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Pensamento da semana.

por Luís Menezes Leitão, em 17.08.20

Na obra de H. G. Wells, A Guerra dos Mundos, a Terra sofria uma invasão de marcianos que, com armas mortíferas, subjugavam toda a humanidade. No entanto, quando tudo parecia perdido, os marcianos saíam da nave espacial e eram imediatamente dizimados pelos micróbios na atmosfera. É de facto o que aconteceria a qualquer espécie alienígena que chegasse ao nosso planeta, sem nenhuma imunidade para os inúmeros vírus e bactérias que por aí circulam e a que a humanidade está tão habituada, devido às inúmeras pandemias a que sobreviveu ao longo da história. É por isso que um novo vírus, até agora desconhecido, é extremamente perigoso e a sua propagação só pode ser travada quando se atingir a imunidade de grupo. Porque não há nada mais insidioso do que um vírus à procura do seu hospedeiro.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana


8 comentários

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De V. a 10.08.2020 às 08:20

Nenhuma espécie orgânica conseguiria atravessar as distâncias a que outros planetas habitáveis estão no Espaço. Quando chegarem cá, vai ser robots ou criaturas artificiais indiferentes a essas vicissitudes — e dão-nos logo cabo do sarampo.

Nesse momento, é o fim da festa do Avante.
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De Anónimo a 10.08.2020 às 09:39

um novo vírus, até agora desconhecido, é extremamente perigoso

Não, não é. O novo vírus em causa só faz adoecer uma percentagem mínima dos contaminados, e só mata uma percentagem mínima daqueles que adoecem.
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De o cunhado a 10.08.2020 às 10:46

As espécies dominantes foram, continuam a ser e sempre serão as bactérias.
Todas as outras estão numa escala muito abaixo.
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De Elvimonte a 10.08.2020 às 23:21

A generalidade do "rebanho" ainda não percebeu que tem um sistema imunitário, composto por uma parte inata e por uma parte adquirida, destinado a combater todo o tipo de infecções; que a parte adquirida possui respostas de curto prazo, através dos anti-corpos, e de longo prazo, através da "memória" das células T.

Também ainda não percebeu como todas as pandemias anteriores às vacinas e aos antibióticos foram debeladas. A imunidade de grupo está para além do seu entendimento. E nem lhe falem em imunidade cruzada.

A este propósito, deixo aqui título e link de artigo científico publicado recentemente na Nature:

"SARS-CoV-2-specific T cell immunity in cases of COVID-19 and SARS, and uninfected controls"
https://www.nature.com/articles/s41586-020-2550-z

Um artigo deveras interessante que evidencia a existência de imunidade cruzada entre SARS e COVID-19 e entre betacoronavírus presentes em animais e COVID-19. Quem tenha tido contacto com cães, bovinos, roedores ou morcegos tem grande probabilidade de ter algum tipo de imunidade ao COVID-19, o que permite dar resposta a muitas questões e explicar alguns factos.

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De V. a 11.08.2020 às 08:46

Eu acho que um ser mais avançado que compreende o seu próprio sistema imunitário devia ser o presidente
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De Vento a 18.08.2020 às 15:03

Na realidade os médicos veterinários deviam ter uma participação mais activa relativamente à presente situação.
Não é certamente por acaso que estão a ser administrados a humanos (remdisivir) medicamentos com propriedades usadas para tratar a peritonite infecciosa felina (doença de gatos) e que debela a100% a maleita causada. O comportamento do vírus e sua característica é o mesmo que hoje todo mundo fala.

Nos USA existem medicamentos em estudo para a citada infecção que irão ser introduzidos para tratar os humanos.
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De Anónimo a 18.08.2020 às 14:14

Não resisti a transcrever do blog Impertinências a prosa que segue:

"Nós vistos por eles é uma secção destinada a acolher pontos de vista e opiniões de estrangeiros vivendo em Portugal com lucidez e coragem para não nos darem graxa. Por extensão, também tem acolhido pontos de vista de portugueses vivendo no estrangeiro. É já a terceira vez que cito a portuguesa Rita Carreira, "estrangeirada" vivendo há 25 anos nos EUA, desta feita porque foi a única pessoa de quem li algo escrito com lucidez sobre a última das patetices de S. Ex.ª :

«I got the strangest message today. A friend of mine from Portugal emailed me a piece of news saying that the President of the Portuguese Republic had rescued two women at the beach. There are so many things wrong with this that I cannot even begin to rationalize how a newspaper would print such a thing without asking the obvious questions. Instead, they hail the President as a hero as if he were Clark Kent.

Why is the President rescuing random women at the beach? Does he not have a security detail to protect him and keep him away from dangerous situations? Is he not concerned that if something happens to him, we'd have a political crisis in the middle of a pandemic, meaning people have bigger fish to fry? Why was it caught on camera by the media? Has the Portuguese Presidency turned into reality TV? And why would an ageing man who, on the onset of a pandemic locks himself at home, be so willing to jump in the water to touch random people?

Oy, is there anyone at home over there or have the Portuguese lost their marbles completely?

I suppose that this is so utterly pathetic that it merely indicates that the status quo is degrading fairly quickly. At least, everything is pretty well documented !these days, so historians will have plenty of evidence to comb through when trying to figure out the level of stupidity that has befallen Portugal.»

A.Vieira
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De V. a 18.08.2020 às 17:35

Guiado pelos compelling arguments de Sharon Stone, o meu pensamento da semana foi este :

Se Trump é um assassino pela forma como está a lidar com a pandemia, não será António Costa um assassino também pela forma como geriu os incêndios de 2017 e a acção da GNR ter mandado mais de duzentas pessoas para a morte?

É um raciocínio de esquerda, portanto deve estar mais do que certo.

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