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Presidenciais (6)

por Pedro Correia, em 14.01.21

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A PRIMEIRA VEZ

Lembro-me bem da emoção e do sentido de responsabilidade que senti ao votar pela primeira vez, aos 18 anos. O cuidado que tive ao analisar programas eleitorais e propostas dos candidatos - a "politizar-me", como então se dizia. Lembro-me bem da sensação de que, do ponto de vista da participação cívica, acabara de transpor uma etapa fundamental, atingindo a idade adulta.

Falo hoje com jovens de 18 anos e não encontro nada disso. Não sabem nada de política, não querem saber, não tencionam votar nem conhecem nenhum amigo que pense fazê-lo. Chegámos a isto, em quatro décadas de regime democrático.

Gostava de ver debatido nesta campanha o tema - cada vez mais preocupante, cada vez mais urgente - do progressivo divórcio entre os jovens e a democracia participativa. Nenhuma instituição sobrevive sem rituais - e nenhum deles é tão relevante como o voto. Acontece que os jovens portugueses - à semelhança do que vem sucedendo na generalidade dos países europeus - não votam, em larga percentagem, sem que isso pareça causar a mínima preocupação aos candidatos nem aos comentadores enredados no politiquês dos serões televisivos. Os políticos falam para serem escutados pelos comentadores e estes falam para serem escutados pelos políticos, num circuito fechado que apenas contribui para pôr os eleitores ainda mais à distância.

Pressinto que estas serão umas presidenciais marcadas pela maior taxa de abstenção de sempre, com destaque para a abstenção dos eleitores com menos de 30 anos.

Há sete candidatos, com uma média de idades de 50,5 anos (o mais velho tem 72 anos, o mais novo festeja amanhã o 38.º aniversário). Até agora, não ouvi uma palavra de qualquer deles sobre a deserção dos jovens. Apesar de poucos temas terem a gravidade que este tem.


62 comentários

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De Anónimo a 14.01.2021 às 08:20

"Lembro-me bem da emoção e do sentido de responsabilidade que senti ao votar pela primeira vez, aos 18 anos. O cuidado que tive ao analisar programas eleitorais e propostas dos candidatos - a "politizar-me", como então se dizia."

Mais um bocadinho e estava a ler a Fenomenologia do Ser.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 08:32

Fazia-te bem. Para saíres do asnonimato.
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De Asnónimo da Silva a 14.01.2021 às 09:43

A Fenomenologia do Ser? Jamais! Ainda acabo a apoiar candidaturas à Câmara Municipal de Loures sem me arrepender ou sentir remorsos.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 09:55

Podia acontecer-te pior ainda. Começares a balbuciar que o povo da Coreia do Norte "escolheu livremente" o seu destino, por exemplo.
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De ? a 14.01.2021 às 10:02

Jamais. Como disse, não leio fenomenologias.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 10:05

Jamé? Nem sequer um cálice à refeição?
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De V. a 14.01.2021 às 10:35

Fenomenologia do Espírito. Do Ser não creio que poderia ser. Isso fez o Deleuze e chama-se Empirismo Transcendental.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 08:51

Os jovens não votam nem se interessam por política porque nasceram com a papinha toda já feita. Não nasceram com os de antes, já a pensar que iam ser criados pelos pais e, chegando a tenra idade, iriam ser deportados para as áfricas, deixando os pais e famílias mortos de tristeza, pois em cada cinco que iam, três ficavam lá. Quando regressavam às suas terras, nos caixões, nem se tinha a certeza se aqueles "restos" eram deles mesmo, ou de outros que ao "explodirem" numa mina ou tiroteio, se misturavam uns com os outros!
Já nasciam com esta sina durante tantos anos! As mães morriam com eles...sentiam-se culpadas por os trazerem ao mundo...
-Votar pela democracia!!
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 09:17

Por falar nisso...

Número oficial de militares portugueses mortos entre 1961 e 1975 em Angola, Moçambique e Guiné: 8.830.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa

Número oficial de portugueses mortos entre Março de 2020 e Janeiro de 2021 por Covid-19: 8.236.
https://covid19.min-saude.pt/

Estatísticas dramáticas, já praticamente equiparadas.
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De balio a 14.01.2021 às 09:22

Estatísticas dramáticas, já praticamente equiparadas.

Pois, mas os números ocultam significados muitíssimo diferentes.

Os militares que morreram em África deixaram noivas e pais destroçados. Eram vidas cheias de esperança que se desfaziam.

