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Pensamento da semana

por Cristina Torrão, em 05.05.19

Pedir desculpa a alguém implica ter consideração por essa pessoa. Mas só quando o pedido é sincero. Só quando há arrependimento, ou vontade de reconciliação, o pedido de desculpa constrói espaço para o perdão. Tudo o resto é estéril, indigno.

 

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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78 comentários

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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 00:43

DOGVILLE - Final dialogue Father & Daughter

https://youtu.be/LrSuI-dBja8


Jesus - l'm not the one passing judgment, Daddy, you are.


God - No, you do not pass judgment, because you sympathize with them. A deprived childhood and a homicide really isn't necessarily a homicide, right? The only thing you can blame is circumstances. Rapists and murderers, may be the victims, according to you, but l call them dogs and if they're lapping up their own vomit, the only way to stop them is with the lash.


Jesus - But dogs only obey their own nature. So why shouldn't we forgive them?


God - Dogs can be taught many useful things but not if we forgive them every time they obey their own nature.


Jesus - So, l'm arrogant, l'm arrogant because l forgive people?


God - Can't you see how condescending you are when you say that? You have this preconceived notion that nobody, listen, that nobody can't possibly attain the same high ethical standards as you, so you exonerate them. l can not think of anything more arrogant than that. You, my child...my dear child you forgive others with excuses, that you would never in the world permit for yourself.


Jesus - Why shouldn't l be merciful? Why?


God - No, no, no. You should, you should be merciful when there is time to be merciful, but you must maintain your own standard. You owe them that. You owe them that. The penalty you deserve for your transgressions, they deserve for their transgressions.


Jesus - They are human beings...


God - No, no, no. Does every human being need to be accountable for their actions? Of course they do but, you don't even give them that chance and that is extremely arrogant.
l love you, l love you, l love you to death, but you are the most arrogant person l have ever met.


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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 10:11

Saber perdoar é importante. Mas não perdoar em qualquer circunstância também o é, digo eu.

Saber as causas de certos comportamentos (mesmo em caso de homicídio, ou abusos intoleráveis) é importante, a fim de ajudar a prevenir/calcular essas situações. É importante estudar o comportamento humano, um psicólogo nunca poderia avaliar a mente de um assassino se não o fizesse. Porém, essas causas NUNCA podem servir de desculpa, nem para o descartar de responsabilidades.

Jesus seria arrogante? Talvez. Mas se acreditarmos que era filho de Deus, talvez não se lhe possa atribuir defeitos dessa natureza. Uma questão de fé (mais uma vez). Por outro lado, penso que a "arrogância" dele não prejudicou ninguém... excepto a ele próprio.
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 10:49

Não houve, nem nunca haverá maior punição, tortura, do que o sentimento de culpa inculcado pela tradição judaico-cristão. Uma culpa que atrelada ao remorso nos prende a um mal estar insidioso, civilizacional. E para cúmulo devemos sentirmo-nos culpados, até, mesmo sem agirmos, pois foi dito:

Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela." Mateus: 5:27-28

Pergunto, quem controla o nosso pensamento? Decerto não aquele que o pensa pois o pensamento tem vida própria.

Só há Responsabilidade se houver livre arbitrio. E o que a neurobiologia nos tem dito é que tal não existe. Somos fruto dos genes e do ambiente ( destino biológico). Aliás Lutero e Calvino, falavam da Graça, dos Escolhidos por Deus, defendendo que tudo, desde o inicio das nossas vidas, estava predeterminado pelo "Senhor" (o Destino dado por Deus).
Ouçamos também Paulo, em Romanos 11.6, onde declara que a nossa aceitação diante de Deus depende apenas da graça de Deus: "E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça"

Sobre o livre arbitrio e a neurobiologia:

https://youtu.be/7t_Uyi9bNS4
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De Corvo a 29.04.2019 às 12:04

Ó Pedro Vorph.
Gostei dessa. "Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela." Mateus: 5:27-28"
Que é a tal: não cobiçarás a mulher do próximo. - Palavra de Deus.
Principalmente quando próximo estiver próximo. - Palavra do Corvo, não tão pura quanto a divina, mas seguramente mais prudente para a integridade física do desalmado cobiçoso.
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 12:46

Principalmente quando o próximo estiver próximo e for grande...se for anão não há crise!!
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 22:10

Corvo, para Oliveira do Douro existe uma rua designada Ninho de Corvo....nome marado...
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De Corvo a 30.04.2019 às 11:29

