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Pensamento da semana

por Ana Vidal, em 15.07.18

Algumas pessoas perguntam o segredo do nosso longo casamento. É simples, nós damo-nos tempo de ir a um restaurante duas vezes por semana. Jantar à luz das velas, música de fundo e dança. Ela vai às quartas e eu às sextas.


Henny Youngman

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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51 comentários

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De júlio farinha a 09.07.2018 às 05:15

Isso é batota. Assim também eu.
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De O Gajo a 09.07.2018 às 08:37

Lembra:

O amor é como um punhado de areia na mão. Se fecharmos muito a mão, ela escapar-se-á por entre os dedos e se aberta demais voará com o vento.
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De Luís Lavoura a 09.07.2018 às 09:39

Há também a solução dos nossos antigos reis, que habitavam em palácios conjuntamente com as suas esposas, só que, eles dormiam num quarto e elas noutro. E geralmente os quartos não eram contíguos.
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De O Gajo a 09.07.2018 às 14:44

Não era contíguos, é verdade! Mas, por outro lado, os reis beneficiavam de um sistema de videovigilância interno
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De Marco a 12.07.2018 às 13:44

"eles dormiam num quarto e elas noutro. E geralmente os quartos não eram contíguos." Luís Lavoura esclareça-me: havia depois outro quarto para a queca ou como era?
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De Luís Lavoura a 12.07.2018 às 16:02

Não o sei esclarecer quanto às quecas. Não as presenciei. Nem sei se elas tiveram lugar. Suspeito que, a ocorrerem, terão sido poucas. Os casamentos nesse tempo eram arranjados e os reis frequentemente satisfaziam-se com outras mulheres que não as rainhas.
Quanto aos quartos de dormir serem separados, pode-se constatar numa visita aos palácios reais, por exemplo Sintra ou Ajuda.
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De Marco a 12.07.2018 às 17:50

" os reis frequentemente satisfaziam-se com outras mulheres " E as rainhas satisfaziam-se como? Por que razão só apresenta o ponto de vista masculino? Ou as mulheres, como a maioria das de hoje, achavam que orgasmos não eram para elas? Esta ideia ainda hoje é muito forte entre elas.
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De Luís Lavoura a 12.07.2018 às 18:15

Eu só falo daquilo que sei (ou julgo saber).

Que os reis se satisfaziam frequentemente com outras mulheres é sabido - veja-se o ror de filhos bastardos que tinham. Já a forma como as rainhas se satisfaziam é desconhecida, por isso não posso falar dela.

Não apresento nenhum ponto de vista, mas tão-somente os conhecimentos da História.

Aquilo que as mulheres achavam no passado sobre os orgasmos, não faço ideia. Mesmo atualmente, há muitas mulheres que acham coisas diferentes, portanto não se pode generalizar.
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De Sarin a 13.07.2018 às 15:16

Está enganado, essa ideia é muito forte principalmente entre homens.

Talvez o ponto de vista feminino seja omitido porque desconhecido - porque eram homens que aprendiam a escrever e eram homens que escreviam os livros e eram homens que, até há pouco mesmo em Portugal, tinham o poder de renegar a esposa, rainha ou plebeia, caso suspeitassem da sua satisfação com outros.
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De Anónimo a 13.07.2018 às 17:14

"Está enganado, essa ideia é muito forte principalmente entre homens." Curiosidade: qual ideia?
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De Sarin a 13.07.2018 às 17:49

A ideia que o comentador Marco expôs.
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De Vento a 13.07.2018 às 21:21

Para não chocar o puritanismo actual das metoo, venho informar que agora o objectivo é a esfoliação do(a) dito(a) cujo(a). Nada dessas coisas terríveis e vergonhosas, pois, tal como a serpente muda a pele, a actividade deve ser levada a efeito para evitar células mortas.
Portanto, deixemo-nos dessas indecências dos orgasmos que tanto ensombram as e os avançado(a)s civilizacionais. Esta actividade só se deve manter em prol de uma pele saudável.
Quem quiser orgasmos coma hambúrgueres.
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De Anónimo a 14.07.2018 às 11:11

Muito bem. A FIFA vai acabar com indecências na Televisão. Não quer que apareçam gajas boas, só são permitidas gajas gordas e malfeitonas. Quanto a homens, não há restrições, qualquer coisa serve.
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De CSarina a 14.07.2018 às 12:56