As pessoas que morreram de covid-19, na sua maioria, ao morrer aliviaram um fardo (somente psicológico que fosse) aos seus filhos. Antes de morrer já eram cadáveres adiados (mas que não procriavam).

É totalmente diferente a morte de uma pessoa de 20 anos da de uma de 80 anos.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 09:34

Ponha-se a pau, Lavoura. Você está muito mais próximo dos 80 do que dos 20. Falta pouco para que os seus filhos se aliviem de tal "fardo".
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De V. a 14.01.2021 às 09:43

Com a eutanásia aprovada e uma nora diligente, não deve ser difícil livrarem-se do velho
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 09:57

Pumba, lá se vai o fardo.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 14:09

Boa tarde ,
Pois é .
Caro Pedro , não ponha mais coisas destas senão ainda o chamam de salazarista .

Luis Almeida
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 23:11

Neste blogue, os amáveis leitores já me chamaram quase tudo. Excepto benfiquista.
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De V. a 15.01.2021 às 00:25

Quando isso acontecer, o universo implode logo a seguir... E nunca mais nasce de novo.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 16:09

Esse número não está correcto: serão 9681 mortos pelos registos da liga dos combatentes( Angola-3903/ Moçambique-2890/Guiné-2888) entre 1961 e 1975 com todos os nomes registados(posto/ramo/ teatro de operações/data/ motivo).
(Pode consultar)
Ainda temos depois Cabo Verde-6/ India-82 / S Tomé-2/ Timor-5( que a maior parte das mortes compreende década 50/60/70.

E depois existem os que vieram com problemas sejam psicológicos ou deficiências físicas....

Armando Santos
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 16:38

Falo apenas dos três cenários de guerra em África. Em Cabo Verde e S. Tomé, como é sabido, não houve guerra. No Estado da Índia e em Timor houve invasões externas - questão diferente.
Os números a que alude envolvem causas muito diversas (acidentes, doenças várias, etc). Mesmo admitindo que seja esse o número global de óbitos - o que não discuto - a verdade é que será ultrapassado, ao ritmo actual de mortos por Covid, muito antes de se assinalar o aniversário da primeira vítima mortal portuguesa desta pandemia.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 17:48

Os números maiores que refiro são das três frentes de guerra:
Uma morte independentemente de ser em combate de acidente ou de doença é uma morte contabilizada no período de 1961/ 1975. Ou seja é uma baixa de guerra.
Colocar em causa os registos da liga dos combatentes com os nomes registados é que não me parece mais correcto.
Agora concordo consigo quando diz que o covid vai ultrapassar esse número de mortos.
Alías o covid já bateu o número de soldados Americanos mortos no Vietname de 1955/75 em menos de 1 ano.

Armando Santos
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De Pedro Correia a 17.01.2021 às 10:03

Não sei quais são os seus dados, uma vez que não indica ligações.
Os dados que sempre vi referidos são do Estado-Maior General das Forças Armadas: nas três frentes de guerra morreram (de várias causas) 8.831 militares portugueses, dos quais 4.027 em combate. Desses mortos, 23% pertenciam ao contingente metropolitano, destacado para Angola, Moçambique e Guiné.
Pertenciam quase todos ao Exército (8.290).

É este número oficial, fornecido pelo EMGFA, que consta da Wikipédia.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Colonial_Portuguesa

Mantenho, portanto, o que escrevi.
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De Anonimus a 14.01.2021 às 09:31

Nunca corri perigo de ir lutar para as Colónias ou outro qualquer local, e nunca faltei a uma eleição (até para meter um boletim em branco naquela treta do aborto fiz mais de 400km), e tentei sempre votar informado.
Vejo colegas na casa dos 20 que nem o nome do Presidente da Câmara sabem, e a causa é que já não vão para África?
A nossa política está construída como boa parte do Estado, em primeiro lugar a sobrevivência do circuito fechado, depois sim vem a função de fornecer serviços ao exterior. A malta da colagem de cartazes desde pequeninos, esses votam sempre, e ainda arrebanham uns quantos. O resto, o resto não faz parte do "público-alvo". Enquanto der para manter a máquina a funcionar, assim será.
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De jj.amarante a 14.01.2021 às 11:50

"...em cada cinco que iam três ficavam lá..." não é uma frase séria. Existiam companhias de duzentos e tal homens que vinham com duas baixas em combate ao fim de dois anos. Tratava-se de uma guerra de desgaste.
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De Anónimo a 16.01.2021 às 10:13