Ninho do Corvo?
Declaro-me totalmente inocente e isento de pecado.
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De Anónimo a 29.04.2019 às 17:13

"Só há Responsabilidade se houver livre arbitrio. E o que a neurobiologia nos tem dito é que tal não existe. "

Falso
O que você diz que diz a neurobiologia "nem sequer é errado", é pior.
Claro que há livre arbítrio. Nós escolhemos parte daquilo que nos influência.

lucklucky
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 18:25

Luck, para além de Sam Harris, fica aqui o argumento de Robert Sapolsky, dois destacados neurocientistas:


https://www.youtube.com/watch?v=SthfBxQ0vZ0


Mas acredite no que quiser...a mim é igual ao litro…

In 1931, Einstein, in response to questions about belief in free will, responded with the following comparison of the will of the moon:

“If the moon, in the act of completing its eternal way around the earth, were gifted with self-consciousness, it would feel thoroughly convinced that it was traveling its way of its own accord…. So would a being, endowed with higher insight and more perfect intelligence, watching man and his doings, smile about man’s illusion that he was acting according to his own free will.”



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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 18:27

Escolheu os pais, os genes, o bairro onde nasceu, a escola que frequentou, o modo como decorreu a gestação da sua mãe (se bebeu, se fumou, se esteve submetida a períodos de elevado stress….)?
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De Vento a 29.04.2019 às 11:19

Creio que a Cristina pretende misturar padrões de comportamento com matéria que transcende tais acontecimentos e condição. A psicologia não dá resposta e também não compreende tudo. Ela avalia padrões e pode determinar através destes possíveis consequências e causas de comportamentos.
A história dos padrões genéticos que a ciência nos apresentou começou por dizer que os genes determinariam consequências. A observação veio demonstrar que os genes podem influenciar mas não determinam necessariamente o que se pensava que determinariam.

Ora bem, aqui chegados, e uma vez que nos fala de Jesus, o mesmo Ele nos revelou, isto é, que não obstante a condição e a circunstância humanas outras circunstâncias poderiam sobrepor-se-lhes. O Homem possui uma característica única: a personalidade. Ele, o Homem, em sua liberdade, é o que determina o seu presente e seu futuro.
Porém só existe liberdade quando o Homem conhece as opções que o permitam prosseguir este trajecto, o da liberdade. Foi isto que Paulo, na segunda carta aos Coríntios, pretendeu dizer ao afirmar: "Onde está o Espírito do Senhor, há liberdade." Esta afirmação vai ao encontro da afirmação de Jesus: "Se permanecerdes na minha palavra, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."
Consequentemente, compreender-se-á que a proposta que é feita não reside em direitos, mas fundamentalmente em deveres. Deveres estes que em sua "estratificação" culminam em uma palavra e atitude que leva por nome Misericórdia. Esta última não é devida nem merecida, ocorre por gratuidade. Daí compreender-se-á: "Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso".
Concluindo-se, então, que o perdão é também um acto de auto-libertação daquele que o oferece, pois liberta-se da escravidão do rancor, do ódio..., é a transformação do amor próprio em fraternidade e amor por todos.
Finalizando: A dívida e o dever é exactamente fazer o que se DEVE sem esperar por recompensa.
Portanto, prezada Cristina, falar de Jesus é exactamente levá-lÓ para dentro de nós e fazer acontecer o que para nós é impossível.
Deixe a ciência ou os cientismos de lado, nesta matéria, porque esta é tão limitada quanto o Homem.
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 11:47

Não penso de todo que a psicologia dê resposta para e compreenda tudo. Mas acho muito importante estudar a psique humana. E não devemos esquecer que a psicologia é uma ciência recentíssima, a dar os seus primeiros passos.

A Bíblia é um excelente meio de inspiração, mas ao limitarmo-nos a ela para definir o nosso comportamento, corremos o risco de perder o contacto com aquilo que é terreno.