"só são permitidas gajas gordas e malfeitonas" Óptimo, lá vou ter uma oportunidade.
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De Homem a 14.07.2018 às 13:11

"Quanto a homens, não há restrições, qualquer coisa serve." Isso é porque elas não têm tusa.
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De O Gajo a 15.07.2018 às 00:03

Vento, tendo em consideração a sua respeitável Devoção que Palavra lhe merece o Sexo como Diversão? Pecado a sua Acção ou a sua omissão?
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De Vento a 15.07.2018 às 14:50

O Gajo é um gajo porreiro e aparenta abordar o sexo mais como devoção à memória do que propriamente ao acto.
Perguntou-me em tom pedagógico e amigável uma escritora e académica muito conhecida internacionalmente: "Depois dessa quantidade de sexo consumida, o que fica?".
A minha resposta a sua pergunta é a pergunta dessa mulher que eu a mim mesmo respondi.

Por outro lado, basta ao discípulo ser seu mestre e ao escravo ser seu senhor. O meu caro ainda tem uma estrada longa a percorrer.

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De O Gajo a 15.07.2018 às 22:18

Obrigado, Sensei!
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De Frederico a 09.07.2018 às 10:12

The king of the "one liners". Top!
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De Anónimo a 09.07.2018 às 18:28

Agora a sério, que o assunto merece:
Sou casado há quarenta e tal anos com a mesma mulher.
O segredo consistiu, tem consistido, em conceber o casamento não só como uma fonte de satisfação mas também como um compromisso e um projeto de vida.
Tal conceção, sendo consequente, não aguenta tudo nem justifica tudo.
Mas aguenta muita coisa e justifica muita coisa.
No nosso caso, trouxe-nos até aqui.
João de Brito
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De João Maia a 12.07.2018 às 13:52

"Sou casado há quarenta e tal anos com a mesma mulher." E eu há cinquenta e tal (e seis, salvo erro). Tudo normal com, de vez em quando, umas quecas por fora para variar e salgar a vida.
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De Anónimo a 09.07.2018 às 18:32

Não fui muito rigoroso no meu comentário anterior.
O post também é de levar a sério.
Só que é uma mera estratégia para.
Não é uma conceção de.
João de Brito
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De Bea a 10.07.2018 às 07:44

É outra coisa, não um casamento.
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De António Santos a 10.07.2018 às 10:51

No meu caso, casado à 33 anos e desde os 19 de idade, o “segredo” tem sido um inviolável respeito mútuo e sempre em conjunto para todos os lugares. Se voltasse atrás, repetia as mesmas coisas até ao infinito. Cps António Santos
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De Bea a 11.07.2018 às 08:04

Sempre em conjunto para todos os lugares....mesmo todos?! Não há assim um ou outro passeio solitário, uma reunião de amigos do mesmo sexo...festas que um detesta e outro aprecia e que o amor compreende que não são para dois...
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De António Santos a 11.07.2018 às 20:49

Efectivamente algumas vezes não fomos em conjunto, pelas mais diversas razões. No entanto, neste tipo de circunstância que descreve "...festas que um detesta e outro aprecia..." sempre que possivel optamos por estar presentes com a condição de que não existe lugar a maus humores e a coisa tem decorrido bem. Cps António Santos
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De Anónimo a 12.07.2018 às 13:46

"à 33 anos" Ah... Adopta o Acordo Ortográfico? Como não gosta de consoantes mudas...
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De Vento a 10.07.2018 às 22:10

Pronto. Já se viu que um casamento se mantém com malta casada. Não há segredo algum.
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De Bea a 11.07.2018 às 08:12

Ah, ah, ah. Mas olhe que há segredo, sim. Que não é sempre o mesmo segredo, mas assenta muito no bom carácter de cada elemento, no que viveram juntos durante muitos anos, no ambiente acolhedor que construíram e de que também beneficia o resto da família se ela existe.
O casamento é uma grande prova de humanidade. Mesmo - ou talvez sobretudo - se acontece por amor.
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De Anónimo a 11.07.2018 às 01:55

Aprendam com o rei Juan Carlos e a rainha Sofia.
https://www.youtube.com/watch?v=7Y95ZFAsU5k
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De Anónimo a 12.07.2018 às 17:57

Ser rei não se aprende.
Herda-se, por definição.
Inútil, portanto, aprender com eles.
João de Brito

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