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Primavera chuvosa

por Pedro Correia, em 10.05.18

 

30 de Abril:

Presidente da ADSE, Carlos Liberato Batista, demite-se alegando razões pessoais. Na origem da demissão, uma reportagem da TVI alegando gestão danosa.

 

4 de Maio:

Ministro da Cultura exonera directora-geral das Artes, Paula Varanda, invocando «perda de confiança política».

 

7 de Maio:

Comandante da Protecção Civil, António Paixão, demite-se em divergência com ministro apos ter permanecido apenas cinco meses no cargo.

 

9 de Maio:

Demitiu-se o coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, Pedro Veiga, um dos pioneiros da Internet em Portugal.

 

9 de Maio:

Antigo secretário de Estado João Vasconcelos arguido num caso de suspeita de fraude relacionado com fundos comunitários numa empresa detida pela mulher.

 

9 de Maio:

Três ex-governantes do consulado de Sócrates estiveram sob escuta nos negócios milionários das 11 parcerias público-privadas: Mário Lino, António Mendonça e Paulo Campos, podem vir a ser constituídos arguidos.

 


34 comentários

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De Meister Von Kälhau a 10.05.2018 às 12:57

O Ministério Público terá Agenda:

No julgamento do caso BPN, um dos investigadores explicou ao tribunal que a função do Banco Insular (criado em Cabo Verde pela SLN de Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outras figuras do cavaquismo) era "servir os empresários angolanos que queriam meter dinheiro fora de Angola". Mas acrescentou outras ligações a bancos também registados em Cabo Verde e que serviriam de plataforma para os mesmos fins: o Banco Sul Atlântico e o Banco Fiduciário Internacional, proprietário da Finertec, a empresa onde Miguel Relvas foi administrador.

(A Finertec também é administrada pelo vice-presidente da Fundação Eduardo dos Santos. ) - Uma Fundação Eduardo dos Santos, é para rir!

Na página internet do Banco Fiduciário Internacional atrai os potenciais clientes - "particulares com elevado património", empresas e entidades institucionais - a abrir contas em Cabo Verde com três argumentos: "a fiscalidade para os clientes do BFI é nula", "a violação do segredo bancário é crime"

Hmmm...fuga de capitais, lavagem??

Mas ainda sobre outros amigos :

O jornal Público revela nesta segunda-feira (15 de Outubro de 2012), que a Polícia Judiciária enquanto investigava o caso “Monte Branco” (referente à fuga de capitais ao fisco), acabou escutando conversações informais entre o ministro dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas e José Maria Ricciardi, do BES Investimentos - José Maria Ricciardi, que na altura, era o consultor financeiro da Three Gorges e da China State Grid/ Oman Oil, os grupos económicos chineses que VENCERAM as PRIVATIZAÇÕES da EDP e REN.

Quase no fim....

Miguel Relvas que vivia na zona de Belém num apartamento alugado, cujo proprietário é o pernambucano André Gustavo, especialista em marketing político e responsável pela campanha da coligação PSD/CDS, investigado, desde Fevereiro, pelo Ministério Público Federal do Brasil no âmbito da operação Lava Jato, por ter recebido um milhão de reais, em dinheiro efectivo, através da empresa Odebrecht.

Do Brasil, Miguel Relvas é igualmente próximo de José Dirceu, o ex-chefe da Casa Civil de Lula da Silva, que depois de condenado a 10 anos de prisão no caso do Mensalão apanhou 23 anos no Lava Jato.

Sobre o controlo Socratista da Comunicação Social :

Em 2012, o Conselho de Redacção do Público acusou o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, de ter ameaçado o jornal - e a jornalista Maria José Oliveira - para impedir a publicação de uma notícia relativa ao caso das ‘secretas’, pois teria considerado "pidescas" as perguntas feitas pela jornalista, que "vivia com um homem de um partido da oposição", além de ameaçar o jornal com uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

Mas sobre este personagem nem pio....





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