O pedido de desculpa também se pode tornar num meio de manipulação (quando não é sincero). Há quem peça desculpa apenas para manipular, sem intenção nenhuma de se corrigir, ou de reconhecer que ofendeu ou prejudicou. Quem, em situações dessas, perdoar sempre, pode cair numa situação desesperante. É o caso, por exemplo, de algumas vítimas de violência doméstica. Muitos agressores pedem desculpa e prometem corrigir-se. E há quem perdoe sempre, infelizmente. Esta pode ser uma explicação para quem consinta numa relação dessas anos e anos. E é irónico pensar que, quem o faz, é censurado.
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De Vento a 29.04.2019 às 12:01

Cristina, tem de voltar a ler meu comentário para o poder entender. Esqueça as vitimas, tão em voga, domésticas. Nos EUA foi introduzida a pena de morte, e os crimes têm vindo a aumentar desde aí.
Não confunda denúncia com anúncio.
Por último, compreenda que Jesus dedicou o seu ministério ao Amor Aplicado e não ao Sonhado. Denunciou até mesmo o bovarismo, que consiste em amar o amor sem o realizar. Em suma, não se podem enunciar leis de Amor, só se pode dar provas dele, do Amor.
O Amor Aplicado consiste em Reparar, Perguntar, Ouvir, Ajudar, Reconfortar, Reconciliar e Unir em todas as actividades e tarefas; e isto não colide nem evita a matéria do direito ou do ordenamento jurídico.
O que acontece em toro das vítimas ditas domésticas resume-se simplesmente a matéria propagandística sem se procurar ir mais além.
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De Anónimo a 29.04.2019 às 17:21

"Nos EUA foi introduzida a pena de morte, e os crimes têm vindo a aumentar desde aí."

Onde raio de fake news onde você foi buscar isso? Os crimes nos EUA subiram nos anos 60 , atingiram o pico nos anos 70 e começaram baixar significativamente desde os anos 90, a descida parou com Obama.- seja coincidência ou não ou as duas-

https://www.pewresearch.org/fact-tank/2019/01/03/5-facts-about-crime-in-the-u-s/

lucklucky
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De Vento a 30.04.2019 às 09:41

O crime não diminui pela condenação à pena capital. Precisa compreender o que está em causa:
https://www.dn.pt/globo/eua-e-americas/interior/aplicacao-da-pena-de-morte-nos-eua-nao-diminuiu-crime-1395752.html

https://direitosbrasil.com/pena-de-morte-nos-estados-unidos/
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 17:34

Começo a ficar assustada com a facilidade e a frieza com que o Vento menoriza crimes como a violência doméstica (cujas vítimas não são só mulheres, também crianças e homens) e o abuso sexual (de menores e não só - no meu post anterior).
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 18:30

O Vento é um fariseu, Cristina….venera deus e a sua palavra, ao mesmo tempo que calca o Homem. Típico! Adora a humanidade no geral, mas detesta o Homem em particular.
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De Vento a 30.04.2019 às 21:23

Caríssimo, sou fariseu não porque não goste do Homem, mas porque gosto mesmo é de mulher. A Humanidade é demasiado subjectiva. Não gosto mesmo do Hitler e de Stalin e tantos outros. Tirando estes e outros semelhantes que não gosto mesmo, esforço-me, eu disse esforço-me, por ver em alguns e algumas que não gosto a minha penitência cristã.
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De Vento a 30.04.2019 às 09:27

Cristina, eu traduzo a sua preocupação: a violência doméstica tornou-se uma parangona para encher papel e espaços digitais. E eu sei que na actualidade o que está a dar é parecer-se activista.
O que pretendo dizer é algo tão simples quanto isto: a parangona não me impressiona, porque sei que é só parangona, e a violência doméstica tem outras causas e tratamentos que não só matéria jurídica. A lei necessita ser aperfeiçoada, porque uma sentença também deve conter um antídoto que não só a penalização e/ou culpabilização. A lei não deve servir só para culpar e absolver, mas também recuperar. Na minha opinião, esta cultura jurídica necessita ser mudada, na medida em que a jurisprudência reflecte uma postura da cultura geral que também é muto pobre nesta matéria.
Portanto, a parangona dos e das activistas nada mais é que um instrumento catoniano que visa fazer parecer que se está activo.

Quanto aos abusos sexuais, a questão coloco-a nos mesmos termos que coloquei em seu post anterior: isto é matéria para gente competente, as autoridades competentes.
E a Cristina limitou-se a apontar a questão dos abusos sexuais, por estar na moda, à ICAR. E agora, resvelando-lhe o pé, já reconhece que esses abusos estão em toda a parte.
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De Cristina Torrão a 30.04.2019 às 09:59

Não lhe admito que me acuse de escrever sobre algo por "estar na moda". Não brinque com os meus sentimentos e as minhas convicções, por favor!

Não lhe admito que me acuse de não reconhecer que os abusos sexuais acontecem em todo o lado! É mentira!

Isto que o Vento aqui faz é calúnia! Inventa coisas a meu respeito sem o mínimo fundamento.

