Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Pensamento da semana

por João Campos, em 10.02.18

Conseguimos eliminar doenças que há não muito tempo dizimavam populações inteiras. Conseguimos viver muito mais tempo, e com mais saúde, do que os nossos antepassados; e mesmo que o nosso tempo de vida nos pareça sempre curto, temos a possibilidade de viajar e de conhecer mais mundo do que alguma vez foi possível. Conseguimos criar uma rede de comunicação instantânea que une todos os pontos do globo e que coloca praticamente todo o conhecimento da Humanidade disponível à distância de alguns cliques. Conseguimos sequenciar o genoma humano. Conseguimos explorar os abismos oceânicos. Conseguimos quebrar as barreiras e colocar uma missão permanente na órbita baixa do planeta. Conseguimos pisar a Lua, conseguimos levar o engenho humano até aos limites do Sistema Solar, e conseguimos, através desse mesmo engenho, vislumbrar distâncias incompreensíveis no tempo e no espaço. Sim: isto não chega a todos, infelizmente, mas o potencial existe. E eis que chegámos ao prodigioso ano de 2018: à era da pós-verdade, dos factos alternativos, da equiparação do método científico a palpites orgulhosamente ignorantes, de um orgulho nacionalista tão absurdo como perigoso, do regresso do ódio pela diferença, de um fanatismo religioso que envergonharia populações medievais.

 

Se estivesse a ver isto de fora talvez fosse capaz de apreciar a ironia. 

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

Autoria e outros dados (tags, etc)


40 comentários

Perfil Facebook

De Rão Arques a 04.02.2018 às 22:15

E no entanto conseguimos estar sós metidos em multidões sem a consciência de seres isolados.
Como se em cada um de nós residisse o centro do mundo que ambicionamos moldar e comandar, como se tudo ao redor não passasse de mera paisagem que à velocidade da luz se deixa para um longínquo olhar que passou.
É caso para se invejarem os pastores a monte da minha aldeia que parecendo sós, vivem entranhados de gente que lhe enche os dias até transbordar de dedicadas presenças. .
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 04.02.2018 às 23:11

"Conseguimos viver muito mais tempo, e com mais saúde, do que os nossos antepassados"

Depression is set to outpace ischemic heart disease as the number one cause of disease burden worldwide by 2030

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5316796/

Viivem, estes, o dobro mas sabem da vida metade.



Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 05.02.2018 às 08:43

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/yuval-harari-pergunte-lhe-como-vai-ser-o-futuro-mas-nao-se-queixe-se-depois-nao-dormir-descansado
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 05.02.2018 às 11:04

O que depende da ciência e da tecnologia muda muito depressa.
O ser humano quase não muda.
As emoções são tramadas.
João de Brito
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 05.02.2018 às 12:09

A velha e relha condição humana - nada a ver com Malraux...


JSP
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 05.02.2018 às 12:16

A tecnologia prometeu-nos liberdades. Era promessa sua dar-nos mais tempo para nos cumprirmos como pessoas. A máquina ao serviço do Homem. Mas como toda a ideia , ela apoderou-se daquele que a pensou e hoje vivemos pela máquina e cada vez mais para a máquina.
Vivemos ao ritmo do artificial.
Não somos hoje mais que uma engrenagem num maquinismo universal e querem fazer-nos crer que devíamos ficar agradecidos pela cintilante prisão.

As novas barras surgem num código, não numa janela.

Um dia, não muito distante , venderemos o corpo, a liberdade sólida, por uma realidade artificial, persentida, mas não sentida. A máquina será proprietária do nosso corpo em turnos eternos, a troco de uma droga que nos faça esquecer a miserável vida sobrada. E acharemos belo como o pôr do sol as luzes cintilantes de um qualquer plasma.

A máquina toma-nos.

Toda a sensação será artificial, dada por um qualquer interface neuro-electrónico. Aprenderemos em minutos o que hoje levamos anos - apenas para nos tornarem mais longa a pena, e não a Liberdade.

Possivelmente casaremos, por medida, com uma máquina. Com um holograma. Os animais serão substituídos por robots. E erradamente acharemos não necessitar mais de realidade viva do planeta. Do outro. E nesta ilusão egotista, acabaremos como acessório.