O Excelentíssimo Senhor devia pertencer lá ás elites. Nem se apercebiam dos que tombavam, dos que eram carne para canhão e andavam lá á frente, recrutas...os mais "baixinhos" ...
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De Pedro Correia a 16.01.2021 às 10:38

A partir de agora, este sub-debate fica encerrado a quem aparecer anónimo. Se quer debater, identifica-se.
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De balio a 14.01.2021 às 09:26

Há sete candidatos, com uma média de idades de 50,5 anos

Sim, mas esta média oculta o facto de haver quatro candidatos com menos de 50 anos, o que é pouco usual (talvez mesmo inédito) tanto em Portugal como noutras democracias. Temos uma eleição presidencial em que há candidatos que podem ser descritos como jovens. E há somente um candidato acima da idade da jubilação. Estamos muito melhor do que, por exemplo, os EUA.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 09:37

Pois o tal candidato "acima da idade da jubilação" é precisamente o que não irá jubilar-se.
Coisa estranha, havendo como alternativa quatro candidatos "que podem ser descritos como jovens".
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De Jacinto Capelo Rego Leite a 14.01.2021 às 09:49

Marcelo Rebelo de Sousa é, de longe, (ou de perto), o candidato mais jovem destas eleições. João Ferreira e André Ventura, por exemplo, têm pelo menos 120 anos. O Tino de Rans e Marisa Matias esforçam-se muito mas já deu para perceber que estão velhos e cansados, estas serão as suas últimas aparições mediáticas. Tiago Mayan é um robot e Ana Gomes um holograma, não contam.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 12:08

...MAS ESTA CANDIDATO NÃO É O QUE DEFENDIA SOMENTE UM MANDATO?
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 12:10

As minúsculas do seu portátil estão em confinamento?
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De Anónimo a 14.01.2021 às 14:32

Ahahahah ahahahah. Muito bom.
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De balio a 14.01.2021 às 09:29

Os jovens de hoje são muitíssimo diferentes dos da geração anterior. Assoberbados de trabalhos complicadíssimos na escola, atolados nas redes sociais, convivem muito menos e (dizem os inquéritos sobre o tema) fazem muito menos sexo, se é que o fazem de todo. Praticamente não lêem - afora os calhamaços escolares que são forçados a ler. Não é somente na política que são diferentes dos de há 40 anos.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 12:11

...além disso, a única arma que conhecem o smartfone. Treinam imenso a "mira" - Ora bem - estão prontinhos para uma guerra!
Ainda dizem mal deles , tadinhos...
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De V. a 14.01.2021 às 09:49

Quando abolirem o AO eu torno a votar — até lá, só se não encontrar o botão do terramoto é que não lhe carrego.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 10:43

Caro Pedro, sou professor de História de 12 ano e tenho bastantes alunos que vão votar pela 1a vez. Tendo os conteúdos da minha disciplina (uma das últimas aulas foi precisamente a escalpelizar a Constituição de 1933), é impossível não falarmos do momento político actual. E os alunos interessam-se por isso e fazem perguntas... é verdade que também têm Ciência Política como disciplina de opção, que por mim deveria ser obrigatória e transversal a todas as áreas do ensino secundário.
Armando Pereira
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 12:10

Grato pelo seu testemunho. Concordo em absoluto com a sua sugestão final.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 12:52

" têm Ciência Política como disciplina de opção, que por mim deveria ser obrigatória e transversal a todas as áreas do ensino secundário. "

Obrigatória??
E depois religião moral também passava a obrigatória, por este andar estava encontrada a forma de governo ditatorial da obrigação...
Não obrigado!!!

Ricardo Santos
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De O Inconveniente a 14.01.2021 às 16:09

Concordo em absoluto consigo.
No entanto, temo que ao fazê-lo se caia no erro de formatação de uma geração.
Uma tendência cada vez mais praticada em várias sociedades.
Mas a partir do momento que os conteúdos programáticos sejam isentos de deontologia, ou influência ideológica, força nisso.
A partir do momento que a disciplina se dedique a enriquecer os conhecimentos do aluno, para que este obtenha todas as ferramentas para decidir, por si, o que quer e o que acha melhor.
Infelizmente, com exemplos como a disciplina de cidadania, receio que se vá cair no mesmo erro, o de impedir o livre arbítrio e a escolha pessoal isenta.
Aqui ao lado, temos um claro exemplo do resultado de uma educação tendenciosa, com o problema da Catalunha.
É o mais perfeito exemplo. Uma geração formatada e muitíssimo pouco culta e esclarecida. Fruto de conteúdos programáticos enviesados e de uma cultura de impedir, ou não fomentar um conhecinento mais vasto dos mesmos problemas.
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De Anónimo a 14.01.2021 às 23:30