Truques trumpianos, a fim de desacreditar os seus interlocutores. Esperava bem mais sentido ético de alguém que tanto cita a Bíblia.

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De Vento a 30.04.2019 às 10:20

Eu fiz uma alusão aos conteúdos do anterior post com o actual. No anterior post a questão centrou-se em torno da ICAR, e o que aqui referi foi o que eu já tinha dito, isso é, que o tema não pode ser visto com uma perspectiva circunscrita.

Sobre a questão dos aspectos substantivos das temáticas em causa, continuo a afirmar que esta deve ser matéria julgada e acompanhada por autoridades competentes, e os títulos e/ou temáticas tão em voga não reflectem necessariamente a complexidade do tema. Portanto, a abordagem não pode ser somente de censura, tem de ir para além disto. No entanto compreendo que se noticiem os factos. Uma coisa é notícia outra é o aspectos caírem para julgamento em praça pública. É esta a distinção que faço.
Não vejo calúnia alguma nisto.
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De Vento a 30.04.2019 às 10:40

Ainda para crescentar, os meus comentários não visam descredibilizar qualquer interlocutor. Foi a Cristina que em seu comentário respsta a um interlocutor trouxe à colação Jesus; e eu levei-lhe uma outra perspectiva do ministério de Jesus.
Portanto, não veja calúnias onde elas não existem nem de facto nem por intenção.
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De Pedro Vorph a 30.04.2019 às 12:26

Cristina, não sei se seguia o Delito, mas o Vento é o personagem mais perverso que por aqui pulula. Tem para com as mulheres em geral uma atitude execrável, lembrando-me como por aqui chamava Teresinha, a Teresa Ribeiro, uma das autoras, mais moderadas, deste blog. Um Fundamentalista usando a Biblia como referência para tudo, mas sem qualquer tipo de compaixão.

Deve pertencer à Missão da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em Portugal, a Congregação católica mais reacionária.

https://youtu.be/0_tZcjVBR6k



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De Cristina Torrão a 30.04.2019 às 18:35

Bem, eu pensei que, ou é padre, ou advogado.
Espero que seja "apenas" advogado, para eu não perder de vez a esperança na minha Igreja.
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De Vento a 30.04.2019 às 21:00

Espero que a sua Igreja possa dizer ter a mesma esperança em si. Da minha Igreja, deixe-me dizer-lhe que tenho esperança no que ela oferece.
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De Vento a 30.04.2019 às 21:28

Esqueci-me de incluir no outro comentário o seguinte:
Não admito calúnia, Cristina! Eu sou o Papa!
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De Pedro Vorph a 01.05.2019 às 08:26

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/classificar-os-abusos-sexuais-de-menores-como-asneiras-e-desvalorizar-o-impacto-na-vida-das-pessoas-vitimas-criticam-palavras-do-bispo-do-porto


O bispo do Porto usou o termo “asneiras” para fazer referência aos abusos sexuais de menores na Igreja e comparou a criação de uma comissão para proteção das crianças a uma comissão para estudar os efeitos da queda de um meteorito no Porto.

Uns FdP
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De Vento a 30.04.2019 às 20:47

Refere-se mesmo às mulheres ou a si?
Infelizmente não tenho visto a Teresinha por aqui.
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De kika a 30.04.2019 às 12:51

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De Corvo a 30.04.2019 às 12:24

Então "a violência doméstica tornou-se uma parangona para encher papel e espaços digitais"
Não pergunta porque não lhe respondem, mas pense no que lhe responderiam antes de exalarem o último suspiro as mulheres vítimas mortais por violência doméstica. Onze, este ano.
Mas na falta dessas respostas, pergunte às que ficaram desfiguradas e incapacitadas pela mesma violência.
Diga-lhes que deixem de ser mimadas porque ninguém lhes vai passar cartão por se queixarem de uma coisa que não existe, porque tudo não passa de parangonas.
Depois avança o Vento, imparável na sua intransigência defensora de que, afinal, deixem de se armar em espertinhos e reduzam-se à vossa insignificância, porque: "Quanto aos abusos sexuais, a questão coloco-a nos mesmos termos que coloquei em seu post anterior: isto é matéria para gente competente, as autoridades competentes."
Há-de dizer-me qual o grau de competência necessária para o comum mortal reprovar e se indignar sobre abusos sexuais.
Olhe, por exemplo: a senhora dona Fátima, excelente senhora da Afurada que engomava as minhas camisas, que nunca se separava do seu avental, tinha uma competência esplendorosa.
- Ai senhor Corvo. Fosse eu que mandasse que punha os tomates desse grande Cabr@o FdP em cima de um cepo e capava-o com o machado do meu homem.
E eu:
- Pois é, dona Fátima: infelizmente a senhora não manda.
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De Vento a 30.04.2019 às 20:56