Mão de uma obra eterna.

Antes a morte real, que esta vida "morrida".
Sem imagem de perfil

De Beatriz Santos a 06.02.2018 às 09:20

Não creio que isso aconteça a toda a gente. Pode dizer-me que já existem começos, sinais, arremedos; e todos em civilizações muito desenvolvidas, nas mais desenolvidas. Mas acredito que, até à disseminação total da doença, o homem que resta, ou o que no homem resta de si mesmo, se rebele e não se deixe dominar. Por mais desastres humanos que surjam, por mais aviltantes que sejam, temos de continuar a acreditar no bom senso humano. Ou estaremos perdidos e sem futuro.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 06.02.2018 às 14:25

O futuro escapa-nos por cada dia passado.

Yuval Noah Harari: ‘Homo sapiens as we know them will disappear in a century or so’

https://www.google.pt/amp/s/amp.theguardian.com/culture/2017/mar/19/yuval-harari-sapiens-readers-questions-lucy-prebble-arianna-huffington-future-of-humanity
Perfil Facebook

De Marina Molares a 05.02.2018 às 12:21

Faltou elencar uma série de conseguimentos... envenenar e sujar terras e mares como nunca visto ; atentar contra a biodiversidade como nunca visto , destruindo sistemáticamente o habitat de outras espécies ; inverter todo um sstema de valores colocando como objectivo disto tudo o lucro . Por agora é tudo , mas há e haverá mais , quando surgirem os efeitos perversos não esperados da engenharia genético e mais xptos científicos.
Perfil Facebook

De Rão Arques a 05.02.2018 às 14:29

Muito obrigado por mostrar o lado negro sempre calado.
Imagem de perfil

De João Campos a 05.02.2018 às 20:03

Marina, esse é o outro lado da moeda - não desvaloriza tudo aquilo que alcançámos, mas coloca-nos uma série de desafios pela frente. Diria que uma parte significativa da cegueira do nosso tempo é não se dar a prioridade devida às questões que enumera. Mas mesmo que falte (como falta) muita vontade política, económica e social para enfrentar esses problemas, qualquer solução para as questões ambientais e de biodiversidade terá sempre de ter uma base científica (já as questões económicas, parecem-me mais do domínio das ciências ocultas).

A demonização e a relativização da ciência não conduz senão à ignorância. Mesmo quando - atente-se na ironia - o "xpto científico" que é a Internet, ao mesmo tempo que permite esta nossa troca inócua de comentários, dá ao obscurantismo e aos radicalismos um megafone global como nunca antes tiveram.
Sem imagem de perfil

De Sarin a 09.02.2018 às 13:20

Não se dá a prioridade devida a tais questões, embora haja quem o faça, em várias frentes.
No entanto, em abono da humanidade, devemos lembrar-nos que demorámos milénios da invenção da roda até à utilização da máquina a vapor, e sobre esta não rodaram 3 séculos.

Se bem que, para ser justa, a imprensa nasceu há quase 600 anos e o conhecimento não chegou a todos; e se a world wide web ainda não tem 30 anos mas já chega a quase todos, nem assim o conhecimento é generalizado ou generalista... enfim, não sei se pesará mais a capacidade inventiva ou a necessidade de auto-satisfação .

O que vejo é realmente um retrocesso nos valores e liberdades a par com o aumento de va£or€$ que a ciência granjeia.
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 07.02.2018 às 01:06

"envenenar e sujar terras e mares como nunca visto"

Não fala das espécies, seres que beneficiaram do "envenenamento" e "sujidade"

"Atentar contra a biodiversidade como nunca visto"

Como sabe?
Mas vamos partir do princípio que é verdade.
Isso é interesse humano, não das espécies que beneficiaram e outras que foram criadas porque outras desapareceram.



A natureza farta-se de destruir terras e habitats
Envenenar e sujar terras e mares é um conceito humano. A natureza farta-se de sujar e envenenar também.

Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 09:57

E eis-nos em 2018....

"à era da pós-verdade, dos factos alternativos, da equiparação do método científico a palpites orgulhosamente ignorantes"

E eu a pensar que era do interesse da Vida Conservar para Viver...mas quem sabe, talvez seja melhor o sacrifício pelo benefício das baratas por vir.






Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 07.02.2018 às 14:38

Ora eu que pensava que a referência para a natureza não poderia ser o lucro humano. Afinal já pode.

Os pastores já podem abater lobos que atacam rebanhos?

Quem és tu Vlad para dizer que uma bactéria que se alimenta de petróleo é inferior a uma ave morta pelo petróleo?
E no caso de assumires a superioridade humana para poderes dizer que a ave é superior à bactéria, como podes saber que é mais benéfico existirem aves que a bactérias?

O que te dá direito a cortar a relva?

---
Sim, tu pareces um bom representante do cientismo.
Era que começou no fim dos anos 80 com o "aquecimento global" até podemos ir antes ao "buraco do ozono" que continuou mas mais nenhuma "cientista do consenso" ou "jornalista" se preocupou com ele. Demonstrando bem a "responsabilidade social"
Tudo produtos de necessidades sociais e psicológicas exploradas política e economicamente.
Não têm nada que ver com ciência que não permite tantas certezas.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 17:19

Não é uma questão de lucro, mas de necessidade instintiva de os vivos quererem continuar vivos....vê isto, Ambiente/Humanos, como uma relação simbiótica....panteísta, se quiseres...o bem de muitos, é um bem geral - verdade de La Palisse.

A superioridade humana surge quando o humano, pelo uso da razão, se considera integrado num sistema ecológico que o contem. Pela sua proteção, protege-se - altruísmo egoísta.

Camarada, e o que te faz pensar ser o todo existente superior ao nada, do vazio? Lembra-te de Leibniz!

Um dos critérios que podemos utilizar, relativamente aos seres viventes, para aferir uma qualquer superioridade, é a complexidade do sistema nervoso, e nesse sentido o ser humano é impar. Essa singularidade surge, até, no ser humano fazer as vezes de demiurgo, contradizendo a acção da selecção natural sobre as espécies e os indivíduos que devem prevalecer - politicas de protecção ambiental, medicina, etc....muitos são os mundos sem gente (o sol apagar-se-á dentro de 4 milhões de anos)....mas é irracional seguirmos, sem resistência, o fluxo da fatalidade. Não é próprio dos vivos, ansiarem a morte.


Meu camarada, não havendo certezas sobre as causas primeiras do aquecimento global, de uma coisa podemos estar certos, Nunca como agora os incrementos da temperatura global foram tão acelerados (aumentos estes que coincidem com o uso de combustíveis fósseis). Se está na nossa mão atrasar, no tempo, uma fatalidade natural - aumento da temperatura - parece-me irracional não fazermos uso de uma estratégica politica ambiental eficaz.

"O que te dá direito a cortar a relva?"

Não sou tão extremista. Contudo, para que conste, não mato moscas. Abro janelas....coisas de panteísta.
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 07.02.2018 às 18:53

Lucro não é só dinheiro. Para Estaline o lucro era poder. Para outros o lucro pode ser outra coisa.


"Nunca como agora os incrementos da temperatura global foram tão acelerados"

Haha.
Tens mais variação de temperatura em Lisboa à mesma hora do dia do que os "incrementos" de quem nem sequer sabe medir temperatura.

Como medir temperatura? Um dia com máxima de 40 e mínima de 12 é mais ou menos quente que um com máxima de 30 e mínima de 20?
Qual a temperatura de Lisboa?
É medida ao nível do solo? é medido num pote de água? a 100m de altura? a 100m de altitude?

Qual a história dos ventos? a história das nuvens? nada não tens nada para fazer ciência com resultados.
Existiam mais nuvens na Lisboa de 1900 ou na de 2000?

É tudo uma farsa de pessoas que querem dar significado à sua época.

Além disso os supostos extremos são notícia, a normalidade não é.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 19:18

Poder....poder é ter-se a liberdade de se ser quem se deseja ser. Para os que dependem pouco do material para se cumprirem como pessoas o lucro pouco ou de nada serve. Por vezes só atrapalha. Não precisamos de mais dinheiro para sermos livres. Necessitamos isso sim é de diminuir o desejo.