" que por mim deveria ser obrigatória" para os alunos serem formatados à esquerda
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 23:43

"Formatados à esquerda" significa o quê?
Comentar sob anonimato nas redes sociais é de esquerda ou de direita?
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De Anónimo a 15.01.2021 às 21:44

Fui formato à direita.
Hoje comparando as formatações enxergo qual é a menos má.
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De Pedro Correia a 17.01.2021 às 10:04

Se foi "formato", ficou mal formatado.
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De Carlos Sousa a 14.01.2021 às 11:38

Como é que se pode pretender que o voto seja relevante se o próprio boletim de voto é uma anedota ao manter um candidato chico esperto. Se alguém cometeu um erro, só tem de assumir e corrigir. Manter o boletim de voto é uma falta de respeito para todos os portugueses.
Como é que se pode pretender que os jovens participem mais activamente na vida política se os políticos tratam os portugueses de forma paternalista, e quase a roçar a debilidade mental.
Quatro décadas de democracia para chegarmos à conclusão que o povo para ser soberano tem de ser confinado.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 12:14

Eu pretendia suscitar questões idênticas, embora expressando-me de outra maneira.
Quanto ao boletim de voto, revela confrangedora incompetência das autoridades que organizam o processo eleitoral.
Uma anedota.

Quase apetece elogiar o militar que deu azo a isto fazendo inscrever o nome no boletim.
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eduardo-baptista-e-o-primeiro-nome-do-boletim-de-voto-para-as-presidenciais-mas-nao-vai-a-votos

Desta forma o cidadão Eduardo Baptista mostrou que o rei (isto é, o Estado) vai nu. O que não deve dar jeito nenhum, com este frio.
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De jj.amarante a 14.01.2021 às 12:28

No debate-conversa entre Marcelo e Vitorino este referiu que era pena que no Conselho de Estado não estivesse um jovem para dar a perspectiva das novas gerações, alegando que os jovens de hoje estão muito melhores preparados do que os de há décadas.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 12:29

Ora aí está uma sugestão interessante, que devia merecer ponderação.
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De V. a 14.01.2021 às 14:12

O jovem é o Francisco Louçã. Quando este sair, põem lá um com um daqueles trapos palestinianos enrolado ao pescoço.
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 16:42

O sexagenário Louçã só com excessiva boa vontade pode considerar-se jovem.
Mas esse qualificativo pode aplicar-se sem favor a Marisa Matias, por quem o PR sente indisfarçável simpatia.
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De Robinson Kanes a 14.01.2021 às 14:33

Sabe que se falarmos para os jovens eles vão votar e depois... Se forem jovens com ideias, depois...

No dia em que muitos dos jovens perceberem o significado da Democracia e do Voto não vão só exigir melhores governantes, vão exigir também melhores candidatos e à partida o jogo muda, veja o que está a acontecer no Uganda onde a juventude despertou...

Além disso, e acredito que ainda podemos mudar, experimente ser jovem e de forma independente, sem pressões ou favores, sem cedências criar o seu movimento, nem na maioria Universidades consegue fazer alguma coisa tais são as metáteses de um cranco que tem corroído o nosso desenvolvimento como sociedade... Como para outras coisas, parece que vivemos nas ruas de Chicago dos anos 20...

Grande Abraço,
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 22:18

Um abraço, meu caro.
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De Robinson Kanes a 14.01.2021 às 22:49

Um Abraço e perdoe um erro ou outro, mas o telemóvel é tramado...
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De Pedro Correia a 14.01.2021 às 23:10

Sim, bem percebo. Não tem importância.
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De Marta a 14.01.2021 às 15:31

"Nenhuma instituição sobrevive sem rituais - e nenhum deles é tão relevante como o voto". Verdade, mas o meu sétimo sentido diz que parte do problema é que o nosso regime político não criou uma relação "afectiva" (não gosto da palavra preferida do nosso PR, mas a intuição dele é certeira), de confiança com os cidadãos, não criou rituais. Talvez não fosse sequer possível fazê-lo, não sei...

Não ajuda também que, nos últimos 15 anos, a renovação dos políticos portugueses tenha sido quase nula, com excepção do aparecimento da Iniciativa Liberal que trouxe algumas caras novas e do André Ventura.
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De Marta a 17.01.2021 às 23:12

Muito obrigada!! Uma pessoa até cora quando se vê no comentário da semana.😊😊😊

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