Vejo que compreendeu, Corvo. A parangona é isso mesmo. Notícia é coisa diferente.
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De Corvo a 01.05.2019 às 12:54

Ah! Compreendi pois! Aliás, compreendemos-nos perfeitamente.
Está difícil a solução? Ora, catalogue-se o lixo tóxico de não tóxico e a toxidade desaparece.
Tudo tem solução. Nada que a retórica não clarifique.
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De Vento a 01.05.2019 às 21:09

Eu sabia que o Corvo chegaria lá. Demorou, mas aconteceu. Com tanta indignação não vi qualquer registo que alterasse o resultado, até mesmo aumentou os números.
Mas há quem se contente consigo mesmo, julgando que a indignação é acção.
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De Corvo a 02.05.2019 às 11:58

Que quer, senhor. Atrasei-me um pouco sim, mas a culpa foi do árbitro que resolveu marcar um penalti contra o Benfica, de modo que perdi tempo a vociferar contra patife e cheguei atrasado ao espalhar de inteligência por parte de Cristo ao mundo.
Outros, homens felizes sem as dramáticas vicissitudes do futebol a preocupar-lhes as existências, como o Vento, seguramente, chegaram-se à frente num ápice e absorveram-na toda.
Daí a minha lentidão.
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De Vento a 02.05.2019 às 13:45

Muito obrigado. Esse tipo de humildade fica-lhe bem, indica-me o seu empenho na preservação do património cultural nacional. Em minha opinião, talvez não lhe fizesse mal buscar um pouco mais de autonomia. Não dependa tanto de mim.
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 19:21

"A Bíblia é um excelente meio de inspiração, mas ao limitarmo-nos a ela para definir o nosso comportamento, corremos o risco de perder o contacto com aquilo que é terreno"


Cristina imagine se basearmos o nosso quotidiano no Levítico….!!

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De Vento a 30.04.2019 às 21:41

Eu creio que já respondi a todos, pois não quero que me acusem de atitude discriminatória e preconceituosa.
Mas concluo com esta, meu caro Pedro: você bem se esforça mas não chega lá. O levítico é uma espécie de obsessão, direi mesmo pesadelo, para si.
E a Cristina, aparentemente, e sem calúnia, não dá indicação de ser inspirada pela Bíblia. A Igreja é a sua, dela, inspiração. É mais uma reformista que uma biblista. Talvez por influência de Martinho Lutero.
Creio que hoje se espera que a Igreja seja uma espécie de Lar onde cada um pode decorar o seu quarto e expandi-lo como quer. E a Igreja não é isso, ela não se norteia por regras de condomínio. É open space com homens e mulheres que se devem reformar a eles mesmos.
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 20:57

"Homem possui uma característica única: a personalidade"

Aí Vento, anda tão desactualizado. Deixe a Crónica e passa para a Maria. Ninguém tem uma Personalidade. Temos várias conforme a idade. Tal como perdemos massa muscular, perdemos capacidades cognitivas com o passar dos anos e por isso mudamos de personalidade (ficamos mais chatos, mais conservadores, por exemplo) .
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De Vento a 30.04.2019 às 20:53

Vou dar-lhe um pouco de conversa. Verifico que vem novamente de cientista. Mas cientista que pretende dizer o seguinte:
Na realidade, Vento, o Homem tem personalidade. Mas uma é quando é bebé, a outra é quando é adolescente , a outra é quando é adulto. Portanto, o Homem tem personalidade.
A sua ciência adquirida pelo Google atraiçoa-o.
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De Pedro Vorph a 01.05.2019 às 13:53

Comportamento de Robert Sapolsky. A si atraiçoa-o a Biblia
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De Vento a 01.05.2019 às 21:02

Só tem isso para dizer?
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De Pedro Vorph a 02.05.2019 às 12:35

Mas a sabedoria chega-lhe a si como? Por inspiração, revelação divina? Confesso, penso no que leio, argumento usando o conhecimento adquirido dos que sabem mais do que eu....ao Vento chega-lhe um único livro, daí a simplicidade do seu pensamento disfarçado num emaranhado de complexidade ininteligivel porque absurdo.
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De Vento a 03.05.2019 às 11:46