As nuvens dependem do ciclo de água que por sua vez depende da amplitude térmica e da composição atmosférica. O que verdadeiramente se sabe é que os gases resultantes da actividade humana têm interferência quer na composição quer nos fenómenos atmosféricos.

Aliás os ventos além de dependerem do movimento rotacional do planeta dependem também da atmosfera/gradiente de temperaturas /correntes oceânicas.

Não necessitamos de factos empíricos para fazermos ciência. Vê a matemática e física(previsões meteorológicas )
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 08.02.2018 às 18:45

Eu também tento não matar animais.

Sistema nervoso central. Cortas uma planta sem a matares tens uma reacção.
Imagem de perfil

De João Campos a 07.02.2018 às 20:33

Quer mesmo argumentar que a actividade humana não tem responsabilidade no perigo de extinção, quando não de extinção efectiva, de um número assinalável de espécies? Seja por intervenção directa (caça), seja por intervenção indirecta (destruição de habitats)? Quer mesmo argumentar que tudo aquilo que fazemos não tem qualquer impacto na Natureza?

Há países que se esforçam no sentido da preservação - a China empreendeu esforços neste sentido para preservar os pandas, entre outros animais. Não vejo por que motivo preservar fauna e flora faz tanta confusão a algumas pessoas.

A questão já não é tanto os estragos causados, que são bastantes e evidentes (tem visto o que se passa no Tejo?). Também já não é sobre se existe alguma coisa que se possa fazer - isso há sempre, de uma forma ou de outra. A questão é a vontade de fazer alguma coisa. Essa é que escasseia, como os tigres, os rinocerontes ou os anfíbios.
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 08.02.2018 às 18:42

Eu critiquei o "nunca visto" .
O valor que se dá é sempre relacionado com o lucro humano.Qualquer que ele seja.

Por exemplo, preservação. Preservação é bom ou mau?

Preservar é atacar a evolução natural se o acto de desaparecimento de uma espécie ou ser não for da responsabilidade humana?
Mas só se considerarmos o humano como não natural.
Se os leões acabam com as gazelas já é natural?

Os "estragos" de que fala só são válidos na consideração humana. Haverá certamente bactérias e seres que beneficiaram com as descargas. E isto também já é uma consideração humana pois dá mais valor a um ser do que a uma pedra.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 08.02.2018 às 22:37

Luck , existe o sacrifício abnegado....sem interesse egoísta de obtenção de lucro...não existe mais nenhum outro animal, que não o humano, que se sacrifique por um ideal....não existe mais nenhum animal que consiga vencer o instinto através de um código moral - celibato, dietas proibidas mesmo em período de carestia, proibição do canibalismo, do incesto, da vingança.....

Desde a invenção da ciência contradizemos a natureza. Aliás a ciência surge como uma estratégia de libertação da fatalidade natural - Medicina/ doença, engenharia sísmica /sismos......assim é natural que queiramos através da ecologia protegermo-nos das variações ambientais /climatéricas....

Acredito que uma mosca se considere tão importante como um bípede implume. Contudo sendo humano não penso como uma mosca.....mas à escala cósmica nada nem ninguém conta alguma coisa.

Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 08.02.2018 às 22:51

Luck , se todos e tudo é relativo - e se tudo é relativo, tudo será permitido -então, não andarás longe do niilismo. E sabes quem foram os pioneiros no niilismo? Os anarquistas russos....se pões tudo em causa, pois nada é absoluto, dependendo a valorização de algo, da interpretação/juízo do avaliador, aproximas-te, a passos largos, do marxismo/socialismo....os comunistas, os revolucionários é que são iconoclastas par excellence....vês, o teu ódio aos marxistas provem de uma luta entre o teu superego(família )e ego(a tua vontade)....
Sem imagem de perfil

De Maria Dulce Fernandes a 06.02.2018 às 12:06

altius fortius citius
Um moto contemporâneo com raízes na antiguidade.
Sempre mais rápido, sempre mais alto, sempre mais forte... temos o mundo ao nosso alcance na palma da mão, mas é da condição humana não parar e querer sempre ir mais longe, com o sonho que pula e avança.
Nunca o ser humano teve tanto conhecimento nem reuniu tantas condições para viver com qualidade. Nunca o ser humano se serviu de tanto conhecimento e de todas as condições que usufrui para se autodestruir moral e fisicamente, levando toda a vida de arrasto.
Progredimos cientificamente e regredimos moralmente ao nível raso de um trogloditismo irracional, agressivo, materialista e ambiguamente associal.

