anos respectivos é que tivesse havido uma aceleração do aumento da dívida. Coisa diferente.

O que deverias ter escrito é "...que continue a explicar porque é que tens um défice menor, apesar da dívida ter acelerado o seu crescimento"

A explicação que encontro é que devido as novas regras da Troika a Dívida de outras instituições semi-independentes Estado que não entram para as contas do Défice tenham feito dívida. É possível que o Fundo Resolução Bancária não conte para o défice mas tenha contado para aumento de endividamento devido ao caso BES. Especulação minha. Infelizmente a Troika veio tornar as contas menos claras mesmo se torna o valor da dívida mais verdadeiro.
Já não é tão fácil Empresas do Estado comprarem património ao Estado para esconder Dívida.

------
As visões totalitárias da Política - que a Política tudo deve controlar- são essencialmente Marxistas.
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De da Maia a 07.02.2015 às 23:35

Estou surpreendido, admites que te enganaste.
Não estou surpreendido, dizes que "continuo a cometer o mesmo erro".

Tens razão, a tua sugestão de frase era melhor, mas o que eu estava a dizer desde o princípio era claro, colocando os números e tudo.

Não conheço os detalhes da contabilidade, mas sei perfeitamente de que muitas fundações e institutos foram criados com o objectivo de mascarar o défice e dívida, no tempo de Sócrates - essas despesas, antes, não eram consideradas públicas.

As contas não são exactamente as mesmas, nunca foram.
A dívida de 2014 está apurada, mas o défice não está ainda consolidado:

A Comissão Europeia antecipa que o défice orçamental de 2014 seja de 4,6% do PIB, devido à "sólida recolha de impostos" e à "contenção efetiva da despesa", uma meta mais otimista que a do Governo

http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/2015_02_05_ueprevisoes_bruxelas_melhora_defice_para_2015_mas_continua_mais_pessimista_que_governo.html

----
Sobre política e economia:
Economia é quando um puto está a ganhar ao pai a jogar Monopólio.
Política é quando o pai lhe lembra que ainda não fez os trabalhos.

Economia é um jogo de tempo de paz, condicionado pelas guerras anteriores.

Não jogas xadrez da mesma maneira, se o teu adversário for o xerife com uma arma apontada à tua cabeça.
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De lucklucky a 05.02.2015 às 23:09

Pedro Adão e Silva, 18 de Outubro de 2013

"... e porquê?"

Mais uma imagem de marca do PS que não sabe que redução de X% de défice implica menos quantidade de nova dívida que se pede emprestada, e consequente menos juros dessa nova dívida a pagar.
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De V. a 06.02.2015 às 02:08

Detesto este fulano PAeS. Mentiroso, análises enviesadas e extremamente tendenciosas, insidioso e cínico: tudo o que a lógica ditaria ser um bom comentador do que quer que seja. É o equivalente na política daquele javardo do Benfica que fala na SiC naquele programa horroroso com aquele comentador nojento que já devia ter sido corrido há muito tempo. Neste país os mais vergonhosos bardamerdas têm o melhor tempo de antena para fazer a cabecinha à populaça.

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