Pois é meu caro, compreendo-o. Se compreendo. "Quando o Homem não sabe a que porto se dirige nenhum vento lhe é favorável", afirmou Séneca.
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De Fátima de Jesus a 29.04.2019 às 07:55

Que beatice tonta.
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De Luís Lavoura a 29.04.2019 às 10:35

Hoje em dia já (quase) ninguém pede desculpa, Cristina, a não ser como uma formalidade para coisas que na verdade não correspondem a culpas. (Por exemplo, uma pessoa esbarra com outra ao andar, pede desculpa, quando somente se tratou de um acidente sem importância nem culpa de ninguém.) Quando uma pessoa na verdade tem culpa de algo, não pede desculpa, porque isso seria, no mínimo humilhar-se, no máximo expôr-se a um pedido de indemnização. Portanto, não se pede desculpa - procura-se atribuir a culpa ao outro, ou então ao acaso.

Uma vez, nos EUA, eu estava num concerto rock num bar e um homem, por descuido, entornou um pouco de cerveja em cima das minhas calças. Imediatamente o homem me pediu desculpa e enfiou-me uma nota de 5 dólares nas mãos. Eu quis recusar, mas ele justificou-se, "é para pagar a lavagem das suas calças". Isto é um costume tipicamente americano que jamais um português adotaria. Um português diria que a cerveja me tinha caído nas calças por eu ter dado um encontrão no copo, por eu ter sido estouvado, ou simplesmente devido à força da gravidade - jamais por culpa de quem a teve.
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 11:53

Acho lamentável que se considere uma humilhação pedir desculpa. Quem ofendeu, ou prejudicou, mostra grande coragem e nobreza de carácter, ao pedir desculpa. Quem pensa o contrário, de facto, não tem carácter nenhum.

Também acho lamentável usar-se o pedido de desculpa como forma de manipulação, especulando num perdão que leva a quem perdoa a uma situação de perfeita submissão e controlo (exponho essa minha ideia num comentário acima).
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De Anónimo a 29.04.2019 às 10:38

Toda a cortesia é um ato egoísta, seja sincera ou não.
Serve para investir na imagem de quem a usa em sociedade.
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 11:55

Nem tudo o que é egoísta é mau. O mais importante é ser-se sincero. Só se deve pedir desculpa, quando realmente estamos arrependidos e empenhados em não repetir a ofensa.
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De Corvo a 29.04.2019 às 11:40

Bom dia.
Em meu entender não devem nem podem servir como desculpabilização para o comportamento humano quaisquer analogias com o Divino, porque a não ser assim todo o julgamento do criminoso, por exemplo, dependeria sempre não das leis estabelecidas por e para os homens, mas sim da fé, ou da falta dela, de quem por direito julga.
Se o juiz fosse agnóstico ou ateu, condenava o patife que espancou a esposa, (dizem com uma moca de pregos)
Mas como foi o juiz Neto de Moura, imbuído da palavra divina, absolveu o criminoso.
Deixe-se portanto Deus no Céu, - para quem nele acredita, - e responsabilizemos-nos nós por o que fizermos cá na terra.
Quanto ao pedido de desculpas que tal como a senhora Cristina Torrão refere, e muito bem, só têm valor quando associadas ao arrependimento, bule-me cá com a tola a dúvida em descortinar a sinceridade do,... arrependido?
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 12:47

Em princípio, acredito na sinceridade das pessoas. Mas, se constato ser enganada, só caio uma vez na esparrela. Claro, se o/a mentiroso/a só me engana uma vez, sou mesmo enganada. Mas pessoas dessas adoram reincidir...

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De Corvo a 29.04.2019 às 13:22

Ah! a sinceridade das pessoas.
É primordial, sobretudo quando definindo um propósito ou servindo um interesse, nada como a sinceridade.
Se se conseguir fingir-se tê-la o proveito está assegurado.

(a jeito de corolário)
Todos nascemos verdadeiros, todos morremos mentirosos.
Todos nascemos inocentes, todos morremos culpados.
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 17:35

Pelo menos, admite que nascemos verdadeiros e inocentes.
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De Corvo a 29.04.2019 às 17:52

Todos sem excepção
Algumas horas depois começa-se a esvair a inocência, quando o bebé toma conhecimento que o seu choro chantageia a mamã para lhe dar a mama.
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De Cristina Torrão a 30.04.2019 às 10:01

Que coisa tão horrível de se escrever, Corvo!