"E eis que chegámos ao prodigioso ano de 2018: à era da pós-verdade, dos factos alternativos, da equiparação do método científico a palpites orgulhosamente ignorantes, de um orgulho nacionalista tão absurdo como perigoso, do regresso do ódio pela diferença, de um fanatismo religioso que envergonharia populações medievais."

É um triste facto.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 13:03

Skyrim - The Dragonborn Comes - Swedish Radio Symphony Orchestra / Sabina Zweiacker

https://www.youtube.com/watch?v=hnXD6FRZtn0
Sem imagem de perfil

De Vento a 06.02.2018 às 22:16

Acontece que a ciência é do Homem e não o Homem da ciência. Portanto, o que nos oferece progresso é a evolução do Homem e não da ciência.
O cristianismo afirma isto mesmo há milénios.
Os pobres de espírito são aqueles que estão dispostos a receber Conhecimento e não os que julgam que têm muito para dar. É esta a acção do Espírito: ajudar a receber o que é conveniente. Aliás, a verdadeira liberdade consiste em perceber a diferença do que se pode fazer e o que é conveniente fazer. Por isto mesmo: O Conhecimento advém não pelo saber do que se interpreta como sinais do Universo, mas qual a função do Homem e a sua realidade.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 12:58

Um pouco de paganismo...

https://www.youtube.com/watch?v=3fnPwj1AMpo
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 07.02.2018 às 22:34

Grato, Vlad. Poema longo e belo: O Uno e o Todo.
Sem imagem de perfil

De Beatriz Santos a 07.02.2018 às 13:14

Gostei de ler:). Subscrevo.
Sem imagem de perfil

De Vento a 07.02.2018 às 23:00

Grato, Beatriz.

https://www.youtube.com/watch?v=jkje4FiH9Qc

Diz um ditado chinês: "Uma flor quando esmagada perfuma as mãos do opressor". Mas às vezes os perfumes dão em briga. Como nos mostra o vídeo.
Imagem de perfil

De João André a 07.02.2018 às 13:34

Bem pensado João. Só uma pequena precisão: não podemos realmente dizer que explorámos os abismos ocânicos. Conseguimos ocmeçar essa exploração, mas não muito mais. A área do fundo dos mares que já explorámos deverá ser uma pequena percentagem de tudo o que existe no planeta.
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 07.02.2018 às 14:39

Sim segundo um famoso dito, conhecemos mais a Lua que os Oceanos.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 14:54

João não se perca em significados. Olhe mais para o sentido....

Quanto ao desconhecimento, nem aquilo que julgamos saber, percebemos.
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 07.02.2018 às 17:23

Significados? O que se discute são factos. E os oceanos não foram explorados.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 17:58

Quando se discute, interpreta-se.

E a Terra é ouca....alguém me consegue provar o contrário?
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 07.02.2018 às 18:58

Tu é que tens a obrigação de provar que é ouca.


https://en.wikipedia.org/wiki/Kola_Superdeep_Borehole
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 19:40

https://en.m.wikipedia.org/wiki/The_Narrative_of_Arthur_Gordon_Pym_of_Nantucket

Obrigado pelo link. Desconhecia. Parece uma fábula sobre a relação do poder com o tamanho da broca.
Imagem de perfil

De João Campos a 07.02.2018 às 20:35

Já explorámos alguma coisa, por pequena que seja essa percentagem. O facto de não termos metrópoles subaquáticas como as da banda desenhada "Low" não invalida isso.

Fosse mais fácil extrair petróleo de lá e logo vias como ia a exploração dos abismos oceânicos...
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 07.02.2018 às 21:39

Há quem veja no degelo polar uma oportunidade fabulosa para extrair o petróleo - Putin já o afirmou
Sem imagem de perfil

De Lucklucky a 08.02.2018 às 18:59

Boa parte da exploração oceânica - e já agora da geologia da terra -é feita por companhias petrolíferas, no link wiki que coloquei estão também referências a vários poços profundos.

Comentar post



O nosso livro





Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D