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Pensar faz bem! (1)

por Helena Sacadura Cabral, em 13.08.17

despedace.jpg

 

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4 comentários

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De Desconhecido Alfacinha a 14.08.2017 às 08:40

Depende:
Há (poucos) outros que se despedaçam com o intuito de me manterem inteiro, Senhora... E esse merecem tal!
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De Helena Sacadura Cabral a 14.08.2017 às 18:09

Caro Desconhecido Alfacinha
É alguém cheio de sorte. São raros os seres que se despedaçam pelos outros. Mais são os que "esperam" que os outros se despedacem por eles...
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De Zeus a 14.08.2017 às 12:15

"Não se despedace para manter os outros inteiros"

Mas, não é isso que a grande maioria optou por fazer?
Quando a maioria só dá o que lhe sobeja o Mundo melhora?

"No mundo contemporâneo que se diz ou se pretende plural, o que mais encontramos são pessoas iguais. Pessoas que agem segundo o combinado, a cartilha, o rebanho", seguindo as suas próprias conveniências, cada vez mais egoístas.

"Deixar de agir de acordo com o que gostamos e queremos, para satisfazer os interesses de outros sujeitos, que se julgam no direito de determinar o que devemos ou não fazer?"

Estranho é não ser quem a gente é e, se por amor ao próximo, for preciso que alguém se despedace, por uma questão de Princípio, fugindo aos padrões impostos, podendo receber diversas alcunhas e, dentre estas, sem dúvida alguma aparece o termo “estranho”, como se este fosse um ser incapaz de dividir a convivência com os seres ditos “normais”. Em vez da sua frase, mil vezes, prefiro outra:

“In a time of deceit, telling the truth is a revolutionary act.” George Orwell

nem que, para isso, a nível global, alguns precisem, mesmo, de se despedaçar.
É necessária mais coragem para assumir as rédeas da verdade do que nos entregarmos aos padrões impostos por quem quer que seja, mesmo que traga certo comodismo mas, jamais trará verdadeira felicidade, já que uma cópia, por melhor que seja, nunca possuirá a mesma qualidade da original.
Uns preferem viver, comodamente, assistindo ao "Teatro", outros preferem despedaçar-se, pelos outros e, sem receber reconhecimento ou algo em troca que não seja, querer o melhor para as futuras gerações onde muitos vão entregar um Mundo bem pior, do que aquele que receberam, em troca de "30 moedas de prata".

"É aquela velha história: quem renuncie as suas estranhezas, acaba por ocultar as suas belezas, pois é só nas profundezas do subterrâneo que encontramos aquilo que precisamos Ser. O que em outras palavras quer dizer: seja você mesmo e saboreie, as dores e as delícias, de ser quem é"

Entre Leões "triunfadores" que não se importam com o que acontece aos cordeiros, há quem prefira não fazer parte de nenhum dos lados e opte por fazer parte da própria Selva, habitada por "leões e cordeiros" mas, desagradando tanto a uns, como aos outros.

Uma história antiga, de um daqueles que "não se despedaçou":
Um Director Geral, como muitos que proliferaram neste País, tinha como benesse poder remodelar o escritório à sua vontade onde, desde mobiliário dispendioso, não prescindiu de ter umas quantas obras de arte e, quando chegou ao fim do seu tempo de serviço, levou tudo com ele e, como este houve muitos, não é de estranhar ter uma Dívida que já passa os 223.056.000.000 €, com juros anuais de 7,604,921,372€ e, a maioria, das 10.374.289 ovelhas, ainda pensa que foi tudo uma questão de incompetência dos "leões" e, muito menos, consegue enxergar para Onde os estão a levar. E, nem é preciso falar daqueles que, como "gracinha", ainda têm o descaramento de lhes chamar gado.
Pode crer que já vive no Mundo onde poucos se queiram "despedaçar" e, se não vê, deve viver num Mundo paralelo, onde o mais importante, há muito tempo que passou a ser nunca ficar despedaçado, mesmo que se "despedacem" todos os outros.
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De Helena Sacadura Cabral a 14.08.2017 às 18:15

Caro Zeus
O meu post apenas representa a minha posição de me não despedaçar por ninguém. Até porque, despedaçada, não sirvo para nada e, pelo contrário, constituo um peso para quem pretenda salvar-me.
Eu sei que uma parte do mundo se despedace pela outra parte e que essa é a norma vigente. Pois eu pertenço a uma terceira categoria. Nem me despedaço, nem quero que ninguém se despedace por mim.
Ufa, que peso!

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