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De Corvo a 30.04.2019 às 11:24

Não é nada horrível, cara Cristina. Tudo depende da interpretação de quem lê.
Por exemplo: o Pedro Vorph ri-se, fuma um cigarro e dá uma palmadinha no rabo da mulher se passar por ali. A Cristina horripila-se com a possibilidade de um inocentinho recém-nascido ser afinal um potencial criminoso em franco desenvolvimento.
Ora vamos lá repor a sua fé nos queridos querubins acabadinhos de despontar para este cruel mar de lágrimas.
Parece, que não afirmo, parece, portanto, pelo que li não sei onde nem quando, que uma hora depois de nascer o bebé já tomou conhecimento que com o choro desperta para si a atenção da mãe.
Ora o que quer um bebé com uma hora de vida?A maminha.
Então e se for uma cria como eu que mamou para lá dos três anos, faz um berreiro desgraçado.
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De Pedro Vorph a 30.04.2019 às 18:42

"Por exemplo: o Pedro Vorph ri-se, fuma um cigarro e dá uma palmadinha no rabo da mulher se passar por ali. "


Porra Vento, não me deve conhecer. Uma coisa é mandar bitaites para aqui, fazer umas graçolas, outra bem diferente é a vida real...nunca tal fiz...e calma lá com isso, meu caro, a não ser que esteja no gozo... aí tudo bem...tem permissão para gozar, brincar comigo as vezes que quiser...discordar, minorar, etc.… sem problema
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De Corvo a 30.04.2019 às 21:10

Ah ah ah ah!

Ouçam, ouçam.
O Vento mudou
E a culpa levou
O Corvo falou
Pedro o Vento culpou

Prometeu não zangar
se fosse a brincar
O Corvo brincou
E o Vento é que arcou
Corvo se eclipsou
E Vento com a culpa ficou

Ó Pedro Vorph, ó Pedro Vorph.
Nada que eu não suspeitasse de fidedigno acontecimento. É no que dá discutir religião por tudo quanto é sítio e sobre tudo que mexe.
Tudo discute ao mesmo tempo, ninguém responde a ninguém, reza a missa o sacristão, sobe ao púlpito o ladrão e mete-se o padre na prisão.
E todos saem um pouco menos sábios do que quando para lá entraram.
;)
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De Cristina Torrão a 30.04.2019 às 18:46

Corvo, todos os mamíferos, mal nascem, berram pela mãe. Tem de ser assim! É um instinto que nasce com eles, pois "sabem" que, sozinhos, sem ninguém a alimentá-los e a tomar conta deles, morrem.
Os mais recentes estudos psicológicos apontam para isso mesmo: um bebé que berre, sem ninguém lhe ligar, cria medo de morte. Não me parece correcto estar a confundir este comportamento com chantagem, ou abuso. É dotar um bebé de características adultas.
Um recém-nascido pode ser «um potencial criminoso em franco desenvolvimento», sim, se tiver pais, ou encarregados de educação, que o maltratem (ou fisica-, ou psicologicamente, ou as duas coisas ao mesmo tempo).
Olhe que isto não é ingenuidade, nem utopia de quem acredita em "inocentinhos". Se o Corvo se der ao trabalho de analisar a história de vida de criminosos, assassinos, abusadores, etc., verá como foram as suas infâncias.
Atenção: isto não é desculpá-los, apenas constatar uma realidade!
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De Corvo a 30.04.2019 às 20:13

Eu sei isso, cara Cristina. A senhora com a sua resposta induz em mim uma sensação de culpabilidade e de mal-estar, à simples probabilidade de que, provavelmente, a leve a conjecturar que possa eu ver nesta discussão um sentido utópico nas sua palavras.
Foi só humor, tudo dentro de um espírito humorístico, nada mais que isso. Peço-lhe que faça o favor de acreditar.
Para atribuir maldade ou cinismo a um bebé, seria necessário que ela tivesse faculdades discirnais para distinguir o certo do errado.
Nem a uma criança. Por vezes nem a alguns adultos, quanto mais a um bebé.
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De Cristina Torrão a 01.05.2019 às 12:22

Obrigada por esta explicação, Corvo. E é claro que acredito em si.
Mas numa comunicação deste tipo, em que não temos ocasião de observar a mímica do interlocutor, como na comunicação cara a cara, é, por vezes, difícil distinguir o que é o humor do que não é.
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De Pedro Vorph a 30.04.2019 às 19:18

Queria dizer Corvo....desculpe Vento
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 20:58

Verdadeiros porque ignorantes.
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De Anónimo a 30.04.2019 às 16:32

"admite que nascemos verdadeiros e inocentes." E o pecado original?
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De Cristina Torrão a 30.04.2019 às 18:48

Não acredito no pecado original.
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De Corvo a 30.04.2019 às 21:28

Qual pecado original?
Uma criança não tem pecado! Nenhuma criança tem ou nasce em pecado.
Mas que raio de interpretação faz da Bíblia?
Quer dizer: Tens aqui o fruto proibido. Agora ide e multiplicai-vos.
Multiplicai-vos, como?
E ainda por cima uma criança nasce a carregar os pecados dos pais. Se hipoteticamente pudesse ser considerado pecado uma união que Deus santificou.
E não falo por ninguém e falo unicamente por mim. Leio a Bíblia há mais de cinquenta anos, nem um centésimo dela ainda compreendi.
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De João Silva a 01.05.2019 às 12:10

"Agora ide e multiplicai-vos.
Multiplicai-vos, como?"
Como dizia Cavaco Silva: que fazer para que nasçam mais bebés?
Acho que a resposta é simples.
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De Corvo a 01.05.2019 às 13:15

É! É simples sim senhor! Simples e natural, como de resto em todo o reino animal, e até vegetal.
Mas se o fruto for proibido, como parece ter sido, passa a pecado uma união que Deus santificou.
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De Anónimo a 29.04.2019 às 12:13

Engraçado, todos os comentários me fazem sentir jovem. Porque me recordam os meus tempos do Liceu em que o padre, professor de Moral, me dava conselhos como os que encontro acima. E eu, nesse tempo, levava tudo a sério no que respeita a pecados.
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De Cristina Torrão a 29.04.2019 às 12:43

Também eu levava isso tudo muito a sério...
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De Corvo a 29.04.2019 às 13:44

O que acho espantoso, verdadeiramente digo de estupefacção, é que disserte-se sobre o que se dissertar, trate-se do que se tratar, riqueza ou pobreza, dia ou noite, frio ou calor, esfarrapado ou engravatado, enfim, sejam quais temas sejam que não venha imediatamente a religião clarificar comportamentos e a iluminar os duvidosos.
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De Pedro Vorph a 29.04.2019 às 19:24

"sejam quais temas sejam que não venha imediatamente a religião clarificar comportamentos e a iluminar os duvidosos"

Calma, Corvo. Temos também os economistas e os cientistas de vária índole, incluindo os dito "sociais"….
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De Maria Dulce Fernandes a 30.04.2019 às 12:58

Concordo com a implicação moral do pensamento. Acho a ideia associada utópica, não impraticável e descabida, apenas utópica.
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De Anónimo a 01.05.2019 às 02:53

Olhando através da Bíblia, Deus como ser superior até podia exercer o perdão, pois de antemão sabia se merecia perdoar ou não, ou se no caso justificava pedido de desculpas ou não. Deus é bondade mas não é tolo! Mas nós terrenos sabemos que há casos em que os culpados não se atrevem nem a poder pedir desculpas e tão pouco a contar que lhas aceitem, dado o grau de gravidade . Nos casos em que é planeada a maldade estrategicamente e antecipadamente, e até com requintes de malvadez …
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De Corvo a 01.05.2019 às 12:31

Acho que será um pouco difícil. Ainda é um volume assaz espesso.
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De filisteu a 02.05.2019 às 01:46

O pedido de desculpa revela dignidade.
O pedido de perdão revela espiritualidade.
- O "exercício" do perdão é biblico; no livro de Mateus cap. 6 e vers. 6 percebe-se como é importante perdoar.
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De Cristina Torrão a 02.05.2019 às 11:27

Importantíssimo. Mas não a todo o preço. Quando o nosso perdão é usado para nos manipular e subjugar, eu digo não. Há pessoas muito perversas e, se notam que perdoamos facilmente, usam essa nossa capacidade para nos imporem comportamentos indignos.
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De Anónimo a 03.05.2019 às 12:37

oLÁ.
Respondo sobre o perdão.
Mas a Biblia, reconhecida sabedoria universal, ensina que devemos perdoar
mas ter a "sabedoria" de nos afastarmos de quem nos fez pecar, ou daqueles que, reconhecendo em nós o dom de perdoar nos pretendem "manipular". Perdoamos o pecador, mas não PODEMOS TOLERAR/ACEITAR o pecado.
Abracinho, amiga. Pense nisto: "...desses afastá-te..." - é biblico!

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